Eu era um vendedor ambulante que vendia uns bagulhos supostamente encantados, que obviamente eram falsos, mas o povo não sabia. Anéis de ouro que na real eram de plástico, supostas joias caríssimas que eram falsas, pílulas mágicas que não passavam de ibuprofeno e umas relíquias que eram só troços velhos sem valor que eu comprava num penhor. Basicamente, eu era um golpista, vivia assim, ganhava uma grana preta e ia de cidade em cidade enganando o povo. Não ficava mais de um dia em cada lugar, senão o pessoal começava a me cobrar.
Eu tava viajando na minha van, que eu usava pra mostrar todos meus "artibooties" de valor e vender pra todo mundo como se fossem objetos incríveis, muito valiosos e, acima de tudo, caros.
Mas um dia ia chegar meu fim. Era um dia comum, já era noite e eu tava vendendo pras últimas pessoas da cidade, antes de ir pra outra. Aí chegou um cara, bem estranho, era moreno, com uns olhos brilhantes e verdes que se destacavam muito. Ele deu uma volta na minha van inteira procurando algo pra comprar, enquanto me perguntava sobre absolutamente todos os produtos que tinha ali. Claro que eu enrolei ele, em cada pergunta eu mandava meus maiores inventos usando minha lábia afiada pra convencer ele. Um baita erro, que ia me custar caro depois. Ele levou o que supostamente era uma varinha mágica.
Era só um pedaço de madeira rachada, mas eu vendi como se fosse mágico e ainda coloquei um corante que supostamente era o elixir que alimentava a magia da varinha. Ali começou tudo, o princípio da minha desgraça e de todos os males que iam me acontecer. Acontece que eu não vendi pra um cara comum e normal; aquele sujeito estranho tinha algo de errado, tinha magia negra, não era o típico mago dos contos de fada, que tem aquela varinha e lança feitiços, mas sim um bruxo, que controlava artes das trevas.
Naquela noite fui dormir, depois de ter que viajar mais de 200 quilômetros pra mudar de cidade, sem saber o que estava por vir.
Enquanto dormia, meu corpo começou a esquentar, comecei a suar, sentia uma tontura muito forte, meu corpo ardia em temperatura e eu me sentia extremamente cansado, como se estivesse gripado, mas com os efeitos multiplicados várias vezes. Acordei no meio da noite morrendo de calor, todo suado e com uma sede danada, fui lá e tomei quase um litro de água e voltei a dormir. Não percebi na hora, mas meu corpo tinha mudado: perdi alguns centímetros de altura, meu cabelo ficou um pouco mais comprido e minha musculatura diminuiu. Era como uma versão mais delicada de mim, mais jovem, mais afeminado, mas naquele momento não notei, só fui ver no dia seguinte.
Me levantei segurando a cabeça, tava doendo pra caralho, fui pegar um remédio pra passar, não aguentava mais. Estranhamente, de novo, não percebi o que tinha acontecido, meu corpo tava estranho, mas eu não tinha notado, até que olho no reflexo da janela uma figura feminina, chego perto e não acredito, Ahhhhhh grito de susto. Começo a tocar meu rosto, confirmando com os dedos o que meus olhos tavam vendo, abro minha camisa e vejo que no lugar dos meus peitorais agora tinha dois peitos, não podia acreditar no que tinha me acontecido, eu tinha virado mulher. Mas como? Isso era real ou só um sonho? Me belisco e não acordo, era meu corpo, eu não tava sonhando, realmente tinha virado mulher.
Não consegui sair do choque, fiquei um tempão olhando o que agora era meu novo corpo, fiquei pegando e examinando cada parte do que agora era meu corpo feminino, realmente era uma mulher de verdade, tinha um peitão, uma bunda firme, um tom de pele mais brilhoso, uma pele mais macia, um cabelo mais comprido, meus cílios eram mais longos e claro, tinha uma buceta.
Passaram as horas e anoiteceu, isso significava que era hora de abrir minha van e começar a vender bugigangas, mas dessa vez como mulher. E foi assim, tudo normal, tudo tranquilo, até que chegou o cara que ontem eu vendi a varinha.
Homem misterioso: Me devolve o dinheiro dessa varinha.
Eu: Claro que não, essa varinha faz mágica.
Homem misterioso: Última chance, devolve o dinheiro, pede desculpa por ter enganado, não faz mais isso e talvez tudo volte a ser como antes.
Eu: Vaza.
Nisso ele ficou puto, tirou um pó estranho e soprou na minha cara. Automaticamente apaguei.
Começo a abrir os olhos devagar e vejo ele, era o cara, grito Quem é você? Enquanto começo a olhar ao redor e percebo que aquilo não era minha van. Onde eu tô? Falo bem preocupado.
Homem misterioso: Calma, gatinha, cê tá na minha casa. Agora me diz, cê tentou me dar o golpe?
Eu: Quem é você?
Homem misterioso: Responde, seu maldito golpista.
Eu: Claro que... que não, meus produtos não são golpe.
Homem misterioso: Mentira.
Vejo que você não se arrependeu, ele diz enquanto me olha de cima a baixo com um olhar completamente arrogante.
Homem misterioso: Sabe? Não gosto de mentiras. Me chamo Radamel, sou descendente de magos, então a varinha que você me deu não era mágica, mas era perfeita para eu fazer magia. Com um feitiço, transformei você nisso. Mas vejo que não se arrependeu, nem tem um pingo de remorso.
Eu: (olhei para ele com uma cara de nojo) Kkkkkkk não tem devolução, seu mago idiota.
Radamel: Vejo que você ainda não entendeu... eu não quero devolução, quero que você se arrependa, então agora vai pagar caro.
Ele me dominou com a força dele e me levou para o porão dele.
Eu: O que você vai fazer comigo? (Muito preocupado?)
Radamel: Vou te transformar na minha putinha.
Me deixou amarrado no porão dele, completamente pelado e imobilizado, sem poder me mexer na casa de um completo maluco enquanto ele me encarava com um sorriso macabro. Gritei o mais alto que pude, mas não ia adiantar nada.
Radamel: Grita à vontade, ninguém vai te ouvir. Tenho uns negócios pra resolver, espero que quando eu voltar essa sua euforia já tenha passado.
Fiquei ali, gritando por umas boas horas, até que minha voz foi embora e eu fiquei calada num lugar bem escuro, com muito frio e medo. Depois de duas horas e meia, ele voltou, só pra me encarar e perguntar: Vai me obedecer?
Eu: Claro que não.
*Plaf* Ele me deu um tapa na bunda fortíssimo.
Eu: Aaaaaah
Radamel: E agora?
Eu: Antes morta.
*Plaf* Outro.
Eu: Ahh, não.
Veio outro, e outro, e outro, por uns cinco minutos. Já tinha os dedos dele marcados na minha bunda, umas lágrimas escorreram pelas minhas bochechas e eu tava muito ofegante. Radamel parou, foi até um móvel e pegou uma pá de plástico. Voltou na minha direção e não perguntou nada.
Só me bateu, eu gritei bem alto de dor, Radamel não falou mais nada, só me segurou firme pela bunda pra me dar outro tapa, e mais outro, e outro, até que eu comecei a chorar e implorei pra ele parar, no meio de muitos gritos pedindo um pouco de piedade, aí ele parou, "chega por hoje" disse, enquanto ia descendo as escadas.
Meu cu tinha ficado completamente vermelho, ardia demais, mas ele me deixou ali, amarrado, com frio, sede, fome e muita dor no rabo. Tentei gritar pra ele não ir, mas simplesmente não consegui emitir nenhum som, minha garganta estava destruída de tanto gritar. Radamel fechou a porta que dava pro porão, aquela ia ser uma noite longa e dura, e eu não tinha mais forças nem pra falar.
Na manhã seguinte, ele desceu e me viu completamente acabado, não tinha dormido nada e estava num estado horrível. Com a pouca força que me restava, pedi por favor pra ele me dar água, mas ele me ignorou. Em vez disso, me perguntou:
Radamel: Vai cooperar?
Quis dizer que sim, minha mente mandava eu falar que sim, meu corpo pedia pra eu falar que sim, mas meu orgulho falou primeiro e disse que não.
Ele virou as costas e foi embora por horas, enquanto eu fiquei ali sozinho de novo, xingando e pensando no que ia acontecer comigo.
As horas passaram e ele voltou, eu só conseguia olhar pra ele com ódio, muita raiva e impotência. Ele percebeu, e em vez de querer negociar, começou meu castigo de novo.
Dessa vez não foram só umas palmadas, ele trouxe um vibrador, ligou e deixou enfiado na minha buceta, enquanto me olhava com um sorrisinho de canto e eu ouvia entre risadas: "você vai passar a tarde toda se divertindo".
Quando ele voltou, eu já tinha gozado umas cinco vezes, meu corpo tava exausto, implorando pra parar, minha buceta tava muito sensível e aquela porra continuava me estimulando, enquanto entre gemidos já doloridos eu pedia pelo amor de Deus pra ele tirar aquilo. Ele tirou e falou: "Vai cooperar?"
Eu: (muito ofegante, tentando recuperar o fôlego) vai se foder.
Ele não disse mais nada, só me deu umas palmadas e foi embora de novo.
No terceiro dia, eu já tava quase desidratada, ainda mais depois de ter gozado tantas vezes. Ele chegou com uma tigela de água, como se eu fosse um cachorro, me desamarrou e mandou eu lamber igual um cachorro. Eu recusei, mas ele ficou parado lá. Tentei pegar como se fosse um copo, mas ele arrancou da minha mão e jogou no chão, me puxou pelo cabelo e me amarrou de novo. "Depois eu trago outro, se não quiser morrer desidratada é melhor você tomar do jeito que eu mandei", ele dizia enquanto me dava uns tapinhas de leve no rosto.
Passaram umas horas e ele voltou, com a mesma tigela cheia de água e me desamarrou de novo. Tentei recusar, mas eu precisava da água, então não tive escolha a não ser lamber com a língua igual um cachorro.
Radamel: "Muito bem, putinha, pra você ver que eu não sou tão ruim quanto pensa. Toda vez que me obedecer, vai ganhar uma recompensa. Já que me obedeceu, sua recompensa de hoje é que não vou castigar seu cu." (Joga uma camiseta e uma calça pra mim) "Com isso você não vai passar frio. É muito fácil: toda vez que me obedecer, eu te premio; toda vez que me desobedecer, eu te castigo. Descansa por hoje, do jeito que der."
Ele falou enquanto subia as escadas e trancava a porta. Tentei achar um lugar pra fugir, mas não consegui, não tinha nenhum. Olhei pra água, ainda com muita sede, e peguei com a mão, bebendo como se fosse um copo. Grave. erro.
No outro dia ele voltou, muito puto, sabia o que eu tinha feito, eu tinha desobedecido ele, então como castigo ele tirou minha roupa e me amarrou de novo.
Eu: O que você quer de mim? Me humilhar?
Radamel: Não fui claro? Te fazer minha puta. E minha puta não desobedece ordens.
Assim ele me deixou amarrada por mais 2 dias, mas dessa vez ele vinha e me soltava naqueles 2 dias pra me dar água, tive que beber igual um cachorro, mas não tive escolha, não queria morrer. Mas ia ter outro problema, já não tava com sede, mas agora tava morrendo de fome, fazia 5 dias que não comia, meu estômago roncava forte.
Radamel: Tá com fome, né... (abriu a calça)
Eu: O que cê tá fazendo?
Radamel: Aqui tá sua comida.
Eu: Claro que não, não vou comer isso, prefiro morrer de fome.
Radamel: Beleza, então não come.
Assim passaram mais 2 dias, até que eu não aguentei o ronco da minha barriga, ela pedia comida e a única coisa que tinha era aquilo.
Então engoli meu orgulho e comecei a chupar ele, não sabia como fazer, mas tentei, cuidei pra não arranhar com os dentes enquanto sugava forte com os lábios, ele empurrava minha cabeça até o fundo, me fazendo engasgar, mas não parei, até que finalmente ele gozou. Foi realmente nojento, mas não podia desperdiçar uma gota daquilo, era a única coisa que ia comer, então engoli tudo que consegui, foi realmente nojento, a pior experiência da minha vida, mas eu precisava comer e era a única coisa que ia ter.
Radamel: Muito bem, putinha, toda vez que você tiver fome, me fala: por favor, amo, me alimenta com seu sêmen, e eu vou usar um feitiço pra sempre ter comida pra você.
Não gostei, mas não tive outra opção. Naquele dia não tentei de novo, mas nos outros sim. Nos 3 dias seguintes, chupei ele umas 20 vezes. Tava realmente desesperado por comida, mas pelo menos encheu meu estômago.
Como me comportei bem e obedeci ele, ele disse que ia me dar uma recompensa, eu pensei que minha recompensa ia ser um prato de comida, mas não, minha recompensa foi uma fodida brutal, eu amarrada com a bunda pra cima completamente vulnerável, só conseguia gritar por piedade, enquanto ele, na total plenitude dele, estava me destruindo e foi assim, uma hora inteira, muito dura, muito lenta, muito forte, por uma hora Radamel não parou de me foder, enquanto puxava meu cabelo, me dava tapas na bunda e gritava: "Quem é minha puta?" Enquanto cuspia em mim, eu completamente resignada só pedia por favor para ele parar, que já estava doendo, mas ele só parou quando quis, depois de uma hora de fodidas, muitos gritos e 3 gozadas dentro de mim.
Depois de tudo isso, eu continuei obedecendo ele, mesmo não tendo gostado, não tinha outra opção, continuava chupando ele pra comer o esperma dele e tomando água igual cachorro, ele me desamarrou e eu não tentei fugir, fiquei lá embaixo, quieta e esperando ele, meu espírito aos poucos ia se quebrando, ele percebeu e como eu estava muito obediente, me colocou pra cima e mandou eu cozinhar pra ele, eu de cozinha sabia pouco ou nada, mas obedeci e fiz o almoço pra ele, e então ia chegar outra recompensa, mas essa não foi o que eu esperava.
Ele me colocou uma coleira, me levou como se eu fosse a putinha dele pro quarto, me mandou ficar de quatro e então me comeu, mas dessa vez não foi na minha buceta, foi no meu cu.
Eu: Ahhh, por quê, se eu me comportei bem.
Radamel: Primeiro, se você for falar comigo, me chama de amo (enquanto me dá palmadas) e segundo, essa é sua recompensa, meu pau.
Enquanto ele me comia, eu gemia, mas não de prazer, e sim de dor, ele estava arrebentando meu cu. Pensei em ir embora, em fugir, em correr, mas não consegui, não conseguia me mexer, fiquei ali, paralisada, de quatro enquanto ele enfiava cada centímetro do pau dele no meu cu. Não tive outra escolha a não ser implorar pra ele parar.
Eu: Ahhh, por favor, tá doendo ahhh meu cu.
Radamel: Me chama de amor, putinha (me dá palmadas)
Eu:...
Eu: Por favor, amo, ahhh, para agora, ahhh, meu cu tá doendo, ahh.
Radamel: Hahaha, muito bem, putinha, toma meu gozo e é só por hoje.
Ele gozou, mais do que nunca, eu ofegando muito forte soltei um gemido potente ao sentir toda a descarga dele, foi realmente muito, esse cara era um garanhão. Depois de tudo isso, não consegui me mexer, fiquei deitada na cama, de bruços, com o cu arrombado e cheio de porra.
Radamel: Muito bem, hoje seu prêmio vai ser dormir aqui, se você se comportar bem e não fizer nenhuma merda, amanhã vai poder tomar café de verdade pela primeira vez.
Assim ele saiu do quarto, eu queria gritar, correr e sair dali, mas não consegui mexer um músculo sequer, fiquei ali, imóvel e exausta, desejando que isso acabasse logo, meu espírito estava se quebrando. Fim.
Continua???
Eu tava viajando na minha van, que eu usava pra mostrar todos meus "artibooties" de valor e vender pra todo mundo como se fossem objetos incríveis, muito valiosos e, acima de tudo, caros.Mas um dia ia chegar meu fim. Era um dia comum, já era noite e eu tava vendendo pras últimas pessoas da cidade, antes de ir pra outra. Aí chegou um cara, bem estranho, era moreno, com uns olhos brilhantes e verdes que se destacavam muito. Ele deu uma volta na minha van inteira procurando algo pra comprar, enquanto me perguntava sobre absolutamente todos os produtos que tinha ali. Claro que eu enrolei ele, em cada pergunta eu mandava meus maiores inventos usando minha lábia afiada pra convencer ele. Um baita erro, que ia me custar caro depois. Ele levou o que supostamente era uma varinha mágica.
Naquela noite fui dormir, depois de ter que viajar mais de 200 quilômetros pra mudar de cidade, sem saber o que estava por vir.
Enquanto dormia, meu corpo começou a esquentar, comecei a suar, sentia uma tontura muito forte, meu corpo ardia em temperatura e eu me sentia extremamente cansado, como se estivesse gripado, mas com os efeitos multiplicados várias vezes. Acordei no meio da noite morrendo de calor, todo suado e com uma sede danada, fui lá e tomei quase um litro de água e voltei a dormir. Não percebi na hora, mas meu corpo tinha mudado: perdi alguns centímetros de altura, meu cabelo ficou um pouco mais comprido e minha musculatura diminuiu. Era como uma versão mais delicada de mim, mais jovem, mais afeminado, mas naquele momento não notei, só fui ver no dia seguinte.
Me levantei segurando a cabeça, tava doendo pra caralho, fui pegar um remédio pra passar, não aguentava mais. Estranhamente, de novo, não percebi o que tinha acontecido, meu corpo tava estranho, mas eu não tinha notado, até que olho no reflexo da janela uma figura feminina, chego perto e não acredito, Ahhhhhh grito de susto. Começo a tocar meu rosto, confirmando com os dedos o que meus olhos tavam vendo, abro minha camisa e vejo que no lugar dos meus peitorais agora tinha dois peitos, não podia acreditar no que tinha me acontecido, eu tinha virado mulher. Mas como? Isso era real ou só um sonho? Me belisco e não acordo, era meu corpo, eu não tava sonhando, realmente tinha virado mulher.Não consegui sair do choque, fiquei um tempão olhando o que agora era meu novo corpo, fiquei pegando e examinando cada parte do que agora era meu corpo feminino, realmente era uma mulher de verdade, tinha um peitão, uma bunda firme, um tom de pele mais brilhoso, uma pele mais macia, um cabelo mais comprido, meus cílios eram mais longos e claro, tinha uma buceta.
Passaram as horas e anoiteceu, isso significava que era hora de abrir minha van e começar a vender bugigangas, mas dessa vez como mulher. E foi assim, tudo normal, tudo tranquilo, até que chegou o cara que ontem eu vendi a varinha.
Homem misterioso: Me devolve o dinheiro dessa varinha.
Eu: Claro que não, essa varinha faz mágica.
Homem misterioso: Última chance, devolve o dinheiro, pede desculpa por ter enganado, não faz mais isso e talvez tudo volte a ser como antes.
Eu: Vaza.
Nisso ele ficou puto, tirou um pó estranho e soprou na minha cara. Automaticamente apaguei.
Começo a abrir os olhos devagar e vejo ele, era o cara, grito Quem é você? Enquanto começo a olhar ao redor e percebo que aquilo não era minha van. Onde eu tô? Falo bem preocupado.
Homem misterioso: Calma, gatinha, cê tá na minha casa. Agora me diz, cê tentou me dar o golpe?
Eu: Quem é você?
Homem misterioso: Responde, seu maldito golpista.
Eu: Claro que... que não, meus produtos não são golpe.
Homem misterioso: Mentira.
Vejo que você não se arrependeu, ele diz enquanto me olha de cima a baixo com um olhar completamente arrogante.
Homem misterioso: Sabe? Não gosto de mentiras. Me chamo Radamel, sou descendente de magos, então a varinha que você me deu não era mágica, mas era perfeita para eu fazer magia. Com um feitiço, transformei você nisso. Mas vejo que não se arrependeu, nem tem um pingo de remorso.
Eu: (olhei para ele com uma cara de nojo) Kkkkkkk não tem devolução, seu mago idiota.
Radamel: Vejo que você ainda não entendeu... eu não quero devolução, quero que você se arrependa, então agora vai pagar caro.
Ele me dominou com a força dele e me levou para o porão dele.
Eu: O que você vai fazer comigo? (Muito preocupado?)
Radamel: Vou te transformar na minha putinha.
Me deixou amarrado no porão dele, completamente pelado e imobilizado, sem poder me mexer na casa de um completo maluco enquanto ele me encarava com um sorriso macabro. Gritei o mais alto que pude, mas não ia adiantar nada.Radamel: Grita à vontade, ninguém vai te ouvir. Tenho uns negócios pra resolver, espero que quando eu voltar essa sua euforia já tenha passado.
Fiquei ali, gritando por umas boas horas, até que minha voz foi embora e eu fiquei calada num lugar bem escuro, com muito frio e medo. Depois de duas horas e meia, ele voltou, só pra me encarar e perguntar: Vai me obedecer?
Eu: Claro que não.
*Plaf* Ele me deu um tapa na bunda fortíssimo.
Eu: Aaaaaah
Radamel: E agora?
Eu: Antes morta.
*Plaf* Outro.
Eu: Ahh, não.
Veio outro, e outro, e outro, por uns cinco minutos. Já tinha os dedos dele marcados na minha bunda, umas lágrimas escorreram pelas minhas bochechas e eu tava muito ofegante. Radamel parou, foi até um móvel e pegou uma pá de plástico. Voltou na minha direção e não perguntou nada.
Só me bateu, eu gritei bem alto de dor, Radamel não falou mais nada, só me segurou firme pela bunda pra me dar outro tapa, e mais outro, e outro, até que eu comecei a chorar e implorei pra ele parar, no meio de muitos gritos pedindo um pouco de piedade, aí ele parou, "chega por hoje" disse, enquanto ia descendo as escadas.
Meu cu tinha ficado completamente vermelho, ardia demais, mas ele me deixou ali, amarrado, com frio, sede, fome e muita dor no rabo. Tentei gritar pra ele não ir, mas simplesmente não consegui emitir nenhum som, minha garganta estava destruída de tanto gritar. Radamel fechou a porta que dava pro porão, aquela ia ser uma noite longa e dura, e eu não tinha mais forças nem pra falar.Na manhã seguinte, ele desceu e me viu completamente acabado, não tinha dormido nada e estava num estado horrível. Com a pouca força que me restava, pedi por favor pra ele me dar água, mas ele me ignorou. Em vez disso, me perguntou:
Radamel: Vai cooperar?
Quis dizer que sim, minha mente mandava eu falar que sim, meu corpo pedia pra eu falar que sim, mas meu orgulho falou primeiro e disse que não.
Ele virou as costas e foi embora por horas, enquanto eu fiquei ali sozinho de novo, xingando e pensando no que ia acontecer comigo.
As horas passaram e ele voltou, eu só conseguia olhar pra ele com ódio, muita raiva e impotência. Ele percebeu, e em vez de querer negociar, começou meu castigo de novo.
Dessa vez não foram só umas palmadas, ele trouxe um vibrador, ligou e deixou enfiado na minha buceta, enquanto me olhava com um sorrisinho de canto e eu ouvia entre risadas: "você vai passar a tarde toda se divertindo".Quando ele voltou, eu já tinha gozado umas cinco vezes, meu corpo tava exausto, implorando pra parar, minha buceta tava muito sensível e aquela porra continuava me estimulando, enquanto entre gemidos já doloridos eu pedia pelo amor de Deus pra ele tirar aquilo. Ele tirou e falou: "Vai cooperar?"
Eu: (muito ofegante, tentando recuperar o fôlego) vai se foder.
Ele não disse mais nada, só me deu umas palmadas e foi embora de novo.
No terceiro dia, eu já tava quase desidratada, ainda mais depois de ter gozado tantas vezes. Ele chegou com uma tigela de água, como se eu fosse um cachorro, me desamarrou e mandou eu lamber igual um cachorro. Eu recusei, mas ele ficou parado lá. Tentei pegar como se fosse um copo, mas ele arrancou da minha mão e jogou no chão, me puxou pelo cabelo e me amarrou de novo. "Depois eu trago outro, se não quiser morrer desidratada é melhor você tomar do jeito que eu mandei", ele dizia enquanto me dava uns tapinhas de leve no rosto.
Passaram umas horas e ele voltou, com a mesma tigela cheia de água e me desamarrou de novo. Tentei recusar, mas eu precisava da água, então não tive escolha a não ser lamber com a língua igual um cachorro.
Radamel: "Muito bem, putinha, pra você ver que eu não sou tão ruim quanto pensa. Toda vez que me obedecer, vai ganhar uma recompensa. Já que me obedeceu, sua recompensa de hoje é que não vou castigar seu cu." (Joga uma camiseta e uma calça pra mim) "Com isso você não vai passar frio. É muito fácil: toda vez que me obedecer, eu te premio; toda vez que me desobedecer, eu te castigo. Descansa por hoje, do jeito que der."
Ele falou enquanto subia as escadas e trancava a porta. Tentei achar um lugar pra fugir, mas não consegui, não tinha nenhum. Olhei pra água, ainda com muita sede, e peguei com a mão, bebendo como se fosse um copo. Grave. erro.
No outro dia ele voltou, muito puto, sabia o que eu tinha feito, eu tinha desobedecido ele, então como castigo ele tirou minha roupa e me amarrou de novo.
Eu: O que você quer de mim? Me humilhar?
Radamel: Não fui claro? Te fazer minha puta. E minha puta não desobedece ordens.
Assim ele me deixou amarrada por mais 2 dias, mas dessa vez ele vinha e me soltava naqueles 2 dias pra me dar água, tive que beber igual um cachorro, mas não tive escolha, não queria morrer. Mas ia ter outro problema, já não tava com sede, mas agora tava morrendo de fome, fazia 5 dias que não comia, meu estômago roncava forte.
Radamel: Tá com fome, né... (abriu a calça)
Eu: O que cê tá fazendo?
Radamel: Aqui tá sua comida.
Eu: Claro que não, não vou comer isso, prefiro morrer de fome.
Radamel: Beleza, então não come.
Assim passaram mais 2 dias, até que eu não aguentei o ronco da minha barriga, ela pedia comida e a única coisa que tinha era aquilo.
Então engoli meu orgulho e comecei a chupar ele, não sabia como fazer, mas tentei, cuidei pra não arranhar com os dentes enquanto sugava forte com os lábios, ele empurrava minha cabeça até o fundo, me fazendo engasgar, mas não parei, até que finalmente ele gozou. Foi realmente nojento, mas não podia desperdiçar uma gota daquilo, era a única coisa que ia comer, então engoli tudo que consegui, foi realmente nojento, a pior experiência da minha vida, mas eu precisava comer e era a única coisa que ia ter.Radamel: Muito bem, putinha, toda vez que você tiver fome, me fala: por favor, amo, me alimenta com seu sêmen, e eu vou usar um feitiço pra sempre ter comida pra você.
Não gostei, mas não tive outra opção. Naquele dia não tentei de novo, mas nos outros sim. Nos 3 dias seguintes, chupei ele umas 20 vezes. Tava realmente desesperado por comida, mas pelo menos encheu meu estômago.
Como me comportei bem e obedeci ele, ele disse que ia me dar uma recompensa, eu pensei que minha recompensa ia ser um prato de comida, mas não, minha recompensa foi uma fodida brutal, eu amarrada com a bunda pra cima completamente vulnerável, só conseguia gritar por piedade, enquanto ele, na total plenitude dele, estava me destruindo e foi assim, uma hora inteira, muito dura, muito lenta, muito forte, por uma hora Radamel não parou de me foder, enquanto puxava meu cabelo, me dava tapas na bunda e gritava: "Quem é minha puta?" Enquanto cuspia em mim, eu completamente resignada só pedia por favor para ele parar, que já estava doendo, mas ele só parou quando quis, depois de uma hora de fodidas, muitos gritos e 3 gozadas dentro de mim.Depois de tudo isso, eu continuei obedecendo ele, mesmo não tendo gostado, não tinha outra opção, continuava chupando ele pra comer o esperma dele e tomando água igual cachorro, ele me desamarrou e eu não tentei fugir, fiquei lá embaixo, quieta e esperando ele, meu espírito aos poucos ia se quebrando, ele percebeu e como eu estava muito obediente, me colocou pra cima e mandou eu cozinhar pra ele, eu de cozinha sabia pouco ou nada, mas obedeci e fiz o almoço pra ele, e então ia chegar outra recompensa, mas essa não foi o que eu esperava.
Ele me colocou uma coleira, me levou como se eu fosse a putinha dele pro quarto, me mandou ficar de quatro e então me comeu, mas dessa vez não foi na minha buceta, foi no meu cu.Eu: Ahhh, por quê, se eu me comportei bem.
Radamel: Primeiro, se você for falar comigo, me chama de amo (enquanto me dá palmadas) e segundo, essa é sua recompensa, meu pau.
Enquanto ele me comia, eu gemia, mas não de prazer, e sim de dor, ele estava arrebentando meu cu. Pensei em ir embora, em fugir, em correr, mas não consegui, não conseguia me mexer, fiquei ali, paralisada, de quatro enquanto ele enfiava cada centímetro do pau dele no meu cu. Não tive outra escolha a não ser implorar pra ele parar.
Eu: Ahhh, por favor, tá doendo ahhh meu cu.
Radamel: Me chama de amor, putinha (me dá palmadas)
Eu:...
Eu: Por favor, amo, ahhh, para agora, ahhh, meu cu tá doendo, ahh.
Radamel: Hahaha, muito bem, putinha, toma meu gozo e é só por hoje.
Ele gozou, mais do que nunca, eu ofegando muito forte soltei um gemido potente ao sentir toda a descarga dele, foi realmente muito, esse cara era um garanhão. Depois de tudo isso, não consegui me mexer, fiquei deitada na cama, de bruços, com o cu arrombado e cheio de porra.
Radamel: Muito bem, hoje seu prêmio vai ser dormir aqui, se você se comportar bem e não fizer nenhuma merda, amanhã vai poder tomar café de verdade pela primeira vez.
Assim ele saiu do quarto, eu queria gritar, correr e sair dali, mas não consegui mexer um músculo sequer, fiquei ali, imóvel e exausta, desejando que isso acabasse logo, meu espírito estava se quebrando. Fim.
Continua???
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