Ok, escrevendo de novo.
Não entendo muito por que minha terapeuta me recomendou fazer isso. Não sou burra, sei que ela quer alcançar algo em mim. Talvez, pode ser, ela pense que eu, ao escrever e ter isso na minha frente, no papel, por assim dizer, eu veja as coisas de outro jeito. Talvez que eu veja do jeito que ela vê, como "a perversão" que ela insiste que é.
Mas sei lá. A verdade é que reli o que escrevi até agora e não me causa nada. Nada, pelo menos, que eu já não soubesse sobre mim. Escrever isso não me trouxe nenhum desgosto, desgraça ou revelação. Pelo contrário, me fez bem botar no papel. Me forçou um pouco a lembrar de tudo isso, dos detalhes, e a verdade é que me excitou um pouquinho.
De novo, não sou uma puta. Sim, claro que já corneei o idiota do meu marido e vou continuar fazendo. Isso nunca me incomodou. Sei que é uma merda falar assim, mas já escrevi antes e deixei claro o jeito que gosto de me expressar, sem rodeios. Meu marido eu fiz e faço de corno, não de puta. Não dou pra outros só pelo ato de transar, pelo fato de fazer e pronto. Fiz e faço pra satisfazer essa necessidade específica que tenho, de ter sexo com esse tipo de gente. Nada mais. Tive várias oportunidades ao longo dos anos de talvez corneá-lo com gente do nosso mesmo nível social, ou um pouco abaixo, e nunca fiz nada porque simplesmente não sentia necessidade.
Gente como a gente, os ricos, metidos, playboys, chamem como quiser, nunca me atraíram. Sim, tive namorados assim quando era mais nova, mas posso dizer que gostar, o que se chama de gostar de verdade, não gostei de nenhum. Tive eles por ter, porque era o que se esperava de uma garota assim. O que meu círculo esperava, que eu me relacionasse com meus pares, e só. Tive eles pra cumprir a pantomima do que era socialmente esperado de mim e pronto. Gente da minha mesma laia não me causa absolutamente nada. Aliás, até me causa um pouco de repulsa, por mais estranho que pareça. Que soe. Vejo eles entediados, como vazios. Sempre vi assim. Tudo que eles geralmente consideram tão importante pra mim simplesmente escorrega. É como se eu não tivesse nenhum ponto em comum com eles. De vez em quando, algum homem do meu círculo me atrai além do físico, mas foram raríssimas ocasiões. Claro que finjo pertencer, de novo por uma questão de me encaixar socialmente onde preciso, mas só isso.
E sobre a galera de classe média, não tenho nada de ruim pra falar. Conheci de tudo, gente foda e gente escrota. Também pouquíssimos caras me chamaram a atenção, além do puramente sexual. Mas deles realmente não tenho nada de ruim pra dizer. É gente que vai pela vida fazendo o que pode e isso é louvável. Mas não tenho mais nada pra falar deles. Não me movem a agulha, no geral.
Mas os caras das classes mais baixas, bom. Por algo tô escrevendo tudo isso, né? Não sei se é tudo fruto do que rolou naquela vez na fazenda. Talvez tenha me marcado muito mais do que eu reconheço conscientemente. Ou talvez esse desejo sempre esteve aí, sempre esteve em mim e precisei daquela experiência com aqueles dois negões pra finalmente vir à tona, e desde então virar uma parte mais integral de mim. O fato é que eles me atraem. Me atraem pra caralho, como se eu fosse uma mariposa e eles uma lâmpada. É difícil de explicar e talvez minha terapeuta tenha razão. Quem sabe tudo se resume mesmo ao que realmente me excita sexualmente: a humilhação e o rebaixamento. Ser usada pelo que é considerado o pior da sociedade. Talvez, mesmo que eu não sinta isso intelectualmente, o prazer venha desse lado. Não sei.
Só posso falar do que sinto quando tô com eles e é algo incomparável, que nenhum outro tipo de homem conseguiu em mim. Eles conseguem quase sem tentar, sem querer, só sendo o que são.
Hoje me propus a escrever sobre outro episódio desses, bem mais mais forte do que o que já tinha escrito sobre o pivete do delivery. Bem mais forte, sério.
Aconteceu quando eu já tinha 32 anos. Entre as vezes que me encontrei com o delivery em casa, aos meus 27, e isso que vou escrever agora… tive outros encontros com essa gente. Não muitos, mas alguns. Não era que eu fosse viciada, mas sentia a necessidade de vez em quando de atender essa parte de mim, quando já tinha passado tanto tempo que ela pedia internamente aos berros. Eu precisava, fazia e de alguma forma me acalmava. Me tranquilizava às vezes por meses e meses, isso me bastava. Mas fui pegando e adquirindo certa prática em relação ao melhor jeito de fazer. O que era mais confortável pra mim, quando queria fazer, era só falar pro meu marido que numa sexta ou sábado ia sair com alguma amiga. Na real, pegava meu carro e ia dar um rolê, pra algum baile ou algum lugar que eu sabia que eles frequentavam, algum lugar deles, e chegava lá na maior cara de pau. Claro que eu brilhava igual tocha numa caverna estando naqueles lugares, então eles chegavam em mim na hora querendo me pegar. A única coisa que eu tinha que fazer era escolher. Sempre acabava em algum motel vagabundo, nós dois matávamos bem a vontade, cada um com suas necessidades, e eu voltava pra casa feito uma cinderela bem, mas bem fudida.
Meu marido nunca desconfiou de nada. Na verdade, ele ficava feliz que eu saísse “com minhas amigas” e me divertisse. Nunca me falou coisas do tipo “eu, cuidado com o que você faz” ou “Toma cuidado com os caras”… nada disso. Ele ficava feliz que eu voltava feliz. Ele achava que eu tava feliz por ter dançado e bebido alguma coisa. Eu, na real, tava feliz por ter engolido gozada de boy e ter aquelas picas dançando dentro de mim.
Quando falo “picas”, no plural, é um jeito de dizer. Durante essas saidinhas que eu tinha de vez em quando pra saciar minha necessidade, sempre foi com um por vez, nunca com vários. Nunca com vários, claro, até que, como eu disse Quando eu tinha 32 anos, começou a me coçar aquele bichinho e a curiosidade de saber como era fazer com vários ao mesmo tempo. Talvez pensando e lembrando da minha primeira vez com aqueles dois em Santiago, sei lá. Mas tenho que admitir que me dava um certo medo fazer isso quando saía pra algum daqueles bolichos onde eles se juntavam. Não sei. A gente pode pensar: se você faz com um desses do bolicho, pode fazer com dois, mas eu tinha uma trava psicológica. Não queria me expor tanto, sei lá. Pensava, talvez errado ou não, que um cara num hotel eu conseguia lidar. Mais de um naquela situação, eu não sabia. De qualquer forma, pensando e repensando, encontrei uma solução que finalmente me animou a fazer com mais de um ao mesmo tempo. E não foi num bolicho nem num hotel. Deu certo, mas acabei engolindo mais do que imaginava que ia colocar na boca, no sentido figurado e literal.
Uma tarde totalmente à toa em casa, pensando como podia "me atender" em algum lugar que não fosse um bolicho, num surto de inspiração comecei a ver outros lugares na internet, o que podia encontrar. Vi de tudo... mercadinhos de bairro, quitandas, tudo isso. Até que comecei a ver oficinas mecânicas, não na nossa região, pra garantir, mas em outras mais afastadas. Acendeu uma luz com isso, então peguei meu carro e fui dar uma volta. Não tinha planos de fazer nada sexual naquele momento, só queria ver como eram os lugares e se dava pra ver o pessoal que tinha. Fazer um reconhecimento. Marquei cinco ou seis no mapa do celular e andei a tarde inteira por vários lugares. Passando com o carro na frente de algum, ia devagar e de olho no local, pra ver qual era. E, por via das dúvidas, dava uma volta e passava também do outro lado.
A maioria não me chamou muita atenção ou não consegui ver direito, sem parar e descer, que tipo de gente tinha. Até que, depois de algumas visitas, encontrei um que parecia me agradar. Era bem montado, até que dentro do possível, não eram quatro. paredes e um telhado de chapa que colocaram como "oficina". Tava bem equipado e, no geral, bem limpo e profissional. E quando passei devagar com o carro, me fazendo de sonsa, por sorte consegui ver uns caras trabalhando lá e, puta merda, eram muito gostosos. Eram bem meu tipo: negões, fortes e bem sujinhos. Além disso, ficava bem longe de casa, ninguém ia saber quem diabos eu era, o que é sempre essencial.
Voltei pra casa com um sorrisão no rosto e comecei a bolá o plano.
Uma noite, quando meu marido chegou e a gente tava jantando, inventei que meu carro tava fazendo um barulhinho estranho. Ele não deu muita bola, como eu esperava, então por dias, dias e mais dias, fiquei enchendo o saco dele direto com o barulhinho do carro, falando pra ele levar no mecânico. Eu sabia que ele não ia fazer, ele não tinha tempo pra isso, mas queria parecer que não era eu quem ia levar.
Por quase três semanas, deixei ele de saco cheio com a história do barulhinho. Até subimos os dois no meu carro, deixei ele dirigir um pouco e fiquei insistindo que eu ouvia, mesmo ele não ouvindo nada. No fim, ele mandou eu parar de encher o saco e levar no serviço da concessionária, que era o óbvio que ele ia falar pra eu fazer.
Quando chegou a hora, eu simplesmente menti. Um dia falei que tinha levado, mas que não gostei nada de como me atenderam, que não deram muita bola, que olharam por cima e eu não queria mais saber de levar lá de novo. Mentira, fiquei a tarde inteira em casa naquele dia, mas foda-se. Então falei pra ele procurar outro lugar pra levar e, por sorte, ele já tava tão de saco cheio desse assunto que mandou eu me virar.
E eu sorri por dentro, apesar da cara de cu que fiz quando "finalmente aceitei" levar eu mesma.
Quando o dia chegou, eu sabia que não ia ter muitas oportunidades como essa. Não dá pra ficar repetindo a historinha do barulho toda hora. do carro. Era agora ou nunca e tinha que funcionar de qualquer jeito. Então me arrumei bem. Fiquei bem putinha com uma mini que mal cobria a raba, salto alto e uma blusinha em “V” que valorizava bem os peitos. Tinha que deixar as coisas bem claras quando chegasse naquele mecânico.
Quando finalmente cheguei na oficina, estacionei o carro e desci, tinha dois gostosões lá que ficaram pasmos com aquela mulher que descia do Audi. Me atenderam super bem, como cliente, digo. Super educados. Eu também respondia tudo que me perguntavam do mesmo jeito, dando sorrisinhos e olhares. Não podia ter deixado os dois mais bobos. Quando me falaram pra deixar o carro e voltar em uns dias, fiz a triste. Falei que não dava, que por favor desse uma olhada na hora, se demorasse horas não importava, eu ia dar um rolê no shopping perto, mas que fizesse hoje porque não podia voltar outro dia (o que era mais ou menos verdade). No fim, eles aceitaram e eu deixei um sorrisão ao ir embora e deixar o carro.
Umas duas horas depois, eu tava de bobeira no shopping e eles me mandaram mensagem pra voltar, que já tava pronto. Não acharam nada porque obviamente o carro não tinha nada. Mesmo assim, quando cheguei, fiz a sonsa e falei bem feliz que não ouvia mais o barulhinho. Apareceu um terceiro, um pouco mais velho, não sei se era o dono da oficina, o encarregado ou o quê. Me ofereceram um café e ficamos batendo papo ali os quatro.
Por sorte, a conversa, café vai e café vem, não demorou muito pra sair do sério e ficar boa. Os três me olhavam e sorriam feito leões se lambendo ao ver uma gazelinha, e eu já tava morrendo de vontade que eles se jogassem em cima de mim. A conversa foi esquentando bastante, mas eu via que eles não tinham coragem de dar o bote, então tive que fazer eu mesma, pra deixar bem claro. Perguntei que horas fechavam e eles falaram, entre risadas, que fechavam quando queriam. Olhei diretamente pra eles e falei: "Por que vocês não fecham agora? Assim já agradeço pelo atendimento rápido e bom." O mais novinho ficou meio duro, mas os outros dois se cagaram de rir e na hora o grandão chegou perto de mim e começou a me acariciar, enquanto o mais velho foi e baixou a persiana de chapa da oficina. Eu tava voando de tesão e, com a oficina já fechada, os três vieram pra cima de mim, com fome, mas do jeito certo. A gente se pegou um tempão ali, os quatro. Eu nem precisava, mas sentir as mãos me apalpando por todo lado e já tirando minha roupa me deixou ainda mais molhada do que eu já tava.
Daí me levaram pra um quartinho que eles tinham meio nos fundos da oficina. Parecia uma mistura de escritório, depósito de tranqueiras e lugar de descanso deles. E ali a gente começou a meter gostoso. Não... gostoso é pouco, a gente começou a meter maravilhosamente.
Eu já tava no céu. No paraíso. Não parava de chupar uma pica enquanto já tinha outra na cara pra continuar provando. Um dos três era meio branquelo, no geral, mas os outros dois eram bem morenos, bem morenos mesmo, e tinham umas picas alucinantes. Eu não conseguia parar, não queria deixar de chupá-las e satisfazê-las com minha boca e meus dedos. Ser o objeto sexual daqueles três brutos, daquele jeito e naquele lugar, me excitou como nunca antes na vida.
Nós quatro estávamos nos divertindo pra caralho. Entre risadas e gemidos de prazer, eu satisfiz eles completamente e amei a quantidade de porra gostosa que me fizeram engolir, me segurando pelos cabelos e enfiando o pau até a garganta. Até sentir os ovos deles no meu queixo. Cada pau era mais lindo que o outro e eu não conseguia parar de adorar eles, masturbar, chupar... e que lindo que eles também estavam me curtindo. Foi uma sensação foda sentir um cara gozar na minha boca, me virar e sentir outro ali na hora, na sequência, me dando mais porra pra minha barriguinha faminta... Foi sublime.
Quando se recuperaram um pouco, um deles me carregou como se fosse nada e me levou até um banquinho que eles tinham ali. E aí começaram a me comer. Não precisava ninguém falar nada. Não teve reclamação nem nada. Eu tava ali pra ser comida e eles pra me comer. Foram se revezando assim, enquanto um me segurava e me comia gostoso, enchendo minha buceta de pau duro, o outro me fazia chupar ele. Foi assim que cheguei ao paraíso. Gozei tantas vezes... e fiz eles gozarem também, muito e fácil.

Que incrível foi me sentir assim. Eu estava perdida, perdida no meu prazer e na sensação constante de ter uma pica dura de alguém enchendo meu cu ou minha buceta. Já tinha deixado de ser uma mulher. Eu tinha virado só o receptáculo que esses três negões gostosos usaram pra encher com o leite quente deles. Perdi a conta de quantas vezes gozaram dentro de mim e, pra ser sincera, nem me importei em contar. A única coisa que eu queria naquele momento era sentir os orgasmos que essas picas de vilão me davam, um atrás do outro quase sem parar, sentir eles gozando dentro de mim, o leite deles se espalhando no meu interior, sentir o prazer que meu corpo e meus gritos de orgasmo proporcionavam pra eles.
Ficamos assim por quase três horas. Com umas pausinhas, sim, mas transando igual uns bichos. Na real, quem descansou mesmo foram eles. Como se revezavam, eu tava sempre ocupada com um ou dois. Não reclamo. No final, quando falei que daqui a pouco tinha que ir, de presentinho um deles se enfiou debaixo de mim e começou a meter assim, do jeito que eu adoro. Mas mais gostoso ainda foi sentir o outro montar em mim por trás e enfiar também no meu cu. O terceiro só ficava olhando e sorrindo, nem se masturbava com a cena. Esse coitado já não aguentava mais.
Que sensação gostosa ter dois caras dentro de mim ao mesmo tempo, igual já tinham feito umas vezes os caras da fazenda. Me senti uma menina de novo, no meio dos meus gritos e espasmos de prazer no corpo. Me comportei direitinho com eles, deixei os dois completamente satisfeitos. Mais que satisfeitos, quase que os quatro ficaram de molho na cama. Mas amei toda a recompensa que deixaram no meu corpo. Fazia muitos, muitos anos, desde a fazenda, que não sentia a sensação paradisíaca da goza de mais de um homem escorrendo sozinha do meu corpo, escorrendo suave pela minha pele.
As porradas de leite desses paus de vilão sujo foram divinas, amei cada gota, e ganhei cada uma delas com muito mérito.
No final, tive que ir embora, já estava ficando tarde e queria ter bastante tempo de sobra pra chegar em casa, tomar um banho e me limpar bem. Entre risadas e na maior boa vontade, verdade seja dita, eles não queriam me deixar ir. E eu também, pra ser sincera, não queria ir. Mas tinha que ser. Me fizeram prometer que, se tivesse qualquer problema com o carro, fosse procurar eles, que não iam me cobrar nada. Eu sorri e agradeci, que doces. Pensar que tem mulher que paga fortunas por isso e pra mim tavam dando de graça.
Curiosamente, será possível que a porcaria desse Audi que eu tenho começou a dar vários problemas. Besteiras, nada sério, mas a verdade é que me incomodavam pra caralho. Meu marido, já cansado das minhas reclamações, falou pra trocar de carro, mas não quero me livrar dele. Gosto do carro, apesar dos problemas e de todas as outras vezes que tive que levar na oficina pra darem uma olhada. Por sorte, sempre conseguiram arrumar tudo.
O idiota do meu marido vive me perguntando por que não levo na concessionária, que lá tem o serviço oficial. Aí eu não minto, aí eu falo a pura verdade. Levo sempre na oficina porque lá me tratam muito melhor.
Não entendo muito por que minha terapeuta me recomendou fazer isso. Não sou burra, sei que ela quer alcançar algo em mim. Talvez, pode ser, ela pense que eu, ao escrever e ter isso na minha frente, no papel, por assim dizer, eu veja as coisas de outro jeito. Talvez que eu veja do jeito que ela vê, como "a perversão" que ela insiste que é.
Mas sei lá. A verdade é que reli o que escrevi até agora e não me causa nada. Nada, pelo menos, que eu já não soubesse sobre mim. Escrever isso não me trouxe nenhum desgosto, desgraça ou revelação. Pelo contrário, me fez bem botar no papel. Me forçou um pouco a lembrar de tudo isso, dos detalhes, e a verdade é que me excitou um pouquinho.
De novo, não sou uma puta. Sim, claro que já corneei o idiota do meu marido e vou continuar fazendo. Isso nunca me incomodou. Sei que é uma merda falar assim, mas já escrevi antes e deixei claro o jeito que gosto de me expressar, sem rodeios. Meu marido eu fiz e faço de corno, não de puta. Não dou pra outros só pelo ato de transar, pelo fato de fazer e pronto. Fiz e faço pra satisfazer essa necessidade específica que tenho, de ter sexo com esse tipo de gente. Nada mais. Tive várias oportunidades ao longo dos anos de talvez corneá-lo com gente do nosso mesmo nível social, ou um pouco abaixo, e nunca fiz nada porque simplesmente não sentia necessidade.
Gente como a gente, os ricos, metidos, playboys, chamem como quiser, nunca me atraíram. Sim, tive namorados assim quando era mais nova, mas posso dizer que gostar, o que se chama de gostar de verdade, não gostei de nenhum. Tive eles por ter, porque era o que se esperava de uma garota assim. O que meu círculo esperava, que eu me relacionasse com meus pares, e só. Tive eles pra cumprir a pantomima do que era socialmente esperado de mim e pronto. Gente da minha mesma laia não me causa absolutamente nada. Aliás, até me causa um pouco de repulsa, por mais estranho que pareça. Que soe. Vejo eles entediados, como vazios. Sempre vi assim. Tudo que eles geralmente consideram tão importante pra mim simplesmente escorrega. É como se eu não tivesse nenhum ponto em comum com eles. De vez em quando, algum homem do meu círculo me atrai além do físico, mas foram raríssimas ocasiões. Claro que finjo pertencer, de novo por uma questão de me encaixar socialmente onde preciso, mas só isso.
E sobre a galera de classe média, não tenho nada de ruim pra falar. Conheci de tudo, gente foda e gente escrota. Também pouquíssimos caras me chamaram a atenção, além do puramente sexual. Mas deles realmente não tenho nada de ruim pra dizer. É gente que vai pela vida fazendo o que pode e isso é louvável. Mas não tenho mais nada pra falar deles. Não me movem a agulha, no geral.
Mas os caras das classes mais baixas, bom. Por algo tô escrevendo tudo isso, né? Não sei se é tudo fruto do que rolou naquela vez na fazenda. Talvez tenha me marcado muito mais do que eu reconheço conscientemente. Ou talvez esse desejo sempre esteve aí, sempre esteve em mim e precisei daquela experiência com aqueles dois negões pra finalmente vir à tona, e desde então virar uma parte mais integral de mim. O fato é que eles me atraem. Me atraem pra caralho, como se eu fosse uma mariposa e eles uma lâmpada. É difícil de explicar e talvez minha terapeuta tenha razão. Quem sabe tudo se resume mesmo ao que realmente me excita sexualmente: a humilhação e o rebaixamento. Ser usada pelo que é considerado o pior da sociedade. Talvez, mesmo que eu não sinta isso intelectualmente, o prazer venha desse lado. Não sei.
Só posso falar do que sinto quando tô com eles e é algo incomparável, que nenhum outro tipo de homem conseguiu em mim. Eles conseguem quase sem tentar, sem querer, só sendo o que são.
Hoje me propus a escrever sobre outro episódio desses, bem mais mais forte do que o que já tinha escrito sobre o pivete do delivery. Bem mais forte, sério.
Aconteceu quando eu já tinha 32 anos. Entre as vezes que me encontrei com o delivery em casa, aos meus 27, e isso que vou escrever agora… tive outros encontros com essa gente. Não muitos, mas alguns. Não era que eu fosse viciada, mas sentia a necessidade de vez em quando de atender essa parte de mim, quando já tinha passado tanto tempo que ela pedia internamente aos berros. Eu precisava, fazia e de alguma forma me acalmava. Me tranquilizava às vezes por meses e meses, isso me bastava. Mas fui pegando e adquirindo certa prática em relação ao melhor jeito de fazer. O que era mais confortável pra mim, quando queria fazer, era só falar pro meu marido que numa sexta ou sábado ia sair com alguma amiga. Na real, pegava meu carro e ia dar um rolê, pra algum baile ou algum lugar que eu sabia que eles frequentavam, algum lugar deles, e chegava lá na maior cara de pau. Claro que eu brilhava igual tocha numa caverna estando naqueles lugares, então eles chegavam em mim na hora querendo me pegar. A única coisa que eu tinha que fazer era escolher. Sempre acabava em algum motel vagabundo, nós dois matávamos bem a vontade, cada um com suas necessidades, e eu voltava pra casa feito uma cinderela bem, mas bem fudida.
Meu marido nunca desconfiou de nada. Na verdade, ele ficava feliz que eu saísse “com minhas amigas” e me divertisse. Nunca me falou coisas do tipo “eu, cuidado com o que você faz” ou “Toma cuidado com os caras”… nada disso. Ele ficava feliz que eu voltava feliz. Ele achava que eu tava feliz por ter dançado e bebido alguma coisa. Eu, na real, tava feliz por ter engolido gozada de boy e ter aquelas picas dançando dentro de mim.
Quando falo “picas”, no plural, é um jeito de dizer. Durante essas saidinhas que eu tinha de vez em quando pra saciar minha necessidade, sempre foi com um por vez, nunca com vários. Nunca com vários, claro, até que, como eu disse Quando eu tinha 32 anos, começou a me coçar aquele bichinho e a curiosidade de saber como era fazer com vários ao mesmo tempo. Talvez pensando e lembrando da minha primeira vez com aqueles dois em Santiago, sei lá. Mas tenho que admitir que me dava um certo medo fazer isso quando saía pra algum daqueles bolichos onde eles se juntavam. Não sei. A gente pode pensar: se você faz com um desses do bolicho, pode fazer com dois, mas eu tinha uma trava psicológica. Não queria me expor tanto, sei lá. Pensava, talvez errado ou não, que um cara num hotel eu conseguia lidar. Mais de um naquela situação, eu não sabia. De qualquer forma, pensando e repensando, encontrei uma solução que finalmente me animou a fazer com mais de um ao mesmo tempo. E não foi num bolicho nem num hotel. Deu certo, mas acabei engolindo mais do que imaginava que ia colocar na boca, no sentido figurado e literal.
Uma tarde totalmente à toa em casa, pensando como podia "me atender" em algum lugar que não fosse um bolicho, num surto de inspiração comecei a ver outros lugares na internet, o que podia encontrar. Vi de tudo... mercadinhos de bairro, quitandas, tudo isso. Até que comecei a ver oficinas mecânicas, não na nossa região, pra garantir, mas em outras mais afastadas. Acendeu uma luz com isso, então peguei meu carro e fui dar uma volta. Não tinha planos de fazer nada sexual naquele momento, só queria ver como eram os lugares e se dava pra ver o pessoal que tinha. Fazer um reconhecimento. Marquei cinco ou seis no mapa do celular e andei a tarde inteira por vários lugares. Passando com o carro na frente de algum, ia devagar e de olho no local, pra ver qual era. E, por via das dúvidas, dava uma volta e passava também do outro lado.
A maioria não me chamou muita atenção ou não consegui ver direito, sem parar e descer, que tipo de gente tinha. Até que, depois de algumas visitas, encontrei um que parecia me agradar. Era bem montado, até que dentro do possível, não eram quatro. paredes e um telhado de chapa que colocaram como "oficina". Tava bem equipado e, no geral, bem limpo e profissional. E quando passei devagar com o carro, me fazendo de sonsa, por sorte consegui ver uns caras trabalhando lá e, puta merda, eram muito gostosos. Eram bem meu tipo: negões, fortes e bem sujinhos. Além disso, ficava bem longe de casa, ninguém ia saber quem diabos eu era, o que é sempre essencial.
Voltei pra casa com um sorrisão no rosto e comecei a bolá o plano.
Uma noite, quando meu marido chegou e a gente tava jantando, inventei que meu carro tava fazendo um barulhinho estranho. Ele não deu muita bola, como eu esperava, então por dias, dias e mais dias, fiquei enchendo o saco dele direto com o barulhinho do carro, falando pra ele levar no mecânico. Eu sabia que ele não ia fazer, ele não tinha tempo pra isso, mas queria parecer que não era eu quem ia levar.
Por quase três semanas, deixei ele de saco cheio com a história do barulhinho. Até subimos os dois no meu carro, deixei ele dirigir um pouco e fiquei insistindo que eu ouvia, mesmo ele não ouvindo nada. No fim, ele mandou eu parar de encher o saco e levar no serviço da concessionária, que era o óbvio que ele ia falar pra eu fazer.
Quando chegou a hora, eu simplesmente menti. Um dia falei que tinha levado, mas que não gostei nada de como me atenderam, que não deram muita bola, que olharam por cima e eu não queria mais saber de levar lá de novo. Mentira, fiquei a tarde inteira em casa naquele dia, mas foda-se. Então falei pra ele procurar outro lugar pra levar e, por sorte, ele já tava tão de saco cheio desse assunto que mandou eu me virar.
E eu sorri por dentro, apesar da cara de cu que fiz quando "finalmente aceitei" levar eu mesma.
Quando o dia chegou, eu sabia que não ia ter muitas oportunidades como essa. Não dá pra ficar repetindo a historinha do barulho toda hora. do carro. Era agora ou nunca e tinha que funcionar de qualquer jeito. Então me arrumei bem. Fiquei bem putinha com uma mini que mal cobria a raba, salto alto e uma blusinha em “V” que valorizava bem os peitos. Tinha que deixar as coisas bem claras quando chegasse naquele mecânico.
Quando finalmente cheguei na oficina, estacionei o carro e desci, tinha dois gostosões lá que ficaram pasmos com aquela mulher que descia do Audi. Me atenderam super bem, como cliente, digo. Super educados. Eu também respondia tudo que me perguntavam do mesmo jeito, dando sorrisinhos e olhares. Não podia ter deixado os dois mais bobos. Quando me falaram pra deixar o carro e voltar em uns dias, fiz a triste. Falei que não dava, que por favor desse uma olhada na hora, se demorasse horas não importava, eu ia dar um rolê no shopping perto, mas que fizesse hoje porque não podia voltar outro dia (o que era mais ou menos verdade). No fim, eles aceitaram e eu deixei um sorrisão ao ir embora e deixar o carro.
Umas duas horas depois, eu tava de bobeira no shopping e eles me mandaram mensagem pra voltar, que já tava pronto. Não acharam nada porque obviamente o carro não tinha nada. Mesmo assim, quando cheguei, fiz a sonsa e falei bem feliz que não ouvia mais o barulhinho. Apareceu um terceiro, um pouco mais velho, não sei se era o dono da oficina, o encarregado ou o quê. Me ofereceram um café e ficamos batendo papo ali os quatro.
Por sorte, a conversa, café vai e café vem, não demorou muito pra sair do sério e ficar boa. Os três me olhavam e sorriam feito leões se lambendo ao ver uma gazelinha, e eu já tava morrendo de vontade que eles se jogassem em cima de mim. A conversa foi esquentando bastante, mas eu via que eles não tinham coragem de dar o bote, então tive que fazer eu mesma, pra deixar bem claro. Perguntei que horas fechavam e eles falaram, entre risadas, que fechavam quando queriam. Olhei diretamente pra eles e falei: "Por que vocês não fecham agora? Assim já agradeço pelo atendimento rápido e bom." O mais novinho ficou meio duro, mas os outros dois se cagaram de rir e na hora o grandão chegou perto de mim e começou a me acariciar, enquanto o mais velho foi e baixou a persiana de chapa da oficina. Eu tava voando de tesão e, com a oficina já fechada, os três vieram pra cima de mim, com fome, mas do jeito certo. A gente se pegou um tempão ali, os quatro. Eu nem precisava, mas sentir as mãos me apalpando por todo lado e já tirando minha roupa me deixou ainda mais molhada do que eu já tava.
Daí me levaram pra um quartinho que eles tinham meio nos fundos da oficina. Parecia uma mistura de escritório, depósito de tranqueiras e lugar de descanso deles. E ali a gente começou a meter gostoso. Não... gostoso é pouco, a gente começou a meter maravilhosamente.
Eu já tava no céu. No paraíso. Não parava de chupar uma pica enquanto já tinha outra na cara pra continuar provando. Um dos três era meio branquelo, no geral, mas os outros dois eram bem morenos, bem morenos mesmo, e tinham umas picas alucinantes. Eu não conseguia parar, não queria deixar de chupá-las e satisfazê-las com minha boca e meus dedos. Ser o objeto sexual daqueles três brutos, daquele jeito e naquele lugar, me excitou como nunca antes na vida.

Nós quatro estávamos nos divertindo pra caralho. Entre risadas e gemidos de prazer, eu satisfiz eles completamente e amei a quantidade de porra gostosa que me fizeram engolir, me segurando pelos cabelos e enfiando o pau até a garganta. Até sentir os ovos deles no meu queixo. Cada pau era mais lindo que o outro e eu não conseguia parar de adorar eles, masturbar, chupar... e que lindo que eles também estavam me curtindo. Foi uma sensação foda sentir um cara gozar na minha boca, me virar e sentir outro ali na hora, na sequência, me dando mais porra pra minha barriguinha faminta... Foi sublime.Quando se recuperaram um pouco, um deles me carregou como se fosse nada e me levou até um banquinho que eles tinham ali. E aí começaram a me comer. Não precisava ninguém falar nada. Não teve reclamação nem nada. Eu tava ali pra ser comida e eles pra me comer. Foram se revezando assim, enquanto um me segurava e me comia gostoso, enchendo minha buceta de pau duro, o outro me fazia chupar ele. Foi assim que cheguei ao paraíso. Gozei tantas vezes... e fiz eles gozarem também, muito e fácil.


Que incrível foi me sentir assim. Eu estava perdida, perdida no meu prazer e na sensação constante de ter uma pica dura de alguém enchendo meu cu ou minha buceta. Já tinha deixado de ser uma mulher. Eu tinha virado só o receptáculo que esses três negões gostosos usaram pra encher com o leite quente deles. Perdi a conta de quantas vezes gozaram dentro de mim e, pra ser sincera, nem me importei em contar. A única coisa que eu queria naquele momento era sentir os orgasmos que essas picas de vilão me davam, um atrás do outro quase sem parar, sentir eles gozando dentro de mim, o leite deles se espalhando no meu interior, sentir o prazer que meu corpo e meus gritos de orgasmo proporcionavam pra eles.
Ficamos assim por quase três horas. Com umas pausinhas, sim, mas transando igual uns bichos. Na real, quem descansou mesmo foram eles. Como se revezavam, eu tava sempre ocupada com um ou dois. Não reclamo. No final, quando falei que daqui a pouco tinha que ir, de presentinho um deles se enfiou debaixo de mim e começou a meter assim, do jeito que eu adoro. Mas mais gostoso ainda foi sentir o outro montar em mim por trás e enfiar também no meu cu. O terceiro só ficava olhando e sorrindo, nem se masturbava com a cena. Esse coitado já não aguentava mais.Que sensação gostosa ter dois caras dentro de mim ao mesmo tempo, igual já tinham feito umas vezes os caras da fazenda. Me senti uma menina de novo, no meio dos meus gritos e espasmos de prazer no corpo. Me comportei direitinho com eles, deixei os dois completamente satisfeitos. Mais que satisfeitos, quase que os quatro ficaram de molho na cama. Mas amei toda a recompensa que deixaram no meu corpo. Fazia muitos, muitos anos, desde a fazenda, que não sentia a sensação paradisíaca da goza de mais de um homem escorrendo sozinha do meu corpo, escorrendo suave pela minha pele.
As porradas de leite desses paus de vilão sujo foram divinas, amei cada gota, e ganhei cada uma delas com muito mérito.
No final, tive que ir embora, já estava ficando tarde e queria ter bastante tempo de sobra pra chegar em casa, tomar um banho e me limpar bem. Entre risadas e na maior boa vontade, verdade seja dita, eles não queriam me deixar ir. E eu também, pra ser sincera, não queria ir. Mas tinha que ser. Me fizeram prometer que, se tivesse qualquer problema com o carro, fosse procurar eles, que não iam me cobrar nada. Eu sorri e agradeci, que doces. Pensar que tem mulher que paga fortunas por isso e pra mim tavam dando de graça.Curiosamente, será possível que a porcaria desse Audi que eu tenho começou a dar vários problemas. Besteiras, nada sério, mas a verdade é que me incomodavam pra caralho. Meu marido, já cansado das minhas reclamações, falou pra trocar de carro, mas não quero me livrar dele. Gosto do carro, apesar dos problemas e de todas as outras vezes que tive que levar na oficina pra darem uma olhada. Por sorte, sempre conseguiram arrumar tudo.
O idiota do meu marido vive me perguntando por que não levo na concessionária, que lá tem o serviço oficial. Aí eu não minto, aí eu falo a pura verdade. Levo sempre na oficina porque lá me tratam muito melhor.
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