Segundo Post: Garota Tranquila

O Poema que Mudou Tudo
Neste segundo relato, vou falar sobre o relacionamento com a maior diferença de idade que já tive com uma senhora mais velha, algo que marcou muitas coisas...

Ela era a professora mais jovem da faculdade, uma mulher que parecia ter saído de uma biblioteca, mas com um corpo de dar inveja. O nome dela era Valéria, e a presença dela na sala de aula era tão magnética que até os alunos mais distraídos não conseguiam evitar de olhar. Tinha 26 anos, uma beleza que desafiava qualquer descrição: cabelo castanho escuro que caía em ondas suaves sobre os ombros, olhos cor de mel que pareciam penetrar até a alma, e um corpo esculpido com curvas que faziam cada passo dela ser uma declaração de elegância e sensualidade. Era inteligente, ambiciosa e, acima de tudo, inalcançável. Ou pelo menos era o que parecia.

Eu era só um estudante de 18 anos, magro, com uma cabeça um pouco grande para o meu corpo, e um jeito que irritava todos os professores, porque estudava duas faculdades ao mesmo tempo. Então, quando falava sobre temas de matemática ou informações específicas que conhecia, dizia com tanta confiança que parecia o mais arrogante. Mas isso é sobre como havia algo nela que despertou em mim uma ideia silenciosa — do jeito que ela vinha, como era brilhante, mas nem tudo se encaixava. Simplesmente me lembrava de mim mesmo, que por fora parecia um virgem inocente, mas já era uma máquina de desejos íntimos... Não era só a beleza dela, mas o jeito como falava, como movia as mãos ao explicar um conceito, como a voz dela ressoava na sala, suave, mas firme. Era uma mulher que tinha tudo: sucesso, inteligência, um noivo milionário que parecia saído de uma revista de moda. Mas eu notei algo a mais, algo que ninguém mais parecia ver. Havia uma faísca nos olhos dela, uma espécie de vazio que só alguém como eu, alguém que também carregava um vazio por dentro, conseguia reconhecer.

Uma tarde, depois da aula, fiquei na sala vazia. Não sei por que fiz isso, talvez esperasse que ela voltasse para pegar alguma coisa. E Foi assim. Valéria entrou, surpresa ao me ver ali. Me perguntou o que eu estava fazendo, e eu, com uma coragem que nem sabia que tinha, entreguei a ela uma folha de papel dobrada. Era um poema que eu tinha escrito pra ela, um poema que começava com as palavras: *"Tua beleza em aumento, no deslumbre da tua nudez carnal..."*. Não sei de onde saíram aquelas palavras, mas fluíram como se alguém as tivesse escrito através de mim.

Ela pegou o papel, seus olhos verdes percorrendo as linhas com uma mistura de curiosidade e surpresa. Por um momento, o silêncio foi tão denso que eu podia ouvir as batidas do meu próprio coração. Então, ela me encarou, e nos olhos dela eu vi algo que nunca tinha visto antes: uma faísca de interesse, de curiosidade, talvez até de desejo.

— Você escreveu isso? — perguntou, a voz dela quase um sussurro.

Eu assenti, incapaz de falar. Ela dobrou o papel com cuidado e guardou na bolsa. Não disse mais nada, mas o olhar dela deixou claro que algo tinha mudado entre nós.

A partir daquele dia, algo se quebrou na dinâmica entre Valéria e eu. Ela começou a me procurar depois das aulas, sempre com uma desculpa: revisar um trabalho, discutir um assunto, ajudar com alguma tarefa administrativa — sempre com a testa franzida e uma atitude bem dominadora e firme. Mas eu sabia que não era aquilo. Havia uma tensão palpável entre nós, uma corrente elétrica que nos atraía um pro outro. Ela era a professora, eu o aluno, mas naquele espaço privado, os papéis pareciam se dissolver.

Uma tarde, enquanto revisávamos uma prova no escritório dela, tomei a iniciativa e nossas mãos se roçaram, enquanto eu a encarava firme. O contato foi breve, mas suficiente. Foi ela quem deu o primeiro passo, se aproximando devagar, até que os lábios dela estivessem a só alguns centímetros dos meus. Dei um passo pra trás, olhei pra ela e falei: não... primeiro você precisa saber seu lugar. E enfiei minha mão dentro da calça dela enquanto a encarava fixamente. Já tinha visto mulheres molhadas em contatos primários, mas isso era outra parada. Mundo... nunca antes e poucas depois eu toquei do nada numa calcinha tão molhada e chupei seu pescoço... quando senti o corpo tremer, parei e, como se nada tivesse acontecido, saí da sala. Desde aquele dia, ela me tratou mal na aula, me criticava e me exigia mais trabalho, nunca mais tentou ficar na sala ou me chamar no escritório dela pra perguntar nada... até que um dia chuvoso, com a universidade vazia, esperei por ela do lado de fora do escritório. Quando ela chegou e me viu, tentou me olhar feio, mas ao ver meu olhar mais firme que o dela, ficou calada... passou um minuto inteiro sem dizer nada até que ela abriu o escritório e entramos, e ela mesma fechou a porta atrás de mim... não tive chance de nada, não consegui realizar meu desejo instantâneo de domínio, porque ela literalmente me devorou, os lábios dela esmagavam os meus (ela não era boa beijando), apertava (muito mais forte do que qualquer homem poderia gostar) minha virilha e nos jogou no chão daquele escritório... sem dizer mais nada até que estávamos semi nus e meus dedos roubaram o primeiro orgasmo dela, ela não diminuiu o ritmo, me deixando tomar um pouco de controle...

Quando a tive no chão, tremendo, eu disse: "Já foi do seu jeito, agora vamos do meu... Café Decano, 15 minutos, passa lá me pegar... você escolhe pra onde vamos, mas se for motel, só tenho grana pra um barato." Saí do escritório dela, deixando-a semi nua e ofegante pelo orgasmo... não vou mentir, achei que ela tinha me deixado plantado. Fiquei uma hora vendo a chuva cair, e olha que o café ficava a duas quadras da universidade e eu cheguei muito rápido. Já tinha desistido e estava lendo sobre a outra faculdade que eu cogitava, um assunto de malhas de circuitos... estava tão imerso que não ouvi os sinais do carro dela. Só quando ela se aproximou e me chamou pelo nome é que saí do transe. Sorri igual um idiota (eu tinha só 18 anos e mesmo assim me critiquei muito por ter mostrado emoção, aliás, ainda faço isso), o que a fez sorrir. Entrei no carro e fiquei calado... ela, sorrindo. Espero que esteja claro que ninguém vai saber de nada, né?, ao que respondi "Você acha que alguém acreditaria? Todo mundo viu como no seu aniversário seu namorado chegou com aquela porrada de flores e chocolates", ela ficou muda...

Ao estar num apartamento afastado e quase sem móveis (depois descobri que era dela, um presente de 15 anos que ela não usava), chegamos e logo de cara ela tentou me dominar, mas eu cheguei até a torcer os dedos da mão esquerda dela pra deixar claro que não...

Eu "Agora você é daquele namoradinho meio viadinho que você tem, mas depois de hoje vai ser minha"... apertei e ela se ajoelhou por causa da dor nos dedos... com ela assim, afrouxei os dedos e abaixei o zíper...

Professora "Vamos ver quem vai ser de quem" os olhos dela brilhavam, em parte por lacrimejar pela dor que causei nos dedos e em parte pelo desejo que sentia... ela não hesitou um segundo em me dar um boquete incrivelmente inexperiente, não podia acreditar, ela era 8 anos mais velha que eu e até 13 anos mais velha que a mais nova que tive na mesma posição anos atrás... ela percebeu e me olhou com vergonha e disse;

Professora "É que você não gostou?"

Eu "Por quê?"

Professora "Você ainda não gozou e já tá doendo minha mandíbula"

Isso me arrancou um sorriso e eu disse;

Eu "Você é fofa, mas mal tem uns minutos aí... cê não sabe que o prazer é algo que deve ser curtido com gosto?"

Ela não respondeu e eu peguei no queixo dela e levantei, ela me levou pro quarto com móveis, que tinha uma cama confortável e um sofá de 3 lugares muito bonito, comecei a beijar e lamber ela completamente por todo lado e despir... me surpreendia demais como, vindo de um uniforme tão sério, ela usava roupa íntima transparente e de renda,... pensei que naquele dia ela daria uma surpresa pro namorado, mas depois vi que ela sempre usava lingerie sensual... depois de despir ela e ela me despir, pedi pra ela se deitar na cama e fui lá pra entreperna dela... surpreso, ela tentou evitar...

Professora "Não, não"

Eu "Por quê? Eu quero, gostaria que você deixasse"

Professora "Não, não"

Eu, num tom bem firme, disse Você tem duas opções: me deixa em paz ou se veste...", soltou minha cabeça e me deixou...

Eu queria mostrar quem mandava, comecei a chupar, beijar e mordiscar tudo ao redor dos lábios superiores dela sem tocar no clitóris. Era incrivelmente linda, a vulva dela era perfeita, linda demais, com uma linha reta de pelos. Era a vulva mais linda que já vi... Chupei o períneo (entre o cu e a buceta), as coxas, as paredes ao lado dos lábios dela. Fiquei tanto tempo ali que ela se mexia e tremia... Os lábios dela começaram a se abrir sozinhos, o clitóris inchou e ela estava muito molhada. Ela suspirava, e as mãos e os pés dela se mexiam sem parar. Eu não parava de chupar, lamber e mordiscar tudo, menos o ponto direto, até que ela gritou:

Professora: JÁ!!!!!!!!!

E eu devorei o clitóris dela com chupões, enfiando minha língua o mais fundo possível. Meu polegar entrou na buceta molhadíssima dela, e meu dedo médio no cu dela, até a primeira falange inteira. Foi incrível, ela molhou meu rosto inteiro, tremeu e gemeu sem controle. Fiquei de joelhos e olhei para ela. Era incrível ver aquela gostosa de 26 anos, eu com 18, se contorcendo e aproveitando. O rosto dela estava tão vermelho, e o corpo rosado de excitação inacreditável. Não aguentei mais, peguei por trás dos joelhos dela, fiquei de quatro e enfiei sem cerimônia toda minha extensão masculina nela... Ela deu outro grito, e eu comecei a bombar. O balanço dos peitos dela me deixou mais louco, e eu mordiscava os peitos dela e chupava forte os bicos. Não parava, porque o rosto dela me deixava quente demais. Os gemidos dela eram mais intensos do que qualquer coisa que eu já tinha ouvido na vida até aquele momento... Foi rápido para mim, acho que não durei 15 minutos, talvez só 10, até que eu saí e enchi o corpo dela todo com meu gozo... Até no cabelo dela chegaram gotas do meu... Não foi anormalmente abundante, mas a excitação era tanta que cobri tudo...

Ao cair ao lado dela, minhas coxas doíam de tanto esforço, mas o orgasmo foi incrível. Eu estava em outro mundo, igual a ela...

Uns minutos depois...
Ela sobe em cima de mim, limpa o rosto e me beija (sério, eu não entendia nada). porque pra ela beijar era esmagar os lábios)...
professora "obrigada"...
virei ela, ficando eu por cima
eu "me segue"
beijei ela com sutileza, meu lábio superior separava os lábios dela e minha língua substituía meu lábio inferior e depois o superior e assim até que ela se adaptou e beijou igual...
foi tão excitante mudar o jeito dela de beijar e eu tinha a bênção da juventude... fiquei duro de novo e minha maior surpresa era que ela já tava super molhada...
naquele dia a gente transou 3 vezes e foi porque o telefone dela não parava de tocar... não por falta de vontade de continuar...
desde aquele dia a gente não parava de se encontrar no escritório dela. O risco de sermos descobertos era grande demais e excitante, aí ela melhorou pra um nível de atriz pornô expert em oral, e eu adorava como ela nunca aguentava mais de 5 minutos de oral ou dedos... Assim também passávamos tardes ou manhãs fugidos no apartamento dela, a paixão entre nós era elétrica. Cada movimento, cada gemido, cada suspiro era uma sinfonia de desejo. Ela, que sempre foi tão controlada, se deixava levar pela intensidade do momento sempre. E eu, que nunca me senti tão vivo, amava ela e um dia ela falou de amor...

Depois daquela primeira declaração de amor, a gente não conseguiu ficar longe um do outro. Nos encontrávamos em segredo, em qualquer lugar onde pudéssemos ficar sozinhos e já não era só sexo, eram debates filosóficos e de política econômica. Cada encontro era mais intenso que o anterior, uma mistura de desejo, paixão e uma conexão emocional que nenhum de nós conseguia explicar.

Ela começou a confundir os limites entre a vida profissional e pessoal. As aulas dela ficaram mais distraídas, e o relacionamento com o noivo começou a desmoronar. Eu, por minha vez, me sentia preso numa espiral de emoções contraditórias. Amava ela, mas também sabia que nossa relação era insustentável. Mesmo assim, não conseguia me afastar dela. Era como uma droga, um vício que consumia tudo. tudo ao seu redor.

Com o tempo, a relação ficou mais complicada. Valéria começou a depender emocionalmente de mim, confundindo o desejo físico com algo mais profundo. Eu, por minha vez, me sentia sobrecarregado pela intensidade de tudo. Sabia que não podia continuar assim, mas também não conseguia deixá-la.

Finalmente, tudo chegou a um ponto de ruptura. Valéria terminou o noivado, mas, em vez de encontrar a felicidade comigo, afundou numa espiral de confusão e dor. Tentei ajudá-la, mas já era tarde demais. Nossa relação, que tinha começado como um jogo de sedução, tinha se tornado tóxica para nós dois.

Um dia, ela me levou a um restaurante onde estavam duas primas da idade dela e, pra resumir, fizeram ela enxergar os 8 anos de diferença e que ela era de família rica e eu... bom, não à toa nossa música era "El lado oscuro" do Jarabe de Palo.

P.S.: anos depois, ela deu aula pra quem foi minha esposa, hoje minha falecida esposa... não foi nada fácil...

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