Se alguém pudesse contar em poucas palavras tudo que pode mudar uma vida em poucos dias, é quase impossível. Nossas férias em Florianópolis foram isso, uma mudança na nossa vida. Somos Gustavo e Sonia, eu com 36 anos, ela com 34, temos o Mateo de 2 anos, é nosso príncipe. Em janeiro de 2019, programamos nossas tão esperadas férias na maravilhosa ilha brasileira, muito conhecida pelos argentinos. Não quero entrar na parte onde nos descrevemos, porque, na real, eu sou normal: 1,80m, 84 kg, acho que sou bonito, embora ao lado da Sonia, minha mulher, digamos que eu dei sorte. Ela tem 1,70m, deve pesar uns 63 kg, muito bem proporcionada, mas a bunda e os peitos dela, principalmente depois da gravidez, são um capítulo à parte. Corpo lindo, peitos firmes, cintura fina e quadril largo, pernas bem torneadas. Nunca me canso de elogiar ela, muito melhor do que quando nos conhecemos há mais de 10 anos, os dois na faculdade. Naquela época, ela era muito tímida e usava roupas sempre um tamanho maior. Portanto, até que tive a sorte de ver ela pelada, nunca imaginei que tinha esse corpaço de gostosa. Cinturinha, quadril proporcionado, uma bunda redonda e empinada, e uns peitos que minha mão grande não conseguia cobrir inteiros. E depois que teve o Mateo, eles ficaram ainda maiores e mais lindos.
Na nossa vida já rotineira de ir trabalhar, passar na casa da minha sogra pra buscar o Mateo ou na da minha mãe, foder ou foder, hahaha, duas vezes por semana, uma delas nos sábados, como é de costume, fui percebendo que nossa vida sexual tinha caído na rotina clássica de casamento com mais de 7 anos de convivência.
Sou de jogar futebol duas vezes por semana e, no banheiro com os caras, fui percebendo que a natureza não tinha sido generosa comigo. Digamos que o tamanho da minha rola é uns 14 cm, normalzinha, eu diria. Do lado de alguns que comecei a olhar com mais atenção, digamos que tenho uma bem pequena, mas ninguém nunca reclamou, nem minhas ex-namoradas, nem a Sonia nunca insinuou nada sobre isso.
Mas minha cabeça começou a me enrolar com o fato de que uma mulher precisava de algo mais, já não queria só ser desejada. Precisava ter mais alguém em cena, minha nova mentalidade queria ver ela mamando uma rola. OUTRA rola, enquanto eu fico de longe vendo minha puta, sendo a puta da vez de outro. Claro que uma coisa era minha cabeça e outra a da Sônia, mas aos poucos, nas nossas preliminares e nos finais frenéticos, sempre algo puxava. Naquele momento, digamos que num casal de anos, tudo é permitido, até a fantasia mais doida. Como essa de outro comer ela na minha frente, mas como todos meus amigos cornos sabem, outra é a realidade do dia a dia. Aí eu me dizia: "Tá maluco, não?" ou "Quer uma puta de esposa?" ou coisas assim.
Até nossas tão esperadas férias brasileiras, aí mudou tudo. Digamos que o clima, o povo, o Brasil, sei lá, mas aquela tarde na praia foi um antes e um depois nas nossas vidas.
Calorão do caralho, eu de sunga normal, mas a Sonia com aquela fio dental que fica nela de matar. Nós dois largados na areia, de bruços, quase cochilando depois de um almoço gostoso regado a duas cervejas cada um, que já tinham deixado a gente meio grogue. Por sorte, o Mateu também tava dormindo debaixo do guarda-sol grandão que a gente comprou pra ocasião.
Ouvir gente falando argentino naquela praia brasileira não é nada fora do normal, claro que ficar rindo de besteira quase colado na gente, e não me deixar dormir que era o que eu queria naquele momento, já tava dando uma puta raiva. Estico a cabeça estando de bruços e vejo três caras que não passavam dos 20 anos, que tinham armado o guarda-sol a poucos metros da gente e, tomando provavelmente a décima cerveja, caíam na risada fazendo um barulho do caralho. Um deles me olhou, eu olhei com cara de poucos amigos e fiz sinal pra baixarem o volume, que o Mateo, que apontei, tava dormindo. Ele pediu desculpa com a palma da mão e fez os amigos também pararem de gritar.
Continuei minha soneca na praia, a Sonia nem percebeu, porque já tava no quinto dos sonhos. Mas não consegui mais dormir, então virei de lado pra olhar pra ela e, naquele exato momento, peguei o cara olhando a entreperna da minha esposa, que tava bem escarrapachada e com a tanga enfiada no cu. A posição onde eles tinham se sentado, uns quatro metros abaixo da gente, permitia que ele visse a buceta sem muito esforço, por causa da posição que a Sonia tava. E aí o estalo bateu na minha cabeça: outro marido olharia de um jeito que não daria vontade de continuar cheirando onde não devia. "Moleque atrevido", pensei. Mas não me perguntem por que, em vez de dar aquele olhar ameaçador lógico, eu sorri, como quem diz pra ele continuar olhando, que eu tava gostando do que ele fazia. Os outros dois amigos dele estavam de cabeça pra baixo, deitados olhando pro céu, e ele de bruços.
Meu primeiro arrepio nas bolas e minha mão que foi parar na bunda da Sonia dormindo, eu acariciei de propósito quase abrindo ela pra que nosso voyeur se deleitasse mais, a gente se olhou nos olhos de novo com um sorrisinho leve dos dois e não precisou mais nada pra ele sacar que aquele jogo tava me agradando, nessa posição, embora a bunda da my wife seja um poema, do jeito que tava era um convite pra cometer um crime, todo mundo sabe como é a bunda de uma mulher jogada na areia com uma fio dental enfiada no rabo, a da Sonia era muito mais e eu, sem ela perceber, tava abrindo ela pra que nosso novo vizinho, que era um cara, fizesse uma merecida punheta quando voltasse pro apartamento dele.
Mas não parou por aí, o cara também se virou de lado, dando as costas pros amigos, e me mostrou a ereção descomunal que tinha por baixo da sunga, confirmando o tesão que ele tinha ficado com o espetáculo que eu tava dando pra ele. A situação me excitou ainda mais, pela primeira vez na vida olhando pro pau de outro cara e me excitando com a bunda da minha amada esposa aberta pra ele assistir. A cerveja, por sorte, tinha deixado a Sonia grogue, que nem percebia o joguinho que eu tava fazendo com meu parceiro ocasional. Então continuei com a massagem e, num momento de tesão extremo, levantei a tira da sunga dele e puxei pra baixo, pra ele ver em todo esplendor os lábios da buceta. E aí rolaram duas coisas: primeiro, a Sonia acordou assustada, perguntando o que eu tava fazendo; segundo, meu vizinho rapidamente virou de bruços e fincou a estaca impressionante dele na areia, porque já tava batendo uma lentamente com a mão dentro do shortão de futebol que ele usava.
Expliquei pra Sônia que tava massageando ela e que fiquei muito excitado, mas não convenci ela totalmente. Ela também levantou a cabeça e viu os novos vizinhos, se virou já acordada. Tudo seguiu normal, até teve uns cumprimentos tímidos de longe pros três caras — depois a gente descobriu que, além do Martin, que tinha 20 anos (o tarado), os outros dois amigos tinham 19, e os três estudavam juntos.
Já caindo a tarde, me convidaram pra jogar uma pelada de futebol de praia com eles e mais uns caras, e claro que aceitei, porque adoro. Foi aí que a Sonia se levantou pela primeira vez, com o Mateo pela mão, pra levar ele até a beira do mar. Quando ela se levantou, os três ficaram de olho colado na bunda da minha esposa, que se mexia enquanto caminhava de um jeito sensual pra caralho em direção às ondas, com meu filho pela mão.
-epaa..... eu falei pra eles com um sorriso na cara... os olhos vão cair, devagar que é minha esposa kkkkkkk
-jajjajajj desculpa, mas te parabenizo, tua esposa tem um corpo de puta, jajajj, foi o que o Martin (o tarado) disse, que já tinha visto ela em todo seu esplendor
—é verdade, tive sorte mesmo, kkkk os outros continuavam de olho na bunda que já tava na beira, hipnotizados
—vamos, rapaziada, deixa a bunda da minha esposa em paz e vamos jogar.
Minha pose era a de um professor dando bronca nos alunos pra prestarem atenção no quadro. Levantamos e fomos pros outros jogadores que já tavam batendo bola.
No caminho, Martin se aproxima de mim e sussurra quase no meu ouvido:
— Valeu pelo show, por pouco eu não gozo.
Eu atinei a responder ela, —eu também respondi ela hehehe.
Enquanto a gente tava no auge do jogo, vejo que a Sonia já com o pareô e uns trecos me faz sinal que vai pro apê com o Mateo e me deixa o guarda-sol pra eu levar e uma cadeirinha de praia. Aceno pra ela e, de novo, o Martin chega perto de mim.
- te parabenizo, você tem uma mulherão, hehehehe me deixou com muito tesão hoje, essa noite vai ter punheta garantida no banho, hahahaha
-É pra isso mesmo, hoje à noite vou meter nela com mais vontade, hahahahaha
Vou descrever meus novos amigos. Como já contei, os três eram de Junín, província de Buenos Aires, e estudavam a mesma faculdade, Engenharia Agrícola, na mesma cidade. Martin, alto quase como eu, devia ter uns 1,78, mas com um corpo de academia, não muito definido, mas fibroso. E os amigos dele também: Lucas, 1,80, um pouco mais alto e mais magro que o Martin; e por último, Marcos, o mais baixo dos três, mas mais encorpado. Os três com um físico excelente. Nessa idade, é difícil ter um físico feio, né? Hahaha. Mas esses caras claramente se cuidavam e praticavam muito esporte. Eram muito agradáveis e pareciam bem educados, exceto o Martin, que já tinha sacado minha ficha e me tratava como um velho amigo de farra. A gente tinha, sem precisar falar, uma cumplicidade em algo que excitava nós dois. Quando estávamos indo embora, o Martin não se segurou mais e soltou a bomba.
-amanhã a gente pode terminar o que fizemos hoje, não acha? hehehe
—Porque não, tenho que dar uma dormida nela primeiro, hahaha
—Você não sabe o que você fez???
—se ela descobre, ela pede o divórcio, hahahaha é uma fantasia minha, de puro tarado que sou hehehehehe
-que fantasia gostosa, pode contar comigo se quiser continuar ela hahahaha
A gente se despediu e aí descobrimos que os dois tinha carro alugado, a só um quarteirão de distância.
Jantamos em casa, depois saímos pra caminhar, levar o Mateo nos brinquedos e a gente tomar alguma coisa ou um sorvete, como é de costume na rua principal. A Sonia tava toda glamorosa, com umas sandálias marrons que alongavam ainda mais ela e um vestido soltinho branco de verão. Bronzeada, era uma gostosa em potencial, e eu me exibindo com ela, percebendo todos os olhares que ela atraía com a beleza dela. Aquela bunda empinada que, com aquele vestido solto, era um poema de se ver.
Tava com uma caipirinha na mão, quando uns "oi" nas nossas costas fez a gente ver nossos amigos da praia, também com uma caipirinha. A gente se cumprimentou bem animados. Já tínhamos nos apresentado na praia, então foram beijinhos na Sonia e no Mateo, que brincava por perto com um balão novo.
Ficamos muito à vontade batendo papo sobre eles, a cidade deles, a carreira deles, os caras eram realmente muito legais. Tomamos mais uma caipirinha os cinco.
Já tinha passado mais de uma hora de boa conversa e a Sônia me fala que tem que levar o Mateo, que já tava pedindo pista. Pergunto pros caras o que eles iam fazer e eles me dizem que, se deixarem eles entrar essa noite, pensavam em ir pra balada da região, mas tinha tanta gente que eles eram bem discriminativos. Quem não falava português tinha menos chance de entrar, a não ser que fosse acompanhado por uma mulher. Contaram que na noite anterior fizeram uma fila de uma hora e foram barrados, a balada tava lotada e já não entrava mais ninguém, salvo exceções. Então hoje eles iam tentar a sorte de novo.
—Podia emprestar a Sonia pra gente? Com ela, com certeza a gente entra, tiro. —disse Martin, entre risadas de todos.
-Por mim não tem problema, pergunta pra ela, falei olhando pra ela e sorrindo.
- tão loucos, !!!!! kkkkkkkk eu não entro numa balada há anos, kkkkk vocês têm cada ideia.
Daleeee, Sônia, dá uma força pra gente, a gente entra e em uma hora ou menos você volta, é aqui a três quarteirões, qualquer coisa eu te acompanho se tu tiver medo.
Mas o que vocês estão dizendo????????? Eu sou uma mãe, tenho que fazer o Mateo dormir, nãooooo
- Se quiser fazer o favor pra ela, com você passa seguro, entram e você volta. Eu ponho o Mateo pra dormir. Vai, deixei ela animada.
Já estávamos convencendo ela, e isso me deixava com tesão. Minha esposa mostrar suas habilidades numa balada cheia de lobos me excitava ainda mais. Insisti pra ela fazer o favor pra eles. Depois de muito falar, ela só aceitou com a condição de que subiria pra colocar o Mateo pra dormir e que, depois que fizesse eles entrarem, voltaria — e não precisava ninguém acompanhar ela, porque naquela rua tinha muita gente a noite toda. Assim ficou combinado com eles: nós fomos pro nosso apartamento dormir com nosso filho, e os caras ficaram esperando ela lá embaixo.
Quando a gente tava lá em cima, ela me jogou na cara.
- Vocês tão malucos, me fazer ir com esses caras
—vai lá, não seja chata, coitados dos caras são gente boa, vão ficar de fora outra noite??, você sabe o que é não deixarem você entrar numa balada, eu na minha época já passei por isso e é muito ruim. faz o favor, toma alguma coisa e volta pra casa..
—Você me mete em cada enrascada!!!!, espera aí, deixa eu me ajeitar um pouco, que vou me maquiar pelo menos.
-É assim mesmo, gostosa, de matar.
- se só falta eu pegar algum cara essa noite kkkkk
- com esses três você já tá feita, kkkkk tão babando em você
— Vocês são loucos, podem ser meus filhos.
- se tivesse tido eles aos 14 anos, porque tão na faixa dos 20 os três, hahahahaha
—sabe a quantidade de mina da idade dela que deve ter na cidade de vocês? Os três são gostosos.
- é, mas uma beleza igual a sua não tem em muitos lugares.
e plantei um beijo nela, apertei a bunda dela e me despedi com um
Anda, ensina pra ela como se dança e se rebola essa bunda de gostosa que Deus te deu. hahaha
—Não vou nem dançar, entro, tomo alguma coisa e volto. Não dorme, que daqui a uma hora tô aqui.
- vai me contando pelo zap. como é que tá o rolê.....
Três da manhã e nada da Sônia, nem uma mensagem, já tava começando a me preocupar porque dormi e acordei com o barulho do celular, era ela com uma voz estranha, tipo de bêbada, me dizendo que ia com os caras tomar a última no apê dela e depois voltava — "eles vão comigo, fica tranquilo".
Queeeeeeeeeeeeeee, o que tinha acontecido?????'' minha esposa bêbada e indo tomar a última num apê de solteiros às 3 da manhã, isso na minha época e agora, era ir pra fuder, não podia ser, não sabia o que fazer, o Mateo não podia deixar sozinho, me deu um desespero, o que tinha acontecido naquelas três horas desde que ela saiu de casa com a promessa de voltar em uma hora???
A pior parte é que meu pau ficou duro como há muito tempo não ficava, o que estava acontecendo comigo? Me aquecia o fato de que minha esposa ia pra cama com três caras. Nãããão, não podia ser, com certeza era só um drink e em meia hora ela tava de volta, mas não, 4 da manhã e nada. A pior parte é que eu sabia o prédio onde esses caras alugavam, mas qual era o apartamento deles, não.
Não quero contar que naquela hora eu tava batendo a segunda punheta da noite, porque a Sonia apareceu com o Martin segurando ela pela cintura às 5 da manhã com uma cara de bêbada que eu nunca tinha visto.
—O que foi? A primeira coisa que perguntei, angustiado.
- é que a gente exagerou na bebida, a gente se divertiu pra caralho, subimos pra tomar a última e acabamos dormindo os três, desculpa Gustavo, foi nossa culpa, a gente forçou ela a beber demais
A essa altura, Sonia, sem dizer nada, entrou no banheiro e só se ouvia o chuveiro.
-esses caras não são de confiar, olha só, eu falei pra ele voltar rápido, ele sai meio-dia e volta às 5 da manhã, cê acha que ele fez o quê esse tempo todo??
-É sério, vou te contar?
—mas é, espera aí que vou ver como ela tá, e abro a porta do banheiro e lá está minha amada esposa sentada debaixo do chuveiro, com a água batendo na nuca, e atrás de mim o Martin espiando, também vendo ela pelada.
-que cê tá fazendo, que cê tá fazendo, cara que tá pelado!!!!!!!!!!!!!
- é que eu tenho que te contar uma parada, Gus
-Não me diga, Gus!!! Que porra aconteceu no teu apê?
—nada, mas na balada eu apertei ela e ela curtiu, já tava meio doida, mas puta merda, eu toquei o céu com as mãos, Gus. Ela é de acabar, mas até aí eu fui, hein.
-ahhh, são de terror, dou pra minha esposa pra ela fazer um favor pra vocês e você quer comer ela.
—eu e qualquer um dos três, se for uma gostosa, mas fica tranquilo que não rolou nada grave.
- como assim nada grave??? me conta e de novo meu pau fica duro
— Beleza, então a gente dançou, caipirinha vai, caipirinha vem, a gente foi ficando alegre, fizemos um sanduíche com o Lucas e ela começou a beijar a gente, ela, é, juro que foi ela que começou e a gente, imagina, hehehe, mas quando a gente tentava meter a mão, ela parava a gente. Daí, depois de um tempo, ela quis ir embora, mas a gente convenceu ela com o Lucas a levar ela pro nosso apê pra última. Quando ela topou, juro, como a gente tava muito bêbado os três, pensei que ia comer ela, mas ela não deixou, só mais chupões e carícias. A gente tava muito tarado e acho que ela também, só consegui tocar na buceta dela e ela agarrou minha pica. Isso foi um tempo atrás, quando a gente acordou, ou melhor, a gente acordou, como cê tá nos vendo agora? Hehehe, meio acordados, hehehe, a gente ainda tá meio bêbado, hahahaha.
-ahhhh mas isso é coisa de louco, vocês são uns degenerados......!!!!!!!!!!!!
- sim, mas você ficou de pau duro só de me ouvir, olha só você
O Martin já tinha me descoberto e eu não conseguia disfarçar o que tava rolando comigo, tava no fogo igual uma cabra, com a chance de outro comer a Sonia na minha frente. Minha fantasia!!!!
- uma coisa é a praia, outra é minha esposa chapada num apartamento com dois caras, não é a mesma coisa
—deixa eu dormir um pouco aqui, pode ser?
Tá maluco, onde cê quer dormir??
-na cama grande nós três, total. Acho que ela tá quase dormindo, nem percebe. Devagar a gente pode terminar o que começou na praia, vai lááááá- Cê tá louco, cara, quer comer minha mulher aqui??!!
- Bom, isso seria o auge, mas já que ela tá meio grogue, se você me mostrar a buceta, eu bato uma e durmo, fala aí, Gus
- Não me chama de Gus!!!!!!!!! Não sei, espera aí, vou ver como continua, embora o que você tá propondo me agrada
Vou ao banheiro e vejo que a Sonia ainda tá meio grogue, ajudo ela a terminar de se secar e falo
- Que noite, hein, mãe, não era pra você voltar em uma hora???
- Ah, não me fala, não bebo mais na minha vida, nem sei o que fiz, tô morrendo por uma cama, amanhã te conto, o Martin foi embora??
- Não, tá largado no sofá também meio dormindo, vou deixar ele aí, porque ir embora agora que o sol já tá quase saindo, vocês durmam, que quando o Mateo acordar, eu cuido.
- Ah, você é um amor, tô morta, depois te conto o que a porca da sua esposa fez, embora te conhecendo, com certeza você aprova tudo que eu fiz essa noite, quero morreeeeeeer
- Você comeu eles???
- Nãaaaaao, cê tá louco, mas chegou perto, bom, deixa eu ir pra cama que daqui a três horas ou um pouco mais você tem o Mateo acordado, depois te conto em detalhes.
Saímos do banheiro e o Martin não estava no sofá. Claro, ele ouviu tudo e se meteu na nossa cama se fazendo de dormido
- Deixa ele, olha como ele tá, igualzinho a você, esses pivetes!!!
- Onde eu durmo?
- Na cama, vamos nós três, eu deito um pouco de lado...............
- Cê tá louco, não, vou pro sofá, se eu deitar aí com o que rolou ontem, esse cara acorda e me viola.
- Epa, foi tão grave assim???
- Não sei, deixa eu clarear a mente e lembrar, mas quando eu te contar o que fiz ontem à noite, você com certeza bate uma, hahahaha, fica tranquilo que foram só beijinhos e uns amassos, o rapaz tá bem equipado, isso eu apalpei, hehehehe
Beijinhos sim, hehehe, chupões!!! Mas não falei nada, ele deitou meio sem vontade, mas quando encostou a cabeça no travesseiro, apagou, antes que eu me jogasse do lado dela deixando ela no meio dos dois, o Martin já abriu os olhos e me Guinió uno, o moleque não tava dormindo, a Sonia tinha colocado uma camiseta grande e solta que ela usa pra dormir, que batia no meio da perna. E uma calcinha fio-dental preta.
E aí o show começou de novo, minha mão apoiada na coxa dela, levantando devagar pra ver a reação da minha esposa, nada. Levantei a cabeça pra olhar o Martin e o desgraçado tinha tirado a calça que tava desde a noite anterior, ficou só de cueca boxer preta e tirou a camiseta. Assim quase pelado, o cara tinha um corpo lindo, minha esposa de costas pra mim, de frente pro Martin, que olhava pra baixo enquanto eu, aos poucos, levantava a camiseta dela, deixando a fio-dental à mostra. Ela me olhou pedindo permissão pra ele colocar a mão, e eu tirei a minha. Ver ele apoiar a mão na coxa nua da Sonia foi o suficiente pra minha pica ficar dura que nem ferro. Ele acariciava suave, tentando não acordar ela. Agora a mão dele vinha pro meu lado, tentando pegar uma bunda, e pra isso ele teve que chegar mais perto dela, tentando não acordar. Tudo era muito excitante pra mim, pela primeira vez outro homem tava tocando minha mulher na minha frente, era o que eu tava querendo ultimamente. As apalpadas ficavam cada vez mais intensas, ele começou a beijar ela suavemente no pescoço. Eu levantei de novo, me aproximei, e ele já tinha tirado a pica da cueca. Era impressionante de ver, com uma curvatura tipo banana, dura e babando, com certeza segurando o tesão a noite toda, quase encostando na perna da Sonia, e ela de olhos fechados, dormindo, ou pelo menos eu achava. Mas num momento, ela soltou um "mmmmmmm" longo, e recolheu uma perna, colocando ela em cima do corpo do Martin, que arregalou os olhos e me olhou assustado. Não sei se a Sonia achou que era eu, com certeza, porque normalmente ela fazia isso comigo, colocava uma perna em cima e fazia dormindo. Só que dessa vez, a pica do Martin ficou a uns 10 cm da buceta dela, ainda coberta pela fio-dental. Mais forte ficou meu tesão, levei minha mão pra frente da minha esposa e puxei a fio-dental o suficiente pra deixar exposta, usando a buceta em todo seu esplendor, achei estranho sentir ela tão quente e molhada, muito molhada, quase diria encharcada, estando dormida como estava, ou não estava tão dormida?????????????
Mas o movimento seguinte me confirmou, aquela perna subiu mais e lá estava a Sonia em cima do Martin, que não precisou fazer nenhum esforço pra meter fundo nela. Fiquei de queixo caído, não conseguia acreditar, ela continuava de olhos fechados como se estivesse dormindo, mas tinha subido em cima e estava fodendo o cara, será que ela pensava que era eu??' nãoooo porque na sequência ela se enroscou num beijo de língua com tudo e começou a cavalgar ele de forma frenética, eu ali olhando extasiado enquanto minha mulher realizava minha fantasia de vê-la sendo penetrada por outra pica.
Continua
Nova vida !!!
Na nossa vida já rotineira de ir trabalhar, passar na casa da minha sogra pra buscar o Mateo ou na da minha mãe, foder ou foder, hahaha, duas vezes por semana, uma delas nos sábados, como é de costume, fui percebendo que nossa vida sexual tinha caído na rotina clássica de casamento com mais de 7 anos de convivência.
Sou de jogar futebol duas vezes por semana e, no banheiro com os caras, fui percebendo que a natureza não tinha sido generosa comigo. Digamos que o tamanho da minha rola é uns 14 cm, normalzinha, eu diria. Do lado de alguns que comecei a olhar com mais atenção, digamos que tenho uma bem pequena, mas ninguém nunca reclamou, nem minhas ex-namoradas, nem a Sonia nunca insinuou nada sobre isso.
Mas minha cabeça começou a me enrolar com o fato de que uma mulher precisava de algo mais, já não queria só ser desejada. Precisava ter mais alguém em cena, minha nova mentalidade queria ver ela mamando uma rola. OUTRA rola, enquanto eu fico de longe vendo minha puta, sendo a puta da vez de outro. Claro que uma coisa era minha cabeça e outra a da Sônia, mas aos poucos, nas nossas preliminares e nos finais frenéticos, sempre algo puxava. Naquele momento, digamos que num casal de anos, tudo é permitido, até a fantasia mais doida. Como essa de outro comer ela na minha frente, mas como todos meus amigos cornos sabem, outra é a realidade do dia a dia. Aí eu me dizia: "Tá maluco, não?" ou "Quer uma puta de esposa?" ou coisas assim.
Até nossas tão esperadas férias brasileiras, aí mudou tudo. Digamos que o clima, o povo, o Brasil, sei lá, mas aquela tarde na praia foi um antes e um depois nas nossas vidas.
Calorão do caralho, eu de sunga normal, mas a Sonia com aquela fio dental que fica nela de matar. Nós dois largados na areia, de bruços, quase cochilando depois de um almoço gostoso regado a duas cervejas cada um, que já tinham deixado a gente meio grogue. Por sorte, o Mateu também tava dormindo debaixo do guarda-sol grandão que a gente comprou pra ocasião.
Ouvir gente falando argentino naquela praia brasileira não é nada fora do normal, claro que ficar rindo de besteira quase colado na gente, e não me deixar dormir que era o que eu queria naquele momento, já tava dando uma puta raiva. Estico a cabeça estando de bruços e vejo três caras que não passavam dos 20 anos, que tinham armado o guarda-sol a poucos metros da gente e, tomando provavelmente a décima cerveja, caíam na risada fazendo um barulho do caralho. Um deles me olhou, eu olhei com cara de poucos amigos e fiz sinal pra baixarem o volume, que o Mateo, que apontei, tava dormindo. Ele pediu desculpa com a palma da mão e fez os amigos também pararem de gritar.
Continuei minha soneca na praia, a Sonia nem percebeu, porque já tava no quinto dos sonhos. Mas não consegui mais dormir, então virei de lado pra olhar pra ela e, naquele exato momento, peguei o cara olhando a entreperna da minha esposa, que tava bem escarrapachada e com a tanga enfiada no cu. A posição onde eles tinham se sentado, uns quatro metros abaixo da gente, permitia que ele visse a buceta sem muito esforço, por causa da posição que a Sonia tava. E aí o estalo bateu na minha cabeça: outro marido olharia de um jeito que não daria vontade de continuar cheirando onde não devia. "Moleque atrevido", pensei. Mas não me perguntem por que, em vez de dar aquele olhar ameaçador lógico, eu sorri, como quem diz pra ele continuar olhando, que eu tava gostando do que ele fazia. Os outros dois amigos dele estavam de cabeça pra baixo, deitados olhando pro céu, e ele de bruços.
Meu primeiro arrepio nas bolas e minha mão que foi parar na bunda da Sonia dormindo, eu acariciei de propósito quase abrindo ela pra que nosso voyeur se deleitasse mais, a gente se olhou nos olhos de novo com um sorrisinho leve dos dois e não precisou mais nada pra ele sacar que aquele jogo tava me agradando, nessa posição, embora a bunda da my wife seja um poema, do jeito que tava era um convite pra cometer um crime, todo mundo sabe como é a bunda de uma mulher jogada na areia com uma fio dental enfiada no rabo, a da Sonia era muito mais e eu, sem ela perceber, tava abrindo ela pra que nosso novo vizinho, que era um cara, fizesse uma merecida punheta quando voltasse pro apartamento dele.
Mas não parou por aí, o cara também se virou de lado, dando as costas pros amigos, e me mostrou a ereção descomunal que tinha por baixo da sunga, confirmando o tesão que ele tinha ficado com o espetáculo que eu tava dando pra ele. A situação me excitou ainda mais, pela primeira vez na vida olhando pro pau de outro cara e me excitando com a bunda da minha amada esposa aberta pra ele assistir. A cerveja, por sorte, tinha deixado a Sonia grogue, que nem percebia o joguinho que eu tava fazendo com meu parceiro ocasional. Então continuei com a massagem e, num momento de tesão extremo, levantei a tira da sunga dele e puxei pra baixo, pra ele ver em todo esplendor os lábios da buceta. E aí rolaram duas coisas: primeiro, a Sonia acordou assustada, perguntando o que eu tava fazendo; segundo, meu vizinho rapidamente virou de bruços e fincou a estaca impressionante dele na areia, porque já tava batendo uma lentamente com a mão dentro do shortão de futebol que ele usava.
Expliquei pra Sônia que tava massageando ela e que fiquei muito excitado, mas não convenci ela totalmente. Ela também levantou a cabeça e viu os novos vizinhos, se virou já acordada. Tudo seguiu normal, até teve uns cumprimentos tímidos de longe pros três caras — depois a gente descobriu que, além do Martin, que tinha 20 anos (o tarado), os outros dois amigos tinham 19, e os três estudavam juntos.
Já caindo a tarde, me convidaram pra jogar uma pelada de futebol de praia com eles e mais uns caras, e claro que aceitei, porque adoro. Foi aí que a Sonia se levantou pela primeira vez, com o Mateo pela mão, pra levar ele até a beira do mar. Quando ela se levantou, os três ficaram de olho colado na bunda da minha esposa, que se mexia enquanto caminhava de um jeito sensual pra caralho em direção às ondas, com meu filho pela mão.
-epaa..... eu falei pra eles com um sorriso na cara... os olhos vão cair, devagar que é minha esposa kkkkkkk
-jajjajajj desculpa, mas te parabenizo, tua esposa tem um corpo de puta, jajajj, foi o que o Martin (o tarado) disse, que já tinha visto ela em todo seu esplendor
—é verdade, tive sorte mesmo, kkkk os outros continuavam de olho na bunda que já tava na beira, hipnotizados
—vamos, rapaziada, deixa a bunda da minha esposa em paz e vamos jogar.
Minha pose era a de um professor dando bronca nos alunos pra prestarem atenção no quadro. Levantamos e fomos pros outros jogadores que já tavam batendo bola.
No caminho, Martin se aproxima de mim e sussurra quase no meu ouvido:
— Valeu pelo show, por pouco eu não gozo.
Eu atinei a responder ela, —eu também respondi ela hehehe.
Enquanto a gente tava no auge do jogo, vejo que a Sonia já com o pareô e uns trecos me faz sinal que vai pro apê com o Mateo e me deixa o guarda-sol pra eu levar e uma cadeirinha de praia. Aceno pra ela e, de novo, o Martin chega perto de mim.
- te parabenizo, você tem uma mulherão, hehehehe me deixou com muito tesão hoje, essa noite vai ter punheta garantida no banho, hahahaha
-É pra isso mesmo, hoje à noite vou meter nela com mais vontade, hahahahaha
Vou descrever meus novos amigos. Como já contei, os três eram de Junín, província de Buenos Aires, e estudavam a mesma faculdade, Engenharia Agrícola, na mesma cidade. Martin, alto quase como eu, devia ter uns 1,78, mas com um corpo de academia, não muito definido, mas fibroso. E os amigos dele também: Lucas, 1,80, um pouco mais alto e mais magro que o Martin; e por último, Marcos, o mais baixo dos três, mas mais encorpado. Os três com um físico excelente. Nessa idade, é difícil ter um físico feio, né? Hahaha. Mas esses caras claramente se cuidavam e praticavam muito esporte. Eram muito agradáveis e pareciam bem educados, exceto o Martin, que já tinha sacado minha ficha e me tratava como um velho amigo de farra. A gente tinha, sem precisar falar, uma cumplicidade em algo que excitava nós dois. Quando estávamos indo embora, o Martin não se segurou mais e soltou a bomba.
-amanhã a gente pode terminar o que fizemos hoje, não acha? hehehe
—Porque não, tenho que dar uma dormida nela primeiro, hahaha
—Você não sabe o que você fez???
—se ela descobre, ela pede o divórcio, hahahaha é uma fantasia minha, de puro tarado que sou hehehehehe
-que fantasia gostosa, pode contar comigo se quiser continuar ela hahahaha
A gente se despediu e aí descobrimos que os dois tinha carro alugado, a só um quarteirão de distância.
Jantamos em casa, depois saímos pra caminhar, levar o Mateo nos brinquedos e a gente tomar alguma coisa ou um sorvete, como é de costume na rua principal. A Sonia tava toda glamorosa, com umas sandálias marrons que alongavam ainda mais ela e um vestido soltinho branco de verão. Bronzeada, era uma gostosa em potencial, e eu me exibindo com ela, percebendo todos os olhares que ela atraía com a beleza dela. Aquela bunda empinada que, com aquele vestido solto, era um poema de se ver.
Tava com uma caipirinha na mão, quando uns "oi" nas nossas costas fez a gente ver nossos amigos da praia, também com uma caipirinha. A gente se cumprimentou bem animados. Já tínhamos nos apresentado na praia, então foram beijinhos na Sonia e no Mateo, que brincava por perto com um balão novo.
Ficamos muito à vontade batendo papo sobre eles, a cidade deles, a carreira deles, os caras eram realmente muito legais. Tomamos mais uma caipirinha os cinco.
Já tinha passado mais de uma hora de boa conversa e a Sônia me fala que tem que levar o Mateo, que já tava pedindo pista. Pergunto pros caras o que eles iam fazer e eles me dizem que, se deixarem eles entrar essa noite, pensavam em ir pra balada da região, mas tinha tanta gente que eles eram bem discriminativos. Quem não falava português tinha menos chance de entrar, a não ser que fosse acompanhado por uma mulher. Contaram que na noite anterior fizeram uma fila de uma hora e foram barrados, a balada tava lotada e já não entrava mais ninguém, salvo exceções. Então hoje eles iam tentar a sorte de novo.
—Podia emprestar a Sonia pra gente? Com ela, com certeza a gente entra, tiro. —disse Martin, entre risadas de todos.
-Por mim não tem problema, pergunta pra ela, falei olhando pra ela e sorrindo.
- tão loucos, !!!!! kkkkkkkk eu não entro numa balada há anos, kkkkk vocês têm cada ideia.
Daleeee, Sônia, dá uma força pra gente, a gente entra e em uma hora ou menos você volta, é aqui a três quarteirões, qualquer coisa eu te acompanho se tu tiver medo.
Mas o que vocês estão dizendo????????? Eu sou uma mãe, tenho que fazer o Mateo dormir, nãooooo
- Se quiser fazer o favor pra ela, com você passa seguro, entram e você volta. Eu ponho o Mateo pra dormir. Vai, deixei ela animada.
Já estávamos convencendo ela, e isso me deixava com tesão. Minha esposa mostrar suas habilidades numa balada cheia de lobos me excitava ainda mais. Insisti pra ela fazer o favor pra eles. Depois de muito falar, ela só aceitou com a condição de que subiria pra colocar o Mateo pra dormir e que, depois que fizesse eles entrarem, voltaria — e não precisava ninguém acompanhar ela, porque naquela rua tinha muita gente a noite toda. Assim ficou combinado com eles: nós fomos pro nosso apartamento dormir com nosso filho, e os caras ficaram esperando ela lá embaixo.
Quando a gente tava lá em cima, ela me jogou na cara.
- Vocês tão malucos, me fazer ir com esses caras
—vai lá, não seja chata, coitados dos caras são gente boa, vão ficar de fora outra noite??, você sabe o que é não deixarem você entrar numa balada, eu na minha época já passei por isso e é muito ruim. faz o favor, toma alguma coisa e volta pra casa..
—Você me mete em cada enrascada!!!!, espera aí, deixa eu me ajeitar um pouco, que vou me maquiar pelo menos.
-É assim mesmo, gostosa, de matar.
- se só falta eu pegar algum cara essa noite kkkkk
- com esses três você já tá feita, kkkkk tão babando em você
— Vocês são loucos, podem ser meus filhos.
- se tivesse tido eles aos 14 anos, porque tão na faixa dos 20 os três, hahahahaha
—sabe a quantidade de mina da idade dela que deve ter na cidade de vocês? Os três são gostosos.
- é, mas uma beleza igual a sua não tem em muitos lugares.
e plantei um beijo nela, apertei a bunda dela e me despedi com um
Anda, ensina pra ela como se dança e se rebola essa bunda de gostosa que Deus te deu. hahaha
—Não vou nem dançar, entro, tomo alguma coisa e volto. Não dorme, que daqui a uma hora tô aqui.
- vai me contando pelo zap. como é que tá o rolê.....
Três da manhã e nada da Sônia, nem uma mensagem, já tava começando a me preocupar porque dormi e acordei com o barulho do celular, era ela com uma voz estranha, tipo de bêbada, me dizendo que ia com os caras tomar a última no apê dela e depois voltava — "eles vão comigo, fica tranquilo".
Queeeeeeeeeeeeeee, o que tinha acontecido?????'' minha esposa bêbada e indo tomar a última num apê de solteiros às 3 da manhã, isso na minha época e agora, era ir pra fuder, não podia ser, não sabia o que fazer, o Mateo não podia deixar sozinho, me deu um desespero, o que tinha acontecido naquelas três horas desde que ela saiu de casa com a promessa de voltar em uma hora???
A pior parte é que meu pau ficou duro como há muito tempo não ficava, o que estava acontecendo comigo? Me aquecia o fato de que minha esposa ia pra cama com três caras. Nãããão, não podia ser, com certeza era só um drink e em meia hora ela tava de volta, mas não, 4 da manhã e nada. A pior parte é que eu sabia o prédio onde esses caras alugavam, mas qual era o apartamento deles, não.
Não quero contar que naquela hora eu tava batendo a segunda punheta da noite, porque a Sonia apareceu com o Martin segurando ela pela cintura às 5 da manhã com uma cara de bêbada que eu nunca tinha visto.
—O que foi? A primeira coisa que perguntei, angustiado.
- é que a gente exagerou na bebida, a gente se divertiu pra caralho, subimos pra tomar a última e acabamos dormindo os três, desculpa Gustavo, foi nossa culpa, a gente forçou ela a beber demais
A essa altura, Sonia, sem dizer nada, entrou no banheiro e só se ouvia o chuveiro.
-esses caras não são de confiar, olha só, eu falei pra ele voltar rápido, ele sai meio-dia e volta às 5 da manhã, cê acha que ele fez o quê esse tempo todo??
-É sério, vou te contar?
—mas é, espera aí que vou ver como ela tá, e abro a porta do banheiro e lá está minha amada esposa sentada debaixo do chuveiro, com a água batendo na nuca, e atrás de mim o Martin espiando, também vendo ela pelada.
-que cê tá fazendo, que cê tá fazendo, cara que tá pelado!!!!!!!!!!!!!
- é que eu tenho que te contar uma parada, Gus
-Não me diga, Gus!!! Que porra aconteceu no teu apê?
—nada, mas na balada eu apertei ela e ela curtiu, já tava meio doida, mas puta merda, eu toquei o céu com as mãos, Gus. Ela é de acabar, mas até aí eu fui, hein.
-ahhh, são de terror, dou pra minha esposa pra ela fazer um favor pra vocês e você quer comer ela.
—eu e qualquer um dos três, se for uma gostosa, mas fica tranquilo que não rolou nada grave.
- como assim nada grave??? me conta e de novo meu pau fica duro
— Beleza, então a gente dançou, caipirinha vai, caipirinha vem, a gente foi ficando alegre, fizemos um sanduíche com o Lucas e ela começou a beijar a gente, ela, é, juro que foi ela que começou e a gente, imagina, hehehe, mas quando a gente tentava meter a mão, ela parava a gente. Daí, depois de um tempo, ela quis ir embora, mas a gente convenceu ela com o Lucas a levar ela pro nosso apê pra última. Quando ela topou, juro, como a gente tava muito bêbado os três, pensei que ia comer ela, mas ela não deixou, só mais chupões e carícias. A gente tava muito tarado e acho que ela também, só consegui tocar na buceta dela e ela agarrou minha pica. Isso foi um tempo atrás, quando a gente acordou, ou melhor, a gente acordou, como cê tá nos vendo agora? Hehehe, meio acordados, hehehe, a gente ainda tá meio bêbado, hahahaha.
-ahhhh mas isso é coisa de louco, vocês são uns degenerados......!!!!!!!!!!!!
- sim, mas você ficou de pau duro só de me ouvir, olha só você
O Martin já tinha me descoberto e eu não conseguia disfarçar o que tava rolando comigo, tava no fogo igual uma cabra, com a chance de outro comer a Sonia na minha frente. Minha fantasia!!!!
- uma coisa é a praia, outra é minha esposa chapada num apartamento com dois caras, não é a mesma coisa
—deixa eu dormir um pouco aqui, pode ser?
Tá maluco, onde cê quer dormir??
-na cama grande nós três, total. Acho que ela tá quase dormindo, nem percebe. Devagar a gente pode terminar o que começou na praia, vai lááááá- Cê tá louco, cara, quer comer minha mulher aqui??!!
- Bom, isso seria o auge, mas já que ela tá meio grogue, se você me mostrar a buceta, eu bato uma e durmo, fala aí, Gus
- Não me chama de Gus!!!!!!!!! Não sei, espera aí, vou ver como continua, embora o que você tá propondo me agrada
Vou ao banheiro e vejo que a Sonia ainda tá meio grogue, ajudo ela a terminar de se secar e falo
- Que noite, hein, mãe, não era pra você voltar em uma hora???
- Ah, não me fala, não bebo mais na minha vida, nem sei o que fiz, tô morrendo por uma cama, amanhã te conto, o Martin foi embora??
- Não, tá largado no sofá também meio dormindo, vou deixar ele aí, porque ir embora agora que o sol já tá quase saindo, vocês durmam, que quando o Mateo acordar, eu cuido.
- Ah, você é um amor, tô morta, depois te conto o que a porca da sua esposa fez, embora te conhecendo, com certeza você aprova tudo que eu fiz essa noite, quero morreeeeeeer
- Você comeu eles???
- Nãaaaaao, cê tá louco, mas chegou perto, bom, deixa eu ir pra cama que daqui a três horas ou um pouco mais você tem o Mateo acordado, depois te conto em detalhes.
Saímos do banheiro e o Martin não estava no sofá. Claro, ele ouviu tudo e se meteu na nossa cama se fazendo de dormido
- Deixa ele, olha como ele tá, igualzinho a você, esses pivetes!!!
- Onde eu durmo?
- Na cama, vamos nós três, eu deito um pouco de lado...............
- Cê tá louco, não, vou pro sofá, se eu deitar aí com o que rolou ontem, esse cara acorda e me viola.
- Epa, foi tão grave assim???
- Não sei, deixa eu clarear a mente e lembrar, mas quando eu te contar o que fiz ontem à noite, você com certeza bate uma, hahahaha, fica tranquilo que foram só beijinhos e uns amassos, o rapaz tá bem equipado, isso eu apalpei, hehehehe
Beijinhos sim, hehehe, chupões!!! Mas não falei nada, ele deitou meio sem vontade, mas quando encostou a cabeça no travesseiro, apagou, antes que eu me jogasse do lado dela deixando ela no meio dos dois, o Martin já abriu os olhos e me Guinió uno, o moleque não tava dormindo, a Sonia tinha colocado uma camiseta grande e solta que ela usa pra dormir, que batia no meio da perna. E uma calcinha fio-dental preta.
E aí o show começou de novo, minha mão apoiada na coxa dela, levantando devagar pra ver a reação da minha esposa, nada. Levantei a cabeça pra olhar o Martin e o desgraçado tinha tirado a calça que tava desde a noite anterior, ficou só de cueca boxer preta e tirou a camiseta. Assim quase pelado, o cara tinha um corpo lindo, minha esposa de costas pra mim, de frente pro Martin, que olhava pra baixo enquanto eu, aos poucos, levantava a camiseta dela, deixando a fio-dental à mostra. Ela me olhou pedindo permissão pra ele colocar a mão, e eu tirei a minha. Ver ele apoiar a mão na coxa nua da Sonia foi o suficiente pra minha pica ficar dura que nem ferro. Ele acariciava suave, tentando não acordar ela. Agora a mão dele vinha pro meu lado, tentando pegar uma bunda, e pra isso ele teve que chegar mais perto dela, tentando não acordar. Tudo era muito excitante pra mim, pela primeira vez outro homem tava tocando minha mulher na minha frente, era o que eu tava querendo ultimamente. As apalpadas ficavam cada vez mais intensas, ele começou a beijar ela suavemente no pescoço. Eu levantei de novo, me aproximei, e ele já tinha tirado a pica da cueca. Era impressionante de ver, com uma curvatura tipo banana, dura e babando, com certeza segurando o tesão a noite toda, quase encostando na perna da Sonia, e ela de olhos fechados, dormindo, ou pelo menos eu achava. Mas num momento, ela soltou um "mmmmmmm" longo, e recolheu uma perna, colocando ela em cima do corpo do Martin, que arregalou os olhos e me olhou assustado. Não sei se a Sonia achou que era eu, com certeza, porque normalmente ela fazia isso comigo, colocava uma perna em cima e fazia dormindo. Só que dessa vez, a pica do Martin ficou a uns 10 cm da buceta dela, ainda coberta pela fio-dental. Mais forte ficou meu tesão, levei minha mão pra frente da minha esposa e puxei a fio-dental o suficiente pra deixar exposta, usando a buceta em todo seu esplendor, achei estranho sentir ela tão quente e molhada, muito molhada, quase diria encharcada, estando dormida como estava, ou não estava tão dormida?????????????
Mas o movimento seguinte me confirmou, aquela perna subiu mais e lá estava a Sonia em cima do Martin, que não precisou fazer nenhum esforço pra meter fundo nela. Fiquei de queixo caído, não conseguia acreditar, ela continuava de olhos fechados como se estivesse dormindo, mas tinha subido em cima e estava fodendo o cara, será que ela pensava que era eu??' nãoooo porque na sequência ela se enroscou num beijo de língua com tudo e começou a cavalgar ele de forma frenética, eu ali olhando extasiado enquanto minha mulher realizava minha fantasia de vê-la sendo penetrada por outra pica.
Continua
Nova vida !!!
5 comentários - Nova vida!!!
besos Misko me gusto mucho que bueno que volviste te sigo desde los primeros relatos