No casamento da minha Alejandra. Sou a doutora Shecid, sua putinha favorita de 1,49m. Vou contar o que rolou no casamento de uma das minhas melhores amigas.
Minha amiga e colega de trabalho Alejandra casou em janeiro. Ela me convidou pra ser uma das damas de honra. Minha amiga Alejandra tem uma família bem grande, uns dias antes do casamento a gente viajou, as damas de honra, pra ensaiar tudo, e lá conheci grande parte da família dela. Preciso mencionar que a maioria dos homens da família são jovens, muitos deles adolescentes. Isso foi meio decepcionante, até que alguns adolescentes já me fizeram gozar, mas é difícil achar um que dê conta do recado. Então não esperava muita coisa, tudo seguia calmo e sem novidade, até que uma das minhas amigas falou: "Ei, Shecid, já percebeu que o avô da Fernanda não tira os olhos de você?" Eu respondi: "Nem tinha notado que aquele velho tava me encarando, só pode ser um broxa que tá cobiçando uma mina de 27, haha." Meu grande erro foi achar que o avô de 72 anos não tinha nada a oferecer. O velho era sem vergonha, porque sempre dava um jeito de falar comigo ou ficar a sós comigo, mas eu nem ligava, já tinha decidido que não ia rolar nada naquele casamento. Finalmente chegou o dia do casamento, era à noite, começou a cerimônia religiosa, depois fomos pra festa, tudo rolava no sítio dos pais da minha amiga Alejandra. No meio das danças e da comemoração, a mãe da minha amiga me chamou correndo (sabendo que eu sou médica), fiquei preocupada porque ela tava muito aflita, ela me perguntou se eu podia atender o pai dela (o avô), porque ele tava com a pressão muito baixa. Eu tava de salto alto, um vestido azul que mostrava minhas pernudas pra todo mundo, corri como dava com a mãe da minha amiga até o quarto do avô, ela me passou um medidor de pressão e falou: "Shecid, preciso te deixar porque tô cuidando das coisas do casamento, qualquer coisa me avisa, por favor, e desculpa o incômodo." Falei pra ela não se preocupar. Preocupa que pra isso que tava ali, enfim, ela foi embora e eu fiquei sozinha com o velho. Ele me parecia bem feio, mas pra ajudar não falei nada. Quando comecei a medir a pressão, o senhor tava bem tranquilo, então falei: "Vô, o senhor tá de boa, já vou voltar pra festa." Mal tinha terminado de falar, quando o avô da Ale tirou um travesseiro que tinha nas pernas e, de um pulo, se ergueu um pedaço de carne bem grande e super largo, era uma pica enorme, cheia de veias. Eu fiquei em silêncio e ele começou a falar: "Me desculpa, Shecid, mas pelo menos tinha que te mostrar. Você tem cara de quem não mata nem uma mosca, mas pela minha experiência, sei que garotas como você são as mais putas. Além disso, me deu vontade das suas pernas grossas, sua puta. Desculpa se fui grosso, mas por favor, não fala nada. Se quiser, já pode ir." Fiquei olhando pra ele por um instante e apoiei meu cotovelo na pélvis dele pra medir a pica com meu braço. O velho se surpreendeu com minha ação, e eu falei: "Sabe, o senhor não se enganou comigo, sou uma puta sem vergonha mesmo. A Ale já tinha me falado que o senhor é bem pervertido, véio. Não pretendia fazer nada aqui, mas uau, que grande que o senhor tem. Olha, quase do tamanho do meu braço, e bem grossa. Eu nem louca volto pra festa." Quando terminei de falar, como já tava agachada, enfiei tudo até a garganta. Segurava com as duas mãos desde a base da pica dele, minhas mãos mal conseguiam segurar, e minha boca entrava e saía. Minha garganta se enchia de pica, uma e outra vez entrava e saía. Movia minha cabeça cada vez mais rápido e parava de vez em quando pra cuspir na cabeça e, com meus dedos, passar minha saliva por toda a pica dele. Também usava minha língua, tava lambendo como se fosse um pirulito. O velho tinha depilado a pica, isso facilitou tudo. Da base até a ponta, minha língua percorria, e depois minha garganta fazia o trabalho. O velho só dizia: "Oh, oh, Shecid, que puta boa você é, que rabuda gostosa. enquanto eu tinha todo o pau dele na minha garganta e olhava fixamente nos olhos dele. Depois o Avô da Alejandra colocava as mãos dele na minha cabeça pra eu ir mais fundo, não consegui evitar dar uns engasgos. O velho não imaginava o tipo de puta que eu era, falei pra ele: "Mmm você não imaginava que a amiguinha da sua neta fosse tão puta né, se eu te contar, olha que até na cidade onde me mandaram consultar, fiz um boquete profundo daqueles no vagabundo do parque" ele ria e me dizia: "Shecid já vi que você é bem suja mesmo, quero que você se engasgue com meu pau, você é uma jovem muito puta e merece que hoje à noite eu deixe sua bunda e sua buceta bem abertas" Tirei toda a minha roupa, dancei um pouco pra ele, peguei o pau dele com minhas mãos e batia ele contra meu cu e minha buceta, passava ele nos meus peitos e no meu rosto. Adorava ouvir o som da minha língua quando levava uma pancada da pica dele nela. Ele estava sentado numa poltrona, eu sentei nele, com minhas costas viradas pro peito dele, coloquei meus pezinhos suados nas coxas dele (essa é a vantagem de ser baixinha e é a posição que eu mais gosto) ele abriu minha bunda com as mãos, cuspiu no meu cu e meteu fundo no meu ânus, eu senti meu corpo inteiro se eletrizar, um cheiro de cu arrombado começou a encher o quarto, e eu cavalgando que nem uma louca naquele pau. Minha bunda quicava cada vez mais forte, eu conseguia ver olhando pra trás que ele tava adorando o espetáculo, o velho só falava entre murmúrios: "Tô arrombando o cu de uma doutora de 27 anos" meu cu estava bem apertado com o pau enorme dele, eu sentia ele rasgando tudo, minha buceta estava toda molhada jorrando. O velho depois de um tempo arrombando meu cu, apontou o pau dele pra minha buceta, eu sem pensar deixei minha buceta afundar inteira no pau dele, nós dois gememos quando isso aconteceu, meu corpo suado grudava no do velho. Ele começou a alternar, três metidas na minha buceta e depois três no meu cu, não tinha piedade nenhuma deixava afundar toda a pica dele nos meus dois buracos. E também mudava de posição, eu me deitava na frente do sofá com as costas no chão e as pernas abertas, ele segurava meus pés pra se apoiar e assim conseguia penetrar mais fundo meu cu e minha buceta. Eu só me queixava bem alto, dizendo: "Assim, assim, velho filho da puta, continua usando essa pica enorme pra castigar essa putinha, meus buracos adoram receber esse teu pedaço de carne". O velho de repente parou e me carregou (eu com meu cu enfiado no pau dele), me segurava pelas pernas pra me carregar e fazia uma espécie de agachamento pra continuar me penetrando. O velho disse: "Nessa posição, eu parti a buceta de muitas garotas quando era jovem, agora sua puta nojenta vai sentir o que é ser estuprada por um macho de verdade". Ufffff, isso me fez explodir de vez, o velho ainda tinha força, não me surpreendia porque ele era amante dos esportes desde a juventude. Nessa posição, ele me colocou na frente de um espelho pra eu me ver sendo destruída. Ele dizia coisas como: "Shecid, se você casar logo, me convida pro seu casamento, e quando eu apertar a mão do seu marido, você vai lembrar que esse velhote te deu a melhor fodida da sua vida". Eu só balançava a cabeça concordando, porque era prazer demais que eu sentia. Já não aguentava mais, enquanto ele destruía meu cu, sentia que ia gozar. Quando gozei, não consegui evitar gritar e soltar um pouco de squirt, o avô percebeu e me disse: "Então você já gozou, agora é minha vez". Ele me abaixou e colocou a pica dele no meio das minhas coxas, então eu apertei bem minhas pernas e ele começou a se mover pra trás e pra frente, minhas coxas esfregando no pau dele. Esse velho sem vergonha, quando sentiu que ia gozar, meteu rápido na minha buceta e derramou tudo dentro de mim, pra minha surpresa, deixou ela inundada de porra. Depois de me limpar e deixar o velho dormindo na cama dele, voltei pra festa com dificuldade, sentindo meus buracos totalmente abertos e inchados. Esse avô tinha me dado uma das melhores Bucetas violadas da minha vida. Abusou de mim de um jeito magistral.
Minha amiga e colega de trabalho Alejandra casou em janeiro. Ela me convidou pra ser uma das damas de honra. Minha amiga Alejandra tem uma família bem grande, uns dias antes do casamento a gente viajou, as damas de honra, pra ensaiar tudo, e lá conheci grande parte da família dela. Preciso mencionar que a maioria dos homens da família são jovens, muitos deles adolescentes. Isso foi meio decepcionante, até que alguns adolescentes já me fizeram gozar, mas é difícil achar um que dê conta do recado. Então não esperava muita coisa, tudo seguia calmo e sem novidade, até que uma das minhas amigas falou: "Ei, Shecid, já percebeu que o avô da Fernanda não tira os olhos de você?" Eu respondi: "Nem tinha notado que aquele velho tava me encarando, só pode ser um broxa que tá cobiçando uma mina de 27, haha." Meu grande erro foi achar que o avô de 72 anos não tinha nada a oferecer. O velho era sem vergonha, porque sempre dava um jeito de falar comigo ou ficar a sós comigo, mas eu nem ligava, já tinha decidido que não ia rolar nada naquele casamento. Finalmente chegou o dia do casamento, era à noite, começou a cerimônia religiosa, depois fomos pra festa, tudo rolava no sítio dos pais da minha amiga Alejandra. No meio das danças e da comemoração, a mãe da minha amiga me chamou correndo (sabendo que eu sou médica), fiquei preocupada porque ela tava muito aflita, ela me perguntou se eu podia atender o pai dela (o avô), porque ele tava com a pressão muito baixa. Eu tava de salto alto, um vestido azul que mostrava minhas pernudas pra todo mundo, corri como dava com a mãe da minha amiga até o quarto do avô, ela me passou um medidor de pressão e falou: "Shecid, preciso te deixar porque tô cuidando das coisas do casamento, qualquer coisa me avisa, por favor, e desculpa o incômodo." Falei pra ela não se preocupar. Preocupa que pra isso que tava ali, enfim, ela foi embora e eu fiquei sozinha com o velho. Ele me parecia bem feio, mas pra ajudar não falei nada. Quando comecei a medir a pressão, o senhor tava bem tranquilo, então falei: "Vô, o senhor tá de boa, já vou voltar pra festa." Mal tinha terminado de falar, quando o avô da Ale tirou um travesseiro que tinha nas pernas e, de um pulo, se ergueu um pedaço de carne bem grande e super largo, era uma pica enorme, cheia de veias. Eu fiquei em silêncio e ele começou a falar: "Me desculpa, Shecid, mas pelo menos tinha que te mostrar. Você tem cara de quem não mata nem uma mosca, mas pela minha experiência, sei que garotas como você são as mais putas. Além disso, me deu vontade das suas pernas grossas, sua puta. Desculpa se fui grosso, mas por favor, não fala nada. Se quiser, já pode ir." Fiquei olhando pra ele por um instante e apoiei meu cotovelo na pélvis dele pra medir a pica com meu braço. O velho se surpreendeu com minha ação, e eu falei: "Sabe, o senhor não se enganou comigo, sou uma puta sem vergonha mesmo. A Ale já tinha me falado que o senhor é bem pervertido, véio. Não pretendia fazer nada aqui, mas uau, que grande que o senhor tem. Olha, quase do tamanho do meu braço, e bem grossa. Eu nem louca volto pra festa." Quando terminei de falar, como já tava agachada, enfiei tudo até a garganta. Segurava com as duas mãos desde a base da pica dele, minhas mãos mal conseguiam segurar, e minha boca entrava e saía. Minha garganta se enchia de pica, uma e outra vez entrava e saía. Movia minha cabeça cada vez mais rápido e parava de vez em quando pra cuspir na cabeça e, com meus dedos, passar minha saliva por toda a pica dele. Também usava minha língua, tava lambendo como se fosse um pirulito. O velho tinha depilado a pica, isso facilitou tudo. Da base até a ponta, minha língua percorria, e depois minha garganta fazia o trabalho. O velho só dizia: "Oh, oh, Shecid, que puta boa você é, que rabuda gostosa. enquanto eu tinha todo o pau dele na minha garganta e olhava fixamente nos olhos dele. Depois o Avô da Alejandra colocava as mãos dele na minha cabeça pra eu ir mais fundo, não consegui evitar dar uns engasgos. O velho não imaginava o tipo de puta que eu era, falei pra ele: "Mmm você não imaginava que a amiguinha da sua neta fosse tão puta né, se eu te contar, olha que até na cidade onde me mandaram consultar, fiz um boquete profundo daqueles no vagabundo do parque" ele ria e me dizia: "Shecid já vi que você é bem suja mesmo, quero que você se engasgue com meu pau, você é uma jovem muito puta e merece que hoje à noite eu deixe sua bunda e sua buceta bem abertas" Tirei toda a minha roupa, dancei um pouco pra ele, peguei o pau dele com minhas mãos e batia ele contra meu cu e minha buceta, passava ele nos meus peitos e no meu rosto. Adorava ouvir o som da minha língua quando levava uma pancada da pica dele nela. Ele estava sentado numa poltrona, eu sentei nele, com minhas costas viradas pro peito dele, coloquei meus pezinhos suados nas coxas dele (essa é a vantagem de ser baixinha e é a posição que eu mais gosto) ele abriu minha bunda com as mãos, cuspiu no meu cu e meteu fundo no meu ânus, eu senti meu corpo inteiro se eletrizar, um cheiro de cu arrombado começou a encher o quarto, e eu cavalgando que nem uma louca naquele pau. Minha bunda quicava cada vez mais forte, eu conseguia ver olhando pra trás que ele tava adorando o espetáculo, o velho só falava entre murmúrios: "Tô arrombando o cu de uma doutora de 27 anos" meu cu estava bem apertado com o pau enorme dele, eu sentia ele rasgando tudo, minha buceta estava toda molhada jorrando. O velho depois de um tempo arrombando meu cu, apontou o pau dele pra minha buceta, eu sem pensar deixei minha buceta afundar inteira no pau dele, nós dois gememos quando isso aconteceu, meu corpo suado grudava no do velho. Ele começou a alternar, três metidas na minha buceta e depois três no meu cu, não tinha piedade nenhuma deixava afundar toda a pica dele nos meus dois buracos. E também mudava de posição, eu me deitava na frente do sofá com as costas no chão e as pernas abertas, ele segurava meus pés pra se apoiar e assim conseguia penetrar mais fundo meu cu e minha buceta. Eu só me queixava bem alto, dizendo: "Assim, assim, velho filho da puta, continua usando essa pica enorme pra castigar essa putinha, meus buracos adoram receber esse teu pedaço de carne". O velho de repente parou e me carregou (eu com meu cu enfiado no pau dele), me segurava pelas pernas pra me carregar e fazia uma espécie de agachamento pra continuar me penetrando. O velho disse: "Nessa posição, eu parti a buceta de muitas garotas quando era jovem, agora sua puta nojenta vai sentir o que é ser estuprada por um macho de verdade". Ufffff, isso me fez explodir de vez, o velho ainda tinha força, não me surpreendia porque ele era amante dos esportes desde a juventude. Nessa posição, ele me colocou na frente de um espelho pra eu me ver sendo destruída. Ele dizia coisas como: "Shecid, se você casar logo, me convida pro seu casamento, e quando eu apertar a mão do seu marido, você vai lembrar que esse velhote te deu a melhor fodida da sua vida". Eu só balançava a cabeça concordando, porque era prazer demais que eu sentia. Já não aguentava mais, enquanto ele destruía meu cu, sentia que ia gozar. Quando gozei, não consegui evitar gritar e soltar um pouco de squirt, o avô percebeu e me disse: "Então você já gozou, agora é minha vez". Ele me abaixou e colocou a pica dele no meio das minhas coxas, então eu apertei bem minhas pernas e ele começou a se mover pra trás e pra frente, minhas coxas esfregando no pau dele. Esse velho sem vergonha, quando sentiu que ia gozar, meteu rápido na minha buceta e derramou tudo dentro de mim, pra minha surpresa, deixou ela inundada de porra. Depois de me limpar e deixar o velho dormindo na cama dele, voltei pra festa com dificuldade, sentindo meus buracos totalmente abertos e inchados. Esse avô tinha me dado uma das melhores Bucetas violadas da minha vida. Abusou de mim de um jeito magistral.
2 comentários - Soy una doctora puta