Dava pra ouvir os gemidos ritmados da madeira e das molas de metal vindo da cama no quarto lá em cima. Minha cama nova no quarto de empregada era bem confortável, simples mas gostosa.
Me cobri bem com um cobertor e escutei o movimento da cama do casal, tentando distinguir os gemidos e suspiros abafados da Kate. Ela sempre dava um jeito de não acordar as meninas, mas quando gozava transando com o Vince, muitas vezes ficava perto. Não precisei esperar muito pelo próximo. "AIiiiiiiii MEU DEUS" se prolongou num êxtase feminino sem fôlego, e de repente silenciou; provavelmente porque o amante tapou a boca dela com a mão enquanto ela gozava gostoso. Já tinha visto ele fazer isso antes. Ela adorava como ele a maltratava: seguro e dominador.
![Reemplazado, relato cuckold [2] Reemplazado, relato cuckold [2]](//s2.poringa.net/images/space.gif)
Entendi por que ela não tava no quarto vendo eles, mas isso não tornou a situação menos frustrante nem humilhante. Enfiei a mão debaixo do cobertor pra passar o dedo no plástico do meu pau e imaginei como seria trocar de lugar com o Vince por uns minutos. Meu "pau de giz de cera", como a Kate chamava, se contraiu de forma patética e desistiu na hora.

Você vai ter que ganhar o privilégio de ficar acordado depois da hora de dormir pra ficar no quarto com a gente", Vince tinha me dito antes de me mandar pro meu quarto. "Acha que já ganhou isso hoje, empregada?" Balancei a cabeça de leve e falei: "Não, senhor. Boa noite, senhor e senhorita", antes de me recolher pro meu quarto de serviço. Queria não ter olhado pra Kate quando ela enfiou a mão na calça dele enquanto eu abria a porta do porão. Aquela imagem na minha cabeça só piorou enquanto eu descia as escadas todo abatido, com o pau duro se contorcendo e a bunda ainda queimando do castigo.
Os cinco dias seguintes passei me adaptando à nova normalidade. No domingo de manhã na igreja, tinha certeza de que as pessoas estavam me observando de algum jeito, mesmo eu estando vestida normalmente, exceto pela calcinha de cetim que Vince exigia que eu usasse por baixo da calça jeans. A caminhada da tarde foi realmente encantadora. Ainda era meio surreal ver Vince e Kate de mãos dadas enquanto as meninas iam na frente pulando pelo trilho, mas também fiquei feliz por eles. Kate também estava muito contente e era muito doce comigo; falava comigo quase como uma irmã enquanto Vince se adiantava um pouco para correr e brincar com as garotas.
Na segunda-feira foi uma transição brusca de volta à rotina: escola, deveres, tarefas de casa... e depois as horas no escritório. Nem me senti desanimada quando me mandaram para a cama. Me senti aliviada.
Na terça-feira foi um dia confuso, mas eu estava cada vez mais eficiente. Foi meu primeiro sucesso de verdade como empregada doméstica; todo mundo estava feliz, as meninas estavam deitadas e, mesmo sem ter tido a chance de ver minha esposa pelada ainda, pelo menos consegui passar o dia inteiro sem precisar de nenhuma disciplina. Me senti orgulhosa enquanto me aninhava na cama.
Na quinta-feira soube que finalmente encontraria um ritmo saudável para nossos dias, mesmo que fosse bem diferente do que eu imaginava.
Mas todo sistema novo tem suas imperfeições que precisam ser resolvidas conforme todo mundo se adapta aos novos papéis. Na sexta, encontrei uma imperfeição foda, e o Vince me aplicou o castigo.
Não dá pra pular a lição de casa só porque é sexta-feira". Eu tava levantando a voz um pouco mais do que queria, mas precisava limpar depois do jantar e não tinha tempo pra frescura da minha filha teimosa de seis anos.
Desculpa, patroa... Senhorita Maddie, sei que tá animada pra noite de cinema, mas vamos terminar isso e aí cê pode se divertir". Coloquei o último prato na lava-louças e comecei a fazer pipoca.
Não! Vou fazer depois". Ela cruzou os braços, desafiadora. Virei-me para ela, meio irritada. "Você vai começar agora mesmo, mocinha. Não me faça contar!
E, como costuma acontecer quando se discorda de crianças, a tensão aumentou muito além do que uma discussão sobre a lição de casa merecia. “Maddie, você está de casti…”
Fui interrompida por uma forte salva de palmas quando Vince se levantou do sofá.
Os dois, aqui. Agora.
O tom cortante dela assustou nós dois. Caminhei sem jeito até a sala, assumindo minha postura respeitosa de sempre, de pé com a cabeça levemente baixa, olhando pro Vince.
Maddie correu e pulou no sofá ao lado de Kate e Mary.
Vince sentou de novo.
Mucama, você tem que dar algumas explicações.
Sim, senhor", eu disse.
Pra quando é o trabalho da Maddie?
Me afastei nervosa, percebendo tarde demais o quão idiota a discussão soava. "Hã... É pra segunda-feira, senhor.
Ela se recostou no sofá. Era muito chato ser a única de pé, e era realmente humilhante me tratarem como uma garotinha idiota na frente das minhas filhas.
E por que ela tem que fazer isso agora?
Só pensei, senhor, que... bem, seria mais fácil se... o senhor sabe...
Interrompeu meu raciocínio hesitante. "Você levantou a voz pra Maddie. Isso é inaceitável pra uma empregada".
Deus, não, assim não. Quebrei minha postura obediente, levantei a cabeça e comecei a protestar.
Não me deu a chance.
Silêncio. Você não pode falar pelo resto da noite.
Por algum motivo, a Mary, de quatro anos, achou aquilo hilário. "Papai tem que brincar de jogo do silêncio!
Suavizou o tom na hora, mas sabia que não devia falar nada enquanto todo mundo ria.
Vince riu antes de se virar pra mim.
Você também não soube se dirigir a ela direito. Isso não vai se repetir.
Engoli saliva e tentei me segurar, mantendo algum controle sobre o mar de emoções que se agitava como ondas. Fiquei brincando com as bordas franzidas do meu avental enquanto minhas filhas riam.
Não chora. Não chora. Não chora.
Vince sentou Mary no colo dele e pegou o controle remoto.
Empregada, você vai ficar no cantinho durante o tempo de castigo enquanto a gente vê nosso filme." Ela apontou pro canto do lado da televisão.
Fiquei paralisada. Isso era impossível... um vestido era uma coisa, mas isso... na frente das garotas e...
Agora.
Dei um pulo. Quando me virei pra andar até a esquina, minha última foto foi das três amontoadas junto dele.
Nariz na esquina, empregada." Juntei os pés desajeitadamente para que meu rosto colasse na esquina. O filme começou.

Os tempos de castigo são curiosos, principalmente aqueles que incluem ser humilhado na frente da sua família.
Minutos de tédio dão lugar a ondas de humilhação ao lembrar que suas filhas estão atrás de você o tempo todo enquanto você se mantém obediente naquela posição ridícula. Você imagina sua esposa gostosa abraçando ele, enquanto sente a parede dura e fria contra seu nariz.
Pensei em revidar. Que porra tava acontecendo comigo? Mas aí ele ia ganhar. Sempre ganhava. E eu ia acabar com uma humilhação ainda pior. Segurei a vontade de vazar do meu tempo de castigo.
Depois de mais ou menos uma hora, minha raiva foi se transformando aos poucos numa aceitação derrotada. Não lutei mais. O peso da minha nova realidade tomou conta de mim. Apertei o nariz contra o drywall com uma obediência renovada. Já não era mais uma figura de autoridade para minhas filhas, agora eu era o Vince... mas ainda podia ser uma parte importante da vida delas, e naquele momento minha responsabilidade era aceitar meu castigo por completo.
O filme finalmente acabou. As minas não paravam de falar do assunto. Vince, na boa, foi na onda, soltando uns comentários sutis e safados pra Kate.
Ô, Vince, dá pra gente ver um episódio rapidinho com você? Pelo amor, pelo amor!" Eu ouvia as meninas pulando no sofá enquanto imploravam.
Tá bom, tá bom… um episódio… você é gostosa demais pra eu dizer não", disse ela de bom humor, e foi recebida com gritos de empolgação na hora.
Só uma coisinha rápida antes".
Empregada, já pode sair da esquina." Soava tão seguro de si e condescendente, mesmo falando num tom despreocupado. A vida estava indo muito bem pra Vince.
Parei na frente dele de novo, agradecendo baixinho.
Mais alto, empregada.
Gemi. Era insuportável. Podia aceitar meu castigo, mas era cruel demais.
Se a sua atitude continuar sendo um problema, pode voltar pra esquina.
Não queria isso. Mudei de tom rapidinho. “Sim, senhor… mmm… meu tempo livre… obrigada, senhor, pelo meu tempo na esquina.”
De nada, criada. Agora, vai pro teu quarto.
As meninas observaram fascinadas como o amigo especial da mãe mandava o pai dormir cedo.

Foi traumático pra mim, mas a humilhação da noite anterior me deixou numa atitude submissa e focada que me manteve alerta o sábado inteiro. Não esqueci de chamar minha esposa e minhas filhas de "senhorita", e fiz de tudo pra me antecipar a cada necessidade do Vince. Corri pela casa em silêncio, me acostumando com o roçar do vestido de empregada nas minhas pernas.
Quando começaram a surgir uns pequenos sentimentos de rancor, ao ver o Vince relaxando com a Kate na varanda enquanto eu me matava de trabalhar, lembrei de ter me sentido completamente humilhado e derrotado na frente da minha família. A dor daquela pontada voltou com força, junto com o som das risadinhas das minhas filhas nos braços do Vince enquanto eu, obedientemente, ficava no canto. Aquilo não ia se repetir. Esse era meu novo papel e eu tinha que aceitar. Brigar com isso só ia piorar.
No fim do dia, sorri com todo o orgulho que minha alma despedaçada me permitia. A casa tava limpa, as crianças felizes, e minha esposa e o namorado dela já iam na segunda garrafa de vinho, se pegando que nem uns loucos.
Tinha passado uma semana. Uma semana de loucura.
Levei as gostosas pra dormir.
Quando desci as escadas, a Kate tava agarrada no Vince, beijando o rosto dele sem cuidado. Tava uma gostosa, mesmo completamente bêbada. Baixei a cabeça respeitosamente e fui pra cozinha em silêncio pra não atrapalhar eles.
Os sons eram apaixonados, guturais. Tava quase descendo as escadas quando ouvi me chamarem. Era a Kate!

Fiquei de pé educadamente na frente deles, sem saber o que esperar, mas também curioso pra ouvir o que minha esposa ia dizer. Ela podia ser tão engraçada quando bebia demais, e olha que ela tinha bebido pra caralho naquela noite. A cabeça dela balançava de um jeito brincalhão enquanto falava, os cachos loiros pulando. A camisa dela estava desabotoada, mas ainda caía, e os peitos nus apareciam por baixo do tecido amarelo e preto. Me permiti uns segundos pra apreciar aquele decote tentador, esperando que o Vince não notasse ou não ligasse.
Ela arrastava as palavras enquanto falava comigo, e de vez em quando era interrompida por risadinhas bestas de bêbada.
Você é... você é... você é tão... tão gostosa." Ele deu um gole no vinho. "Tipo, olha pra você. Com seu vestidinho... e... sua, sua carinha doce quando aquele grandalhão do Vince te mandou pro... canto. Tão gostosa.
Ela fez um gesto pra eu chegar mais perto, se inclinando pra frente. Dei um passo desengonçado e parei bem na frente dela. Não sabia o que esperar.
Olha... deixa eu ver... deixa eu ver seu lápizinho... vamos garantir que tá tudo certinho." Ela levantou meu vestido, mesmo com o equilíbrio um pouco trêmulo. Entendi o que ela queria e usei as duas mãos pra segurar meu vestido, deixando minha calcinha à mostra, que ela puxou pra baixo na hora.
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—Aí... aí... Tá vendo o Vince? Esse é meu, meu docinho de giz... trancado, tão seguro e confortável. E olha... ainda tem duas bolinhas aí embaixo. Não tava certo quando te vi parado na esquina. Fico feliz que suas... suas bolinhas possam fazer companhia pro seu pau, porque não sinto falta dele. Não... não...
Ela enfiou a mão na calça de Vince e começou a acariciar devagar o pau grosso e duro dele.
—Agora eu tenho isso... isso... Meu Deus, eu adoro! — E a atenção dela se virou pro Vince, que tava sorrindo enquanto ela esticava o pescoço pra mordiscar o rosto dele com adoração, enquanto a mão dela apalpava o comprimento do pau dele. Eu me levantei, erguendo meu vestido pra mostrar meu pinto pequeno preso na gaiola enquanto eles se beijavam. Achei que ia ser só um minuto, mas fiquei ali um tempão enquanto minha esposa beijava apaixonadamente o amante dela.
Finalmente, Vince segurou a bochecha dela com a mão forte e a prendeu, virando-se pra mim por um instante enquanto ela começava a chupar o dedo dele.
Sai daí, empregada.
Dei um pulo pra trás, achando que era de boa deixar meu vestido voltar pro lugar enquanto Vince levantava a Kate pra levar ela pro quarto.
Mas em vez de seguir pelo corredor, ele virou à esquerda pra pegar a porta do porão.
Vem, bichinha.
Kate tava toda desengonçada, quase tropeçando enquanto se agarrava no Vince pra descer as escadas com ele. Foram pro meu quarto. A bunda da Kate rebolava enquanto ela tirava a calça jeans. "Vamos foder aqui essa noite?" O Vince só empurrou ela pro chão, onde ela ajoelhou felizona, puxou a calça dele com vontade e começou a adorar a pica e as bolas dele sem freio. Nunca tinha visto um negócio daquele. Meu estômago embrulhou quando percebi que provavelmente nunca ia ter uma atenção dessas.

Lembrei que não tinha permissão formal pra olhar, então baixei a vista, deixando só minha visão periférica ver a figura da minha esposa ajoelhada aos pés dele enquanto ouvia os sons molhados dos lábios e da língua dela no pau dele.
O Vince devia ter notado minha obediência proativa.
Boa empregada. Dá pra ver sua esposa servindo um homem de verdade por alguns minutinhos".
Não me sentia bem de pé. Me abaixei até o chão e fiquei de joelhos em silêncio, imóvel, só observando ela. Ela se esfregava enquanto chupava o pau dele, até ele mandar parar e focar no boquete. Os dedos dele envolveram a nuca dela com uma ordem amorosa, mas firme. Ela gemeu, tirando a mão da buceta dela de má vontade. Sabia que nunca seria capaz de dar aquela confiança dominante. Precisava dela. Desejava ela, e dava pra ver quando ela olhava pra ele com adoração enquanto o adorava.
Meu pequeno pau ansiava com todas as forças por qualquer atenção, qualquer coisa. Mas meu pau não pode ter coisas boas. Simplesmente me ajoelhei, sentindo ele endurecer dentro da gaiola, pingando líquido pré-ejaculatório no chão.

Vi o Vince levantar minha esposa e jogar ela na cama. Ela abriu as pernas, esperando ele pegar o que era dele.
Vince pegou um envelope que estava em cima da minha mesa e jogou no chão na minha frente.
Desculpa, empregada, o show acabou. Encosta esse papel na parede com o nariz. Mãos na cabeça. Se cair, você também não pode ouvir.
Sim, senhor.
Não me deram mais atenção enquanto eu adotava desajeitadamente minha postura de viado. Ouvi a cama ranger quando Vince montou na minha esposa. Tomei a liberdade de me ajoelhar na superfície relativamente macia de um tapete perto da porta, segurando o envelope com a mão e depois apertando o rosto contra ele. Escorregou um pouquinho, mas consegui pegá-lo rapidamente e colocar de volta. Ia precisar de muita concentração pra evitar que escorregasse de novo.
A cama agora balançava, e Kay estava no paraíso. Eu imaginava como ela ficaria com as pernas bem abertas, os peitos balançando enquanto Vince metia nela.

Eu ouvi ela ter o primeiro orgasmo dela. Depois, ouvi ela ficar de quatro, enquanto o Vince dava tapas na bunda dela e chamava ela de putinha. Escutei o segundo orgasmo, e depois o terceiro. Finalmente, ouvi os gemidos profundos do Vince enquanto ele diminuía o ritmo e gozava dentro da buceta. Teve um silêncio depois da tempestade, interrompido por beijinhos e sussurros. E aí eu ouvi a voz da Kate, doce, exausta e satisfeita.
Mucama...
Me animei, garantindo que mantinha a postura correta, já que os olhos dela provavelmente estavam em cima de mim.
Sim, senhorita.
Quero que você lamba minha buceta".
Dei um tempo pro Vince contradizer ela, mas ele não fez isso. Desci as mãos com rigidez e peguei o envelope da parede. Fiz exatamente o que ela mandou. Mantive o olhar baixo enquanto me posicionava entre as pernas dela.

Não acredito que você sempre obedece tudo", disse ela, arrastando um pouco as palavras. "Que raposinha gostosa".
O álcool estava deixando ela mais direta do que o normal. Ela mostrou seus verdadeiros sentimentos enquanto lambia o esperma do Vince da buceta dela.
Você nem tenta se defender... que tipo de raposa gostosa fica parada num canto na frente das próprias filhas?" Ele agarrou minha cabeça pra me puxar. "Lambe mais fundo, raposinha. Saboreia isso... saboreia o esperma daquele homem grande e safado.
Estendi a língua o máximo que pude, o porra pegajosa escorrendo da minha língua pra dentro da boca. Fiz uma careta e engoli.
Me cobri bem com um cobertor e escutei o movimento da cama do casal, tentando distinguir os gemidos e suspiros abafados da Kate. Ela sempre dava um jeito de não acordar as meninas, mas quando gozava transando com o Vince, muitas vezes ficava perto. Não precisei esperar muito pelo próximo. "AIiiiiiiii MEU DEUS" se prolongou num êxtase feminino sem fôlego, e de repente silenciou; provavelmente porque o amante tapou a boca dela com a mão enquanto ela gozava gostoso. Já tinha visto ele fazer isso antes. Ela adorava como ele a maltratava: seguro e dominador.
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Entendi por que ela não tava no quarto vendo eles, mas isso não tornou a situação menos frustrante nem humilhante. Enfiei a mão debaixo do cobertor pra passar o dedo no plástico do meu pau e imaginei como seria trocar de lugar com o Vince por uns minutos. Meu "pau de giz de cera", como a Kate chamava, se contraiu de forma patética e desistiu na hora.

Você vai ter que ganhar o privilégio de ficar acordado depois da hora de dormir pra ficar no quarto com a gente", Vince tinha me dito antes de me mandar pro meu quarto. "Acha que já ganhou isso hoje, empregada?" Balancei a cabeça de leve e falei: "Não, senhor. Boa noite, senhor e senhorita", antes de me recolher pro meu quarto de serviço. Queria não ter olhado pra Kate quando ela enfiou a mão na calça dele enquanto eu abria a porta do porão. Aquela imagem na minha cabeça só piorou enquanto eu descia as escadas todo abatido, com o pau duro se contorcendo e a bunda ainda queimando do castigo.
Os cinco dias seguintes passei me adaptando à nova normalidade. No domingo de manhã na igreja, tinha certeza de que as pessoas estavam me observando de algum jeito, mesmo eu estando vestida normalmente, exceto pela calcinha de cetim que Vince exigia que eu usasse por baixo da calça jeans. A caminhada da tarde foi realmente encantadora. Ainda era meio surreal ver Vince e Kate de mãos dadas enquanto as meninas iam na frente pulando pelo trilho, mas também fiquei feliz por eles. Kate também estava muito contente e era muito doce comigo; falava comigo quase como uma irmã enquanto Vince se adiantava um pouco para correr e brincar com as garotas.
Na segunda-feira foi uma transição brusca de volta à rotina: escola, deveres, tarefas de casa... e depois as horas no escritório. Nem me senti desanimada quando me mandaram para a cama. Me senti aliviada.
Na terça-feira foi um dia confuso, mas eu estava cada vez mais eficiente. Foi meu primeiro sucesso de verdade como empregada doméstica; todo mundo estava feliz, as meninas estavam deitadas e, mesmo sem ter tido a chance de ver minha esposa pelada ainda, pelo menos consegui passar o dia inteiro sem precisar de nenhuma disciplina. Me senti orgulhosa enquanto me aninhava na cama.
Na quinta-feira soube que finalmente encontraria um ritmo saudável para nossos dias, mesmo que fosse bem diferente do que eu imaginava.

Mas todo sistema novo tem suas imperfeições que precisam ser resolvidas conforme todo mundo se adapta aos novos papéis. Na sexta, encontrei uma imperfeição foda, e o Vince me aplicou o castigo.
Não dá pra pular a lição de casa só porque é sexta-feira". Eu tava levantando a voz um pouco mais do que queria, mas precisava limpar depois do jantar e não tinha tempo pra frescura da minha filha teimosa de seis anos.
Desculpa, patroa... Senhorita Maddie, sei que tá animada pra noite de cinema, mas vamos terminar isso e aí cê pode se divertir". Coloquei o último prato na lava-louças e comecei a fazer pipoca.
Não! Vou fazer depois". Ela cruzou os braços, desafiadora. Virei-me para ela, meio irritada. "Você vai começar agora mesmo, mocinha. Não me faça contar!
E, como costuma acontecer quando se discorda de crianças, a tensão aumentou muito além do que uma discussão sobre a lição de casa merecia. “Maddie, você está de casti…”
Fui interrompida por uma forte salva de palmas quando Vince se levantou do sofá.
Os dois, aqui. Agora.
O tom cortante dela assustou nós dois. Caminhei sem jeito até a sala, assumindo minha postura respeitosa de sempre, de pé com a cabeça levemente baixa, olhando pro Vince.
Maddie correu e pulou no sofá ao lado de Kate e Mary.
Vince sentou de novo.
Mucama, você tem que dar algumas explicações.
Sim, senhor", eu disse.
Pra quando é o trabalho da Maddie?
Me afastei nervosa, percebendo tarde demais o quão idiota a discussão soava. "Hã... É pra segunda-feira, senhor.
Ela se recostou no sofá. Era muito chato ser a única de pé, e era realmente humilhante me tratarem como uma garotinha idiota na frente das minhas filhas.
E por que ela tem que fazer isso agora?
Só pensei, senhor, que... bem, seria mais fácil se... o senhor sabe...
Interrompeu meu raciocínio hesitante. "Você levantou a voz pra Maddie. Isso é inaceitável pra uma empregada".
Deus, não, assim não. Quebrei minha postura obediente, levantei a cabeça e comecei a protestar.
Não me deu a chance.
Silêncio. Você não pode falar pelo resto da noite.
Por algum motivo, a Mary, de quatro anos, achou aquilo hilário. "Papai tem que brincar de jogo do silêncio!
Suavizou o tom na hora, mas sabia que não devia falar nada enquanto todo mundo ria.
Vince riu antes de se virar pra mim.
Você também não soube se dirigir a ela direito. Isso não vai se repetir.
Engoli saliva e tentei me segurar, mantendo algum controle sobre o mar de emoções que se agitava como ondas. Fiquei brincando com as bordas franzidas do meu avental enquanto minhas filhas riam.
Não chora. Não chora. Não chora.
Vince sentou Mary no colo dele e pegou o controle remoto.
Empregada, você vai ficar no cantinho durante o tempo de castigo enquanto a gente vê nosso filme." Ela apontou pro canto do lado da televisão.
Fiquei paralisada. Isso era impossível... um vestido era uma coisa, mas isso... na frente das garotas e...
Agora.
Dei um pulo. Quando me virei pra andar até a esquina, minha última foto foi das três amontoadas junto dele.
Nariz na esquina, empregada." Juntei os pés desajeitadamente para que meu rosto colasse na esquina. O filme começou.

Os tempos de castigo são curiosos, principalmente aqueles que incluem ser humilhado na frente da sua família.
Minutos de tédio dão lugar a ondas de humilhação ao lembrar que suas filhas estão atrás de você o tempo todo enquanto você se mantém obediente naquela posição ridícula. Você imagina sua esposa gostosa abraçando ele, enquanto sente a parede dura e fria contra seu nariz.
Pensei em revidar. Que porra tava acontecendo comigo? Mas aí ele ia ganhar. Sempre ganhava. E eu ia acabar com uma humilhação ainda pior. Segurei a vontade de vazar do meu tempo de castigo.
Depois de mais ou menos uma hora, minha raiva foi se transformando aos poucos numa aceitação derrotada. Não lutei mais. O peso da minha nova realidade tomou conta de mim. Apertei o nariz contra o drywall com uma obediência renovada. Já não era mais uma figura de autoridade para minhas filhas, agora eu era o Vince... mas ainda podia ser uma parte importante da vida delas, e naquele momento minha responsabilidade era aceitar meu castigo por completo.
O filme finalmente acabou. As minas não paravam de falar do assunto. Vince, na boa, foi na onda, soltando uns comentários sutis e safados pra Kate.
Ô, Vince, dá pra gente ver um episódio rapidinho com você? Pelo amor, pelo amor!" Eu ouvia as meninas pulando no sofá enquanto imploravam.
Tá bom, tá bom… um episódio… você é gostosa demais pra eu dizer não", disse ela de bom humor, e foi recebida com gritos de empolgação na hora.
Só uma coisinha rápida antes".
Empregada, já pode sair da esquina." Soava tão seguro de si e condescendente, mesmo falando num tom despreocupado. A vida estava indo muito bem pra Vince.
Parei na frente dele de novo, agradecendo baixinho.
Mais alto, empregada.
Gemi. Era insuportável. Podia aceitar meu castigo, mas era cruel demais.
Se a sua atitude continuar sendo um problema, pode voltar pra esquina.
Não queria isso. Mudei de tom rapidinho. “Sim, senhor… mmm… meu tempo livre… obrigada, senhor, pelo meu tempo na esquina.”
De nada, criada. Agora, vai pro teu quarto.
As meninas observaram fascinadas como o amigo especial da mãe mandava o pai dormir cedo.

Foi traumático pra mim, mas a humilhação da noite anterior me deixou numa atitude submissa e focada que me manteve alerta o sábado inteiro. Não esqueci de chamar minha esposa e minhas filhas de "senhorita", e fiz de tudo pra me antecipar a cada necessidade do Vince. Corri pela casa em silêncio, me acostumando com o roçar do vestido de empregada nas minhas pernas.
Quando começaram a surgir uns pequenos sentimentos de rancor, ao ver o Vince relaxando com a Kate na varanda enquanto eu me matava de trabalhar, lembrei de ter me sentido completamente humilhado e derrotado na frente da minha família. A dor daquela pontada voltou com força, junto com o som das risadinhas das minhas filhas nos braços do Vince enquanto eu, obedientemente, ficava no canto. Aquilo não ia se repetir. Esse era meu novo papel e eu tinha que aceitar. Brigar com isso só ia piorar.
No fim do dia, sorri com todo o orgulho que minha alma despedaçada me permitia. A casa tava limpa, as crianças felizes, e minha esposa e o namorado dela já iam na segunda garrafa de vinho, se pegando que nem uns loucos.
Tinha passado uma semana. Uma semana de loucura.
Levei as gostosas pra dormir.
Quando desci as escadas, a Kate tava agarrada no Vince, beijando o rosto dele sem cuidado. Tava uma gostosa, mesmo completamente bêbada. Baixei a cabeça respeitosamente e fui pra cozinha em silêncio pra não atrapalhar eles.
Os sons eram apaixonados, guturais. Tava quase descendo as escadas quando ouvi me chamarem. Era a Kate!

Fiquei de pé educadamente na frente deles, sem saber o que esperar, mas também curioso pra ouvir o que minha esposa ia dizer. Ela podia ser tão engraçada quando bebia demais, e olha que ela tinha bebido pra caralho naquela noite. A cabeça dela balançava de um jeito brincalhão enquanto falava, os cachos loiros pulando. A camisa dela estava desabotoada, mas ainda caía, e os peitos nus apareciam por baixo do tecido amarelo e preto. Me permiti uns segundos pra apreciar aquele decote tentador, esperando que o Vince não notasse ou não ligasse.
Ela arrastava as palavras enquanto falava comigo, e de vez em quando era interrompida por risadinhas bestas de bêbada.
Você é... você é... você é tão... tão gostosa." Ele deu um gole no vinho. "Tipo, olha pra você. Com seu vestidinho... e... sua, sua carinha doce quando aquele grandalhão do Vince te mandou pro... canto. Tão gostosa.
Ela fez um gesto pra eu chegar mais perto, se inclinando pra frente. Dei um passo desengonçado e parei bem na frente dela. Não sabia o que esperar.
Olha... deixa eu ver... deixa eu ver seu lápizinho... vamos garantir que tá tudo certinho." Ela levantou meu vestido, mesmo com o equilíbrio um pouco trêmulo. Entendi o que ela queria e usei as duas mãos pra segurar meu vestido, deixando minha calcinha à mostra, que ela puxou pra baixo na hora.
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—Aí... aí... Tá vendo o Vince? Esse é meu, meu docinho de giz... trancado, tão seguro e confortável. E olha... ainda tem duas bolinhas aí embaixo. Não tava certo quando te vi parado na esquina. Fico feliz que suas... suas bolinhas possam fazer companhia pro seu pau, porque não sinto falta dele. Não... não...
Ela enfiou a mão na calça de Vince e começou a acariciar devagar o pau grosso e duro dele.
—Agora eu tenho isso... isso... Meu Deus, eu adoro! — E a atenção dela se virou pro Vince, que tava sorrindo enquanto ela esticava o pescoço pra mordiscar o rosto dele com adoração, enquanto a mão dela apalpava o comprimento do pau dele. Eu me levantei, erguendo meu vestido pra mostrar meu pinto pequeno preso na gaiola enquanto eles se beijavam. Achei que ia ser só um minuto, mas fiquei ali um tempão enquanto minha esposa beijava apaixonadamente o amante dela.
Finalmente, Vince segurou a bochecha dela com a mão forte e a prendeu, virando-se pra mim por um instante enquanto ela começava a chupar o dedo dele.
Sai daí, empregada.
Dei um pulo pra trás, achando que era de boa deixar meu vestido voltar pro lugar enquanto Vince levantava a Kate pra levar ela pro quarto.
Mas em vez de seguir pelo corredor, ele virou à esquerda pra pegar a porta do porão.
Vem, bichinha.
Kate tava toda desengonçada, quase tropeçando enquanto se agarrava no Vince pra descer as escadas com ele. Foram pro meu quarto. A bunda da Kate rebolava enquanto ela tirava a calça jeans. "Vamos foder aqui essa noite?" O Vince só empurrou ela pro chão, onde ela ajoelhou felizona, puxou a calça dele com vontade e começou a adorar a pica e as bolas dele sem freio. Nunca tinha visto um negócio daquele. Meu estômago embrulhou quando percebi que provavelmente nunca ia ter uma atenção dessas.

Lembrei que não tinha permissão formal pra olhar, então baixei a vista, deixando só minha visão periférica ver a figura da minha esposa ajoelhada aos pés dele enquanto ouvia os sons molhados dos lábios e da língua dela no pau dele.
O Vince devia ter notado minha obediência proativa.
Boa empregada. Dá pra ver sua esposa servindo um homem de verdade por alguns minutinhos".
Não me sentia bem de pé. Me abaixei até o chão e fiquei de joelhos em silêncio, imóvel, só observando ela. Ela se esfregava enquanto chupava o pau dele, até ele mandar parar e focar no boquete. Os dedos dele envolveram a nuca dela com uma ordem amorosa, mas firme. Ela gemeu, tirando a mão da buceta dela de má vontade. Sabia que nunca seria capaz de dar aquela confiança dominante. Precisava dela. Desejava ela, e dava pra ver quando ela olhava pra ele com adoração enquanto o adorava.
Meu pequeno pau ansiava com todas as forças por qualquer atenção, qualquer coisa. Mas meu pau não pode ter coisas boas. Simplesmente me ajoelhei, sentindo ele endurecer dentro da gaiola, pingando líquido pré-ejaculatório no chão.

Vi o Vince levantar minha esposa e jogar ela na cama. Ela abriu as pernas, esperando ele pegar o que era dele.
Vince pegou um envelope que estava em cima da minha mesa e jogou no chão na minha frente.
Desculpa, empregada, o show acabou. Encosta esse papel na parede com o nariz. Mãos na cabeça. Se cair, você também não pode ouvir.
Sim, senhor.
Não me deram mais atenção enquanto eu adotava desajeitadamente minha postura de viado. Ouvi a cama ranger quando Vince montou na minha esposa. Tomei a liberdade de me ajoelhar na superfície relativamente macia de um tapete perto da porta, segurando o envelope com a mão e depois apertando o rosto contra ele. Escorregou um pouquinho, mas consegui pegá-lo rapidamente e colocar de volta. Ia precisar de muita concentração pra evitar que escorregasse de novo.
A cama agora balançava, e Kay estava no paraíso. Eu imaginava como ela ficaria com as pernas bem abertas, os peitos balançando enquanto Vince metia nela.

Eu ouvi ela ter o primeiro orgasmo dela. Depois, ouvi ela ficar de quatro, enquanto o Vince dava tapas na bunda dela e chamava ela de putinha. Escutei o segundo orgasmo, e depois o terceiro. Finalmente, ouvi os gemidos profundos do Vince enquanto ele diminuía o ritmo e gozava dentro da buceta. Teve um silêncio depois da tempestade, interrompido por beijinhos e sussurros. E aí eu ouvi a voz da Kate, doce, exausta e satisfeita.
Mucama...
Me animei, garantindo que mantinha a postura correta, já que os olhos dela provavelmente estavam em cima de mim.
Sim, senhorita.
Quero que você lamba minha buceta".
Dei um tempo pro Vince contradizer ela, mas ele não fez isso. Desci as mãos com rigidez e peguei o envelope da parede. Fiz exatamente o que ela mandou. Mantive o olhar baixo enquanto me posicionava entre as pernas dela.

Não acredito que você sempre obedece tudo", disse ela, arrastando um pouco as palavras. "Que raposinha gostosa".
O álcool estava deixando ela mais direta do que o normal. Ela mostrou seus verdadeiros sentimentos enquanto lambia o esperma do Vince da buceta dela.
Você nem tenta se defender... que tipo de raposa gostosa fica parada num canto na frente das próprias filhas?" Ele agarrou minha cabeça pra me puxar. "Lambe mais fundo, raposinha. Saboreia isso... saboreia o esperma daquele homem grande e safado.
Estendi a língua o máximo que pude, o porra pegajosa escorrendo da minha língua pra dentro da boca. Fiz uma careta e engoli.
2 comentários - Reemplazado, relato cuckold [2]