Amigos, desculpem a demora pra atualizar, tô há dois meses tentando terminar esse relato, mas sempre dá algum problema, a página atualiza e apaga tudo que escrevi. Ainda bem que é vivido, se fosse inventado já teria me desesperado... Já no consultório da Miriam, ouvindo os pedidos daquela mulher que deixou meu pau a mil. Resolvi calar ela e começar a questionar, já tinha ela onde queria, só precisava fazer a pergunta certa!! Eu: e nessa história toda, cadê a minha mãe? Miriam: na sala de espera, esperando você terminar comigo!! Já puto e distraído, saí pra sala e nem a secretária da psicóloga tava lá... Entrei e encontrei ela mais submissa, não vou negar, mas ela deixou meu pau mais que a mil.......
Eu: deixa eu ligar pra minha mãe Miriam: não, querido, meu sobrinho lindo, não incomoda a mamãe, ela deve estar no banheiro
Eu: mesmo assim ela atende...
Aylin: oi, meu amor, já terminou a sessão?
Eu: não sei, mãe, você me diz. Tô te esperando e não te vejo em lugar nenhum!!!
Desculpa, amor, é que vim no supermercado que fica a três quarteirões pegar umas coisas (haaaa).
Na minha mente, imaginei o pior e ela não saiu daí...
Se minha mãe estivesse numa relação de putaria, tudo bem... Meu ciúme fica fora de controle ao imaginar minha mãe sendo comida por outro homem e pra saber quem é, isso mais do que doentio, virou algo incompreensível. Mas não vou deixar ser parte da desculpa dela, na real eu pensava mais por ciúme e raiva.
Tinha a psicóloga, comi o que quis e o melhor, é que tava nos meus desejos. Ela me desligou na cara e eu escrevi: "Eu: tô indo praí, onde não te encontrar não volto pra casa e não é só a psicóloga, sua melhor amiga você vai encontrar entre meus lençóis..." Já era alguém que esqueceu o que rolou no provador daquele shopping, já tava mais como uma mãe pedindo... mais que respeito, uma resposta que convencesse... Ela me ligou de novo... Aylin: "Love, tô aqui, sério, o gemido foi porque tropecei enquanto te atendia." Eu: "Mãe, você não sabe nem contar ou não tá aí, o mais perto supermercado tá a 2 quadras, perto de casa, e eu tô vindo a pé (mentira, ainda tinha a psicóloga de quatro levando uma metida de raiva, e não parei porque pelo visto ela tava adorando)...
Aylin: não, amor, me espera, me fala qual corredor que eu te encontro... Eu: não, tô na porta, sai, não é muito grande e deixa o carrinho no açougue... Já não respondi mais, aquilo foi um sinal de que ela ia sair de onde tava de puta e vir me buscar... Saí da buceta da Miriam, falei que ainda não queria terminar, que se ela quisesse ir pra minha casa a gente terminava tudo ali. Como toda ninfomaníaca, aceitou, mas não antes de eu fazer ela gozar. Fomos pro banheiro, ela abriu as pernas de frente pro vaso e. Já bem aberta, comecei a tocar ela, primeiro os peitos, depois o corpo, dei uns tapas na bunda e ela gemia que nem uma puta, até que enfiei os dedos pela frente e depois virei ela de quatro, o rosto dela ficou de frente pra parede, com a raba bem aberta, continuei com os dedos dentro até ver o corpo dela tremer e estremecer, os olhos virando até ela gozar. Vale dizer que foi meu primeiro dia como dominante e eu amei, não sabia como agir mas escolhi a postura de quem sabia o que tava fazendo. Saímos do banheiro, ela pegou a bolsa, a calcinha e falou: Miriam: tomara que você me banhe de porra pra valer a pena. Eu: claro, tia gostosa, nem precisa pedir... Na real, o que eu esperava era uma explicação da minha mãe, uma que não me convencesse, nem que fosse a verdade toda, mas pelo menos algo que me fizesse sentir melhor do que ser usado como desculpa sexual ou pra encontrar a amante puta dela (isso já é ciúme meu). Subimos no metrô e, bem antes de descer na estação que é a da minha mãe: Aylin: amor, não te vejo, cadê você? Eu: tô com a Miriam aqui fora, você demorou mais de 10 minutos pra me achar? Aylin: não, amor, é que vim de salto, e depois minha saia, não é o que você tá pensando...
Realmente já nem pensava mais, tinha minha psicóloga como minha putinha e nem sei como cheguei nisso, e minha mãe como minha esposa infiel, se justificando por chegar tarde, sem calcinha ou com a saia amassada... Eu: Não sei o que pensar de você, mas tudo bem, já vou pra casa e espero que pelo menos você chegue do jeito que te deixei na recepção da psicóloga, e tomara que amanhã ainda esteja lá...
Aylin: Mesmo ela sendo minha amiga?
Eu: O quê?? Na minha mente, tentei entender o que ela disse porque não soou claro.
Aylin: Nada, amor, já tô chegando, me abre...
Fiquei pasmo.
Mesmo me fazendo de vítima, ela chegou. Levamos uns 2 minutos entrando e a Miriam não aguentou e já começou a me chupar. Quando entrei, minha mãe estava ofegante e isso não tem como negar: ela saiu de meia-calça e voltou sem elas, nem na bolsa...
Aylin; Miriam, o que você tá fazendo com o pau do meu filho na sua boca? Miriam; (tira meu pau da boca) o que você me pediu pra poder sair por aí de putona. Sem mais nem menos, ela falou e eu fiquei igualzinho minha mãe quando ouviu aquilo...
Eu; que bom que você chegou, mãe, só queria que visse como a Miriam, que vai me dar teto, comida e o mais gostoso, amor, tá fazendo o seu trabalho ou o que você começou.
Você devia ter ficado onde estava, parece que ele é melhor que eu... (Me fiz de vítima, algo impossível, porque ela tava me chupando espetacularmente)
Aylin; não é o que você tá pensando, querido, meu amor, eu tava fazendo compras.
Eu; não acredito em você, mãe. Vamos lá, levanta essa saia. Pra começar, lembro que você saiu do consultório de meia, não tá com nada. Se eu procurar na sua bolsa, acho que não vou achar elas.
Miriam; ela tava de putona. (A provocação dela era evidente)
Não liguei pro comentário, cheguei ao ponto de ficar como no começo...
Valeu por continuar me lendo, não demoro pra trazer a parte 8 dessa história, juro que já atrasei mas não é por minha causa, talvez seja o equipamento, espero poder monetizar logo e comprar um notebook melhor... Beijos no grelinho 😘 Fotos de uma página e modelo externa. Manda DM que mando o link.
3 comentários - Minha mãe finge que a amiga é psicóloga