Meu compadre com a enteada

Meu compadre com a enteadaEssa história não é minha, é de um parceiro, mas vou contar em primeira pessoa pra ficar mais fácil de entender e vou adicionar alguns detalhes que ele não me contou, mas só pra deixar a história melhor contada... Sou o Andrés, tenho 32 anos e casei com uma "gostosa" de uns 36, mas ela já tinha dois filhos: uma filha que teve aos 19 — faz as contas aí de quantos anos ela tem — e um filho homem, mas ele não tem nada a ver com isso, então nem vou mencionar... Eu e minha esposa, desde que nos conhecemos, tivemos uma conexão mais forte do que só sentimental, foi sexual. Nós dois amamos transar e fazemos em todo lugar e a toda hora. Quando estamos em casa e transamos, sabendo que os filhos estão por perto, tentamos não fazer muito barulho, mas a minha velha é bem escandalosa e, às vezes, por mais que a gente tente não fazer ruído, escapam uns gemidos ou uns gritinhos. Um dia chegamos em casa meio bêbados e ficamos com tesão, começamos a trepar e, por um momento, esquecemos que os filhos estavam em casa e começamos a fazer barulho. Mas, depois de um minuto, lembramos que eles estavam lá e tentamos nos conter. Eu tava com a minha velha de quatro, a cara dela enfiada no travesseiro, eu metendo forte e rápido, quando ouvi um barulho e virei. Senti que alguém tava olhando, mas não liguei muito até ver que a porta estava entreaberta. Achei que não tínhamos fechado direito, fui lá, fechei e continuei metendo na minha velha até gozar. Desde aquele dia, minha enteada (vou chamar de Karla) começou a agir estranho comigo. Ficou mais carinhosa, me abraçava toda hora, ou quando estávamos sentados na sala, ela colocava as pernas em cima das minhas, e com uma das pernas roçava na minha pica. No começo, não dei muita importância, mas depois, quando minha velha ia trabalhar e eu ficava com eles, ela andava de mini-short e camiseta sem sutiã. Às vezes, essas camisetas eram meio transparentes e dava pra ver os bicos dos peitos. Ela é magrinha, peitos pequenos e uma bunda aceitável. Eu tentava de me controlar e não olhar pra ela ou demonstrar interesse, mas às vezes era impossível, porque ela se abaixava na minha frente mostrando a bunda toda, mas eu continuava ignorando e tentando não dar atenção. Numa sexta, eu e minha esposa saímos pra festa e chegamos bêbados de novo, mas ainda animados e continuamos bebendo no quintal. Umas 3 da manhã, minha esposa tava caindo de sono de tão bêbada que tava, e eu levei ela pra dormir no quarto e voltei pro quintal pra terminar umas 3 cervejas que sobraram. Terminei elas e sentei na sala, tipo pra tirar os sapatos e não fazer muito barulho, mas acabei dormindo ali sentado. Não sei quanto tempo passou, mas quando acordei, a Karla tava chupando meu pau. Ela tirou ele pelo zíper e tava deitada do meu lado, com meu pau na boca dela e batendo uma punheta no mesmo ritmo que chupava. Eu reajo e, por causa da bebedeira e do sono, pensei que era minha esposa e agarrei a cabeça dela e empurrei pra ela enfiar tudo na boca. Ela fez um som como se tivesse engasgando, soltei e, com as mãos na cabeça dela, comecei a ditar o ritmo de como ela me chupava. Nisso, estico a mão e agarro a bunda dela. Ela tava de fio dental, e senti que o tamanho da bunda era diferente comparado com a da minha esposa. Foi quando reagi mais e vi que era a Karla. Agarrei o cabelo dela e tirei o pau da boca dela e falei...

- Eu: Ainda bêbado, meio dormindo e sem reação, sem saber se tava sonhando ou o quê, mas falei: "Que porra é essa, Karla, o que cê tá fazendo? Se sua mãe ver o que cê tá fazendo, mata nós dois..."

- Ela: "Fica tranquilo, você colocou ela pra dormir umas 1 hora atrás e, do jeito que ela tá bebada, não vai acordar até meio-dia."

- Eu: "Ok, isso eu sei, mas por que cê tá fazendo isso?" E tentando cobrir meu pau, mas ela agarrava ele como podia.

- Ela: "Bom, da outra vez eu vi como você comeu minha mãe e fiquei com muita vontade do seu pau. Só fiquei com um cara, mas o dele era muito pequeno. O seu, quando... uau, não cabe na minha boca. Desde que vocês Vi você transando e fiquei com muita vontade de sentir seu pau, mas não sabia como ficar com você. Agora vi a oportunidade...
— Eu. Karla, mas isso é errado, sou seu padrasto e sou mais velho que você, não podemos fazer isso.
Ela se levanta, tira a calcinha fio dental e fica na minha frente, dizendo:
— Já chega, Andres, cala a boca e só aproveita.
Ela me beija e tenta subir em cima de mim para enfiar meu pau. Eu tentava afastá-la, mas sem fazer muita força para não fazer barulho e acordar minha esposa. Karla, do jeito que deu, sentou em cima de mim e, quando senti meu pau entrando na bocetinha apertada e molhadinha dela, foi uma delícia. Parei de resistir.
Segurei as nádegas dela e comecei a movê-la no meu ritmo, mas a calça atrapalhava. Já estava excitado e pensei: "Já que ela quer pau, vou dar pra ela". Tirei a calça, coloquei ela de novo por cima e, quando entrei de novo, vi a cara de prazer dela. Dava pra ver que ela amava pau tanto quanto a mãe dela. Tirei o top dela e comecei a chupar os peitinhos dela enquanto ela continuava se movendo no ritmo que eu marcava.
Nesse ponto, já não ligava se minha esposa nos pegasse. Eu estava adorando a bocetinha gostosa da Karla.
Ela começou a gemer mais alto e a ficar ofegante. Senti que ela ficava mais molhada a cada segundo. Pela cara de prazer dela, soube que ela tinha gozado. Do jeito que dava, tampei a boca dela porque os gemidos estavam ficando mais altos. Tirei ela de cima de mim, peguei a calcinha fio dental dela e enfiei na boca dela. Coloquei ela de quatro no sofá e, de uma só vez, meti tudo. Senti meu pau entrando com força naquela bocetinha apertada. Ela só gemeu e começou a gemer de novo. Com a calcinha na boca, não dava pra ouvir muito, então comecei a meter e tirar. Segurando a cintura dela, metia forte e pesado. Sentia aquela bocetinha apertada se moldando ao meu pau, ficando cada vez mais molhada, e nossos sucos escorrendo pelas pernas dela. Ela, gemendo, estava adorando o pau que pertence à mãe dela. minha mãe. Senti que já ia gozar e tirei ela da boca, coloquei na boca dela, ela me chupava gostoso, saboreando nossos fluidos. Senti que já ia terminar e, sem avisar, gozei na boca dela. Dava pra ver escorrendo da boca dela enquanto ela continuava chupando e puxando, engolindo o que tinha ficado. Era uma imagem muito sexy e safada. Ela tira minha pica da boca e se joga nos meus braços, ainda os dois pelados, me abraça e me dá um beijo, pega na minha rola que ainda estava meio dura e, entre beijos, me diz: "Agora eu entendo por que você deixa minha mãe louca". Eu afastei ela e falei: "Já chega, Karla. Foi gostoso, mas isso não pode acontecer de novo. Se sua mãe descobre, ela mata nós dois." Ela respondeu: "Sim, papai, mas ela não vai ficar sabendo porque ninguém vai contar..." Fui dormir e, quando acordei, só de lembrar do que tinha acontecido, fiquei duro de novo. Levantei e enfiei na boca da minha esposa. Ela acordou e começou a chupar. Acho que, por estar bêbada e de ressaca, não sentiu o cheiro de sexo que minha pica tinha. E lá estava ela, chupando os fluidos meus misturados com os da filha dela. Um tempo depois, fui pra cozinha e a Karla estava na sala. Cumprimentei: "Boa tarde, Karla." Ela, bem seca: "Ah, oi..." Depois daquele dia, ela tem sido muito seca comigo. Não sei se ela acha que não me lembro do que aconteceu por causa da bebedeira, ou se quer me fazer sentir que foi um sonho ou algo assim. Mas já fazem 2 meses e ela mal me cumprimenta. Minha esposa não desconfia de nada do que aconteceu naquele dia, e fico aliviado que a Karla esteja tão seca comigo pra não demonstrar sentimentos a mais e a mãe dela desconfiar. Se acontecer mais alguma coisa e meu compadre me contar de novo, vou compartilhar com vocês. Também quero me aproximar mais deles e ver se consigo algo com a novinha. Sabendo o quanto ela é puta, também fico com vontade de comer ela... imagem roubada do face dela...

1 comentários - Meu compadre com a enteada

Que deliciosa putita 🥵🍆💦
Y si bro, ya tuve mis primeros acercamientos para cogermela yo también, si lo logro después subiré el relato