Se passaram alguns dias e ela me evitava. Embora a gente se veja pouco durante o dia por causa dos nossos horários, ela estava mais distante do que o normal. Na semana, resolvi escrever pra ela.
Eu: Tudo bem?
Ela: Não, como é que eu vou estar bem?
Não quis perguntar mais pra não deixar ela mais constrangida do que já estava. Depois de um tempo, ela me perguntou.
Ela: Quanto você ouviu?
Eu: É por isso que você tá mal?
Ela: QUANTO VOCÊ OUVIU? insistiu.
Eu: Acordei quando você fechou a porta, então ouvi desde o começo até você terminar.
Ela: Que vergonha! Não consigo olhar na sua cara...
Eu: Não tem problema, somos adultos, é algo normal.
Ela: Pra mim não é normal, só fiz isso duas vezes na vida.
Não sabia o que dizer, fiquei congelado. Depois de um tempo, perguntei.
Eu: Qual foi a primeira?
Ela: Foi com meu primeiro e único namorado, ele me pediu pra fazer na frente dele.
Eu: E por que você fez de novo?
Ela: Não sei, só me deu uma vontade enorme.
Eu: Quando foi a última vez que você transou?
Ela: Faz muito tempo.
Eu: Mas quanto é muito tempo?
Ela: Não lembro direito, mas faz vários anos.
E pronto, não te conto mais nada. Não quis insistir pra ela não me mandar à merda. Passaram duas semanas, minha mulher tinha saído com as amigas. Eu tava numa seca danada. Me animei a escrever pra ela de novo.
Eu: Só por via das dúvidas, não te deu vontade de novo?
Ela: Às vezes, só um pouco.
Eu: Você se tocou de novo?
Ela: Não, e não acho que vou fazer de novo. Pelo menos por um bom tempo.
Eu: Mas por que não?
Ela: Porque não parece real.
Eu: Se solta, aos poucos você vai gostar...
Ela: Não, não faz sentido. Você faz isso?
Eu: Faz tempo que parei.
Ela: Eu não vejo graça nisso.
Eu: Se te der vontade de novo e precisar de ajuda, me avisa kkkk. Dei uma jogada meio séria, meio brincando.
Ela: Você é louco, você é o parceiro da minha irmã.
Eu: Você sabe que as coisas com sua irmã não vão bem há anos. Eu não quero transar nem ter nada com outras mulheres. Mas tenho necessidade como qualquer pessoa de fazer sexo. Ela: Eu também, mas eu me seguro. Eu: A gente podia matar essa vontade juntos... Ela: Nãaaaaao. Parei de responder e fui espiar ela. Ela tava se tocando por baixo da calça. Mas não parecia satisfeita. Em poucos minutos ela me mandou mensagem. Ela: E se fosse o caso, como a gente faria pra matar a vontade? Eu: Vem pro meu quarto e você vai ver. Ela: Eu não quero dar pra você. Você é namorado da minha irmã. Eu: Então como você quer que eu te ajude a matar a vontade? Ela: A única coisa que eu preciso é do seu pau ereto. Não quero que você me toque, nem me beije, nem nada disso. Aceita? Eu: Tá bom. Ela: Ok. Me avisa quando seu pau tiver duro e coloca uma camisinha. Eu já tava com ele duro fazia um tempo, então coloquei a camisinha e avisei. Ela bateu na porta, eu mandei entrar. Ela tava com um vestido que chegava até os joelhos. Eu tava sentado na beira da cama. Sem dizer nada, ela virou de costas, levantou um pouco o vestido, pegou meu pau com a ponta dos dedos, se ajeitou e sentou. Os movimentos dela eram meio bruscos, meio desajeitados. Eu tava morrendo de vontade de tocar nela. Mas não quis fazer isso pra ela não ficar brava. Ela ficou assim por uns 5 minutos, e quando tava gozando, agarrou uma peito e apertou bem forte... Soltou um gemido, ficou olhando pro chão bem ofegante, depois olhou pra cima e soltou um suspiro. Saiu bem rápido do quarto e eu fiquei em choque... Continua...
Eu: Tudo bem?
Ela: Não, como é que eu vou estar bem?
Não quis perguntar mais pra não deixar ela mais constrangida do que já estava. Depois de um tempo, ela me perguntou.
Ela: Quanto você ouviu?
Eu: É por isso que você tá mal?
Ela: QUANTO VOCÊ OUVIU? insistiu.
Eu: Acordei quando você fechou a porta, então ouvi desde o começo até você terminar.
Ela: Que vergonha! Não consigo olhar na sua cara...
Eu: Não tem problema, somos adultos, é algo normal.
Ela: Pra mim não é normal, só fiz isso duas vezes na vida.
Não sabia o que dizer, fiquei congelado. Depois de um tempo, perguntei.
Eu: Qual foi a primeira?
Ela: Foi com meu primeiro e único namorado, ele me pediu pra fazer na frente dele.
Eu: E por que você fez de novo?
Ela: Não sei, só me deu uma vontade enorme.
Eu: Quando foi a última vez que você transou?
Ela: Faz muito tempo.
Eu: Mas quanto é muito tempo?
Ela: Não lembro direito, mas faz vários anos.
E pronto, não te conto mais nada. Não quis insistir pra ela não me mandar à merda. Passaram duas semanas, minha mulher tinha saído com as amigas. Eu tava numa seca danada. Me animei a escrever pra ela de novo.
Eu: Só por via das dúvidas, não te deu vontade de novo?
Ela: Às vezes, só um pouco.
Eu: Você se tocou de novo?
Ela: Não, e não acho que vou fazer de novo. Pelo menos por um bom tempo.
Eu: Mas por que não?
Ela: Porque não parece real.
Eu: Se solta, aos poucos você vai gostar...
Ela: Não, não faz sentido. Você faz isso?
Eu: Faz tempo que parei.
Ela: Eu não vejo graça nisso.
Eu: Se te der vontade de novo e precisar de ajuda, me avisa kkkk. Dei uma jogada meio séria, meio brincando.
Ela: Você é louco, você é o parceiro da minha irmã.
Eu: Você sabe que as coisas com sua irmã não vão bem há anos. Eu não quero transar nem ter nada com outras mulheres. Mas tenho necessidade como qualquer pessoa de fazer sexo. Ela: Eu também, mas eu me seguro. Eu: A gente podia matar essa vontade juntos... Ela: Nãaaaaao. Parei de responder e fui espiar ela. Ela tava se tocando por baixo da calça. Mas não parecia satisfeita. Em poucos minutos ela me mandou mensagem. Ela: E se fosse o caso, como a gente faria pra matar a vontade? Eu: Vem pro meu quarto e você vai ver. Ela: Eu não quero dar pra você. Você é namorado da minha irmã. Eu: Então como você quer que eu te ajude a matar a vontade? Ela: A única coisa que eu preciso é do seu pau ereto. Não quero que você me toque, nem me beije, nem nada disso. Aceita? Eu: Tá bom. Ela: Ok. Me avisa quando seu pau tiver duro e coloca uma camisinha. Eu já tava com ele duro fazia um tempo, então coloquei a camisinha e avisei. Ela bateu na porta, eu mandei entrar. Ela tava com um vestido que chegava até os joelhos. Eu tava sentado na beira da cama. Sem dizer nada, ela virou de costas, levantou um pouco o vestido, pegou meu pau com a ponta dos dedos, se ajeitou e sentou. Os movimentos dela eram meio bruscos, meio desajeitados. Eu tava morrendo de vontade de tocar nela. Mas não quis fazer isso pra ela não ficar brava. Ela ficou assim por uns 5 minutos, e quando tava gozando, agarrou uma peito e apertou bem forte... Soltou um gemido, ficou olhando pro chão bem ofegante, depois olhou pra cima e soltou um suspiro. Saiu bem rápido do quarto e eu fiquei em choque... Continua...
1 comentários - Primeira conexão