A puta do prédio 8

um novo capítulo dessa história


espero que vocês curtam muito




OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS DE VOCÊS


POR ME LER


E PELOS PONTOS DELA
















No dia seguinte de comer a Adriana, a Brenda apareceu em casa, a mina ainda tava quente, dá pra ver que o namorado não dava pica pra ela, com a calcinha bem enfiada na bunda era uma delícia, diferente da mãe, ela veio no meu horário de descanso, então não tinha chance de sair com o cu são.


Com essa roupa você vai limpar? Vai ficar toda suja, bebê.


Brenda, ah não, meu namorado vem me buscar. O que você acha, tiro ela?


Sem que eu respondesse, a mina começou a tirar a roupa e em segundos ficou pelada.


Brenda, por onde eu começo?


Pelo meu pau, deixa ela bem limpinha.


Lá estava a mina ajoelhada na minha frente, no meio da sala de jantar, chupando meu pau como uma profissional. Dessa vez eu segurei a boca dela e fiz ela engolir toda a minha porra, teve que lamber até as gotas que caíram no chão. Depois disso, sentamos pra descansar um pouco, pra foder a gente tinha tempo.


Então tu tem namorado? E tu gosta de ser corna?


Brenda, bom, o que se diz namorado, namorado ele não é. Ele é meio promíscuo, mas tem grana. O pau dele é pequeno, coitadinho, mas quando tô com ele, tento fazer ele se sentir bem.


E o teu coroa, o que que ele acha? Suponho que ele sabe das suas aventuras.


Brenda, meu velho não fala nada, como eu não peço grana pra ele, tá de boa. E não, acho que ele não sabe. O pai do meu namorado pode arrumar um trampo pra ele, mas ele não quer.


E a sua coroa já começou a trabalhar como faxineira na clínica?


Brenda siiiim, tá indo muito bem, ela tá feliz, pegou o turno da noite, os enfermeiros e os médicos tão muito contentes com ela, tem um médico que tá dando em cima dela, é bem maduro mas tenho certeza que ela já deu pra ele.


Não tenho dúvidas disso.


A Brenda também ganha umas gorjetas de vez em quando. Ela me disse que foi você quem ensinou ela a rebolar a bunda, e isso deixa os enfermeiros loucos de tesão. Mas enfim, é assim que ela volta de manhã, toma um banho e só acorda depois do meio-dia. Meu velho faz as compras, ainda cozinha pra gente e às vezes até limpa a casa.


Toda uma dona de casa, seu velho.


Brenda, gostosa, meu namorado se parece muito com ele, vamos pra cama?


Melhor arrumar a sala de jantar e a cozinha pra gente foder, aí sobra tempo.


Brenda, já sei, você é muito perverso, quer que meu namorado descubra que você me comeu, não é verdade?


A verdade é que não tinha pensado nisso.


Brenda limpou a cozinha toda, não tinha muita coisa, e depois arrumou a sala de jantar. Quando terminou, trouxe uma cerveja pro meu quarto e subiu na cama. Enquanto eu bebia, ela brincava com meu pau, esfregando ele nos peitos dela. Não deu nem tempo de eu gozar e já começamos a transar. A mina é uma gata na cama. Dessa vez ela não me deu a bunda, queria passar um tempo com o namorado e não sentir dor quando sentasse. Ela dizia que eu era muito bruto quando comia ela por trás.


Mas não era isso que você queria? Que ela percebesse ou desconfiasse?


Brenda sim, mas não esquece que eu volto na sexta.


Então a gente faz devagar.


A mina acreditou em mim e acho que ela tava com mais vontade do que eu de me dar aquele rabo, deixei ele aberto igual uma flor, aquele cuzinho redondo e bem durinho foi feito pra ser aproveitado, depois fomos tomar um banho onde comi ela de novo e quando o namorado dela chegou, encontrou ela impecável e bem cheinha, me deu muito tesão ver ela indo embora com a legging semi transparente e sem calcinha, não perdi o costume de ficar com elas de troféu.

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