Meu nome é Júlia. Sou do norte do México. Tenho trinta e quatro anos e curto muito minha vida, totalmente tranquila e sem preocupações. Não é muito luxuosa, mas não posso reclamar. Tenho tudo que preciso e, de vez em quando, me presenteio com alguns pequenos prazeres culpados. Me considero uma mulher sexualmente ativa e de mente muito aberta. Na cama, sempre fui daquelas que gosta de agradar o parceiro e levar o prazer ao extremo, mesmo que isso envolva realizar os desejos mais obscuros deles. Atualmente sou divorciada, mas nunca estou sozinha. Sempre tive uma natureza meio selvagem quando o assunto é sexo. Fisicamente, sou uma mulher baixinha. Meu corpo é bem volumoso, não sou gorda, mas também não sou de osso. Meus peitos são enormes desde a puberdade. Hoje uso sutiã 42 duplo D e minha bunda é igualmente grande. Adoro usar decotes e fio dental pra provocar os olhares de desejo dos homens. Como qualquer mulher, amo me sentir desejada. Minha primeira vez foi aos 18 anos e, desde então, nunca parei de experimentar. Descobrir o sexo me levou a aproveitar experiências indescritíveis. Criei esse perfil com a intenção de contar essas experiências e poder aliviar um pouco esse peso que carrego por não poder contar pra ninguém. Minha história começa com meu filho José. Ele é um garoto muito bonito, está na faculdade e joga futebol americano na universidade. Sempre tirou notas boas, é muito carinhoso e atencioso comigo. Vive procurando um jeito de me ajudar e me fazer sentir bem. Às vezes, me elogia sobre minha aparência física, tipo: "Esse decote fica lindo em você" ou "Essa calça jeans te valoriza muito". Eu sempre recompenso cada elogio dele com um beijinho na boca. Pra muitos, é estranho ver uma mãe beijar o filho na boca, mas pra mim sempre foi algo muito natural. Um dia, como qualquer outro no trabalho, recebi uma ligação de A universidade do meu filho.
— Falo com a senhora Júlia?
— Sou eu, o que deseja?
— Falamos a respeito do seu filho, José.
— Aconteceu alguma coisa com meu filho?
— Ele teve uma queda muito forte e fraturou os dois braços, agora está no hospital São Marcos.
— Muito obrigada, já estou indo para o hospital.
Desliguei o telefone e dirigi o mais rápido que pude. Meu coração queria pular do peito. Cheguei ao hospital e me disseram que o pai dele já tinha chegado e que ele mesmo tinha assinado os papéis para a cirurgia. Parece que um dos braços dele fraturou em vários pedaços e ia precisar de alguns parafusos. A cirurgia demorou algumas horas e logo o levaram para o quarto. Fiquei com ele até acordar. Segurava a mão dele e beijava o rostinho todo.
— Que bom que você já acordou, meu bebê — falei. — Não se preocupa, sua mamãe vai cuidar muito bem de você, vou fazer com que não te falte nada — disse.
— Tô bem, mãe, foi só uma queda boba, não é nada.
— Como assim nada? Você quebrou os dois braços, José — falei preocupada.
— Tá bom, vou tentar não me esforçar muito e deixar você me mimar então… mas não se preocupa mais, por favor — ele disse.
— Bom, quando te derem alta, vou te levar pra casa, onde posso cuidar melhor de você — falei.
Quando chegamos em casa, ele estava muito cansado. Os comprimidos pra dor deixavam ele meio tonto, e as enfermeiras só davam banho de esponja, o que deixava ele com um cheiro meio estranho e fedido. A primeira coisa que falei foi:
— Tem que te dar um banho.
Entramos em casa e eu me troquei por algo mais confortável. Coloquei uma blusa de alcinha e um shortinho meio pequeno pra andar pela casa, porque no norte do México sempre faz muito calor. Meu filho estava relutante em querer se despir na minha frente, mas no final não teve jeito, teve que fazer.
— Tá bem, meu amor, deixa eu colocar esses saquinhos especiais nos seus braços pra não entrar água.
— Ei, mãe, dá pra fechar os olhos enquanto me dá banho? Não quero que você me veja pelado assim.
— Não seja bobinho, não consigo te dar banho direito se ficar de olhos fechados. fechados. —Mas é que eu tenho vergonha, mãe. —Já te vi mil vezes quando você era pequeno, quanto você poderia ter mudado? Deixa eu tirar isso pra você poder entrar no banho. Ajoelhei e desabotoei o cinto dele. Desabotoei o botão da calça jeans e abaixei o zíper. Peguei pela cintura e puxei até o chão. Ele ficou só de cueca, daquelas que ele gosta de usar, meio justas. Não via ele de cueca há anos e, sinceramente, ele tinha mudado muito. O que tinha debaixo daquela cueca já não era o pinto de um menino pequeno, era a rola de um homem, e pelo tamanho do volume no tecido, era uma imponente. Eu sorri um pouco e a curiosidade me tomou. Queria ver o quanto meu garotão tinha crescido desde que tomávamos banho juntos. Quando abaixei a cueca dele, ficou na minha frente uma rola grande no estado mole, meio grossa e com a cabeça brilhando. Tinha os pelos bem aparados e as bolas bem depiladas. —Nossa, meu garotão cresceu bastante! —Mãe, por isso que eu não queria que você me desse banho, não quero que você zoe de mim igual meus colegas de time. —E como alguém ia zoar de você, tendo um pinto tão bonito assim, meu amor? É pura inveja, eles queria estar no lugar do meu garotão. —É que eles zuam de mim, me apelidaram de cavalo. —Então leva esse apelido com orgulho, amor, e se perguntarem por que, você fala. Peguei na mão dele e levei pro banheiro. Tirei meu short e minha blusa, deixando meus peitões e minha bunda à mostra. Ele ficou me olhando e disse: —Vai ser igual quando a gente tomava banho junto, mãe? —Bom, um pouco, mas naquela época a gente ficava os dois completamente pelados —falei. Entrei no chuveiro com ele e sentei ele numa cadeira grande de plástico. Passei um pouco de sabão numa esponja e fiz bastante espuma. Comecei a esfregar o peito dele, tão definido e musculoso, e algo em mim se sentia diferente. De repente, vi meu filho como homem. O corpo dele, marcado e grande, já não me era indiferente. Eu, sem parar de esfregar ele... Eu imaginava o que faria com ele se não fosse do meu sangue. Terminei de ensaboar ele no peito, barriga, costas e pernas, só faltavam os glúteos e os genitais. Pedi pra ele se levantar e fiquei atrás dele. — Que bundudo você tá, love, não tinha reparado direito — falei enquanto sorria. — Mãe, não fala essas coisas, me deixa envergonhado — ele disse com o rosto todo vermelho. Esfreguei com a esponja e depois fui meio safada, passei a mão com força nos glúteos dele. Ele ficou bem desconfortável, mas não falou nada. Eu tava muito excitada, e meu filho disse: — Já chega, mãe, para. Virei ele e vi o motivo da reação tão exaltada. Meu filho tinha ficado excitado com a massagem tão sexy que eu tinha dado nos glúteos dele e tava morrendo de vergonha. O pau dele tava completamente duro, as veias aparecendo pela pele do pau, formando umas protuberâncias lineares como se fossem caminhos caprichosos. As bolas dele tavam cheias e com restos de espuma de sabão. — Não se preocupa, love, é natural. — Me perdoa, mãe, é que faz tempo que não me alivio. — Imagino, love, mas tem que lavar aí também, não pode ficar sujo. — Tá bem, mãe, mas não demora muito. — Fica relaxado. Ajoelhei e coloquei a esponja em volta do pauzão gigantesco dele e comecei a esfregar com sabão, vítima da luxúria que aquele pau causava, perdi o controle. Esfreguei cada vez mais rápido e com mais força. Ele só fechava os olhos. Até que depois de uns minutos, o pau dele soltou o maior orgasmo que já vi, que acertou na minha cara. Jatos e jatos de porra caíram no meu rosto. Meu filho tava ofegante de prazer e quando percebeu o que tinha acontecido, me pediu desculpa mil vezes. Limpei a porra do meu rosto com os dedos e levei à boca pra provar. — Você é muito gostoso, meu love, não se preocupa — falei. — Toda vez que precisar se aliviar, é só chamar a mamãe que eu libero essa tensão, love. Agora me espera que tenho que tirar essa porra de mim — falei. Tirei o sutiã e a calcinha. Fiquei completamente nua diante dos olhos dele. Espera aí sentado, meu amor, enquanto tomo banho. Abri o chuveiro e me ensaboei sensualmente na frente dele. Meu filho teve uma segunda ereção e eu olhava com tesão, parece que esse grandalhão precisa se aliviar um pouco mais. Ajoelhei na frente dele e abri minha boca. ......
— Falo com a senhora Júlia?
— Sou eu, o que deseja?
— Falamos a respeito do seu filho, José.
— Aconteceu alguma coisa com meu filho?
— Ele teve uma queda muito forte e fraturou os dois braços, agora está no hospital São Marcos.
— Muito obrigada, já estou indo para o hospital.
Desliguei o telefone e dirigi o mais rápido que pude. Meu coração queria pular do peito. Cheguei ao hospital e me disseram que o pai dele já tinha chegado e que ele mesmo tinha assinado os papéis para a cirurgia. Parece que um dos braços dele fraturou em vários pedaços e ia precisar de alguns parafusos. A cirurgia demorou algumas horas e logo o levaram para o quarto. Fiquei com ele até acordar. Segurava a mão dele e beijava o rostinho todo.
— Que bom que você já acordou, meu bebê — falei. — Não se preocupa, sua mamãe vai cuidar muito bem de você, vou fazer com que não te falte nada — disse.
— Tô bem, mãe, foi só uma queda boba, não é nada.
— Como assim nada? Você quebrou os dois braços, José — falei preocupada.
— Tá bom, vou tentar não me esforçar muito e deixar você me mimar então… mas não se preocupa mais, por favor — ele disse.
— Bom, quando te derem alta, vou te levar pra casa, onde posso cuidar melhor de você — falei.
Quando chegamos em casa, ele estava muito cansado. Os comprimidos pra dor deixavam ele meio tonto, e as enfermeiras só davam banho de esponja, o que deixava ele com um cheiro meio estranho e fedido. A primeira coisa que falei foi:
— Tem que te dar um banho.
Entramos em casa e eu me troquei por algo mais confortável. Coloquei uma blusa de alcinha e um shortinho meio pequeno pra andar pela casa, porque no norte do México sempre faz muito calor. Meu filho estava relutante em querer se despir na minha frente, mas no final não teve jeito, teve que fazer.
— Tá bem, meu amor, deixa eu colocar esses saquinhos especiais nos seus braços pra não entrar água.
— Ei, mãe, dá pra fechar os olhos enquanto me dá banho? Não quero que você me veja pelado assim.
— Não seja bobinho, não consigo te dar banho direito se ficar de olhos fechados. fechados. —Mas é que eu tenho vergonha, mãe. —Já te vi mil vezes quando você era pequeno, quanto você poderia ter mudado? Deixa eu tirar isso pra você poder entrar no banho. Ajoelhei e desabotoei o cinto dele. Desabotoei o botão da calça jeans e abaixei o zíper. Peguei pela cintura e puxei até o chão. Ele ficou só de cueca, daquelas que ele gosta de usar, meio justas. Não via ele de cueca há anos e, sinceramente, ele tinha mudado muito. O que tinha debaixo daquela cueca já não era o pinto de um menino pequeno, era a rola de um homem, e pelo tamanho do volume no tecido, era uma imponente. Eu sorri um pouco e a curiosidade me tomou. Queria ver o quanto meu garotão tinha crescido desde que tomávamos banho juntos. Quando abaixei a cueca dele, ficou na minha frente uma rola grande no estado mole, meio grossa e com a cabeça brilhando. Tinha os pelos bem aparados e as bolas bem depiladas. —Nossa, meu garotão cresceu bastante! —Mãe, por isso que eu não queria que você me desse banho, não quero que você zoe de mim igual meus colegas de time. —E como alguém ia zoar de você, tendo um pinto tão bonito assim, meu amor? É pura inveja, eles queria estar no lugar do meu garotão. —É que eles zuam de mim, me apelidaram de cavalo. —Então leva esse apelido com orgulho, amor, e se perguntarem por que, você fala. Peguei na mão dele e levei pro banheiro. Tirei meu short e minha blusa, deixando meus peitões e minha bunda à mostra. Ele ficou me olhando e disse: —Vai ser igual quando a gente tomava banho junto, mãe? —Bom, um pouco, mas naquela época a gente ficava os dois completamente pelados —falei. Entrei no chuveiro com ele e sentei ele numa cadeira grande de plástico. Passei um pouco de sabão numa esponja e fiz bastante espuma. Comecei a esfregar o peito dele, tão definido e musculoso, e algo em mim se sentia diferente. De repente, vi meu filho como homem. O corpo dele, marcado e grande, já não me era indiferente. Eu, sem parar de esfregar ele... Eu imaginava o que faria com ele se não fosse do meu sangue. Terminei de ensaboar ele no peito, barriga, costas e pernas, só faltavam os glúteos e os genitais. Pedi pra ele se levantar e fiquei atrás dele. — Que bundudo você tá, love, não tinha reparado direito — falei enquanto sorria. — Mãe, não fala essas coisas, me deixa envergonhado — ele disse com o rosto todo vermelho. Esfreguei com a esponja e depois fui meio safada, passei a mão com força nos glúteos dele. Ele ficou bem desconfortável, mas não falou nada. Eu tava muito excitada, e meu filho disse: — Já chega, mãe, para. Virei ele e vi o motivo da reação tão exaltada. Meu filho tinha ficado excitado com a massagem tão sexy que eu tinha dado nos glúteos dele e tava morrendo de vergonha. O pau dele tava completamente duro, as veias aparecendo pela pele do pau, formando umas protuberâncias lineares como se fossem caminhos caprichosos. As bolas dele tavam cheias e com restos de espuma de sabão. — Não se preocupa, love, é natural. — Me perdoa, mãe, é que faz tempo que não me alivio. — Imagino, love, mas tem que lavar aí também, não pode ficar sujo. — Tá bem, mãe, mas não demora muito. — Fica relaxado. Ajoelhei e coloquei a esponja em volta do pauzão gigantesco dele e comecei a esfregar com sabão, vítima da luxúria que aquele pau causava, perdi o controle. Esfreguei cada vez mais rápido e com mais força. Ele só fechava os olhos. Até que depois de uns minutos, o pau dele soltou o maior orgasmo que já vi, que acertou na minha cara. Jatos e jatos de porra caíram no meu rosto. Meu filho tava ofegante de prazer e quando percebeu o que tinha acontecido, me pediu desculpa mil vezes. Limpei a porra do meu rosto com os dedos e levei à boca pra provar. — Você é muito gostoso, meu love, não se preocupa — falei. — Toda vez que precisar se aliviar, é só chamar a mamãe que eu libero essa tensão, love. Agora me espera que tenho que tirar essa porra de mim — falei. Tirei o sutiã e a calcinha. Fiquei completamente nua diante dos olhos dele. Espera aí sentado, meu amor, enquanto tomo banho. Abri o chuveiro e me ensaboei sensualmente na frente dele. Meu filho teve uma segunda ereção e eu olhava com tesão, parece que esse grandalhão precisa se aliviar um pouco mais. Ajoelhei na frente dele e abri minha boca. ......
6 comentários - Meu Filho, o Cavalo
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