Onze anos depois… (VI)




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Compêndio IIISOBRE SEMENTINHAS E FLORES…

Agora, não lembro exatamente em que dia isso aconteceu, mas deve ter sido por volta da metade de janeiro (chegamos no dia 10 e nossa estadia foi longa), porque a Pamela ainda não tinha chegado e faltava mais ou menos uma semana e pouco para o aniversário da Marisol.

Mas se me permitem dar um breve contexto da minha situação naquela época, a questão com o Victor na empresa me deixou sem forças, mas a Edith (a CEO da minha filial) me deu carta branca para tirar o tempo que eu quisesse para descansar. A Sarah, minha advogada, seguiu com minha ação particular contra o ex-conselheiro do prefeito (que, nesse ponto, depois do confisco das propriedades dele, era quase uma mera formalidade que, com sorte, me traria algum benefício) e eu continuava mantendo contato com a Emma pelas manhãs, já que a Karen e a Lily esperavam ansiosas pelas histórias para dormir (por estarem do outro lado do mundo), então eu acordava cedo para ligar para elas.

Foi depois de uma dessas ligações que me juntei a elas no café da manhã. O aroma de café, pães franceses torrados (prazer que a Marisol e eu sentíamos saudades constantemente) e ovo frito permeava o ar, prometendo o começo de uma excelente manhã de verão.

— Bom dia! — cumprimentei cordialmente as damas sentadas na cozinha.

O Jacinto já tinha tomado seu leitinho matinal e dormia no berço. Mas permita-me, caro leitor, descrever a “geografia feminina” que me esperava naquela manhã na cozinha.

Imaginem minha esposa voluptuosa, com seus seios cheios de leite materno, olhos verdes, cabelo liso até os ombros e seu rosto sensual de menina inocente, pura e casta, vestindo um babydoll de renda branca que realçava bem suas curvas e que, embora não fosse transparente, colava o suficiente em sua pele alva para tentar com sua magnificência.
Onze anos depois… (VI)Embora ela não fosse a única. Como mencionei antes, a impotência sexual de Guilherme e a falta de respeito por ele como homem quase não importavam para Verônica e Violeta, então elas praticamente dormiam de pijamas dignos de revistas adultas.

Então tente imaginar minha sogra, Verônica, uma mulher de 54 anos bem conservada, com um peito farto e macio, uma cintura moderada (ela emagreceu com o trabalho na confeitaria e provavelmente, com outros amantes), uma bunda redonda e carnuda, olhos verdes como os da minha mulher, cabelo castanho claro, lábios carnudos e sensuais, um nariz longo e elegante com um olhar provocante, felino e sedutor, vestindo um babydoll semitransparente verde, deixando à mostra um sutiã que parecia quase transbordar e uma calcinha fio-dental minúscula e justa, que mal escondia seus pelos pubianos e que, por trás, se perdia entre aquelas nádegas portentosas.
esposaE, por outro lado, estava Violeta, a irmã mais nova de 19 anos do meu rouxinol. Ainda com o cabelo tingido de preto até os ombros, caindo sobre eles como uma cascata desalinhada, marca de sua "rebelião contra o sistema", emoldurava seu rosto bonito e refinado, com seus enormes olhos verdes que brilhavam com uma curiosidade hipnotizante, um rosto caloroso e tímido, que ainda parece não perceber o impacto que causa nos homens. A genética da família da mãe a presenteou com uma figura generosa e curvilínea, com um peito natural enorme que tira o fôlego, enquanto sua cintura fina e bunda larga lhe dão uma silhueta de ampulheta que atrai todos os olhares. Vestindo um fino pijama amarelo de verão de duas peças, o tecido se ajustava perfeitamente à sua figura libidinosa, mostrando a quantidade certa de pele. Embora o estampado do pijama tivesse desenhos de flores pastel que combinavam com sua juventude, para um olhar atento era possível notar a forma de seus mamilos e o contorno da buceta entre suas pernas.MadrastraPor causa disso, insisto que o Guilherme deve ter sérios problemas de ereção pra não ser tentado por tamanhas gostosas todas as manhãs.

+Meu amor, chegou na hora certa pro café! – cumprimentou meu rouxinol, colocando um bifão pra fritar, soltando um cheiro intoxicante de carne que fazia meu estômago roncar. – A gente tava conversando com a Violeta… sobre sementinhas e flores.

Sorri um pouco, pensando como a gente tá tão acostumado a falar discretamente sobre sexualidade na frente das nossas pequenas, que ela sem querer acabou fazendo alusão ao tema, mesmo nossos pimpolhos estarem na casa dos meus pais.

Por sua vez, Violeta estava sentada à mesa de pernas cruzadas, parecendo ao mesmo tempo envergonhada e curiosa. Aproveitei pra olhar também pra minha sogra, que, mais desafiante, devolveu meu olhar com olhos travessos e cheios de arrogância, inspirando discretamente pra chamar minha atenção pro seu busto enquanto tomava seu café com um sorriso provocante.

-Bom, é importante pra ela se informar. – respondi à minha esposa, me concentrando na comida com um tom normal, tentando ignorar o efeito que estava sentindo ao apreciar aqueles 3 pares de peitos perfeitos no meu corpo. - Do que vocês estavam falando?

Verônica bateu a xícara dela na mesa de repente.

•Só que ela tem que ter cuidado. E que tem alternativas, como tomar a pílula, pra prevenir… qualquer acidente. – os intensos olhos verdes e as palavras da matriarca cravaram direto em mim, num tom solene que misturava profecia com ameaça.

Enquanto Marisol fritava, concordou com as bochechas coradas.

+É, exatamente isso! – Apoiou Marisol à sua mãe virando o bife com a espátula. – Falei pra ela que você sempre foi responsável comigo, mas que nem todos os homens são assim.

Me senti um pouco orgulhoso pelas palavras dela e mais uma vez, meus olhos vagaram pelas redondezas das curvas delas. Sempre me chamou a atenção a proximidade entre Marisol e a mãe dela, de poderem conversar de assuntos tão íntimos sem muitas dificuldades. Provavelmente, ter um pai e marido ausente como o Sérgio as forçou a se aproximarem para suprir essa falta, mas o fato é que as duas parecem dois lados da mesma moeda, igualmente lindas, gentis e atraentes por si só, a idade sendo a única diferença.

Me sentei à mesa, meus olhos hipnotizados pelas longas e torneadas pernas da Violeta. Ela se mexeu um pouco inquieta, seus shorts revelando parte de suas coxas redondas e macias. A ideia do corpo dela, ainda inexperiente, me deixou com o sangue quente.
infidelidade consentida- E o que você acha, Violeta? – Perguntei, tentando acalmar meu coração acelerado. – Você está pronta para sair com alguém?

Peguei ela desprevenida. Já estava tensa por ter que conversar sobre esse assunto com a mãe e a irmã. Mas, naquele momento, eu, com quem ela vinha flertando e dando mole nos últimos dias, me juntar ao interrogatório, acabou de inibir ela completamente.

❤️Não sei. – respondeu com um fio de voz. – Mas já não sou mais virgem…

Verónica suspirou, sem dar muita importância à afirmação da filha.

•Mas esse é o problema: ela acha que, se o cara usar camisinha, tudo vai ficar bem e sua esposa e eu continuamos dizendo que nem sempre é assim.

+Isso mesmo! – Acrescentou Marisol, ainda preocupada com a carne. – Lembra que nas primeiras vezes você estourava as camisinhas porque tem ele muito grande?

O frio silêncio sepulcral na cozinha foi interrompido pelo incessante chiado da carne fritando…

+Ou seja… – prosseguiu Marisol, nervosa. – Naquela época… nem ele nem eu sabíamos que era… bom… grande lá embaixo… (suas esmeraldas me olharam brevemente com puro amor) … nos demos nossas virgindades mutuamente… e bom… nossa primeira vez foi magistral.

Senti o calor nas minhas bochechas, lembrando daqueles primeiros encontros apaixonados e intensos onde expressávamos nosso amor. Sempre fui cuidadoso com Marisol, mas nossos desejos mútuos potencializaram os encontros a níveis insuspeitados, experiências intensas que nenhum dos dois conseguiu esquecer.
cunhadinhaOs olhos de Verônica me encaravam fixamente e eu conseguia ver a fome neles, uma testemunha silenciosa da veracidade das palavras da filha.

+ Lembra, mãe, daquela vez que perguntei se era normal sentir uma dorzinha quando fazíamos amor?

Verônica se engasgou com o café, baixando os olhos, sentindo-se completamente exposta diante de todos.

• Bom… achei que era porque você era virgem, Marisol. Pensei que era por serem suas primeiras vezes… – ela tomou um gole de café, para se livrar do constrangimento e ganhar coragem. – Mas quando você me contou do tamanho que ele tem…

Senti um calafrio ao ouvir suas palavras, já que a conversa estava tomando um rumo inesperado e sentia os olhos da mãe e da filha me queimando como um laser. Embora, como podem imaginar, minha esposa estivesse brilhando de orgulho.

• Ele tem ela maior, mais grossa e com uma cabeça mais avantajada que o seu pai… – esclareceu Verônica para Violeta, sem papas na língua, algo que nem precisava ser esclarecido.

Eu estava com o coração na garganta, minha ereção prestes a escapar da borda do pijama. Nunca tinha ouvido minha sogra falar assim em público, mas a pura carnalidade do assunto era intoxicante. Olhei para a pobre Violeta, cujas bochechas estavam completamente coradas e, ao sentir meus olhos sobre ela, desviou o olhar, brincando com os dedos.

• Pode ser que você não se lembre, filhinha, mas naquela época, meu casamento com seu pai já estava arruinado. – continuou Verônica. – Marisol tinha a mesma idade que você tem agora e imagine minha surpresa quando percebi que ela… estava tendo esse tipo de problema.

O olhar que minha sogra me deu após esse último comentário estava cheio de desejo e inveja. Não posso ignorar que meu pau deu uma pulsada, imaginando minha sogra cavalgando em mim como uma louca.

+ Mas não é só o tamanho, mãe. – prosseguiu Marisol, preparando-me um prato com ovos e bife, junto com pão crocante e torrado. – É o jeito que ele usa. Meu garoto é… super detalhista.

Tanto a mãe quanto a filha… Eles ficaram vermelhos com a honestidade pura do meu rouxinol, um leve tom de orgulho em suas palavras.

Tentei acalmar meu tesão me preocupando com a comida. Os ovos estavam perfeitos, a gema escorria deliciosa sobre o pão e o churrasco parecia impecável. Embora meu apetite se desfizesse diante da retórica gostosa da minha mulher.

"Ele sempre se certificava de que eu tivesse meu orgasmo…" – comentou Marisol, sentando-se à mesa e pegando minha mão, sua voz inocente como sempre. "E sempre se preocupava para que eu não sentisse tanta dor… ele é muito carinhoso com essas coisas."

Quase me engasguei com os ovos mexidos, minhas bochechas queimando em parte por vergonha e tesão. De fato, eu me certificava que Marisol aproveitasse toda vez que ficávamos íntimos, mas para mim ainda é chocante ouvi-la falar com tanta liberdade sobre o assunto na frente dos outros.

"E quando começamos a namorar e trocamos nossas virgindades, a gente começou a fazer em todo lugar…" – Marisol começou a enumerar impávida, enquanto eu ficava estupefato. "Fazíamos no meu quarto, na universidade, no parque, em motéis… até, mesmo que me dê um pouquinho de vergonha admitir… mas eu queria fazer o tempo todo com ele… mas vocês já o conhecem: ele é muito educado e cavalheiro… e o pobrezinho não tinha ideia de como ele é gostoso na cama.
Onze anos depois… (VI)O espanto da Violeta ao ver a irmã era quase engraçado, observando-a com surpresa e um pouco de inveja. Embora soubesse da importância do sexo, a maneira como a Marisol contava de forma tão apaixonada era comparável a ouvir uma história safada na internet. E os olhares rápidos que a Violeta me dava estavam carregados de uma curiosidade sobre se eu seria o amante atencioso e bem-dotado que tanto a mãe e a irmã dela garantiam.

+Lembro que na primeira noite que dormimos juntinhos, ele me fez gozar duas vezes... e não só isso. A língua morninha dele lambia meu botãozinho tão gostoso e o jeito que ele chupava minha buceta era o melhor. Além disso, o gosto do sêmen dele...
esposa• Marisol, não se desconcentre! – Verónica interrompeu a apaixonada dissertação da filha.

Marisol sorriu, reconhecendo seu erro.

+ Bom, mas tudo isso é verdade. E agora que a Violeta está começando a sair, ela precisa saber dessas coisas, né, meu amor? – minha esposa piscou para mim com malícia.

– Não sei, Marisol. – Respondi seco e mais contido, tentando me acalmar debaixo da mesa. – Não acho necessário que você dê o curso intensivo.

• Exato! – Verónica me apoiou. – Além do mais, eu só estava falando que a Violeta só confia usando camisinha.

Meu rouxinol fez uma careta de rejeição.

+ Bom, irmãzinha… concordo que você se cuide… mas eu, ainda não gosto de camisinhas. – comentou minha esposa fazendo um de seus beiços que tanto me fascinam.

Não sei se foi produto dos nervos ou o quê, mas minha esposa sentou ao meu lado, acariciando minha coxa e procurando meu calor, coisa que quando encontrou, Marisol deu uma breve carícia que me fez estremecer e um aperto suave que me deixou zonzo.

+ Agora eu te entendo, meu amor. – comentou Marisol em uma voz baixa, melosa e dengosa, mesmo que tivesse acabado de tirar minha alma. – Mas às vezes, eu teria gostado que você não usasse.

Foi então que Marisol começou a contar sobre as vezes em que nossa conexão parecia incompleta. Que as vezes que fazíamos amor usando camisinha, ela acabava se sentindo como se tivessem roubado parte da experiência e que naqueles tempos, eu era intransponível e, apesar de quanto meu rouxinol queria que fizéssemos no pelo, mesmo tomando anticoncepcionais, eu me apegava às minhas crenças…

+ Até o dia em que finalmente aconteceu… – disse Marisol com um sorriso misterioso nos lábios.

Minha respiração cortou. Eu sabia muito bem de que vez ela estava falando, a única vez que fizemos sem preservativo e a paixão descontrolada que vivemos naquele momento…

Verónica olhou para ela com curiosidade.

• O que você quer dizer? com "finalmente aconteceu"?

Marisol se espreguiçou na cadeira, sempre sorridente.

+Bom, - respondeu meu cônjuge com um tom arrogante. - a gente tinha brigado e eu estava chorando. Pedi pro Marco a gente fazer uma vez, só uma vezzinha, só pra experimentar... e a gente fez.

-E você engravidou das gêmeas. - Cortei o discurso dela.

O orgulho da minha calopsita quebrou na hora.

+Bom, eu estava muito triste pra ter lembrado de tomar a pílula naquele dia. - replicou Marisol corada.

-É, e você me convenceu a fazer sem camisinha também. - continuei relatando.

Ris um pouco lembrando daquela manhã. A gente tinha compartilhado um momento clandestino de pura paixão, um encontro na frente da própria prima da minha esposa que dormia na nossa cama, que nos levou ao nascimento das nossas gêmeas, um resultado inesperado e refrescante que nos uniu de forma definitiva e permanente.
Madrastra- Depois disso, a gente teve uma pequena ruptura. – continuei resumindo com uma voz calma. – Marisol não queria me contar que estava grávida e eu queria casar com ela, porque tinha conseguido um cargo no exterior e queria formar uma família juntos. Nos olhamos amorosamente, nossa "cagada" ainda nos mantinha vivendo a paixão do primeiro amor, mesmo depois de 10 anos de casados e já com nosso quarto filho juntos. • Entende agora por que eu quero que você comece a tomar a pílula? – Perguntou Verónica a Violeta, retomando as rédeas da conversa. – Existem poucos homens como o Marco que se preocupam tanto com a parceira como ele fez com a Marisol. Sério, não me incomoda que você goste de sexo. Eu também adoro, especialmente quando te comem bem. Mas só queremos que você se proteja. Nada mais. Verónica me deu uma breve olhada durante seu discurso, mas Violeta assentiu, compreendendo a situação. Nunca tinha estado diante da mãe e da irmã conversando com tanta liberdade e confiança sobre sexualidade, e pela forma como me olhava, ela estava tanto maravilhada quanto intimidada pelas histórias. Dava para notar nos desafiadores olhos verdes da minha cunhada o fogo do desejo e sua vontade de explorar comigo, mesmo eu sendo o marido da irmã dela. ❤️ E se eu encontrar alguém como o Marco? – perguntou Violeta com voz tímida, mas ao mesmo tempo desafiante, como se estivesse sondando a situação. – Alguém que me deixe com tesão só de olhar, que me trate bem e me faça sentir segura quando estou a sós com ele. Marisol e Verónica se olharam sorridentes, compreendendo sua preocupação, ignorando que Violeta me encarou ao dizer suas palavras. • Violeta. – Começou Verónica num tom maternal. – Você precisa ter cuidado. É jovem e falta experiência. É fácil se deixar levar pelos outros. Os garotos da sua idade são muito imaturos e nem todos os homens são tão responsáveis quanto o seu cunhado. + Mas eu não sei. – intercedeu Marisol com uma voz insegura. – Quer dizer, se você encontrar alguém como meu marido, eu não me preocuparia. Digo, um cara como ele sabe o que fazer na cama… e pra ser sincera, mana, quando eu estava com o Marco, me sentia segura, porque ele era meu melhor amigo… e eu tinha muita, muita vontade de explorar essas coisas com ele… então, se você encontrar alguém que você goste tanto quanto eu gosto do meu marido, eu te recomendo dar pra ele. Que você agarre essa oportunidade.

Notei aquele brilho quente e terno nas esmeraldas da minha esposa. Aquele brilho suave e nobre que eu não via há quase uma década. Não vou negar que as palavras dela me deixaram excitado e orgulhoso ao mesmo tempo, e o jeito que ela exaltava minhas virtudes era música pros meus ouvidos.
infidelidade consentidaNo entanto, também percebi o brilho diferente nos olhos de Verônica e Violeta...

Para elas, as palavras de Marisol soaram como se, indiretamente, dessem carta branca para elas mexerem comigo se quisessem.

❤️ Bom, se você pensa assim, eu também devia começar a tomar a pílula, né? – respondeu Violeta à irmã, mas sorrindo para mim de maneira provocante e animada.

Senti o interior da minha calça pulsar. Não podia negar a forma como aquelas esmeraldas inocentes buscavam meus olhos, o jeito que seus lábios rosados balançavam sensuais ao falar...

Como se silenciosa e discretamente buscasse minha aprovação, para que eu a guiasse nas tarefas das artes privadas da pele e do prazer.

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BÔNUS

Para a volta às aulas de Bastião, a dinâmica do trio dourado mudou surpreendentemente.

Após a queda de Victor de seu cargo como assistente do prefeito, a carreira de Emma tomou um rumo promissor. Reconhecendo seu talento para narrar histórias de forma profissional e emocionalmente impactante, o jornal onde ela trabalha lhe ofereceu uma posição mais estável, cobrindo matérias de caráter social e familiar. Este novo cargo se alinha perfeitamente com sua empatia e visão retrospectiva, permitindo-lhe explorar as experiências humanas de uma maneira que é tanto satisfatória quanto significativa. O aumento salarial é um benefício adicional, proporcionando-lhe maior segurança financeira.
cunhadinhaPara Isabella, a oferta de emprego de Edith como porta-voz da empresa veio com um adiantamento urgente para roupas, já que as autoridades confiscaram a maior parte de seu vestuário após a apreensão de seus bens. Assumir o novo cargo tem sido tanto desafiador quanto transformador, pois a forçou a se reinventar como uma figura corporativa com presença e autoridade, mantendo um orçamento apertado. No entanto, todos os sacrifícios valem a pena toda vez que ela volta para a casa de Emma, onde Lily a recebe com abraços e beijos cheios de admiração pela mãe.Onze anos depois… (VI)Mas talvez a maior surpresa que nós três tivemos veio dos lábios da Aisha, cujo relacionamento com o David reacendeu a novos níveis depois da última viagem no mar.

Ficamos de queixo caído ao descobrir que a Aisha foi a única mulher a bordo de um navio cargueiro com uma tripulação de 30 homens, durante uma travessia que durou 72 dias...
esposa


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