Minha mulher comida pelo vizinho

Naquela época, eu e minha esposa morávamos num conjunto de apartamentos. Aí chegou um vizinho novo, um cara um pouco mais velho que a gente, uns 59 talvez, corpo meio atlético e sorriso agradável.
A chegada dele causou um rebuliço entre as vizinhas. Tinha 4 casais no prédio, a gente era o mais novo: eu tinha 42 e ela 23. Os outros casais eram tudo acima dos 50.
Pra falar a verdade, minha esposa era a mulher mais gostosa daquele lugar. Baixinha, cintura fina, bunda firme e peitos médios. Ela vivia usando jeans apertado e blusas de manga curta fininhas, ainda mais porque naquela época do ano tava um calor danado.

Minha esposa é safada pra caralho. Comigo na cama não tem frescura, a gente curte as fantasias mais vulgares que temos. Em questão de sexo, somos muito abertos e conseguimos conversar sobre tudo sem problema nenhum.

Os dias foram passando e a relação com o vizinho foi ficando cordial.
Um dia, minha esposa foi lavar o pátio. Ela vestiu um short bem apertado, que realçava a bunda redonda e firme dela, e deixava as pernas brancas e torneadas à mostra. Colocou também uma camiseta bem fina e um top pra ficar mais à vontade. O vizinho chegou de uma corrida depois de um tempo, viu ela lavando e perguntou se precisava tirar o carro dele pra não atrapalhar. Ela disse que não precisava, e brincou: "Aproveita que já tô com sabão e mangueira, lavo o seu também."
Ele sorriu e respondeu que achava a ideia perfeita, que ela lavasse e ele pagaria. Nisso eu saí e brinquei: "Viu, love? Já chegou seu primeiro cliente, não deixa escapar." Ela sorriu e começou a jogar água no carro. Aí recebi uma ligação e fui atender. Conseguia ver minha esposa ensaboando o carro, com o sorriso safado do vizinho. Ela nunca tinha lavado um carro na vida e se esforçava pra fazer direito, mas a blusa tava molhando toda enquanto ela se esticava pra alcançar... lavar o teto e o para-brisas, naquele momento a cena me pareceu engraçada, mas a verdade é que minha esposa estava gostosa se esticando para alcançar todas as áreas do carro, cada vez que se esticava parava a bunda e suas pernas eram apreciadas em todo seu esplendor.
Eu tive que entrar e depois de alguns minutos ela entrou em casa, ao vê-la sorri, ela estava gostosa, como a blusa tinha molhado com a água fria, transpareciam seus mamilos durinhos. Me aproximei brincando e perguntei se tinham pago ela, ela respondeu que o vizinho disse que já nos compensaria pelo favor assim que pudesse, beijei-a calorosamente e dando um tapão na bunda mandei ela se trocar

Se passaram alguns dias e todos continuamos nossa rotina normal, mas num fim de semana o vizinho bateu na nossa porta, procedeu a nos convidar para um fim de semana num sítio para agradecer a amizade que tínhamos lhe dado.

A casa era muito bonita, um terreno de uns 800 metros quadrados,
Isso sim, o calor era intenso, mas o ar puro refrescava agradavelmente. Assim que chegamos ele nos instalou num quarto muito confortável, tomamos banho e nos vestimos confortavelmente, minha esposa vestiu um vestido de tecido fino e um pouco decotado, saímos para o jardim onde havia umas mesas com teto de palha e nos sentamos para relaxar, depois de um tempo de outro quarto saiu o vizinho, parecia que também tinha tomado banho e estava usando um short e uma camiseta de manga curta fina e justa ao corpo,

Já à vontade perguntei do que ele trabalhava, descobri que era empresário têxtil,.
Continuamos bebendo champanhe e minha esposa e eu já estávamos sentindo os efeitos das bebidas, ele parecia inteiro,

Caiu a noite e entramos na sala para continuar a festa, ele colocou música e começamos a dançar alternadamente com minha esposa, ela adora música colombiana, ao dançar solta toda a sua sensualidade de mulher, amo como ela mexe os quadris no ritmo da música.

Seguimos assim bebendo e dançando por um bom tempo, eu já Me sentia muito tonto e numa dessas em que minha mulher foi ao banheiro, o vizinho se aproximou e disse: "Na confiança e com todo respeito, que mulher linda, meu amigo, você é um homem muito sortudo, cuide dela e dê o melhor porque ela vale até o último centavo que você tem". Eu agradeci o comentário e, sem pensar, talvez porque sempre falei abertamente com minha esposa e por causa do efeito do champanhe, comentei que além de linda, minha esposa era gostosa, ardente na cama e uma mulher que satisfaria qualquer homem. Ele sorriu, nisso ela chegou e perguntou do que estávamos falando. Às vezes não meço o que digo quando bebo e comentei na frente dele que estava dizendo ao vizinho o quanto ela era gostosa, o quanto ficava tesuda comigo na cama e que qualquer homem daria tudo para ter ela..... Ela ficou vermelha, o vizinho a observava com um pouco de malícia e um sorriso safado, ela disse "ai amor, que vergonha você me faz passar, o que o vizinho vai pensar", ele a pegou sutilmente pelo braço e disse "não se preocupe, estamos na confiança e seu marido melhor que ninguém deve saber o valor da mulher que tem ao lado", ele a tirou para dançar novamente, dessa vez a aproximava do corpo sempre que tinha oportunidade, ao dar as voltas não perdia a chance de abraçá-la por trás e colar o corpo no dela, minha esposa ainda estava corada, talvez fosse uma mistura de álcool e excitação por se sentir descoberta na sua sensualidade diante daquele homem bonito que a tocava. Eu já só bebia e olhava para eles, observava como ele dizia algumas coisas que eu não conseguia ouvir, mas ela sorria um pouco nervosa e ficava mais vermelha, na minha embriaguez pude notar que com as mãos ele a segurava pelos quadris e a boca dele colava na orelha dela, numa volta que ela deu pude ver que os peitos dela estavam durinhos, ficavam assim quando ela estava excitada, eu já não me mexia do meu lugar e só servia as taças. Num momento em que o cansaço me venceu e fechei os olhos (alguns instantes), quando os abri notei que A música continuava, mas eles já não estavam mais. Me levantei como pude e fui ao banheiro, não tinha ninguém. Procurei no quarto e também não tinha ninguém.
Como pude, saí para o jardim, não conseguia coordenar direito e andava cambaleando. Entrei no outro quarto e fui até uma janela que dava para o pomar. A luz do quarto estava apagada, mas as cortinas estavam abertas. Me debrucei e, a poucos metros, vi as figuras deles à luz do luar. Ele a abraçava por trás e ela se deixava beijar o pescoço. Não ouvia muito por causa do vidro, mas no silêncio da noite dava pra escutar os grilos acompanhados de um gemido sutil.
A cena era erótica pra caralho.
Ele, habilidoso, deslizou uma alça do vestido dela, sem soltá-la da cintura, como fazendo saber que não ia embora deixando ela assim. Beijou o pescoço e o ombro dela. Ela apertava, quase arranhando a mão que a segurava firme. Ele deslizou a outra alça do vestido, e o vestido caiu até a cintura dela.
Ele continuava beijando o pescoço e os ombros dela. Ela acariciava a nuca dele com uma mão, como pedindo pra ele aproveitar ela. Beijou um pouco as costas dela e, com a boca, soltou o sutiã. Os peitos firmes dela se encarregaram de derrubar o sutiã, revelando um pouco das redondezas deles. Num ato de aceitação, ela tirou o sutiã e, virando-se, ofereceu aquele manjar que ele tanto desejava. Ele começou a chupar, lamber e brincar com aqueles peitos provocantes. Ela já gemia sem pudor. Com certeza já estava molhada, o perfume de mulher dela devia ter inundado o pomar. Então ele se afastou pra deixar o vestido deslizar até o chão. Ficou olhando aquelas curvas adornadas com a calcinha fio dental de renda preta que ela usava. Voltou ao festim dos peitos dela e desceu com a língua até a barriga. Ela acariciava os ombros e a nuca dele, olhando pro céu. Que lua linda iluminava eles. Ela foi deslizando suavemente a calcinha fio dental pra ele poder descer mais até o proibido do corpo dela. Ele levantou uma perna dela, passando por cima do ombro dele, e começou a saborear a buceta. méis do prazer, ela arranhava a nuca dele e bagunçava o cabelo enquanto curtia aquela língua que fuçava na buceta dela, cheia de desejo. Assim ficou um tempão, ela arqueou e gemeu forte, um orgasmo tinha chegado. Então ele subiu com a língua pelo caminho de volta: a barriga dela, os peitos, o pescoço, chegou perto do ouvido e sussurrou mordiscando. Ela olhou agradecida e começou a despir ele: a camisa, o short. Quando a calcinha fio dental ficou à mostra, dava pra ver um volume na virilha dele, era óbvio que o pau dele tava pronto. O corpo atlético dele contrastava com o corpo esbelto dela, era uma mistura perfeita: vigor e beleza, uma combinação excelente pra um par de amantes.

Ela desceu com a língua por aquele abdômen forte, viril, masculino, até chegar no começo do fio dental. Com desejo, deslizou aquela peça que a impedia de chegar na iguaria que a esperava ali. Virou pra olhar na cara dele, ele tava morrendo de vontade que ela comesse aquele pedaço de carne que ele oferecia. Ela não hesitou e começou a lamber: beijava, lambia da ponta à base e vice-versa, começou a chupar. Dava pra ver que ela se esforçava pra engolir inteiro, a bochecha dela inchava cheia daquele membro. Ele olhava pro céu, passando a mão no cabelo dela. Ficou assim por um bom tempo até que ela decidiu subir com a língua de volta: o abdômen dele, o peito, o pescoço, a orelha, e sussurrando enquanto mordia com desejo.

Ele pegou ela pela cintura e levantou. Ela se agarrou no pescoço dele e enlaçou as pernas na cintura dele, se ajeitou e montou naquele pedaço quente de carne, sabendo que não tinha volta. Aquele homem bonito ia comer ela à vontade, ela se entregava completamente ao desejo proibido.

Como ela era pequenininha, ele carregava ela sem muito esforço. Ela pulava uma e outra vez, enfiando aquele pedaço de carne que a cada estocada esquentava por dentro. Ele não perdia chance de chupar os peitos dela e o pescoço. Ela arranhava as costas dele com força, como se estivesse cobrando a trepada que ele tava dando. Estava dando, à luz da lua era uma cena de erotismo pleno, fenomenal.
Tem que reconhecer que aquele homem sabia como comer uma mulher, a teve assim por um bom tempo, era forte ou talvez sua força vinha do intenso desejo que sentia, ela nunca tinha sido comida daquele jeito, montada num pau viril e violento que a sacudia apertando as nádegas, seus músculos ficavam muito tensos, as veias dele se viam inchadas, nisso ela gemeu e se esfregou no pescoço dele gritando, que orgasmo ela deve ter tido que quase choramingava, ele começou a dar empurrões lentos mas fortes, um, dois, três... com muita virilidade, ela se colava beijando o pescoço dele, mordendo, então depois de uns instantes de trégua ele começou a sacudi-la forte, cada vez mais rápido, apertava as nádegas dela quase arranhando, ela se arqueava como tentando resistir à investida, gemia descontrolada, suada, ele continuou sacudindo-a intensamente, até que finalmente dando um empurrão intenso gritou forte esvaziando o leite dentro dela, ela se agarrou de novo ao corpo dele satisfeita, plena e cansada, ele a tinha levado de mulher a mulher naquela linda noite, era algo para aproveitar sem pensar em nada...

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