Don Benigno: O Vovô Tarado

Dom Benigno é um industrial gostoso, que aparentemente é um exemplo de virtudes, dono de uma grande empresa, mas se aproveita de qualquer oportunidade para abusar das funcionárias ou das esposas dos empregados. E foi exatamente isso que aconteceu com José. Um jovem executivo que tinha acabado de começar a trabalhar na companhia de Dom Benigno. José era recém-casado com Mari, uma garota de apenas vinte anos, mas dona de um corpo escultural que qualquer rainha da beleza invejaria. Não faltava nada nela, e além disso, sua graça juvenil a tornava ainda mais atraente aos olhos da maioria dos homens. Dom Benigno não conhecia bem seu novo gerente de uma das fábricas, até que, por causa de um chamado de emergência familiar, José apareceu acompanhado de sua linda e jovem esposa. O velho, como alguns funcionários o chamavam, não pretendia ficar muito tempo, mas ao ver a moça, ficou com vontade de que aquela mulher gostosa fosse dele, ou pelo menos transar com ela uma vez. Então, ele deu um jeito de se aproximar dela sem levantar suspeitas sobre suas intenções. A melhor ideia que teve foi pedir para ser apresentado a José, e a partir daí, convidou os dois para a mesa dele, onde não parava de elogiar o jovem gerente. José, por sua vez, se sentiu super honrado por o dono da fábrica estar fazendo tantos elogios a ele. O próximo passo no plano de Benigno era convidá-los para passar um fim de semana na sua casa de campo chique. Era um truque que nunca falhava: com José e a mulher na casa, ele receberia uma ligação urgente da fábrica, teria que sair correndo da reunião, mas, por causa da emergência, precisaria ir direto para a fábrica. E, por coincidência do destino, o helicóptero da empresa estava na propriedade com o piloto pronto para decolar. O detalhe é que aquele modelo só tinha dois lugares: o do piloto e um só para passageiro. Depois de uma breve conversa, Benigno disse ao funcionário que não se preocupasse com a esposa, que assim que resolvesse a situação, daria ordens ao piloto para trazê-lo de volta à fazenda, e assim ele poderia continuar aproveitando o fim de semana. Diante dessas ofertas, e da chance de mostrar ao chefe do que era capaz, José conversou um pouco com Mari, deu um beijo carinhoso de despedida e partiu no helicóptero rumo à fábrica. O helicóptero nem tinha sumido no horizonte quando Dom Benigno mandou o mordomo tirar o resto do dia de folga, fez o mesmo com a cozinheira e mais uns empregados que trabalhavam na casa. Mari estava aproveitando um banho de sol na piscina quando o velho se aproximou e disse: "Vem comigo pro quarto, tô morrendo de vontade de te comer gostoso." A jovem não acreditou no que ouvia, ficou paralisada sem saber o que dizer. Até aquele momento, ela achava que Dom Benigno era um cavalheiro completo, já que nem sequer tinha notado um olhar inadequado ou algo que a fizesse desconfiar das intenções que ele estava mostrando agora. Como Mari não respondeu, ele repetiu quase a mesma coisa, mas disse que se ela preferisse, podiam fazer ali mesmo, que pra ele tanto fazia. Foi quando a garota reagiu, indignada com a proposta do chefe do marido. Ela xingou Benigno de tudo quanto era jeito que vinha à cabeça na hora, mas o que mais irritava Mari era a calma assustadora que o homem mostrava diante da atitude dela. Ameaçar contar pro marido José não preocupava ele nem um pouco. Depois que Mari desabafou sua raiva, Benigno disse: "Olha, Mari, me deixa te chamar assim? E se não, foda-se, as coisas funcionam do seguinte jeito: um dos fatores que vai permitir que seu marido continue trabalhando pra mim... Firma, tu tem isso entre as pernas, outro desses elementos você tem no seu cu, e um terceiro elemento você tem na sua boca, isso sem contar como você se comporta comigo, e com certeza que tão bom empregado é o José. Pelo que eu sei, é o primeiro emprego dele, onde ele tá ganhando um salário alto, sem contar com a participação nos lucros anuais e os outros benefícios extras.

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