CAPÍTULO 2A Yolanda ficou muito satisfeita, não tinha como neutralizar a influência da Belén no marido Vicente, nem castigá-la pela insolência e pelos ataques à sua dignidade. Então, poder brincar com aquele moleque de dezoito anos, um playboy metido a valentão, que se achava o durão, deixá-lo ansioso e roubar a atenção da namoradinha adolescente dele, virando o centro do desejo sexual do garoto — isso a encantava, a empolgava, era um jeito de castigar aquela lady.
Mas tinha que ser prudente. O moleque sabia olhar pra ela disfarçadamente, mas ela também tinha que se exibir pra ele sem que percebessem.
Pra começar, na semana em que a lady estava na casa dela, ela se maquiava de um jeito perfeitamente sexy e elegante, vestia os tailleurs mais gostosos que tinha, sempre com meias de seda e ligas, saltos perfeitos que aumentavam sua altura e seu corpaço de mulherão. Saias curtas e saias lápis com fenda no meio, bem justinhas, destacando a bunda perfeita e firme e marcando as curvas do quadril, blazers e jaquetinhas curtas, priorizando regatas justas de seda ou renda, quando não jaquetas cruzadas tipo blazer que fechavam só em cima, deixando um triângulo pra ver a parte de cima do colo, sem nada por baixo além dos sutiãs wonderbra exuberantes, tamanho copa E. Ela usava aqueles que os fabricantes faziam mais apertados, que valorizavam as tetonas como se fossem explodir dentro da roupa e marcavam a redondeza dos peitões.
No escritório, tentava disfarçar, se mostrando contida e sem exibir demais, tão simpática quanto sempre, mas sem dar confiança.
Mas quando chegava em casa, se percebia a presença dos meninos, desabotoava o blazer ou a jaquetinha. Se eram do tipo blazer, abria alguns botões de um jeito que dava pra ver três quartos do colo e toda a redondeza dos peitões firmes e eretos. E andava pela casa fazendo os saltos ecoarem, como uma... sinal de aviso da presença dela, depois, disfarçadamente, se deixava cair por onde eles estavam.
Se esbarrava casualmente com o Sergio, soltava o melhor e mais arrebatador sorriso dela, aquele que derretia todos os homens, aquela beleza morena, com olhos escuros e brilhantes, aquele cabelo sedoso preto como a noite, aqueles dentes, aqueles lábios, aquelas maçãs do rosto, uma deusa que sorria pra você dizendo: me devora. O garoto ficava doido.
Se iam juntos, cumprimentava de forma neutra a lady mimada, e, falando o nome dela, mandava um sorriso safado e lascivo pro Sergio, bem na hora que a lady desviava o olhar com desgosto. O garoto engolia seco, mas só ficava procurando chance de encontrar a Yolanda.
Ela, de um jeito bem disfarçado, rondava eles, vestida de executiva gostosa, ficava um tempão numa parte da casa, e depois se aproximava de onde os garotos estavam. Se estavam sentados, sentava perto, folheando uma revista ou mexendo no celular como se estivesse em outra, e cruzava as pernas, longas e vestidas com meia de seda, terminando em lindos saltos agulha, mostrando pro garoto as coxas firmes, além da renda das meias e o começo da cinta-liga.
Ou, de forma bem calculada, mexia os braços e os ombros de um jeito insistente mas disfarçado, realçando o aperto das tetas dela, tamanho copo E, que desenhavam curvas lascivas no ar, e que o garoto devorava faminto por mais, fixando os olhos nelas e explorando os decotes.
Ou quando usava os blazers cruzados só com lingerie por baixo, e desabotoava dois botões, sem parar de sorrir lindamente e prendendo a linda melena de um jeito feminino e sensual, deixava cair coisas de propósito na vista do casalzinho, pra se ajoelhar depois como se eles não estivessem ali, mostrando com esse gesto por instantes as tetas redondas e duronas contidas nos maravilhosos wonderbras dela.
O Sergio, cada vez mais Ficava cada vez mais difícil disfarçar, principalmente quando ele congelava feito um idiota de boca aberta e olhar fixo nela. Quando a excitação chegava nesse ponto, Yoli, costumava sumir por um tempo.
Depois aparecia enfiada nos vestidos casuais de uma peça só, quase sempre de alças ou com os ombros de fora, justinhos na parte de cima valorizando os melões apetitosos dela, e curtos na saia. Se acomodava perto deles em sofás, poltronas, pufes, recolhendo as pernas do jeito mais sexy que conseguia, se mexendo de forma que o garoto pudesse ver, de vez em quando, até a cor das tangas ou das calcinhas brasileiras que usava, sem parar de prender o cabelo, ou arrumá-lo com presilhas, ou rabos de cavalo bem femininos.
E nos dias de tempo pior, as leggings mais justas que tinha, pretas, vermelhas e azuis, com camisetas de malha ou lycra coladinhas, se movendo de um lado pro outro ao redor dos garotos, como quem não quer nada, sempre com tênis de salto médio, medindo os momentos mas mostrando pro garoto as bundas magníficas dela, rebolando sensual, sem exagerar, mas uma bunda pra cima, uma bunda pra baixo, uma bunda pra baixo, uma bunda pra cima, a barriga lisa, natural e relaxada com o piercing marcado e os peitos enfiados como se fossem explodir.
Quando via que o garoto já não conseguia mais disfarçar e só tinha olhos pra ela, sumia de cena, deixando o garoto a mil. Mordendo o lábio e sorrindo de prazer, porque adorava esquentar o namorado da sua odiada enteada.
E como explodia aquela euforia dentro dela, quando o garoto, às vezes com desculpas bem esfarrapadas, largava a namorada pra resolver uma emergência no banheiro. Yolanda, safada, se aproximava sorrateira da porta do banheiro que o garoto tinha ocupado, pra se deliciar com um sorrisão de satisfação, quando encostava o ouvido na porta e ouvia ele ofegar, se masturbando pensando nela.
Em poucas semanas, não Tinha que se dar ao trabalho de se mostrar bastante, o garoto procurava ela pela casa, disfarçando essa busca, e ela continuava esquentando ele.
Ao perceber que muitos dias Yolanda fazia exercícios na elíptica, ioga ou pilates, no quarto academia que tinha montado ao lado da piscina, Sergio acabou convencendo Belém a aproveitar aquele espaço para fazer um pouco de exercício com a lady preguiçosa.
O único objetivo do garoto era ver Yolanda, examinar ansioso seu cu perfeito e esfétasty apertado nos shorts e leggings esportivas que ela usava para malhar, devorar com os olhos suas pernas esculturais e longas de porcelana bronzeada, analisar o movimento de seus quadris firmes, esperar o momento e o movimento preciso para observar mais de suas tetonas redondas e túrgidas, balançando no ar como duas montanhas esféyummy e perfeitas de gelatina firme e, acima de tudo, gravar na retina aqueles mamilos enormes, que marcavam eretos nos tops elásticos esportivos de alças que Yolanda usava, pois não os escondia quando fazia esporte. E ela, ao começar a ver os garotos aparecerem e sabendo o motivo, refrescava os mamilos extra grandes com gelo, para que, eretos como duas pontas de lança, provocassem luxúria selvagem no jovem namorado de sua repugnante enteada.
O garoto não alimentava nenhuma esperança de ser objeto de uma sedução. Yolanda era uma expert em esquentar paus, sem deixar absolutamente nada transparecer, e como seus olhares luxuriosos e seus sorrisos safados e lindos não passavam do cumprimento inicial, ele considerava tudo o que estava acontecendo uma coincidência que lhe permitia observar de perto uma deusa morena, mediterrânea, com um corpo de pornstar e um rosto lindo.
E essa ansiedade e desejo selvagem de chamar a atenção de uma mulher tão foda o levaram a manter conversas com Yolanda, algo que podia explodir na mão dos dois, principalmente com a lady mimada por perto.
Mas o garoto sabia escolher. os momentos em que Belém tava ocupada, enquanto tava no banheiro, enquanto se trocava, se ela marcava um horário ele chegava um pouco antes pra ter que esperar ela terminar o que tivesse fazendo e aproveitar pra conversar com a Yolanda, tentando flertar com ela que nem um novato ridículo.
- Oi Yolanda, beleza?
Perguntava o Sérgio, dando um meio sorriso de boy metido a novato.
- Kkkk...tô bem Sérgio.
Respondia a Yolanda rindo doce e feminina, encarando ele com aqueles olhos pretos brilhantes, jogando a linda melena morena pra trás com os dedos finos e delicados, irradiando a simpatia irresistível dela.
- Nem precisa falar, já sei.
Respondia o moleque, soltando um sorriso torto de inexperiente.
- Kkkk...muito obrigada Sérgio...mas eu sou uma mulher...digamos que mais velha pra você...certeza que você passa o dia rodeado de gostosas jovens, que nem a Belém, né? Não precisa zoar uma mulher que já não é mais mocinha.
Provocava a Yolanda sem parar de sorrir de forma safada, com aquele rostinho lindo, cruzando as pernas, passando a mão nas coxas como se fosse nada, ou se mexendo de um jeito gracioso mas disfarçado, enquanto exibia pra ele as cadeiras majestosas, a bunda firme e empinada perfeita ou os peitões enormes pelo decote.
O moleque engolia seco, com os olhos girando sem saber onde pousar, quase mudo, sem conseguir responder aquela supermulher, aquela deusa morena com corpo de playmate.
- Relaxa Sérgio, você é muito puxa-saco e muito gentil, mas certeza que, entre as minas jovens da sua idade, tem gostosas muito melhores que eu, lógico que tem, né?
Voltava a perguntar sorrindo cordial e conciliadora a Yolanda, assumindo uma postura acolhedora, que sempre deixava os caras que ela tinha na mão seguros. Bobos.
- Pois, pois, pois… a verdade é que nunca vi uma mulher mais gostosa que você, Yolanda. Você é mais alta que a média das mulheres, especialmente as morenas, sabia?
Mudava de assunto, hesitante, o fiasco do Don Juan.
- É, você acha? Quanto você acha que eu tenho de altura, vai, me diz?
Dizia Yolanda se levantando em toda sua altura e se espreguiçando, sem parar de mostrar seu sorriso pro garoto, numa atitude amigável de menina sapeca, relaxando o clima e criando um ambiente de brincadeira.
- Pois, pois não sei. Um sessenta e oito, um sessenta e nove?
Respondia o garoto mais relaxado, se contagiando com o clima lúdico e amigável que Yolanda transmitia.
- Miiiiii… quase, quase, um setenta e um, mas valeu por jogar, cavalheiro. Ha, ha, ha.
Dizia graciosa, risonha e simpática Yolanda, tocando no garoto com cumplicidade, enfiada em seus vestidos sexy de executiva, em seus vestidos casuais de ficar em casa, em suas leggings e tops justinhos, se esfregando no garoto casualmente como se fossem amigos de infância, como se fosse nada demais. Diante disso, Sergio ficava petrificado, e Yolanda se desculpava com seu sorriso lindo e amigável e ia cuidar de alguma tarefa que a esperava, deixando o garoto quente igual um vulcão.
Aconteciam muitas vezes essas brincadeiras manhosas e atrapalhadas da parte de Sergio, e levadas desse jeito magistral por Yolanda. Sua atitude amigável e próxima, seus toques e sorrisos, deixavam o garoto louco, que achava que tinha despertado algo naquela mulher linda e maravilhosa, embora depois descartasse a ideia.
Em outras ocasiões, as conversas giravam em torno de coisas mais rotineiras, mas Yolanda não parava de dar confiança e de se mostrar amigável, risonha e simpática com o rapaz, alimentando suas fantasias e distraindo ele no relacionamento com a enteada.
- Ah, então você estuda direito, Sergio?
Perguntava Yolanda, com as pernas dobradas em cima do sofá e o tronco ereto numa postura bem sexy e feminina, mostrando a metade das coxas, inclinando-se de leve como quem não quer nada, pra exibir pelo decote redondo do vestido de alcinha, a esfericidade túrgida e grandiosa das tetonas dela, em forma de imensa gota d'água que transborda pelos lados. Perguntando como se estivesse genuinamente interessada, conseguindo que o pobre idiota do garoto, se inchasse igual um peru e, todo seguro de si, conversasse com ela.
- Sim, sim, sim, estudo direito, mas não passo em muitas, hehehe, curto demais a balada... você me entende. Ouvi dizer que você também estudou, né?
Respondia Sergio, esperando a resposta enquanto arregalava os olhos, percorrendo as curvas do corpaço firme e macio de Yolanda, ao mesmo tempo que, sem tirar os olhos dela, abria a boca igual um otário.
- Sim, estudei ADM.
Respondia Yolanda, sem parar de sorrir cordial e amigavelmente, e de vez em quando esticava um dos braços pra tocar com os dedos perfeitos e delicados o braço ou o ombro do garoto, fazendo de conta que não percebia como ele a devorava com os olhos.
- E, e, e... o, o, o pai da Belém.
Ele se enrolava com a língua enquanto engolia saliva e abria bem a boca, enquanto Yolanda não parava de se mexer disfarçadamente, mostrando mais das suas curvas voluptuosas, e aproximava o corpo desejado daquele moleque metido e atrapalhado.
- Vicente, comprou um diploma numa universidade particular, então não sei se digo que estudou ou não... decide você... hahaha
Respondia Yolanda, brincalhona e sem vergonha, entre risadas cúmplices, que encantavam e hipnotizavam aquele Casanova de araque.
Ouviu-se a voz da Belém ou uns passos, e Yolanda se afastou do garoto, que estava duro e besta, e saiu do quarto sem parar de sorrir pro Sergio, se desculpando. Tinha que ir fazer alguma coisa.
Yolanda sabia que tava brincando com fogo, e percebia que o garoto cada vez tava mais difícil de disfarçar. Ele ficava com a Belén fazendo exercícios na sala de academia e sempre dava um jeito de ver as bundas perfeitas e redondas da Yolanda subindo e descendo, descendo e subindo, enquanto ela usava o elíptico. E quando a Belén não tava olhando, Yolanda mandava o sorriso mais safado e gostoso pra ele, aumentando o ritmo do elíptico e mexendo os ombros, pra que além da bunda, os peitos dela balançassem bem visíveis pra cima e pra baixo, pra baixo e pra cima.
Se Belém pegasse eles em qualquer uma dessas ocasiões, mesmo sem nada rolar, ia dar uma puta confusão, ainda mais com o gênio mimado daquela lady.
Mas a atitude de Belém, em público ou em particular, não diminuía: ela destratava a Iolanda, humilhava ela, sem o pai controlar ou reclamar nada. O Vicente beijava o chão onde a filhinha dele pisava.
Tudo isso fazia com que a vontade de enlouquecer o namorado cretino, pivete e valentão de Belém não diminuísse em Iolanda.
A atitude do moleque, cada vez mais doido pra ver a Iolanda e tentar interagir com ela, chamar a atenção dela e dar em cima de um jeito sem jeito, ajudava pra caralho a Iolanda.
Numa manhã de fim de semana, bem cedo, o Sergio apareceu na casa. Os três estavam na cozinha, e quando o Vicente, o pivete metido a besta, viu ele na frente, ficou paralisado de medo.
Mas quem foi abrir a porta da frente quando ele bateu foi a Yolanda. A morena gostosa abriu pra ele e deu de presente o sorriso mais lindo e sedutor dela, com aquele cabelo escuro e brilhante solto, fazendo uma leve curva da risca do meio até cair no meio das costas.
Ela tava de havaianas, deixando à mostra os pés lindos e bem cuidados, com as unhas pintadas, um anelzinho em cada dedo do pé e uma pulseirinha de prata no tornozelo direito. Em cima, vestia um roupão de seda rosa lindo, que batia quatro dedos acima do joelho, amarrado na cintura com um nó, onde os peitões naturais dela, em formato de gota d'água, separados como se escorressem pros lados, se desenhavam pelo roupão, marcando as formas, e no meio deles, os bicos enormes, durinhos, apontando pra frente.
- Oi, Sergio, querido, que cedo você veio, hein? Tamo tomando café, vem comigo pra cozinha...
CONTINUA
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