Dando prazer pra minha esposa

E aqui estou eu, online, procurando um cavalheiro ou um acompanhante gay que faça massagens eróticas em outros homens, só pra realizar o desejo e a fantasia da minha esposa...
Isso mesmo, um dia ela me confessou que tinha uma fantasia que a excitava pra caramba: me ver interagindo com outro homem. Mas que fosse bem másculo, ela dizia.

Até uns meses atrás, eu nem tinha curiosidade, mas minha esposa insistiu tanto no assunto que acabei pensando em dar o gosto pra ela.Dando prazer pra minha esposaNós sempre tivemos uma vida sexual sem tabus nem preconceitos e nos permitimos muitas coisas sexualmente falando. Na verdade, uns anos atrás, era eu quem queria vê-la compartilhando com outra mulher e, depois de um bom tempo conversando sobre isso, conseguimos. Felizmente para minha esposa, acabou sendo uma experiência muito excitante; ela adorou brincar com meninas e, por isso, repetimos mais algumas vezes. As mulheres só servem para o sexo, mas nada além disso. Mas essa já é outra história.

Voltando ao assunto, sei que esse desejo que a fantasia homossexual provoca nela não é novo. Acho que é algo que já rondava a cabeça dela há muito tempo, mas talvez ela não tenha querido me contar antes. Sei disso porque, há muitos anos, enquanto a gente brincava no chuveiro, num momento de muita excitação, ela se colocou atrás de mim e começou a esfregar a pélvis contra meu quadril. No começo, só roçadas; depois, se aproximava e se afastava. Eu percebia que a excitação dela aumentava à medida que brincava nas minhas nádegas. De repente, ela colocou as mãos dos dois lados do meu quadril e começou a me empurrar como se quisesse me penetrar. A verdade é que era uma delícia ver como ela ficava com tesão fazendo aquilo. Cada vez que fazia, era com mais frenesi e mais força. Entendi que aquilo realmente a excitava muito e comecei a mexer meus quadris para acender ainda mais o desejo dela. Não demorou muito para ela ter um orgasmo daqueles que fazem tremer as pernas. Eu também curti, mas foi mais porque, entre uma brincadeira e outra, ela ia me masturbando.

Depois disso, era muito comum no chuveiro, depois de nos beijarmos e nos apalparmos, ela terminar atrás de mim, se esfregando e me masturbando. Eu, descaradamente, fazia movimentos sugestivos, em círculos ou subindo e descendo com meu quadril no púbis dela, para deixá-la louca até gozar. Não nego que isso também começou a me dar um tesão, e principalmente curiosidade de saber por que aquilo a excitava tanto.

Mas o desejo dela não parava por aí. Em outra ocasião, enquanto ela fazia o... faena, ela deslizou a mão até minha bunda e começou a me estimular. Pra ser sincero, a sensação era gostosa, e mais ainda ver nela a excitação que aquilo provocava e o tesão com que ela fazia. O olhar dela mudava, o corpo se curvava e ela se empinava nas pernas, tentando igualar minha altura o tempo todo. Eu ouvia ela gemer forte, igual eu gemo quando meto nela com força. Naquele dia, ela me excitou muito mais do que quando só se esfregava em mim.

Mas o tesão dela não ia parar só em estimular minha bunda e se esfregar nela. Num desses dias em que a safadeza toma conta, ela passou da estimulação pra penetração. Sabendo que estimular meu cu me excitava, ela começou a deslizar o dedo no meio das dobrinhas com toda delicadeza e paciência até entrar em mim. Ela deu um jeito de fazer daquilo uma experiência gostosa. No começo, fiquei na dúvida, pensando se aquilo era mesmo o ponto G do homem, como dizem, e se podia ser algo muito excitante ou não. Mas a verdade é que é sim. A sensação é bem intensa, e somada ao tesão de ver sua mulher como uma maníaca sexual, toda excitada e extasiada te penetrando, é uma experiência única. Eu via com estranheza como minha ereção ficava muito mais forte do que quando sou eu quem transa com ela. Parecia que o sangue não cabia mais no meu pau. A gozada também foi diferente, parecia que eu não transava há meses. Sinceramente, curti muito.

Essa prática virou nosso jogo favorito no chuveiro: nos acariciar, nos beijar e masturbar a bunda um do outro. Isso mesmo, minha esposa me penetrava com os dedos e depois eu devolvia o favor até os dois gozarem. Mas a gente só fazia isso no chuveiro; no quarto, o sexo era tradicional.

Um dia, minha esposa, meio tímida, me sugeriu comprarmos um brinquedo. Disse que queria brincar comigo e perguntou se eu gostava da ideia.

— Que brinquedo que você quer, amor?
- "Mmmm não sei, um que dê pra te penetrar!"
- Um dildo?
- "Acho melhor um cinto!"
E foi assim, acabamos comprando um cinto (strapon) que tinha alças ajustáveis e um dildo de tamanho médio, mas fino, essa era minha condição. Também pegamos lubrificantes e dilatadores anais, minha esposa estava louca pra usar e eu pra viver a experiência, queria saber se seria igual ou melhor que a sensação de ter o cu masturbado com os dedos e, não só isso, ser penetrado enquanto levava um boquete gostoso, ssssss isso é uma delícia mesmo.
Um dia cheguei cedo em casa e minha esposa me recebeu com um beijo daqueles que tiram o fôlego, foi um beijo super apaixonado, junto com carícias no meu rosto, que recepção gostosa.
Depois fomos pro nosso quarto e lá continuamos entre beijos e carícias, dava pra sentir o calor e o tesão como nunca, até que minha esposa, depois de beijar meu pescoço, chegou perto do meu ouvido e sussurrou:
- "Quero te comer."
Uuufff, o tom dela era de puro desejo, no olhar dela tinha fogo, ela realmente tava excitada com a ideia de me dominar e me deixar vulnerável. Um arrepio percorreu meu corpo e minha pele se arrepiou, puta que pariu, dá muito tesão sentir que alguém te deseja com tanta vontade. As palavras sedutoras dela faziam eu também querer que rolasse, que ela me enchesse de carícias e mostrasse o desejo possessivo dela.
Minha esposa me beijava com paixão do pescoço até a pélvis, enquanto acariciava meu peito e apertava meus mamilos, com habilidade soltou meu cinto e puxou minha calça jeans pra baixo pra tirar, depois voltou ao jogo, apalpava meu pau por cima da cueca enquanto passava a língua nos lábios e depois mordia eles, que delícia, depois se aproximou, esticou o elástico da cueca e deixou minha virilidade à mostra, com ternura mas também com pressa lambeu minha glande e depois deslizou até o fundo da boca dela, beijou, chupou, lambeu e acariciou com luxúria, quase me Estava quase terminando, mas ela parou e sussurrou no meu ouvido de novo…
— “Vou pegar o brinquedo”.

Fiquei paralisado, queria que ela me fizesse gozar, mas ao mesmo tempo as palavras dela me excitavam muito. Ela se levantou, esticou o braço e, na mesa de cabeceira, pegou o lubrificante e o dilatador — a coisa ia ser séria.

Depois foi até o armário e tirou uma bolsa de cetim, abriu, pegou o brinquedo e deixou a bolsa cair. Em seguida, ajustou as alças do arnês e o deslizou pelas pernas até a cintura. Parecia algo bizarro, mas ao mesmo tempo muito sensual.

De volta à cama, eu estava de barriga pra cima. Ela mandou eu abrir as pernas e se ajoelhou no meio. Pegou meu pau e, depois de algumas chupadas, deixou ele duro de novo. Depois se deitou completamente de bruços, com o rosto na frente do meu pênis. Achei que fosse continuar chupando, mas, pra minha surpresa, ela pediu que eu levantasse as pernas. Obediente, levantei, e ela deslizou suavemente a língua pelas minhas bolas até meu cuzinho. Com ternura, lambia, depositando bastante saliva enquanto tentava introduzir a língua.

Aquela sensação é super prazerosa. Ela continuou fazendo isso: com uma mão me masturbava, enquanto com a outra esfregava um dedo no meu ânus, fazendo círculos e empurrando, mas sem introduzir. Aquelas carícias alimentavam minha libido. Eu estava louco pra que ela enfiasse o dedo, me penetrasse e não parasse até me fazer gozar. Mas ela pensava diferente, dizia…

— “Não quero que você goze agora. Quero que goze quando eu estiver te comendo com o brinquedo.”
— Vem fazer isso então, o que tá esperando? — falei.

Mas ela queria me levar ao limite, sem dúvida pra que eu não fosse me arrepender depois. Mas a verdade é que naquele momento eu já queria aquilo tanto quanto ela. Lembrava como ela me fazia gozar no banheiro e queria sentir aquela sensação de novo. Só que dessa vez a cena era muito diferente: ver minha esposa empoderada com o arnês, enquanto passava lubrificante nas mãos e depois deslizava pelo dildo como se estivesse se masturbando, era algo… Super erótico, safado, manhoso. Ela fazia devagar, com malícia e delicadeza, sem tirar os olhos de mim. Entendi que o desejo dela ia além de uma simples transa — era realizar a fantasia dela, e a hora tinha chegado.
Aí ela pegou o dilatador anal (creme com um pouco de xilocaína), passou no dedo e levou até meu cu. Lá, esfregou um pouco, mas dessa vez também enfiou o dedo, devagar e aos poucos. Pegou mais um pouco e repetiu o movimento. A sensação do creme frio junto com as carícias dela me deixava louco, feito um touro no cio.

Queria colocá-la de quatro e meter até gozar, mas aquele era o momento dela, e eu queria deixar a gente aproveitar. Relaxei e me preparei pra curtir. Ela continuou me penetrando com o dedo e, de vez em quando, batia uma pra mim e chupava um pouco. Já tava doido pra ela me fazer gozar, nem que fosse me empalando.

— “Não vai gozar ainda, hein, olho.”

Aí ela se ajoelhou na minha frente, abrindo as pernas. Eu continuava de barriga pra cima. Ela levantou minhas pernas e fez eu dobrar os joelhos, deixando meu cu exposto e pronto pra ela. Chegou mais perto e esfregou meu cu de novo, mas dessa vez com o dildo. Brincou um pouco com ele até achar a posição. Começou a empurrar bem de leve, não queria me machucar. Queria me penetrar, mas ao mesmo tempo tava com um pouco de medo. Claro, a inexperiência dos dois era evidente.

— Calma, amor, vai com calma — falei.

Me mexi um pouco mais pra ela, pra dar segurança, e ela entendeu. Pegou a ponta do dildo, encaixou bem no meio e começou a deslizar pra dentro devagar. Eu colocava as mãos nas coxas dela, como se tentasse segurar ou afastar se fosse o caso, mas estranhamente isso dava mais tesão na minha mulher. Era como se, além de me penetrar, ela quisesse me dominar. Mas a delicadeza dela era tanta que eu também não resistia muito. Quando ele entrou todo, senti dor — mmm, na verdade era mais desconforto do que dor, mas ainda assim não era muito agradável.

— Para! — falei.
— “Tiro?”
— Se tirar, já era. Deixo você colocar de novo, só deixa ele ali, mas não se mexe.
Aos poucos o desconforto passava, é como se o teu ânus fosse se acostumando com aquele corpo estranho. Minha esposa me olhava com carinho, se acariciava os peitos e mordia os lábios, deslizava as unhas pelas minhas coxas e me perguntava…
– “Paramos?”
Claro que não queria aquilo, desejava que ela fizesse, mas queria que fosse prazeroso.
Depois de alguns segundos assim, senti meu esfíncter relaxar, acariciei os peitos dela, depois estendi as mãos até alcançar os quadris dela e puxei ela um pouco na minha direção, ela entendeu o gesto e, do jeito mais delicado e sensual que pôde, começou a se mover de trás pra frente, bem devagar mas com firmeza, a dor se transformava em prazer, ela apertava minhas pernas e cada vez ia mais fundo em mim, eu podia ouvir a respiração dela, a cada investida, ela gemia e apertava os lábios, ela estava bêbada de desejo e eu de prazer, cada vez o movimento dela ficava mais frenético, empurrava o dildo da base até a ponta uma e outra vez, os gemidos dela viravam quase gritos, até umas palmadas escaparam e foram parar nas minhas nádegas, apertava minhas coxas com força e jogava todo o peso dela em cima de mim, não me dava trégua, me possuía com pura luxúria, batendo o dildo contra meus quadris uma e outra vez, sibilava (ssssss) e repetia “que gostoso, que gostoso”. Aquela enfiada era algo magistral, eu via de relance como ela olhava pro meu cu com lascívia, o frio que o creme me fez sentir antes desapareceu e agora eu sentia meu ânus quente, o ritmo que ela impunha era foda, quanto mais excitada ficava, com mais energia me penetrava. Eu sentia meu pau explodir, não queria que ela parasse, aquela sensação me fazia tremer e minha mulher sentia, por isso cada vez me penetrava com mais força e mais vontade.
– Sssss que delícia, amor, eu dizia…
– “Você gosta?” ela perguntou
– Sim, muito, não para, por favor!
Já não aguentava mais e deixei ela saber, pude ver como meu amor apertou os dentes. e se entregou comigo, foi um orgasmo delicioso, super intenso.
Nunca pensei que uma mulher pudesse gozar daquele jeito penetrando um homem com um brinquedo, mas o tesão dela era tão grande que não só comia minha bunda, mas também fodia a mente dela.
Depois daquele orgasmo gostoso compartilhado, eu já não queria mais saber daquele brinquedo, voltei a sentir um desconforto e tentava me mexer pra minha esposa tirar, mas ela, com um sorriso muito safado, continuava me masturbando e ria. A verdade é que a gente curtiu pra caralho, era a primeira vez dela e, claro, a minha também, mas não seria a última.
Depois disso, a vez era minha, a putaria da minha esposa só fez eu desejá-la como nunca e, pouco tempo depois, tava fazendo amor com ela como se nada tivesse acontecido minutos antes.
Voltando ao assunto da massagem, quero dizer que considerei isso como uma opção pra realizar essa nova fantasia da minha esposa, sem ter que chegar a interagir com outro homem. Aceitaria que o massagista tocasse meu corpo de forma erótica e sugestiva pra minha esposa curtir vendo, até deixaria ele me masturbar e fazer sexo oral, mas por enquanto não passaria disso. É verdade que aprendi a gostar que minha esposa me penetre, mas óbvio que não é a mesma coisa se fosse outro homem.
Com minha esposa, a gente viu pornô gay e vídeos de ménage bissexual, e não nego que tem cenas que dão um tesão, mas particularmente tem coisas do sexo entre homens que não me excitam nem um pouco, exemplo:
Cenas de beijo entre homens não curto, não me despertam nada, cenas românticas ou fofinhas entre homens também não me chamam atenção. Já curti cenas onde um homem penetra outro na frente da mulher dele ou com a ajuda dela, essas sim me excitaram.
Me dá tesão ver elas ali deixando outro homem transar com o delas e ainda por cima curtindo, vendo elas se masturbando enquanto observam como penetram e apalpam o cara, essa imagem me parece muito erótica. Ver como uma mulher é penetrada pelo homem dela enquanto ele também é penetrado — parece algo muito sexual pra mim, real, acho que poderia ser prazeroso.
Enfim, acho que se chegasse num ponto em que outro homem me provocasse desejo suficiente pra rolar algo a mais, eu consideraria, evitando claro o que já falei: nada de beijos nem atos românticos. Fora isso, fisicamente tem outras coisas que me dão certa repulsa, tipo pelos corporais — eu não deixo os meus e acho que um homem cheio de pelo, principalmente nas áreas íntimas, é mais nojento do que atraente. Do meu ponto de vista.

Ver pornô gay me serviu mais pra provocar minha esposa. Gosto de brincar e seduzir ela fazendo coisas que vi que excitam ela nos vídeos. Então, quando ela vem pra cima de mim, com o cinto e aquela vontade de me comer como ela diz, eu começo a tocar no brinquedo dela, às vezes finjo que tô batendo uma pra ela e isso faz ela pirar. Também já peguei ele junto com o meu, os dois de pé, e faço como se tivesse me masturbando com os dois na mão — dá pra ver ela desmontar, isso acende ela. Mas nada supera quando coloco minha boca no brinquedo dela, aí sim ela enlouquece. Nessa hora, aproveito pra beijar e acariciar ela enquanto sussurro safado no ouvido.

— …Quer bum?
… hahaha… é de ver como ela fica com cara de depravada e diz que sim. Aí eu falo:
— Tá gostando?
— “Siiiiim”.
— Então se satisfaz!

Só isso basta pra ter ela atrás de mim, me beijando e apalpando, pra me esquentar e conseguir o que quer — e eu, felizão, curtindo o tesão dela.

2 comentários - Dando prazer pra minha esposa

Muy bueno mi mujer me dice querés colita? Y despues de darme al día siguiente me me pregunta como me quedo y si quiere mas