Férias no Brasil Parte 2

aqui vai a segunda parte dessa história


espero que vocês curtam tanto quanto a primeira




OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS DE VOCÊS


POR ME LER


JÁ SABEM, SE ELES ME SEGUEM, EU SIGO ELES


E, PRINCIPALMENTE, OBRIGADO PELOS PONTOS.


CADA PONTO É O QUE ELAS CURTIRAM












No dia seguinte fomos mais tarde pra praia, primeiro compramos umas coisas pra casa, chegamos e lá estava o Alex como se estivesse nos esperando, a gente se cumprimentou e bateu um papo sobre o que tinha rolado, tomamos umas cervejas e a Laura convidou ele pra ir em casa.




Alex queria ir, mas tenho que ver um amigo. Dá pra deixar pra amanhã?


Laura, tem love sim, por que você não vem com ele? Preparei umas pizzas.


A ideia de ver ela dando pra dois negros quase me fez endurecer a pica e eu assenti falando


Bom, o convite tá feito, esperamos vocês no apartamento se quiserem vir e curtir.


Alex, se for como ontem, a Laura vai se divertir pra caramba, igual a você.


Laura, por isso mesmo vou esperar por eles.


O Alex foi embora e a gente também. Já no apartamento, arrumamos tudo e continuamos tomando uma cerveja.


Amor, você sabe que os dois vão te comer, não é verdade? Você vai dar conta deles?


Laura, meu céu, se eu não posso estar com você pra me ajudar, são as melhores férias da minha vida, vamos aproveitar bem, meu bem.


Já estava escurecendo quando o Alex chegou com o amigo dele, nenhum dos dois perdeu tempo. Depois do cumprimento, começaram a brincar com a Laura e, antes que eu percebesse, já tinham ela na cama. O Alex tava comendo ela e o amigo dele tava fazendo ela chupar a rola dele, era tão grande quanto a do Alex. Não consegui me segurar, comecei a bater uma e assim pude ver a Laura engolindo duas picas enormes ao mesmo tempo, enquanto ela gemia tendo orgasmos e se contorcia, me mostrando como tava sofrendo aquela comilança. Tinha certeza que era a primeira vez dela fazendo um duplo, e mesmo que ela tava gozando igual uma gata, de verdade ela tava sofrendo, não era pra menos — tinha uma rola enorme enfiada no cu dela e outra igual na buceta dela. No final, pude ver como os dois dominaram os buracos dela até ficarem exaustos. Aí deixaram ela na cama e, enquanto ela se contorcia, eu servi cerveja pra eles. Foi então que o Alex me mandou limpar ela. Eu quis pegar uma toalha, mas ele ordenou que eu lambesse. Hesitei em fazer, mas não tive escolha. Me ajeitei e dei um bom boquete nela. Tava nessa quando ouvi o Alex falando com o amigo dele.


Alex, viu, te falei, o corno também quer pica, olha que rabo gostoso que ele tem


Senti uma rola se esfregando na minha bunda.




Não, não, não, isso aí não, continuem com ela, comigo é que não.


Pela primeira vez falei com firmeza, foi assim que me colocaram de lado e meteram nela de novo até ficarem exaustos. Tomaram um banho e, depois de receberem o dinheiro, foram embora. Minha putinha ficou bem cheia, mas frustrada — ela queria a todo custo me ver enrabado por aquele pau preto. Então prometi que na próxima vez faria. Só faltavam dois dias pra gente voltar. Foi assim que, naquela mesma noite, a Laura preparou meu cu, enfiando dedos e outras coisas, enquanto dizia que queria me ver viado. Aos poucos, fui gostando da ideia. No dia seguinte, de manhã, conversamos sobre isso no café da manhã.


Laura, bebe, eu já realizei minha fantasia, embora não por completo.


Já sei, tu quer que um preto me arrebente a buceta.


Laura, meu céu, e você também quer a mesma coisa, quem consegue resistir a essas rolas? Só espero encontrar o Alex e o amiguinho dele, mas sabe de uma coisa? Tudo dói em mim e eu adoro isso, mas o que mais me agrada é cumprir as ordens do macho negro.


A verdade é que te entendo, eles são muito autoritários, mas mesmo assim, se hoje a gente encontrar o Alex e trouxer ele pra casa, eu me entrego, mesmo com tudo isso.


Laura, você vai ver, meu amor, como vai adorar receber ordens e cumpri-las. Sentir essa sensação de ser dominada te dá um prazer divino que te faz gozar muito forte. Você viu ontem à noite como me obrigaram a entregar minha buceta.


Sim, amor, com você fizeram o que quiseram, mas também vi como doía quando aqueles dois negões te comiam ao mesmo tempo.


Laura, olha, como te explico... sei que parece loucura, mas essa dor é o que eu quero e é o que me faz gozar igual uma coelha. E depois disso, quando você sente a dor pelo que te fizeram, só quer que te usem de novo. Você viu, na segunda vez quase não doeu, foi só prazer. Com você vai ser igual. Ontem à noite, quando preparei sua buceta, sei que doeu, e mesmo assim você queria mais. E tenho certeza de que, se eu fizer agora, não vai doer. Pelo contrário, você vai gozar desejando que realmente doa. Mas não quero ser eu. Com o Alex, sei que vai ser muito melhor. Agora vamos arrumar tudo e ir pro mercado.


Fizemos isso e, sem perceber, o tempo passou. Quando chegamos na praia, muitos já estavam indo embora. Voltamos pro mesmo lugar. Eu tava confuso: por um lado, queria que o Alex aparecesse, mas por outro, tava com medo. Sabia que aquele preto ia arrebentar meu cu igual fez com a Laura, e o que mais me excitava era imaginar que em nenhum momento ele ia ser doce ou carinhoso comigo, mas sim o contrário — e era isso que eu queria. Quando a gente tava saindo da praia, cruzamos com um preto que disse que o Alex tinha uma surpresa de despedida pra nós. Ansiosos, fomos pra casa. Nós dois sabíamos que o Alex ia nos usar, e a gente tava voando de tesão. Já tinha escurecido quando o Alex chegou com os dois amigos dele. Ele exigiu comida e a gente começou a beber. Tudo parecia um encontro de amigos. Eu e a Laura estávamos esperando que eles partissem pra cima e que ele comesse ela de jeito violento, mas aparentemente essa não era a intenção deles.


Alex, então vocês já vão amanhã, que horas vocês viajam?


Perto do meio-dia, a gente pensava em comer antes de ir embora, a viagem é muito longa, mas essas férias foram uma delícia.


Alex e eles devem estar pensando em voltar, imagino, principalmente a puta da sua namorada, não é mesmo?
É isso que a gente mais queria, a verdade é que não só a gente se divertiu pra caralho, mas até mudou nossa vida, teu amigo falou que tu tinha uma surpresa de despedida


Alex sim, claro, uma festinha gostosa pras minhas duas vadias brancas, mas pra isso ainda tem tempo


Gostou das suas duas vadias brancas?


Alex, você vai acabar me pedindo pra te fazer de garotinha igual sua namorada e com prazer vou realizar seu desejo, olha que gostosa essa putinha tá e você morre de vontade de ser ela, não é mesmo?


É que é difícil não querer essa pica.


Alex me pediu pra te dar se é isso que você mais quer, seu destino de branquelo é ser um perdedor pra um preto, você não consegue resistir a isso, vai, quero ouvir você pedir.


O Alex tava com o pau na mão e não conseguia parar de admirar, sabia muito bem que se entregar ia doer, mas não conseguia evitar cair de joelhos pra ele, não tive coragem de falar uma palavra.


Alex, vai logo, branquinho, pede logo, até você pedir não vou deixar você fazer nada, age como minha putinha, porque agora ela já é minha, olha pra ela, olha bem como ela se entrega pra essas duas rolas, já tão levando ela pra cama.


Me virei e a Laura já tava nos braços dos dois negões, chupando as picas dos dois sem o biquíni. Um deles começou a chupar a buceta dela e isso a deixou louca, na hora ela começou a pedir pra ser comida, e eles fizeram isso mesmo.


Por favor, me deixa ser sua putinha essa noite, era isso que você queria ouvir?


Alex, é claro. Agora ajoelha na minha frente e chupa bem esse meu pauzão.


Eu fiz isso, lá estava eu de joelhos na frente do meu amo, chupando a pica dele exatamente como ele queria e tinha me ordenado. Desde aquele momento, me senti escravo dele, só podia obedecer aos desejos dele, e um deles foi chupar a pica dele até ele gozar na minha boca. O que o Alex mais curtia era me ver engolindo toda a porra dele, ele curtia o triunfo de vencer o cuck branquelo, e eu curtia ser vencido por ele. Depois de engolir a porra dele e mostrar como eu fazia, ele me mandou deitar no chão de barriga pra baixo, abriu minhas pernas e eu soube na hora o que viria. Pensei que meu cu tava preparado, mas percebi na mesma hora que não era a mesma coisa uns dedos no cu do que aquela pica preta enorme. Sofri cada milímetro dela enquanto entrava dentro de mim, não conseguia segurar as lágrimas, mesmo sem estar chorando.


Alex, relaxa, viado. Relaxa se não quiser que doa tanto. Entrega tua hombridade pra essa pica preta, maricona. Aceita tua derrota como macho, de agora em diante tu só serve pra me dar prazer. Relaxa, porque agora é que vai doer pra valer.


Fiz o que pude pra me soltar, mas mesmo assim sentia como a pica enorme dele abria caminho dentro do meu cu e quando chegou até as bolas, soube que tinha perdido. Alex começou a me comer com força e eu tava no inferno, minha bucetinha ficava mais apertada e comecei a sentir uma vontade enorme de soltar meu leite, mas não podia. A dor já não importava mais, foi sumindo e deixando o prazer crescer. Naquele momento, só pensava em gozar aquela pica até chegar a descoberta do prazer mais profundo: sentir os jatos de leite batendo dentro do meu cu arrombado. Isso fez valer a pena ter perdido. Alex tirou a pica do meu cu, senti um vazio me preencher como nunca. Fiquei ali, atordoado, procurando leite, me revirando no chão enquanto sentia o gozo dele escorrer do meu cu destruído. Quando finalmente consegui soltar umas gotinhas de leite, vi Laura sendo preenchida pelos três. Sentei na cadeira pra ver ela aproveitando as três picas e comecei a tomar uma cerveja enquanto me masturbava pra caralho. Quando gozei, fui ao banheiro e tomei um banho. Quando voltei, todo mundo tava tomando cerveja, já tinham acabado de dar prazer pra minha mina. Sentamos e continuamos comendo e bebendo. Dessa vez, a festa tinha sido um presente. Já de madrugada, os três foram pra casa com a promessa de voltar logo pra continuar curtindo. De manhã, arrumamos tudo e voltamos pra casa. Quando chegamos, depois de guardar tudo, mais relaxados, começamos a conversar. Foi aí que Laura confessou que não tinha se cuidado, que tinha esquecido as pílulas em casa e que com certeza ia ser pai de um neguinho. Não fiquei puto, isso que foi estranho. Ou nem tanto, sabia muito bem que o preto tinha vencido.



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