Sou uma rabuda Parte 3

Demorei uns dias pra me ver, quando finalmente consegui a oportunidade, saí com ele, mas à noite, escondido do Gerry ou quando ele não estava, eu saía de madrugada pra foder com ele na rua perto de casa. Tinha lugares onde a gente podia se enfiar, não me importava, só abaixava a calcinha, me inclinava, abria minha buceta pro Chore, ele só entrava e me dava umas metidas únicas. Ou num carro que emprestavam pra ele, eu me acomodava no banco de trás com ele e, de frente um pro outro, a gente se beijava enquanto ele pegava nas minhas nádegas e me movia a cada sentada que ele dava. Depois de quase um ano e meio, as brigas com Gerry ficaram mais fortes, onde eu era humilhada. Gerry parou de ajudar financeiramente, Chore vinha me salvar no sexo até que ele descobriu e foi pior pra mim, já que ele me bateu e não só isso, me violentou quantas vezes pôde, me chamando de puta e vadia que eu sou. A verdade é que eu gostava que ele me violentasse, mesmo me humilhando. Era tanto que eu me mijava e ele ria, me colocava de quatro e enfiava paus nos meus dois buracos enquanto eu lambia o pau dele. Tudo até chegar num limite onde ele quis me oferecer pros drogados da rua. Aí eu tive que fugir antes que ele fizesse essa loucura.

Depois de uma semana dessa separação, meus pais descobriram o que Gerry fez e ameaçaram ele. A família dele também mandou ele trabalhar como vigia. Por um lado, me senti bem, mas depois disso fiquei sem ninguém pra transar. Passei seis meses procurando emprego, mas Gerry foi ameaçado pela minha família e pela dele pra pagar as despesas do filho dele. Quando vinha me ver, pedia desculpas, mas sabia que não podia voltar. Gerry fazia de tudo pra me comer, o que conseguia, já que me pegava na frente da minha casa e ali, rápido, ele fazia, me sentindo de novo uma puta, mas no fundo enojada por ele. Só permiti isso umas duas vezes até que neguei sexo a ele.

As semanas passaram, mas arrumei emprego e, voltando, vejo Gerry, que me pediu pra conversar na casa dele. Aceitei, já que Finalmente, sabia que ia tar dando pra ele e ja fazia dias que nao sentia um pau. Quando entrei no quarto dele, vi que o Chore tava la. O Gerry falou que esse ia ser o pagamento dele e os dois me levaram pra cama. O Gerry me segurou e o Chore me despiu, e assim que tava nua, começaram a me tocar e me beijar. To assustada, mas os beijos deles nos meus peitos e as carícias fazem eu abrir as pernas e gemer.

O Gerry e o Chore se revezaram pra me comer, porque nao queriam fazer ao mesmo tempo. Quando era a vez do Chore, o Gerry se masturbava olhando como ele me comia. E quando o Gerry desviava o olhar, o Chore falava que me amava. Eu terminei beijando ele enquanto gemia com os movimentos dele, porque tava tão quente e molhada. Ele acelerou até gozar dentro de mim. Saiu de cima, e o Gerry chegou e começou a entrar em mim. Pra ser sincera, queria gozar, mas o pau dele era maior que o do Chore e comecei a ficar excitada sentindo ele. Na hora, beijei ele e falei pra me comer. Teve um momento que os dois me deixaram de quatro, um em cada ponta, me comendo pela buceta ou pelo cu, embora o Gerry me comesse mais por ali. Isso durou quase o dia inteiro até me deixarem ir.

Quando saí, me senti suja e fui pra casa. Chegando, tomei banho e terminei chorando pelo que fizeram comigo. Depois disso, evitei continuar com esses roles até arrumar um trampo num mercadinho. Lá, consegui continuar ajudando meu filho, mas também conheci gente que me ajudou a subir rápido. Numa dessas aberturas, eu tive que ficar sozinha com um cara novo. Antes de abrir a loja, tinha que dar uma revisada. Fiz isso sozinha, depois o cara chegou e pedi pra ele checar o estoque. Fui pro banheiro, nao vi nada de estranho até que vi esse colega entrando.

Ele se jogou em cima de mim, tapou minha boca e começou a me apalpar. Eu tava paralisada, tentava empurrar ele, mas o cara era forte. Ele chegou perto do meu pescoço, que é meu ponto fraco — se me beijam ou lambem ali, eu perco a força. Quando isso aconteceu, parei de lutar e comecei a ficar com tesão. De qualquer jeito, ele desabotoou minha blusa e lambeu meus meus peitos, ele se aproxima mais de mim, me apertando contra a parede porque me empurrava com vontade de meter o pau dele, não demora e levanta minha saia, aí me abaixa a calcinha e enfia os dedos, eu estava gemendo, ele tira os dedos e com uma força me vira contra a parede, ouço ele tirar o cinto e nisso sinto ele tentando entrar mas não acerta, por causa da tesão eu abro minha bunda e ele me penetra, quando sinto só dou um gemido mais forte e peço pra ele me foder, ele me dá umas estocadas tão gostosas que eu só ofegava de prazer, mas o ato não dura muito e sinto ele me encher de porra e só termino tremendo por sentir aquilo, ele sai da minha buceta e eu só me ajoelho pelo que senti, vejo ele se afastar e tento me recuperar, me limpo como posso e me visto, quando saio faço com medo mas vejo que o garoto não está, no final fico sozinha na loja e tento abrir a cortina pra fazer meu trabalho, o dia passa, os outros chegam e perguntam pelo garoto, eu respondo que ele não veio e guardo esse estupro pra mim.

Numa dessas viagens de hottie, vinha pensando no que tinha acontecido mas nisso vejo o caminhoneiro, que fica me encarando já que eu estava com uma blusa decotada, então decidi deixar ele olhar e ignorar, passa um tempo e eu durmo, quando acordo e vejo que o hottie está parado pergunto ao caminhoneiro o que houve e ele diz que quebrou, nisso me levanto e pego minha bolsa quando sinto atrás de mim o garoto, ao virar ele me agarra e me beija, eu não sabia o que tinha acontecido mas deixei e segui os beijos a ponto de usarmos nossas línguas, não resisti e deixei o caminhoneiro me tocar do jeito dele, abaixo minha mão até a virilha dele e sinto o pau dele, então ele me leva pra parte de trás e aí me deita, abaixa meu short e vejo ele tirar o pau, eu só coloco minhas mãos na minha buceta pra abrir os lábios e com o olhar digo pra ele meter, sem hesitar ele me penetrou mas sinto que aquele pau é maior do que eu imaginava. e isso me fazia gemer de prazer a ponto de sentir que ele chegava bem no fundo da minha buceta, cada estocada, cada gemido meu e dele era único, sentia medo de que nos vissem ou que chegasse um policial, mas nada disso aconteceu e ele continuou. de repente, ele me puxa pra tentar me carregar, mas não consegue, então eu levanto e ele senta, e nisso eu me acomodo em cima dele pra sentar no pau dele, aí sinto ainda mais prazer e não hesito em beijá-lo de novo enquanto ele aperta meus peitos e depois coloca as mãos nas minhas nádegas pra me mover no ritmo dele. eu não queria que acabasse, e foi assim até um ponto em que senti vários orgasmos e ele ficava mais intenso, até que, durante os beijos, ele apertou minhas nádegas e eu senti ele gozar dentro de mim. ficamos um tempo nos beijando até que o pau dele amoleceu, eu levantei e senti um pouco do sêmen dele escorrendo, mas me limpei como pude. ele me perguntou se podia me deixar na base, eu disse que sim. no caminho, a gente vinha conversando e se beijando, até que chegamos lá, me despedi dele e nunca mais o vi desde então.Sou uma rabuda Parte 3
vadia
peitos
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rabao
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Mexico
Pegadora
traga porra
estado do mexico
facil pra caralho
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