Esclavo sexual por videochat

Quando tô muito tarado e não tenho ninguém pra foder, costumo entrar num site de videochat. Lá, geralmente encontro mais uns caras se batendo uma, mas também acho umas gays enfiando coisas no cu, além de casais héteros transando por amor ao sexo e casais gays comendo, assim como mulheres se masturbando ou pedindo cum no videochat. Mas o normal é ver outros caras se punhetando ou pedindo porra. Eu sou hétero, mas muitas vezes o tesão me leva a fazer coisas que nem imaginava que era capaz. Sempre entro com a maior expectativa de achar alguma mina pra bater uma junto, embora também espere encontrar algum casal. No geral, isso não rola e, já que tô excitado, começo a ver outros caras se masturbando e entro no jogo, batendo uma com algum deles. Um dia tava assim, me punhetando vendo os outros se acabarem e gozarem, e aos poucos isso foi me deixando mais louco. Bem na hora que ia sair, apareceu uma morena infernal, toda pelada, com vários dildos. Na hora, meu pau ficou duro que nem concreto.

Ela – Oi, gatinho, que pau lindo você tem, adoraria brincar um pouco com você.
Eu – Oi, gostosa, como você é boa!!! Olha como você deixou meu pau. Claro, bebê, vamos brincar do que você quiser!!!
Ela – Primeiro quero que me chame de Sra. e faça tudo que eu mandar. Se você fizer, vou enfiar esses dildos na minha buceta, no cu e na boca.
Ouvir isso fez meu pau pulsar a mil.
Eu – Ok, Sra., tô ao seu serviço, vou fazer o que a senhora pedir..
Ela – Quero que você fique de pé na frente da câmera e dê uma volta devagar, porque quero ver bem seu pau e sua bunda. Quero que agora você seja meu escravo sexual e faça tudo que eu mandar.
Eu – Sim, Sra., o que a senhora ordenar.
Aí me levantei e dei duas voltas pra ela apreciar meu pau e meu cu. Quando fiz isso, ela imediatamente começou a se tocar na buceta.
Ela – Gatinho, como você se chama?
Falei que me chamo Dany.
Ela – Dany, quero que você seja minha putinha, minha putinha, e que faça Tudo o que eu te falo. Um arrepio gostoso percorreu meu corpo inteiro, mas com o tesão que eu tava, não hesitei. Eu — sim, senhora, serei sua putinha e sua vadiazinha. Senhora, sou sua putinha. Isso me excitou ainda mais e a pica começou a doer de tanto tesão. Ela — quero que você vá pra cama e fique de quatro na frente da câmera. Sem dizer nada, fui lá e fiz, enquanto meu coração batia a mil, tava super nervoso, minha mente dizia: "O que eu tô fazendo?" Mas minha pica dizia: "Foda-se, vai em frente." Minha pica tava pulsando como se tivesse dez corações, e tava escorrendo muito líquido pré-seminal, vazava pra caralho. Ela — isso, Dany, gosto que você seja minha putinha obediente, abre suas pernas e levanta mais a bunda. (Eu faço.) Ah, que putinha, olha como sua pica escorre, olha, Dany, como você gosta de ser putinha. Abre sua bunda, quero ver seu cu. Quando fiz, me senti muito estranho, mas muito excitado ao mesmo tempo. Assim que fiz, ela — soltou um gemido bem forte e disse: "Ah, Dany, quero arrebentar esse seu cu." Eu — sem acreditar no que tava fazendo, falei: "Senhora, meu cu é seu pra você fazer o que quiser." Ela — molha seu dedo na sua pica e enfia no cu. Quero que você me mostre bem como faz. Eu — sem hesitar, falei: "Sim, senhora, o que a senhora pedir", e passei meu dedo na ponta da minha pica — tava toda molhada e escorrendo de tão excitado que eu tava — e comecei a me tocar no cu, rodeava com o dedo, cuspia no meu dedo e passava essa saliva no meu cu. Vocês não têm ideia do tamanho que minha pica ficou, parecia maior do que o normal. Não sei o que tava me excitando mais: ser dominado por uma mulher ou estar entregando meu cu. Ela — Isso, Daniel!!! Assim, gostoso!!! Que putinha que você é!!! Diz que é minha putinha. Eu — Senhora, sou sua putinha, quero que a senhora coma meu cu. Imediatamente enfiei um dedo. Doeu, não gostei muito, mas ouvir ela gemer e sentir aqueles gemidos me excitou. Então comecei a enfiar e tirar o dedo, e cada vez incomodava menos. Enquanto isso, da minha pica caía um fio de líquido pré-seminal, já tinha feito uma poça no chão. o colchão. Ela - Sim, Daniel, que gostoso. Agora quero que aquele dedo que está no seu cu você chupe. Eu - me virei e disse, por favor senhora não me peça isso, qualquer coisa menos isso. Se quiser eu enfio uma cenoura no meu cu. Faço isso em vez de chupar o dedo. Ela - olha garoto, não gosto que me desobedeçam, mas adorei sua segunda opção!!! Você acabou sendo mais puta do que eu pensava. Sim, Dany, quero que você enfie a cenoura no seu cu. Eu - sim senhora, espera uns minutos que vou buscar ela. Enquanto ia, sentia um monte de emoções que me deixavam entre a excitação e a vergonha. Enquanto procurava o que precisava, me perguntava se no fundo eu era gay. Voltei na frente da câmera do PC com uma cenoura mais ou menos da metade do meu pau (mede 16 de comprimento e 5 de largura com uma circunferência de 16cm), uma camisinha e lubrificante. Ela - isso aí Dany, já tinha tudo pronto, que puta você é. Agora quero que você chupe essa cenoura. (Enquanto eu procurava a cenoura, ela colocou um cintaralho com um pauzão). Antes de chupar a cenoura, coloquei a camisinha nela e sem mais comecei a chupar aquela cenoura. Eu gemia enquanto chupava, não me reconhecia, me sentia uma puta completa e o pior é que estava gostando, cada vez mais excitado, meu pau estava duro como pedra, o líquido pré-ejaculatório jorrava igual fonte d'água. Ela - isso Dany, isso garoto. Assim mesmo, chupa e me diz se você gosta. Eu - senhora, adoro chupar esse pau. Mmmm, mmm que gostoso... Sou sua puta senhora... Ela - agora quero que você enfie a cenoura no seu cu. Eu - o que a senhora mandar. Então comecei a me ajeitar, apontei a câmera bem pro meu cu, meu pau brilhava de tão molhado apontando pro teto. Peguei a cenoura e banhei em lubrificante, depois passei lubrificante no meu dedo e comecei a massagear a entrada do meu cu, lubrificando todo o ânus. Enquanto fazia isso, ela começou a bater punheta pro pau do cintaralho. Enquanto isso, meu coração batia a mil, assim como meu pau, enquanto minha mente Ela me dizia: "Você é viado, gosta de pica!" Eu tava confuso, mas muito excitado, e o tesão falou mais alto. Sem mais delongas, enfiei a cenoura. No começo doía, não conseguia colocar, doía pra caralho, mas ela me incentivava enquanto batia uma na pica do arnês. Aos poucos, apesar da dor, foi entrando, mas só até a metade. Eu: "Senhora, não aguento mais, tá doendo e por mais que eu empurre, não entra." Ela: "Vamos, Dany, sei que você consegue, vai, você gosta de pica. Olha, filho, o incentivo que tenho pra você." Na hora, ela pegou um dildo que tava perto e começou a enfiar no cu dela. Ela: "É assim que quero que você faça, Dany." Depois de ver aquilo, fiquei com mais tesão ainda e não sei como, só sei que doeu, mas enfiei quase a cenoura toda. Ela: "Hummm, que gostoso, filho, viu, Dany, que você ia conseguir. Você tem um cuzinho bem guloso, igual à putinha que você é." Eu: "Senhora, tá doendo, dói muito." Ela: "Não tira, deixa ela dentro um pouco até você se acostumar. Se ajeita de um jeito que a cenoura fique apoiada na cama e não saia." Foi aí que eu sentei em cima da cenoura, doeu ainda mais!! Mas eu fiz e fiquei meio levantado, de um jeito que só a metade da cenoura tava enfiada no meu cu. Ela: "Que lindo, Dany, adoro essa posição e adoro também como sua pica tá escorrendo. Você tem uma pica muito bonita, filho, mas o que me interessa é esse cuzinho arrombado. Quero arrebentar ele ainda mais." Eu: eu tava imóvel, com uma dor do caralho, aí ela pediu pra eu bater uma. Tava tão excitado que sabia que o menor toque na minha pica ia me fazer gozar, então me concentrei em não gozar. Comecei a bater uma enquanto ela me incentivava. Ela se colocou na mesma posição que eu, com o dildo no cu e batendo uma na pica do arnês. Eu comecei a imitar os movimentos dela e comecei a mexer o quadril e bater uma, aos poucos a dor foi sumindo e, se não fosse por ela, eu nem teria percebido que tava comendo a cenoura, já tinha enfiado ela toda e tava batendo uma com força. O prazer que eu sentia, nunca tinha sentido igual. Eu: mexendo o quadril com força, "sim, hummm, que... gostosa, Sra, adoro como você tá arrombando minha buceta, mmmm, ah, ah... Era assim que eu tava gemendo, já tinha esquecido do meu pau, apoiei minhas duas mãos na cama e cavalgava aquela cenoura de um jeito que meus gemidos já eram gritos. Eu me mexia como uma puta no cio, pra frente e pra trás, depois em círculos, tava possuído, ela me transformou numa puta completa. Ela — assim, Dany, mmmmm, que gostoso. Que puta que você é... Olha como você se mexe bem... Ela continuava com o dildo na bunda se movendo no meu ritmo e teve um orgasmo incrível, porque os olhos dela ficaram brancos e o corpo todo tremeu, sofrendo pequenos espasmos. Ao vê-la gozar, eu diminuí meu ritmo, mas continuei comendo aquela cenoura. Eu — gostou, Sra? Quer que eu continue? Ela — amei, Dany, que gostoso você me fez gozar. Não sabia que você tinha uma puta dessas guardada dentro de você. Agora, Dany, quero que você tire a cenoura, deite de barriga pra cima e me mostre seu cu arrombado. Eu fiz isso. Ela — agora quero que você enfie a cenoura até o fundo e tire. Quero ver esse cu. Passei mais lubrificante e não senti mais dor, a cenoura entrou como se fosse nada, e fiz isso várias vezes. Naquele momento, meu pau perdeu um pouco da ereção, mas não a porra de líquido pré-seminal, já tinha sujado o colchão inteiro. Ela — Dany, fique de quatro e enfie a cenoura, quero ver como você arromba seu cu de quatro. Eu — sim, Sra, fico na posição que a senhora quiser. Ao me colocar nessa posição, me senti ainda mais puta, muito mais puta, dessa vez molhei a cenoura com meu líquido pré-seminal que jorrava do meu pau semiereto e enfiei a cenoura uma e outra vez, de novo meus gemidos de puta pedindo pra Sra arrombar meu cu. Eu — Sra, arromba meu cu, mmm assim, Sra, assim. Me dá mais. Mais forte, Sra. Ela — porra, seu viado, você vai me fazer gozar de novo!!! Virei minha cabeça e vi ela pegando o pau de plástico enquanto comia aquele dildo com a bunda. Assim, ela gozou de novo. Ela — ah, porra, que resistência que você tem, outros já tinham acabado a essa altura. Eu — se a senhora quiser, eu gozo. Só me pede. Ela — quero que você sente na cenoura e monte até gozar, mas quero que você goze sem tocar no seu pau!!! Eu — sim, senhora, achei que não ia custar a gozar porque tava super tarado. Mas me enganei, gostava tanto de sentir aquela cenoura no meu cu que não queria gozar pra continuar sentindo aquele prazer proibido. Subia e descia, me mexia em círculos, pra frente e pra trás, já não conseguia gemer de tanto prazer que sentia, tava metendo sem parar, explodindo de prazer pelo meu cu mas não gozava até que vi que do meu pau saía líquido pré-seminal como se eu tivesse mijando, sentia uma queimação no meu pau até que um jato de porra saiu pro meu notebook que tava a uns 30cm de mim e enchi de porra a tela e o teclado. Ela — ohhh assim garoto, assim gostoso. Mas eu continuei me mexendo e continuei soltando porra e continuei me mexendo e continuava saindo porra até que finalmente parei e... Ela — que gostoso Dany, me diverti muito. Espero te encontrar de novo. Assim, sem mais, ela foi embora e eu fiquei com a cama toda bagunçada com a cenoura no cu pensando se era gay ou o quê... Enfim, fiquei com esse dilema por um bom tempo. Mas uma coisa, curti como nunca. Se eu ver que esse relato real agradou, vou continuar com mais experiências que tive no mesmo site.

1 comentários - Esclavo sexual por videochat

cosovo +1
Como se llama la página?
A veces hago algo similar en Flingster
Esa es la página, esa misma. Te animas a contarme lo q haces?