Ano 2021, vários anos de relacionamento, vida monótona e chata. O pior de tudo é que dentro do casal as coisas não iam bem. Para os outros, um casal perfeito: almoço com meu sogro aos domingos e eventos sociais. No relacionamento, nada ia como no começo. Meu parceiro, homem moreno, corpo normal, só tinha um problema. O problema tinha nome: diabetes. Sim, diabetes, uma doença muito silenciosa. Meu parceiro tinha dificuldades para manter ereções e falta de apetite sexual. Eu não queria me separar, amava ele, mas como toda mulher, tenho necessidades. Acho que não sou tão feia, né? Eu procurava intimidade, ele virava de costas e dormia. Cheguei a me sentir insegura comigo mesma.
Tantas noites sofri sozinha, até que um dia meu sogro me perguntou o que estava acontecendo. Contei tudo pra ele e ele disse: "Tenha paciência". Segui o conselho, mas a paciência durou pouco. Uma noite, convidei meu sogro pra jantar, arrumamos a mesa e meu namorado ficou responsável pelo churrasco.
Acabei sentando do lado do meu sogro. Comemos e, já na sobremesa, não sei se foi sem querer ou de propósito, ele colocou a mão na minha perna. Não dei importância, mas fiquei desconfortável. Depois de um tempo, ele começou a mover a mão pra cima e pra baixo. Olhei pra ele e ele me deu um sorriso. Fiquei nervosa, meu namorado estava na nossa frente. Ele continuou com esses joguinhos e aí meteu a mão entre as minhas pernas e começou a tocar minha buceta, sem que meu namorado percebesse. Meu namorado empurrou a cadeira de repente – pensei que ele tinha descoberto e fiquei apavorada, mas não. Ele só disse: "Vou comprar sorvete e volto num instante, vou ver se a sorveteria está aberta".
Olhei pra ele e disse: "Me traz o que eu gosto". Ele respondeu: "Já sei, amor". E saiu. Me levantei e fui rápido pra pia lavar a louça, sem olhar pra trás. Não queria olhar. De repente, suas mãos na minha cintura - era meu sogro. Ele levantou meu vestido curto e dava pra ver toda a minha calcinha fio-dental. Eu disse: "Não faça isso". Ele não me ouviu, me empurrou um pouco pra frente, meus seios encostaram na bancada da cozinha. Ele puxou minha calcinha de lado e começou a meter a língua e o rosto dentro da minha bunda.
No começo tentei tirar, depois de um tempo já estava entregue, sua língua ia de baixo para cima. Que prazer, depois me sentou na pedra e começou a chupar minha buceta, já tinha tirado meu vestido, a calcinha e o sutiã. Me carregou nos braços e me levou para a cama, me jogou bruscamente na cama, me olhou e disse: agora é sua vez. Ele tirou um pau enorme e sem perceber, de tanta tesão, já estava chupando e olhando fixamente. Você não sabe o que está perdendo, meu filho, ele disse. Fiquei surpresa, nunca esperei essa reação dele.
Assim mesmo, de boca pra cima, ele enfiou o pau na minha buceta. No começo ele se movia suavemente, mas depois começou a ir com força. Eu sentia o pau dele encharcando toda a minha buceta. Eu estava surtada de prazer, gemendo e falando no ouvido dele: "Vai, meu amor, como eu gosto quando você me chama assim". Já super excitada, não importava mais nada, absolutamente nada, nem mesmo se meu namorado chegasse. Ele me olha e diz: "Vira". Eu viro de bruços, com a bunda um pouco levantada, de propósito, e ele começou a empurrar o pau no meu cu. Senti, centímetro por centímetro, aquela cabeça enorme afundando na minha bunda.
Fiquei louca, ele estava todo dentro, me empurrou e meu corpo tocou o colchão e assim, em cima de mim, ele disse: fecha as pernas mais apertadinho, melhor. Começou a empurrar selvagemente. Como eu gostava que ele fosse tão bruto assim. Ele me comeu o cu por uns 15 minutos, eu não aguentava mais. Mordia minhas orelhas, beijava meu pescoço e dizia: você gosta? Só disse: sim, meu amor. Ele se levantou, me deu a mão e disse: vem, ajoelha. Comecei a chupar o pau dele, enquanto ele de vez em quando chupava meus peitos e apertava meus mamilos, chupava e chupava. Passava a língua na cabeça do pau dele, ele me tocava a buceta com a mão. Eu continuei chupando até ele gozar, me olha e me diz: não cospe, que falta de educação. Eu ali com a porra dele na boca, toda a boca cheia de porra, ele me olhou e me beijou na boca. Olhei pra ele e pensei: provou a própria porra. E ele me disse: viu como eu sou gostoso? Engoli toda a porra dele, quis me levantar, ele disse: aonde vai? Não terminamos. Olhei pra ele e disse: já está, já terminou. Ele me olha e diz: até você não colocar na boca e limpar, não terminamos nada. Obedeci. Falei: é a primeira e última vez que faço isso. Ele me olha e diz: eu sei que você tava precisando, e agradece que não veio o Javier, meu outro filho.
Olhei pra ele e não consegui parar de imaginar o que teria acontecido se o Javier também estivesse. Tomei banho, preparei uns docinhos e chegou meu namorado, não tinha nada aberto, dei voltas igual um otário, demorei tanto. Meu sogro e eu nos olhamos, não pra nada.
Tantas noites sofri sozinha, até que um dia meu sogro me perguntou o que estava acontecendo. Contei tudo pra ele e ele disse: "Tenha paciência". Segui o conselho, mas a paciência durou pouco. Uma noite, convidei meu sogro pra jantar, arrumamos a mesa e meu namorado ficou responsável pelo churrasco.
Acabei sentando do lado do meu sogro. Comemos e, já na sobremesa, não sei se foi sem querer ou de propósito, ele colocou a mão na minha perna. Não dei importância, mas fiquei desconfortável. Depois de um tempo, ele começou a mover a mão pra cima e pra baixo. Olhei pra ele e ele me deu um sorriso. Fiquei nervosa, meu namorado estava na nossa frente. Ele continuou com esses joguinhos e aí meteu a mão entre as minhas pernas e começou a tocar minha buceta, sem que meu namorado percebesse. Meu namorado empurrou a cadeira de repente – pensei que ele tinha descoberto e fiquei apavorada, mas não. Ele só disse: "Vou comprar sorvete e volto num instante, vou ver se a sorveteria está aberta".
Olhei pra ele e disse: "Me traz o que eu gosto". Ele respondeu: "Já sei, amor". E saiu. Me levantei e fui rápido pra pia lavar a louça, sem olhar pra trás. Não queria olhar. De repente, suas mãos na minha cintura - era meu sogro. Ele levantou meu vestido curto e dava pra ver toda a minha calcinha fio-dental. Eu disse: "Não faça isso". Ele não me ouviu, me empurrou um pouco pra frente, meus seios encostaram na bancada da cozinha. Ele puxou minha calcinha de lado e começou a meter a língua e o rosto dentro da minha bunda.
No começo tentei tirar, depois de um tempo já estava entregue, sua língua ia de baixo para cima. Que prazer, depois me sentou na pedra e começou a chupar minha buceta, já tinha tirado meu vestido, a calcinha e o sutiã. Me carregou nos braços e me levou para a cama, me jogou bruscamente na cama, me olhou e disse: agora é sua vez. Ele tirou um pau enorme e sem perceber, de tanta tesão, já estava chupando e olhando fixamente. Você não sabe o que está perdendo, meu filho, ele disse. Fiquei surpresa, nunca esperei essa reação dele.
Assim mesmo, de boca pra cima, ele enfiou o pau na minha buceta. No começo ele se movia suavemente, mas depois começou a ir com força. Eu sentia o pau dele encharcando toda a minha buceta. Eu estava surtada de prazer, gemendo e falando no ouvido dele: "Vai, meu amor, como eu gosto quando você me chama assim". Já super excitada, não importava mais nada, absolutamente nada, nem mesmo se meu namorado chegasse. Ele me olha e diz: "Vira". Eu viro de bruços, com a bunda um pouco levantada, de propósito, e ele começou a empurrar o pau no meu cu. Senti, centímetro por centímetro, aquela cabeça enorme afundando na minha bunda.
Fiquei louca, ele estava todo dentro, me empurrou e meu corpo tocou o colchão e assim, em cima de mim, ele disse: fecha as pernas mais apertadinho, melhor. Começou a empurrar selvagemente. Como eu gostava que ele fosse tão bruto assim. Ele me comeu o cu por uns 15 minutos, eu não aguentava mais. Mordia minhas orelhas, beijava meu pescoço e dizia: você gosta? Só disse: sim, meu amor. Ele se levantou, me deu a mão e disse: vem, ajoelha. Comecei a chupar o pau dele, enquanto ele de vez em quando chupava meus peitos e apertava meus mamilos, chupava e chupava. Passava a língua na cabeça do pau dele, ele me tocava a buceta com a mão. Eu continuei chupando até ele gozar, me olha e me diz: não cospe, que falta de educação. Eu ali com a porra dele na boca, toda a boca cheia de porra, ele me olhou e me beijou na boca. Olhei pra ele e pensei: provou a própria porra. E ele me disse: viu como eu sou gostoso? Engoli toda a porra dele, quis me levantar, ele disse: aonde vai? Não terminamos. Olhei pra ele e disse: já está, já terminou. Ele me olha e diz: até você não colocar na boca e limpar, não terminamos nada. Obedeci. Falei: é a primeira e última vez que faço isso. Ele me olha e diz: eu sei que você tava precisando, e agradece que não veio o Javier, meu outro filho.
Olhei pra ele e não consegui parar de imaginar o que teria acontecido se o Javier também estivesse. Tomei banho, preparei uns docinhos e chegou meu namorado, não tinha nada aberto, dei voltas igual um otário, demorei tanto. Meu sogro e eu nos olhamos, não pra nada.
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