Acabei de fazer 24 anos, casei há quatro, tenho uma filha de 2. Sou morena, e realmente acho que sou muito gostosa, é isso que os homens me fizeram sentir ao longo dos anos. Meu marido se chama Ale, nos conhecemos no trabalho, ele era um amante especial pra mim, fazia amor de um jeito quase selvagem, me dava a ideia de uma fera toda vez que a gente transava. Com o tempo, descobri que essa fúria tava ligada às discussões que ele tinha com o pai dele, e com o passar do tempo, algo aconteceu nessa relação e pareceu que Ale se sentiu derrotado, humilhado. Ale trabalha com sistemas, e ultimamente começou a ficar mal, essa situação com o pai dele piorou e acho que ele se considerou finalmente derrotado. Negligenciou o trabalho e também me negligenciou. Acabou perdendo o emprego. Não quer trabalhar em outra área, fica em casa e já nem procura mais, então eu sustento a casa e ele. O mais terrível pra mim é que ele não tem mais desejo sexual, ou quando a gente vai concretizar, ele fica deprimido e perde a ereção. Costumo me masturbar bastante, mas sinto que não é o suficiente, preciso sentir um homem, me sentir mulher. É isso, sou jovem, na empresa comecei a me arrumar mais, usava roupas mais justas, calcinhas fio-dental menores, estava, talvez sem perceber, à procura, precisava me sentir mulher, sentir um homem, mas acho que não me dava conta totalmente do que estava buscando naqueles momentos. Tava tão excitada que me apoiava no metrô, ultimamente era o único pau duro que eu podia sentir, quando me encostavam no metrô, nesses dias chegava excitada no escritório, ia pro banheiro, me refrescava um pouco e começava a trabalhar. O gerente do setor, Marcos, de uns quarenta anos, toda vez que passa me olha com atenção, sinto como se ele percorresse meu corpo, sinto o olhar dele e é como uma carícia que demora mais nos meus peitos e na minha bunda. Muitas vezes vou ao banheiro me masturbar pensando nele. Às vezes nossos olhares se cruzam e eu Olho provocativamente e desvio o olhar, num gesto bem ensaiado, que acho que deixa ele ainda mais excitado. Uma noite, servi o jantar pro meu marido e pra menina e fui me deitar. Comecei a me masturbar, pensando no Marcos o tempo todo. Aí o Ale entrou, me irritou a interrupção, pediu desculpas e fez todo um drama, dizendo que era culpa dele, que já não me comia mais, isso e aquilo. Pedi pra ele sair e fechar a porta, me masturbei bem devagar pensando no Marcos.
Finalmente, um desses dias, o gerente me chamou no escritório dele. Disse que realmente me parabenizava, que sabia que meu marido tava desempregado, que toda a responsabilidade caía sobre mim, mas que eu nunca fraquejava. Queria me oferecer o cargo de secretária dele e, obviamente, melhorar meu salário. Falei que adoraria, precisava do dinheiro. Naquela noite em casa, anunciei pro meu marido, ele me parabenizou. Tive sonhos muito eróticos onde o chefe me acariciava.
Meu trabalho ficou muito mais confortável, tinha uma sala ao lado do escritório do chefe. Ele era um homem casado, a esposa dele tinha uns trinta anos, sempre fazendo compras, academia, típica patricinha que não sabe o que fazer da vida e gasta dinheiro à toa. Não tinham conseguido ter filhos ainda.
Com o tempo, comecei a usar só saias, cada vez mais curtas e justas. Meu marido notou minha mudança e perguntou o motivo. Falei que queria me sentir bonita. Olhei fixo nos olhos dele: "Faz seis meses que não transamos. Se algum homem chegar em mim, não vou recusar." Ele ficou em silêncio, depois disse:
— Tem alguma coisa com seu chefe...?
— Por enquanto não... só olhares por enquanto... acho que não devíamos falar dessas coisas, né...?
— Você tem razão... me desculpa...
Eu pensei que ele fosse ficar bravo, fazer uma briga, talvez acordasse o desejo dele.
No escritório, o chefe notava minha mudança. Cada vez mais, os olhares dele ficavam mais quentes. Eu, toda vez que levava algo pra sala dele, ficava parada do lado dele e me sentia excitada, cheia de desejo.
Um dia ele disse:
— Você tá mais arrumada, parece que tá... —Melhor, se não te importa que eu pergunte, tá melhor a relação com teu marido...?
—Não, infelizmente não... eu me arrumo porque quero sentir que ainda sou desejável, que algum homem pode gostar de mim...
Foi como um gatilho na situação, a mão dele subia pelas minhas pernas e acariciou minha bunda e depois puxou a tanga pro lado e enfiou os dedos, que delícia, sentiu o quanto eu já tava molhada, tirou os dedos e chupou. Ele se levantou, foi até a porta e trancou a porta do escritório, abaixou o zíper da calça e puxou o pau dele que tava bem duro. Se aproximou de mim, que tinha me colocado na frente da mesa esperando ele, eu tinha levantado a saia deixando ver minhas pernas e minha buceta por baixo da tanga. Ele chegou perto sem dizer nada e me beijou, ele tava com um tesão acumulado fazia um tempão e dava pra perceber, me acomodou em cima da mesa, enquanto libertava meus peitos do sutiã, brincava com a ponta do pau dele por cima do tecido da minha tanga, eu puxei logo pro lado.
—Mete em mim, por favor... preciso de pau...
O desgraçado ficou brincando um tempão e depois enfiou de uma vez, que sensação estranha e maravilhosa, apertei ele com minhas pernas rodeando a cintura e a bunda dele, me ofereci bem aberta pra ele que me beijava e me comia gostoso e sem parar, ele pegou um ritmo violento, enquanto alternava entre morder meus peitos e meus lábios, chupava e mordia sem parar, eu tentava não fazer barulho, me incomodava que alguém pudesse descobrir.
—Que bom ter você assim... adoro... você é uma delícia... e que molhadinha você tá...
—Gosto do teu pau... parece que foi feito pra mim...
—Como que teu marido não te come...? Ele deve estar muito doente mesmo...
—Mas se você me ajudar, vou conseguir ajudar ele... aguentar ele por mais tempo... eu precisava de um pau bom pra ficar mais forte...
—Tô quase gozando... você se cuida...?
—Sim, tenho um diu... enche minha buceta de porra... sinto falta de sentir isso...
Senti os jatos daquela ferramenta poderosa, e as paredes da minha buceta apertando ele não queriam deixar sair, ficamos ali. nos beijando até que a ereção dele foi diminuindo e o pau dele saiu de dentro de mim.
Ajeitei a calcinha fio-dental e fui rebolando até meu escritório.
—Estou no meu escritório, para o que precisar, chefe...
A tarde passou voando, cheguei em casa relaxada, como não me sentia há muito tempo. Ale me olhou, obviamente desconfiou de algo, mas não disse nada. Jantamos em silêncio, a pequena me contou sobre uns desenhinhos que tinha feito. Ale disse: —Parece que você teve um bom dia hoje...
—É, acontecem coisas que a gente meio que procurava e não sabia bem se iam rolar ou não... mas tudo chega...
—Você parece bem...
—Sim... me sinto bem, vou tomar um banho e deitar.
Joguei a calcinha fio-dental suja com restos de porra no cesto de roupa suja, tomei banho e fui dormir. Acordei de madrugada sem saber que horas eram, vi a luz do banheiro acesa, espiei e Ale estava se masturbando com a minha calcinha. Entrei e fiz um barulho com a garganta, que quase matou ele de infarto.
—Não, espera, não sei o que tá acontecendo comigo, me desculpa... — e um monte de palavras sem sentido saíram da boca dele.
Eu olhei fixo nos olhos dele:
—Continua com o que tava fazendo, vai... vamos... — meu tom foi autoritário e notei que aquilo fez ele recuperar a ereção. — Percebeu... a calcinha tá suja, né? — ele se punhetava devagar e em silêncio. — Te fiz uma pergunta...? — e com outra voz, o tom autoritário parecia se conectar com a dureza do pau dele.
—Sim...
—O que tem... meus fluídos...?
—Não...
—Então...
—É porra... de outro...
—E isso te excita...
—Sinto uma pontada no peito de dor, mas ao mesmo tempo tô muito excitado...
Me aproximei dele, tirei as mãos dele, peguei minha calcinha e enrolei no pau dele. Comecei a punhetar ele, me sentindo irritada com toda a situação, ter que ter procurado um macho em outro lugar, ele não me comer e ficar se masturbando, eu também tava com uma mistura de sentimentos.
—Então você gosta que outro me coma...? — ele não respondeu, não precisava. Agora sim comecei a punhetar ele devagar, o pau dele tava duro como não sentia há muito tempo. — Foi o chefe... primeira vez... claro que não a última... e cada vez vai ser mais frequente... vou te avisar quando for chegar tarde em casa... você vai saber que não tô trabalhando... que a gente tá transando no escritório ou num hotel... mas você vai saber... tenta não bater uma... vou trazer a calcinha fio dental suja... pra você bater punheta... cada dia mais vou ser a mulher do chefe...
- Você gosta que eu seja a mulher do meu chefe?
- Tô com muito medo...
- Faz bem... - e o pau dele cuspiu jatos de porra no chão do banheiro, lavei as mãos, e falei limpa tudo antes de dormir e fui pra cama, me deitei com a bunda virada pra ele.
Quando ele veio pra cama, senti que ele encostava o pau bem duro de novo, me chamou a atenção, mexi a bunda provocando, ele pegou a tira da calcinha fio dental, tirou da bunda e enganchou o pau nela, o pau dele esfregava meus glúteos, senti a excitação dele crescer, fiz minha melhor cara de cansada e irritada, virei o rosto e falei,
- Dorme, amor... eu trabalho amanhã...
Ele pediu desculpas e virou de costas. Adorei deixar ele excitado e frustrado. Vou ter que ver um psicólogo, pensei, e dormi.
Finalmente, um desses dias, o gerente me chamou no escritório dele. Disse que realmente me parabenizava, que sabia que meu marido tava desempregado, que toda a responsabilidade caía sobre mim, mas que eu nunca fraquejava. Queria me oferecer o cargo de secretária dele e, obviamente, melhorar meu salário. Falei que adoraria, precisava do dinheiro. Naquela noite em casa, anunciei pro meu marido, ele me parabenizou. Tive sonhos muito eróticos onde o chefe me acariciava.
Meu trabalho ficou muito mais confortável, tinha uma sala ao lado do escritório do chefe. Ele era um homem casado, a esposa dele tinha uns trinta anos, sempre fazendo compras, academia, típica patricinha que não sabe o que fazer da vida e gasta dinheiro à toa. Não tinham conseguido ter filhos ainda.
Com o tempo, comecei a usar só saias, cada vez mais curtas e justas. Meu marido notou minha mudança e perguntou o motivo. Falei que queria me sentir bonita. Olhei fixo nos olhos dele: "Faz seis meses que não transamos. Se algum homem chegar em mim, não vou recusar." Ele ficou em silêncio, depois disse:
— Tem alguma coisa com seu chefe...?
— Por enquanto não... só olhares por enquanto... acho que não devíamos falar dessas coisas, né...?
— Você tem razão... me desculpa...
Eu pensei que ele fosse ficar bravo, fazer uma briga, talvez acordasse o desejo dele.
No escritório, o chefe notava minha mudança. Cada vez mais, os olhares dele ficavam mais quentes. Eu, toda vez que levava algo pra sala dele, ficava parada do lado dele e me sentia excitada, cheia de desejo.
Um dia ele disse:
— Você tá mais arrumada, parece que tá... —Melhor, se não te importa que eu pergunte, tá melhor a relação com teu marido...?
—Não, infelizmente não... eu me arrumo porque quero sentir que ainda sou desejável, que algum homem pode gostar de mim...
Foi como um gatilho na situação, a mão dele subia pelas minhas pernas e acariciou minha bunda e depois puxou a tanga pro lado e enfiou os dedos, que delícia, sentiu o quanto eu já tava molhada, tirou os dedos e chupou. Ele se levantou, foi até a porta e trancou a porta do escritório, abaixou o zíper da calça e puxou o pau dele que tava bem duro. Se aproximou de mim, que tinha me colocado na frente da mesa esperando ele, eu tinha levantado a saia deixando ver minhas pernas e minha buceta por baixo da tanga. Ele chegou perto sem dizer nada e me beijou, ele tava com um tesão acumulado fazia um tempão e dava pra perceber, me acomodou em cima da mesa, enquanto libertava meus peitos do sutiã, brincava com a ponta do pau dele por cima do tecido da minha tanga, eu puxei logo pro lado.
—Mete em mim, por favor... preciso de pau...
O desgraçado ficou brincando um tempão e depois enfiou de uma vez, que sensação estranha e maravilhosa, apertei ele com minhas pernas rodeando a cintura e a bunda dele, me ofereci bem aberta pra ele que me beijava e me comia gostoso e sem parar, ele pegou um ritmo violento, enquanto alternava entre morder meus peitos e meus lábios, chupava e mordia sem parar, eu tentava não fazer barulho, me incomodava que alguém pudesse descobrir.
—Que bom ter você assim... adoro... você é uma delícia... e que molhadinha você tá...
—Gosto do teu pau... parece que foi feito pra mim...
—Como que teu marido não te come...? Ele deve estar muito doente mesmo...
—Mas se você me ajudar, vou conseguir ajudar ele... aguentar ele por mais tempo... eu precisava de um pau bom pra ficar mais forte...
—Tô quase gozando... você se cuida...?
—Sim, tenho um diu... enche minha buceta de porra... sinto falta de sentir isso...
Senti os jatos daquela ferramenta poderosa, e as paredes da minha buceta apertando ele não queriam deixar sair, ficamos ali. nos beijando até que a ereção dele foi diminuindo e o pau dele saiu de dentro de mim.
Ajeitei a calcinha fio-dental e fui rebolando até meu escritório.
—Estou no meu escritório, para o que precisar, chefe...
A tarde passou voando, cheguei em casa relaxada, como não me sentia há muito tempo. Ale me olhou, obviamente desconfiou de algo, mas não disse nada. Jantamos em silêncio, a pequena me contou sobre uns desenhinhos que tinha feito. Ale disse: —Parece que você teve um bom dia hoje...
—É, acontecem coisas que a gente meio que procurava e não sabia bem se iam rolar ou não... mas tudo chega...
—Você parece bem...
—Sim... me sinto bem, vou tomar um banho e deitar.
Joguei a calcinha fio-dental suja com restos de porra no cesto de roupa suja, tomei banho e fui dormir. Acordei de madrugada sem saber que horas eram, vi a luz do banheiro acesa, espiei e Ale estava se masturbando com a minha calcinha. Entrei e fiz um barulho com a garganta, que quase matou ele de infarto.
—Não, espera, não sei o que tá acontecendo comigo, me desculpa... — e um monte de palavras sem sentido saíram da boca dele.
Eu olhei fixo nos olhos dele:
—Continua com o que tava fazendo, vai... vamos... — meu tom foi autoritário e notei que aquilo fez ele recuperar a ereção. — Percebeu... a calcinha tá suja, né? — ele se punhetava devagar e em silêncio. — Te fiz uma pergunta...? — e com outra voz, o tom autoritário parecia se conectar com a dureza do pau dele.
—Sim...
—O que tem... meus fluídos...?
—Não...
—Então...
—É porra... de outro...
—E isso te excita...
—Sinto uma pontada no peito de dor, mas ao mesmo tempo tô muito excitado...
Me aproximei dele, tirei as mãos dele, peguei minha calcinha e enrolei no pau dele. Comecei a punhetar ele, me sentindo irritada com toda a situação, ter que ter procurado um macho em outro lugar, ele não me comer e ficar se masturbando, eu também tava com uma mistura de sentimentos.
—Então você gosta que outro me coma...? — ele não respondeu, não precisava. Agora sim comecei a punhetar ele devagar, o pau dele tava duro como não sentia há muito tempo. — Foi o chefe... primeira vez... claro que não a última... e cada vez vai ser mais frequente... vou te avisar quando for chegar tarde em casa... você vai saber que não tô trabalhando... que a gente tá transando no escritório ou num hotel... mas você vai saber... tenta não bater uma... vou trazer a calcinha fio dental suja... pra você bater punheta... cada dia mais vou ser a mulher do chefe...
- Você gosta que eu seja a mulher do meu chefe?
- Tô com muito medo...
- Faz bem... - e o pau dele cuspiu jatos de porra no chão do banheiro, lavei as mãos, e falei limpa tudo antes de dormir e fui pra cama, me deitei com a bunda virada pra ele.
Quando ele veio pra cama, senti que ele encostava o pau bem duro de novo, me chamou a atenção, mexi a bunda provocando, ele pegou a tira da calcinha fio dental, tirou da bunda e enganchou o pau nela, o pau dele esfregava meus glúteos, senti a excitação dele crescer, fiz minha melhor cara de cansada e irritada, virei o rosto e falei,
- Dorme, amor... eu trabalho amanhã...
Ele pediu desculpas e virou de costas. Adorei deixar ele excitado e frustrado. Vou ter que ver um psicólogo, pensei, e dormi.
6 comentários - cuando mi marido se deprimio paso esto