Cheirar calcinhas usadas, especialmente da minha irmã.

Tudo começou quando eu tinha uns 16 anos. Minha irmã tinha se separado do marido e veio ficar no meu quarto. Ela tinha um filho pequeno que deixava com a minha mãe. No começo, me incomodou muito porque ela invadiu meu espaço, mas depois comecei a valorizar os benefícios da chegada dela. O filho dela tinha 2 anos, e ela tinha uns 22 na época. Sempre achei ela muito gostosa. Ela não tinha muita bunda, mas tinha o suficiente. O que mais me atraía nela eram aqueles peitões deliciosos, grandes e bonitos, e ainda por cima ela gostava de se vestir de um jeito provocante, o que dava um plus. Enfim, depois de se separar, ela arrumou um emprego e saía por volta das 6 da manhã, chegando quase sempre depois das 4 da tarde. Ela acordava às 5 para tomar banho. Meu quarto não era muito grande, cabiam só duas camas, uma mesinha e meu guarda-roupa, que agora eu dividia com ela, já que minha mãe dormia com minha outra irmã de 15 anos no outro quarto (depois conto sobre ela). Meu pai nos deixou quando eu tinha uns 3 anos, mas mandava dinheiro para as despesas básicas. Todos nós compartilhávamos o banheiro, que também era pequeno, porque a casa que alugávamos não era muito grande. Então, ela tomava banho e vinha se trocar no quarto. Foi aí que tudo começou. Ela tentava não fazer barulho, mas sempre gostou de se arrumar, então era inevitável. No começo, me irritava, mas uma vez acordei sem que ela percebesse, e ela entrou com a toalha enrolada no corpo. Como sabia que eu tenho o sono pesado, ela tirou a toalha e começou a se vestir. Eu cobria o rosto com o cobertor, deixando uma abertura para conseguir ver bem a cama dela, onde ela se trocava, e o guarda-roupa tinha um espelho grande onde dava para ver quando ela se maquiava e dava para ver o corpo inteiro. Foi a partir daí que passei a vê-la com outros olhos. Ela era magrinha e, como eu disse, a bunda não era grande coisa, mas era bonita, eu gostava muito. O que me encantou mesmo foram aqueles peitos, ainda grandes e volumosos. Eu a observei atentamente, meu coração batia a mil, mas tentei respirar como se estivesse dormindo, o que era... Difícil pela tesão de ver minha irmã nua, ela se vestia apressada para não chegar atrasada no trabalho, mas o que vi a seguir me deixou ainda mais excitado. Ela colocou uma calcinha fio dental semitransparente que deixava ver parte de seus lindos pelos púbicos, a bunda só tinha um fio que não cobria nada e um sutiã combinando que deixava seus mamilos transparentes. Foi uma maravilha vê-la passar creme no corpo e se vestir, colocou uma calça beige bem justa e uma blusa com decote (sabia que tinha uns peitos lindos e gostava de mostrar, ainda mais agora sendo livre). Muito gata, muito provocante, mas bem bagunceira, deixava tudo largado, roupa, a cama desarrumada, a luz acesa, pegava o menino e passava para deixar com minha mãe no quarto dela. Enfim, lá estava seu irmão para arrumar a bagunça, eu gostava de ter tudo em ordem apesar de ser um adolescente era um pouco introvertido, sempre gostei de fazer exercício e sou um pouco alto, ou seja, estava bem à vista e com os hormônios a mil. Depois que ela chegou, tentava dormir cedo para acordar antes e ver todo o espetáculo diariamente. Em outra ocasião, não sei se pela pressa, porque estava ficando mais confiante ou sei lá, ela ficou nua e deixou sua roupa íntima ali aos pés da cama largada, que até então eu tinha ignorado. Vi ela nua e ao voltar do banheiro fazer seu ritual de beleza como quase todo dia e esperei que fosse embora. Pegou o menino e foi. Eu cuidava totalmente do meu quarto, minha mãe só entrava para pegar a roupa suja para lavar no fim de semana e o quarto normalmente era meu o dia todo. Como já comentei, sempre fui um pouco introvertido e todas sabiam e me deixavam em paz na maior parte do tempo. Enfim, quando minha irmã sai, me levanto para apagar a luz e dormir mais um pouco e vejo sua calcinha no chão com a forma clássica que ficam quando são tiradas, um pouco enroladas. As vi e fiquei totalmente parado, na dúvida se pegava ou não, e o coração acelerado de novo. Latejando a mil, decidi pegá-los. Eram calcinhas vermelhas de renda, transparentes em algumas partes. Abri e vi a parte que cobre a buceta dela, e comecei a cheirá-las com uma necessidade incontrolável. Não sei se ela teve sonhos molhados ou se estava com tesão, porque tenho que esclarecer: todo mundo em casa sabia que minha irmã era meio "solta", por assim dizer. Na real, ela sempre foi muito fogosa e teve vários namorados antes de ficar com o ex. Minha mãe sempre teve dificuldade de segurar as rédeas nela. Naquela época, eu quase não me masturbava, então comecei a cheirar as calcinhas dela como se não houvesse amanhã. Estavam molhadas na parte do meio e, não sei por que fiz isso, mas lambi! Aí perdi totalmente a cabeça. Amei o gosto salgado e, para minha putaria, estava delicioso. Lambi toda a secreção até só sobrar minha saliva, mas a parada não parou por aí. Agora, com o tesão à flor da pele e a perversão solta, fui até o cesto de roupa suja dela – cada um tinha o seu, e ela só tinha chance de lavar, assim como minha mãe, todo fim de semana. Peguei toda a roupa íntima dela, calcinhas e tangas. Até peguei uns sutiãs e também cheirei, imaginando aquele par de peitos lindos na minha boca. Lambi do mesmo jeito e voltei para as calcinhas e tangas, observando uma por uma. Tinha umas brancas daquelas de corte francês, duas tangas – uma preta e outra amarela – e, acredite se quiser, umas calcinhas meio largas, brilhantes, douradinhas, meio transparentes com listras, me deixaram com muito tesão. Cheirei e saboreei a maioria, porque todas já estavam secas, mas com manchas dos fluidos dela. Umas mais cheirosas que outras, e em algumas só dava pra ver o formato da bucetinha linda dela. Exceto a do dia, que virou uma das minhas favoritas – acho que porque minutos antes ela tinha estado no "bolo gostoso" da minha irmã. Coloquei na boca a parte do meio, ainda úmida, da calcinha molhada. Pus duas sobrepostas no nariz e outra no peito. Era como se eu quisesse que ela esfregasse toda a sua xota deliciosa na minha cara e engolir tudo que saísse dela, que ela mijasse na minha cara. ter na minha boca o sabor da sua buceta e o cheiro adocicado do seu cu misturados com seu suor, xixi e lubrificação era um delírio. Imaginei ela sentando na minha cara e me deixando cheirar e saborear tudo. Nem preciso dizer que foi um dos melhores orgasmos que já tive na vida. Fiquei assim um bom tempo, que me pareceu eterno e mágico, com as calcinhas e cuecas sujas da minha irmã no rosto e na boca, me masturbando loucamente, imaginando que ela falava safadezas comigo, pedindo que eu lambesse cada centímetro da sua buceta, do seu cu, que engolisse seus fluidos! Até que gozei pegando uma de suas calcinhas e jorrando toda a porra na parte que encosta no seu bolinho gostoso, manchei ela toda e foi quando comecei a pensar com a cabeça mais fria. Me deu um pouco de remorso porque afinal era minha irmã, mas a minha tesão falou mais alto, porque cinco minutos depois já estava cheirando suas calcinhas de novo. Foi o início de uma fase desenfreada de masturbação e perversão voltada para minha irmã. Eu planejava ver ela pelada todo dia, ou olhava com muito tesão imaginando situações em que a tocava com lascívia até foder ela, sem contar as incontáveis gozadas cheirando e lambendo suas calcinhas e cuecas. Eu a espiava o tempo todo. Ela usava saias constantemente e eu me posicionava para poder ver sua calcinha quando ela se descuidava ou tentava ficar o mais perto possível dela. Naquela época não sei se ela notava ou não que eu gozava nas calcinhas dela, porque esperto eu comecei a reclamar da falta de organização no quarto dela. Como já trabalhava e tinha dinheiro, ela disse que eu podia deixar tudo em ordem e ela me pagaria. Eu disse: "Não inventa, até suas calcinhas você deixa jogadas aqui, já é demais". Talvez sua nova liberdade e sensação de poder ao me pagar para limpar o quarto fizeram com que ela não ligasse mais pra nada. Ela deixava tudo largado e toda sua roupa íntima ficava à minha disposição, sem eu me preocupar em pegar todo dia. Minha mãe dizia pra ela não abusar, mas ela tava pouco se lixando e Eu estava enfeitiçado pelos seus cheiros e desejando comer ela de qualquer jeito, acabei me tornando quase seu escravo pessoal. Eu limpava o quarto, jogava toda a roupa dela no cesto, e quando lavava ajudava a guardar no armário. Acho que ela foi se acostumando comigo vendo toda a sua roupa íntima enquanto guardava. Eu dizia "essas coisas nem devem cobrir nada" e ela respondia "por isso às vezes nem uso" e ria. Eu fingia constrangimento, mas isso só alimentava mais minha perversão. Ficamos muito próximos. Quase seis meses depois, quando nossa mãe sugeriu que alugássemos uma casa maior para ela ter seu próprio quarto com o filho, eu disse à minha irmã que sairia mais caro, uma boa parte do dinheiro dela iria para o aluguel, e que eu não a ajudaria mais porque a mãe acharia estranho eu fazer tudo no quarto dela. Ela então pediu mais tempo para se estabilizar um pouco, e eu fiquei encantado.

Às vezes eu me perguntava se não caía algo na calcinha dela, porque via umas manchas meio estranhas. Aí eu dizia que do jeito que ela deixava, eu só jogava no cesto. "Não vou ficar revirando suas calcinhas, não mancha!" Ela me olhou e começou a rir, dizendo: "Ah, bom, se não é você que vai lavar! Você responde pelas minhas calcinhas, hein!" Fiquei vermelho, mas respondi: "Não se preocupa, irmãzinha, eu cuido delas." A gente ria, mas sabia que tinha algo rolando. Não sei se ela fazia para provocar ou porque sabia o que estava acontecendo e queria que eu soubesse que ela percebia. Mas eu adorava que não houvesse reclamações, porque ela continuava deixando tudo igual. Amei essa fase da minha vida.

Ela relaxou demais sendo mimada por mim e em parte pela nossa mãe. Ela quase sempre parecia contente, se vestia com shorts curtíssimos, às vezes saias um pouco mais curtas que o normal, calças e leggings bem justas. Eu vivia embasbacado. Por coisas do destino, nossa mãe teve que viajar por duas semanas e levou meu sobrinho e minha outra irmã. Eu estava em época de provas e minha irmã... O maior não podia faltar ao trabalho, então ficaríamos sozinhos. A mãe ficou na dúvida se nos deixava ou não, eu não sabia cozinhar e minha irmã chegava depois das 16h, mas ela disse pra mãe não se preocupar, que já ajudava bastante levando o filho dela, que a gente se virava e ela podia ir tranquila. Eu confirmei que não tinha problema, e a mãe foi. Não vou dizer que comi minha irmã e que foi como sempre imaginei, mas foram duas semanas bem memoráveis pra mim. Porque, sendo sincero, eu amo minha irmã e nós dois somos bem fogosos, mas acho que chegamos num ponto onde tudo virou um jogo em que éramos cúmplices, e foi muito satisfatório jogar com ela. Sei que ela me olhava talvez com um pouco menos de tesão do que eu olhava pra ela, mas olhava. Já comentei que malhava e tal, então eu tava bem e ela notava. Às vezes eu fingia estar dormindo, mas com o pau totalmente duro, e tomava uma posição com o braço tapando os olhos, como se fosse pra bloquear a luz, mas eu via com os olhos semiabertos e observava como ela olhava meu pacote com muita atenção — não sei se com desejo, mas com muito tesão. Não é que eu tenha um enorme, mas digamos que é normal. Eu colocava um short e, obviamente, ficava mais visível quando tava bem duro. Eu me mexia e ela fingia fazer outra coisa pra não perceber que tava olhando meu pau. Esse tipo de coisa foi ficando mais frequente. Por exemplo, às vezes nos dias de folga dela, ela entrava no banho e eu, supostamente fazendo outras coisas, esperava ela sair do banheiro. Entrava no quarto sem bater e via ela sem sutiã ou quase pelada, e ela só cobria o necessário e falava: "Cara, não tá vendo que tô me trocando?" Eu respondia: "Já vi", e ficava olhando um pouco mais do que o normal. Pedia desculpas e saía rápido, mas ela levava na boa. Dizia: "Já me viu mais pelada que vários dos meus ex". A gente ria, e eu falava: "Pois é, não tem problema, você não tem nada que outras mulheres não tenham", e ela dizia "quem dera, seu safadinho! Eu tenho a mesma coisa, só que melhor arrumada!" Eu respondi "isso é o de menos, mano, você tá bem gostosa mesmo, e olha que já tem um filho hahaha". Assim eram nossas brincadeiras e flertes leves, mas com um toque de malícia. Eu adorava quando dizia pra ela "ei, mana, você não acha que as mulheres ficam mais sexy quando usam meia-calça?" Ela parecia pegar a indireta e no dia seguinte arrumava alguma roupa que incluísse meia-calça. Obviamente, eu também cheirava elas depois que ela usava, enquanto me masturbava, e cheirava a parte que ficava nos pés lindos dela. Pra mim, ela era uma deusa!

Quando minha mãe saiu, fiz algo que planejava há muito tempo: comprei lingerie super sexy pra ela e um par daquelas calcinhas que já comentei que me deixam muito excitado, aquelas brilhantes mas confortáveis para as mulheres. Comprei três conjuntos combinando: as duas calcinhas brilhantes, uma dourada quase igual às que ela tinha e uma branca. Os conjuntos eram: um preto transparente, que deixaria os peitos lindos dela deliciosamente à mostra; um vermelho com renda; e um cor de pele bem minúsculo. Também comprei algo que não via muito na lingerie dela, já que conhecia cada peça de cima a baixo: dois bóxers cavados, um de renda bege e um de tecido tipo legging azul claro. Tinha levado um bom tempo juntando aquele dinheiro, porque esse tipo de roupa é caro, e eu, sendo um adolescente, só guardava o que conseguia com o que minha mãe me dava na época e com o bico que fazia ajudando um senhor numa loja nos fins de semana.

Na hora de comprar também não foi fácil, porque a loja era atendida só por mulheres, e tive que aguentar a vergonha de perguntar sobre tudo. A moça foi gentil, mas meio provocante, o que me ajudou bastante. "É pra namorada, hein?" ela disse, piscando o olho. Eu respondi: "É, espero que ela goste". E ela retrucou: "Vai ver que sim. É raro, mas pra lingerie feminina, você tem bom gosto". Paguei e saí correndo. Ah, também levei um par de meias-calças brilhantes... Cheguei bem na hora que minha irmã estava chegando, vestindo uma calça social. cinza escuro bem justinho, uma camisa de gaze branca com uma regata branca e sutiã preto que dava pra ver um pouquinho através da roupa. Ela parecia um pouco cansada e suada, porque tava um calorão. Perguntei de onde ela vinha e disse que fui comprar umas coisas. Ela falou: "Vou tomar um banho, te aviso pra não entrar como de costume e me ver pelada, mas acho que já tô me acostumando hahaha". Respondi: "Vai sem preocupação, depois a gente vê o que come". Ela foi pro quarto, tirou a roupa e saiu de toalha em direção ao banheiro. Eu sabia que naquele dia ela tava usando uma calcinha fio dental preta de renda que me deixava maluco, porque tinha visto ela se vestindo de manhã. Assim que ela entrou no banheiro, sabia que tinha uns 20 minutos pra ir ao quarto e cheirar sua calcinha recém-tirada e suada. Como não tinha mais ninguém em casa, podia agir à vontade. Entrei no quarto tentando não fazer barulho e, como sempre, no pé da cama tava toda a roupa dela numa pilhinha. Peguei com ansiedade e luxúria desmedida o tesouro que tanto amava. Estiquei e confirmei: era a fio dental preta. Não sei como foi o dia dela, mas sabia que ela tava excitada. Tinha aprendido a decifrar os cheiros de acordo com a rotina dela. A calcinha tava úmida, bem molhadinha, diria eu, e não sei se era impressão, mas até morna parecia. Inspirei fundo e forte pra gravar na mente aqueles cheiros deliciosos que me deixavam louco. Lamber com desespero a umidade da buceta que tanto desejava provar. Cheirei a parte onde a calcinha com certeza ficava enfiada entre as nádegas e onde devia estar o ânus. Tudo cheirava maravilhosamente. Ela era muito vaidosa e se perfumava quase toda. Era uma mistura de cheiro de urina, ânus, suor, fluidos e a loção dela que me deixava escravizado a essa mulher linda que era minha irmã. Agradeci à vida por ela ter largado aquele imbecil do ex, que só fez o pirralho e depois caiu fora com outra. Era o cara mais estúpido que já conheci, porque minha irmã era fogosa, mas não era uma piranha, nunca curtiu essa coisa de traição. por ser fogosa, ela era intensa com seus parceiros, não sei o que faltou naquele idiota, mas agradeci. Continuei lambendo e cheirando enquanto apertava meu pau até que gozei um monte no seu thong, espalhei todo meu sêmen como se estivesse passando direto na sua buceta gostosa e coloquei dentro da calça, fiz uma bola e joguei no cesto sem conferir. Tinha uns 5 minutos antes que ela saísse do banho, me vesti o melhor que pude e saí do quarto. Estava na sala vendo TV quando a vi passar em direção ao quarto, "vou rápido me trocar pra ver o que a gente come, amor". Balancei a cabeça afirmando, só conseguia ver a borda da toalha contornando aqueles peitos lindos e sua bunda empinada se movendo através da toalha a caminho do quarto. Ela entra e me pergunta alto: "amor, você colocou minha roupa no cesto? Na calça tem o dinheiro pra comida, vou buscar agora"... espero que ela não veja seu thong cheio de sêmen fresco... Continua se vocês gostaram...

5 comentários - Cheirar calcinhas usadas, especialmente da minha irmã.

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Uuff que rico, me pasa que tambien me encanta oler y mastirbarme con sus tangas ya sea de mi mama o mis hermanas es muy morboso y excitante, @Braan71
Bro a mi me paso con mi prima jaja intercambio de fotos de calzones?