Parte 3: Iniciação na Arena

Começamos o terceiro dia dessa aventura. Quando acordei, a Karla já estava pronta e me disse que íamos para a casa da família da Karen. Que passaríamos o dia lá porque eles têm piscina. Me arrumei e saímos rumo à casa. O dia começou bem normal. Comprimentei todo mundo, na Karen dei um beijo normal na bochecha e segurei na bunda dela, sem ninguém perceber. O dia seguiu como planejado, café da manhã e depois fomos para a área da piscina. Bebidas pros homens e jogos de tabuleiro, enquanto as mulheres pegavam sol. O tempo passou e cada um fazia suas coisas. Decido subir pro segundo andar pra trocar de roupa e entrar na piscina. Já no segundo andar da casa, vejo a Karen de biquíni e com uma toalha na mão. Quando a vejo, seguro a mão dela com força e começo a beijá-la. Levanto ela e ela se prende na minha cintura com as pernas. Meto ela no quarto dela. Jogo ela na cama, ela fica na beirada, de barriga pra cima e pernas abertas. Tiro minha roupa e, sem dizer nada, puxo a calcinha do biquíni dela pra lado e começo a meter a pica. Ela adorou. Karen: isso, papai! Me faz sua! Eu: que molhada você tá, putinha! Karen só começa a rebolar e a abafar os gemidos. Nisso, viro pra porta e vejo a mãe da Karen (vamos chamar ela de Camila). A Camila está parada na porta, de olhos arregalados pra caralho e segurando a própria bunda. Eu continuo no que tô fazendo e falo: olha, putinha, quem tá na porta. Karen olha e vê a mãe dela. Ela se assusta e tenta se soltar, mas eu seguro ela com força e colo ela em mim pra continuar com o vai e vem. Camila não faz nem fala nada. Eu: vem cá, chega mais (faço sinal com a mão também). Ela se aproxima, fica do meu lado, e começo a beijar ela enquanto continuo metendo na buceta da Karen. Eu: olha, tal pai tal filho. Eu: você também quer ser minha putinha! Que nem a putinha da sua filha? Camila morde os lábios e balança a cabeça que sim. Seguro a bunda dela e continuo beijando. Desabotoo o short dela e deixo cair, deixando ela só de uma calcinha fio dental minúscula. Começo a esfregar a buceta dela. por cima da tanga sentindo a umidade dela. Fiquei pouco tempo assim, porque sentei ela do lado da filha. Tirei a pica da Karen e levantei ela, colocando praticamente de quatro na frente da mãe, enfiando de novo na bucetinha encharcada da Karen.
Eu: lamber a buceta da puta da sua mãe.
Camila: quê!!!
Karen, toda submissa obediente, se joga pra tirar a tanga da mãe com um pouco de resistência da Camila. Mas no fim cedeu pela cena que tinha na frente. Ver como davam pra filha dela e ela toda excitada. Vejo a Karen esconder o rosto nas pernas da mãe.
Eu: olha, Camí! Olha como a sua filha é puta.
Karen: leeehhskjd..... Leeeksjse
Camila: igual a mãe!
Eu: então agora acho que vai ser uma competição de quem é mais puta.
Camila sorri enquanto vê a filha lambendo e levanta a mão dizendo que ela vai ser a mais puta.
Camila: oggg... Ooogggg... Oooggggg
Karen: leeejhshs....leehshshd
Eu continuo metendo com força e dou tapas na bunda da Karen com força.
Eu: malditas vadias... que gostoso como vocês se molham, umas cachorras... tudo umas oferecidas.
Camila: ooooooggggg siiiim
Karen: oooggggg deeeeus
Enquanto vejo elas gozarem jorrando... Deus, as duas são umas squirt total. Camila gozando jorrando na cama e na cara da filha, enquanto a Karen na minha pica, nas pernas dela e no chão. Karen fica ajoelhada na frente da mãe e Camila deitada na cama. Levanto a Karen, dou um beijo e um tapa na bunda.
Eu: vai tomar banho que eu não terminei!
Karen vai pro banheiro enquanto pego a Camila com força.
Eu: vem cá, puta! É sua vez de ser submissa! Viro ela deixando aquele rabo enorme e lindo. Que tá todo molhado dos fluidos. Eu, sem falar nada, coloco a pica na porta do cu (ânus).
Camila: não, não.....pelo cu nãooooooo (enquanto enfio)
Entro com resistência, mas menos do que esperava. Camila reclamava mas dizia:
Camila: deus, que gostoso... Como tava precisando de uma pica!
Eu: assim que vocês, umas cachorras, gostam... que arrebentem o cu de vocês. por desobedientes. Vejo a Karen na porta do banheiro se tocando e começo a meter em Camila. Camila mordia a cama pra não gritar, mas dava pra ouvir os gemidos dela. Oggg ooogggg oooggs. Vejo Karen continuando a se tocar. Eu: "Você gosta de ver como arrebentam o cu da puta da sua mãe?" (Camila não tinha percebido isso e vira o rosto pro outro lado, vendo a filha se tocando enquanto assiste ela levar pirocada no cu). Karen: "Sim, amo! Adoro ver você transar!" Camila: "Que puta você saiu!" Karen: "Pelo visto já sei de onde saí tão puta assim!" Eu já quase gozando. Dei um tapa forte na bunda de Camila. Eu: "Dá pra ver que nessa casa tá faltando pica!" Camila: "Você não faz ideia." Karen: "Mas já chegou nosso homem. Nosso macho!" Eu: "Esses corno não sabem como foder vocês." Camila: "Não. Não sabe. É um cara qualquer. Não que nem você, papai. Um touro!" Eu: "Você vai ser minha puta e vai fazer o que eu mandar, quando eu mandar!" (Enquanto puxava o cabelo dela pra mim). Camila: "Serei e farei o que você pedir." Eu: "Esse cu vai ser só meu, de hoje em diante ninguém mais vai poder usar, só eu, isso também vale pra você, puta. Muito em breve esse cu vai ser só meu." Nisso, sentia como enchia o cu dela de porra. Soltando tudo dentro de Camila. E sentindo Camila gozar de novo. Camila: "Que delícia, meu amo! Serei toda sua submissa, papai." Fico uns segundos assim e tiro, vou até onde Karen continua se masturbando, coloco a pica na frente dela e falo: "Limpa ela enquanto goza." Ela começa a lamber e chupar, depois de um tempo sinto ela gozar. Essas cachorras molham tudo por onde passam e era lindo de ver. Com a pica limpa e pronto pra descer. Eu: "Karen, toma banho e você, Camí, se veste sem se limpar e desce. Tenho uma tarefa pra você cumprir. Mais tarde sua filha vai te dar meu número. Vai, sua puta." Dou um beijo nela e ela vai. Karen entra no chuveiro e eu vou me trocar pra entrar na piscina. Deixo foto de Karen. 17 anos.Parte 3: Iniciação na ArenaDeixo aqui foto da Camila. 43 anos, uma gostosa.vadiaContinua...

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