Comecei a olhar ao redor e via vários paus eretos, não podia deixá-los assim, tinha que ser a puta que saciasse aquela necessidade. Do jeito que dava, me sentei numa espreguiçadeira e pedi mais uma carreira, a última, eu disse. Não sabia que horas eram, não sabia quantos caras atendi, não sabia como ainda estava viva. Me senti sozinha e olhava todos aqueles paus à minha disposição. E me preparei pra dar meu último esforço: cheirei uma linha de pó e tomei vodka direto do gargalo, desci meia garrafa de uma vez. Foi o que me deu coragem pra gritar: quero que me comam bem forte, que me deem bem duro, quero que, mesmo que eu grite e chore, me comam com toda a força, sem piedade... Eu tava louca, com certeza iam me matar na pica. Lembrei da minha garganta, mas também lembrei da minha buceta com a cerveja. Quem diria que uma professora de matemática ia ser tão puta. Só me deixei levar e comecei a ver todo mundo gritando e bebendo algo. Lá longe, distingui que era pó e um copo com alguma coisa, não sei o que era. Viagra? Pensei. Comprimidos? Não sabia. E me trouxeram um copo daqueles descartáveis. Tomei sem hesitar, sabia que era alguma droga estranha, dessas que têm hoje em dia, e não tinha forças, então pensei: que se dane, já tava ferrada. Depois de 10 minutos, tava puta de tesão, queria pica e mais pica, tava como se estivesse possuída. Além disso, já tava percebendo que tinha tomado pó, as duas drogas estavam fazendo efeito em mim, o pó e o copo tinham causado coisas. De novo me carregaram, me colocaram em cima de uma cadeira e começaram a me comer pelo cu. Não tava no meu juízo perfeito, tava querendo ser estuprada mais e mais. Nisso, comecei a vomitar, tava vomitando de tudo: vodka, porra, não sei o quê, mas vomitava. Não me sentia muito bem, a cabeça girava, o coração explodia e eu desmaiei. Não lembro mais... Quando acordei, tava sendo movida pra cima e pra baixo e estavam arrebentando meu cu, não sei o que tavam metendo, não sentia nada... Quando o sol começou a nascer, já tinha perdido a conta de quantas vezes fui penetrada, sentia minha bunda cheia de Porra, meu corpo, minha cara e meu cabelo estavam todos grudados de porra e cerveja que tinham jogado em mim, e ainda faltavam umas horas. Eu tava chupando a pica de um dos caras enquanto era penetrada, quando aquele cara tirou a pica da minha boca pra gozar na minha cara. Um dos que tava me comendo segurou minha cara e com os dedos abriu minhas pálpebras, pra porra entrar nos meus olhos. Foi horrível, começou a arder pra caralho. Eu tava uma puta no cio. Senti um ardor fudido nas minhas entranhas e pedi pra eles me deixarem. Um dos caras tava doidão, então me agarrou, me arrastou pelo chão, deitou no chão com outro e juntaram as picas deles. Mais dois me seguraram e me prenderam, oferecendo minha buceta toda arrebentada, e os dois entraram ao mesmo tempo. Tava ardendo tudo e dois caralhos tavam me partindo a buceta. As estocadas eram fortíssimas, os ovos deles batiam na minha bunda fazendo aquele barulho tão característico. Eu só conseguia gemer e pedir pra eles irem mais devagar, mas não tavam nem aí. E aí tiveram a grande ideia de fazer a mesma coisa no meu cu. Me viraram, tentaram, mas não conseguiram. E deitaram de novo, me seguraram, um de cada braço, me levantaram, e outros seguraram minhas pernas. Assim, os que me seguravam pelos braços foram me descendo. Quando entrou no meu cu, eu não acreditava, sentia um ardor do caralho, mas não desgostei. Ficaram fazendo isso um bom tempo, se revezando todos entre eles. Num momento, me deitaram numa cadeira, com minha bunda empinada, e começaram a me comer de dois no cu. Sentia que tavam me partindo, mas eu adorava. Continuaram assim até eu desmaiar de novo. Depois voltaram as duplas penetrações, pela buceta e pelo cu. Mas dessa vez foi diferente, porque os muito intensos me fizeram deitar de barriga pra cima e de novo minha garganta foi estuprada. Entravam um de cada vez, eu agradecia pelos que tinham pica curta, mas os pica grossa me engasgavam. Quando terminaram, já tinha sol, e eu aproveitei. pra tentar me levantar com as poucas forças que me restavam, queria achar algum lugar pra descansar. mas foi em vão, não conseguia coordenar as pernas, caí exausta no chão, virei de barriga pra cima e senti que era arrastada de novo pela quinta até ficar rodeada de paus de novo. começaram a mijar em mim, mas eu já não tava curtindo. aproveitavam pra tirar fotos minhas largada no chão, apertar meus peitos ou minha bunda, ou me dar uns tapas bem dados, também não faltava quem tentasse encher minha buceta com os dedos, e às vezes eram várias mãos ao mesmo tempo, até tentaram enfiar um punho inteiro, mas não sei se conseguiram. já tinham poucos paus. acabaram me machucando muito por dentro e por fora. eu tava espalhada no chão, tinha uma lata de cerveja no meu cu, vários preservativos cheios de porra amarrados no meu cabelo. já não aguentava mais, me deitei no chão e quando me perguntaram se eu tava bem, eu não conseguia falar, tava sem ar e só tive forças pra levantar meu braço e fazer o sinal de "bem" levantando o polegar, todo mundo me aplaudiu e celebrou meu desempenho. enquanto os caras arrumavam tudo pra sair da quinta, eu não conseguia me mexer, dormi um pouco, queria descansar. tirei a lata de cerveja do cu como pude, tive que fazer com a mão porque meu esfíncter não respondia, quando tirei saiu muita urina, acho que desmaiada todo mundo mijou dentro do meu cu. eu tava muito exausta. quando cheguei em casa, me levaram pro meu quarto, me jogaram na cama e foram embora. às 6 da tarde acordei, tinha vômito na cama. meus buracos ardiam. saía porra de mim por todo lado. fui no banheiro e o espelho dessa vez me deixou sem palavras. não só tinha sêmen escorrendo pelas minhas pernas, também tinha manchas de porra, sangue, marcas de dente, arranhões e cortes por todo meu corpo, cheirava a cerveja, suor, porra e cloro da piscina. me sentia grudenta e muito nojenta, mas quando enfiei os dedos na minha buceta porque sentia algo, tirei 3. Preservativos amarrados com porra dentro, comecei a me tocar o cu e fui cagar, também caíram 5 preservativos amarrados com porra dentro. Vi aquilo, fiquei louca, foi como um presente dentro de mim. Decidi fazer a última safadeza do dia, dizendo pra mim mesma que ia virar a puta das putas. Rasguei eles com os dentes e comecei a tomar um por um. Não consegui nem tomar banho, apaguei no chão do banheiro. No dia seguinte, sentia uma dor violenta na buceta, tanta dor que mal conseguia ficar de pé, então tomei banho e resolvi esperar mais um dia pra me recuperar.
Chegou março, antes das aulas começarem, vi a lista dos meus novos alunos na escola técnica e, pra minha sorte, de novo eram quase todos homens. Também conheci a nova professora de história, que também se chamava Daniela, e só por esse detalhe besta a gente começou a se dar super bem. Ela era um pouco mais baixa que eu, não muito bonita de rosto, mas dava pra ver que malhava, com umas pernas torneadas e uma bunda enorme, e igual a mim, também era meio sem vergonha na roupa. Uma tarde na minha casa, enquanto preparávamos o material pro início das aulas, o papo foi rolando e ela confessou que fazia muito tempo que não levava uma pica boa, a ponto de aceitar qualquer um por uma foda decente. Eu contei a experiência que tinha tido. Ela, chocada, me pediu mais detalhes, eu contei tudo que tinha rolado, óbvio que não falei que tinham sido uns 20 caras, mas notei como ela ficou excitada com meu relato e talvez por essa excitação ou pela carência que ela tava passando, ela me pediu pra convidar ela pra próxima orgia que eu tivesse.
Chegou março, antes das aulas começarem, vi a lista dos meus novos alunos na escola técnica e, pra minha sorte, de novo eram quase todos homens. Também conheci a nova professora de história, que também se chamava Daniela, e só por esse detalhe besta a gente começou a se dar super bem. Ela era um pouco mais baixa que eu, não muito bonita de rosto, mas dava pra ver que malhava, com umas pernas torneadas e uma bunda enorme, e igual a mim, também era meio sem vergonha na roupa. Uma tarde na minha casa, enquanto preparávamos o material pro início das aulas, o papo foi rolando e ela confessou que fazia muito tempo que não levava uma pica boa, a ponto de aceitar qualquer um por uma foda decente. Eu contei a experiência que tinha tido. Ela, chocada, me pediu mais detalhes, eu contei tudo que tinha rolado, óbvio que não falei que tinham sido uns 20 caras, mas notei como ela ficou excitada com meu relato e talvez por essa excitação ou pela carência que ela tava passando, ela me pediu pra convidar ela pra próxima orgia que eu tivesse.
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