Doméstica Safada 05

MINHA FESTA DE ANIVERSÁRIOFinalmente chegou minha festa, sabem, esperar tanto por algo faz você desejar ainda mais, claro, principalmente quando você tem o controle de tudo. Só falta as convidadas chegarem e isso vai ser um show espetacular.

Para ser uma festa de 18 anos, tá estranho, parece mais uma putaria, a mãe fez tudo que eu pedi, como se ela tivesse escolha kkk. Instalaram uma pista de dança com 2 tubos nas laterais, daqueles das putas de strip, e pra uma atividade a vizinha, muito gentilmente, me emprestou a cama King Size dela, que colocamos na garagem – depois eu explico o porquê.

Uooooou, minha irmã Luz tava um espetáculo e eu deixei bem claro com o tapa na bunda com pegada que dei nela.

"Aiii, amor, acho que sua mão tocou um pouquinho..." disse Luz enquanto ficava toda corada.

Minha putinha sempre tão fofa.

"Oi, Michelle, tô vendo que você tá usando o anel que a mãe te deu."

"Sim, coloquei pra não perder e o outro tá com minha amiga", disse Michelle apontando pra amiga Mônica.

"Oooh, obrigado por cuidarem dele, irmã. Na verdade, não tirem mais, fiquem com ele como um presente da minha parte."

"Me espera um pouco", disse o prota enquanto tirava do bolso mais um anel. "Pega, esse é pra sua mãe. Dá pra ela e manda ela colocar, diz que é um presente. Eu cuido do resto."

Uma bela e longa sugestão depois...

"Sim, amo, eu vou cuidar de dar isso pra minha mãe pra gente ser suas putinhas pessoais", disse a pobre Mônica enquanto arrastava a mãe gentilmente pra esse grande abismo de sexo desenfreado.

Enquanto isso, a irmã dela foi se vestir e se arrumar pra festa, porque já estava tarde e ela precisava estar pronta pro espetáculo.

A noite chegou e com ela o resto das convidadas especiais, claro, todas já com seus anéis de sugestão, onde depois de ouvirem um belo discurso do seu agora amo, não tiveram nenhum problema em vê-lo beijar a mãe ou as irmãs, nem se importaram que ele as usasse como um brinquedo.

"Bem, meninas, a festa tá ótima, na verdade vocês me surpreenderam pra melhor, você, Ana, e você, professora Sharon. Nunca imaginei que fossem tão putas. Todas aplaudindo essas duas putas profissionais.

Mãe, você tem a caixa que eu pedi?

Sim, filho, aqui está — disse sua mãe enquanto entregava uma caixa especial ao seu amo.

Agora sei que todas estão se perguntando o que tem dentro desta caixa, até você, mãe, porque eu te obriguei a esquecer isso. Bom, dentro desta caixa há dois números um, dois números dois e assim por diante até o 5. Isso é para formar duplas, já explico para que serve num instante. Então, venha, Sharon, você que foi a mais puta da noite.

Siiim — gritou com uma empolgação como se tivessem dito algo grandioso.

Mas antes de pegar um número, faça uma dança para todos enquanto se despe e nos mostra aquele conjunto que escolheu para hoje.

A garota se dedicou a fazer a melhor dança que conseguia, sua mente só conseguia pensar em fazer a melhor dança de todas, e assim foi com cada uma das putas presentes, exceto Jazmín, que já estava só de lingerie.

As duplas ficaram assim: Mãe e Luz, outra dupla foi Ana e Brenda, Sharon e Araceli, também Michelle e Jazmín, e por último, mas não menos importante, Diretora e Cristina. Agora preciso que peguem um papel desta caixa onde está escrito para qual quarto vão. Apenas peguem e mantenham fechado, sem que ninguém veja, nem vocês mesmas.

Mãe foi a primeira a pegar o papel, seguida por Ana e assim por todas. Agora, todas fechem os olhos. Mãe e Luz, podem abrir e vão para o quarto de vocês, mas rápido.

Passado um tempo, Ana e Brenda já podem abrir os olhos e ir para o quarto de vocês, e assim com todas. Cada uma sabia onde estava, mas não onde estavam as outras, nem mesmo eu, afinal, eu tinha que me surpreender por algum motivo.

Tinha cinco opções: a garagem, o quarto da minha mãe, o quarto da minha irmã Michelle, o quarto da minha irmã Luz e meu próprio quarto.

Sempre temos que começar pelo pé direito, então vamos para o meu quarto e, para minha surpresa... Estavam a Diretora e Cristina, ambas se dando amor mútuo, que pararam assim que abri a porta para se ajoelharem no centro do quarto.

Ai, Deus, se finalmente chegou, parecia uma eternidade — só tinham passado 10 minutos — você não sabe quanta vontade de pau a gente tem? — disse Cristina enquanto massageava os peitos.

Pois aqui está o meu, ou vocês têm os joelhos colados no chão, putas? — falei enquanto agarrava meu pau já ereto.

Em seguida, as duas sugar mommies se jogaram para dar prazer ao garoto.

Sendo Cristina quem o chupou dessa vez, ela demonstrou ser uma verdadeira profissional chupando pau, apertando seus lábios com força, chupando como se o líquido pré-gozo fosse uma delícia e movendo sua língua por toda a cabeça para dar mais prazer ao seu homem.

Com um serviço desses, nosso protagonista não demorou a gozar. Os primeiros jatos caíram na garganta de Cristina, que respondeu se afastando e deixando o resto do sêmen cair em seu rosto. Em seguida, sua vaqueirinha (a Diretora) chupou seu pênis já flácido, deixando-o brilhante para a próxima rodada, sem esquecer de limpar a já excitada Cristina.

Vaqueirinha prepara a Cristina, que acho que quer que eu destrua esse cu.

Sim, meu macho — responde sua diretora da escola enquanto puxa o cabelo da vizinha do protagonista.

Cristina, me diz quantas vezes já arrebentaram esse seu cu lindo, que por sinal parece bem apertadinho.

Sou virgem, amor, nunca dei meu cu pro meu marido, essas coisas eu não gostava nada — responde Cristina — enquanto se prepara para o grande espetáculo.

Lá vou eu...

Siiim… deeeus… queee… delíciaaa… tô com o cuuu fodidoooo… me dá forte… por favor… te imploro… me dá forte…

E eu faço. Entro com força, com o pau dolorosamente duro, veiudo, entrando naquele cu virginal até o fundo. Ela grita mais do que geme, então seguro seu cabelo com força.

— Agora vou te foder como a vadia que você é.

— Siiiiim… aaaaaaah…

Seu cu se abriu. perfeitamente seguindo minhas ordens e sinto a força do seu cu contra meu pau enquanto começo a entrar e sair. Logo começo a me mover tão forte que puxo seu cabelo até ela levantar a cabeça. Ela está babando, botando a língua pra fora, gemendo, um gemido rouco que sai lá de dentro enquanto com força não paro de sodomizá-la.

— Essa bunda é minha, sempre será e você só vai entregar se eu ordenar…

— Sheee… você… eu… aaaaah… me encheee… enche minha barrigaaa…

Faço isso, com força. Dou três empurradas potentes e me enfio fundo nela. Levantei ela e enquanto gozo nas suas entranhas, enchendo seu cu, seguro ela por trás do pescoço, e encho sua boca com minha língua, agarrando seus peitos, espremendo entre meus dedos. Ela goza comigo, enquanto minha porra a inunda, seu cu goja, tem espasmos, e não para de enfiar a língua dentro da minha boca.

Aaaaahhh que putinha gostosa, não pense que isso acabou vaquinha, você é a próxima, — Disse nosso protagonista enquanto apontava para sua diretora da escola.

Aaaaa, a satisfação do nosso protagonista era visível ao sair do quarto deixando duas milfs de pernas bambas.

Vamos ver, o quarto da mamãe ou a garagem, já sei uma moeda! — Disse enquanto jogava uma moeda no ar e a agarrava com as mãos sem ver o resultado, cara vou pra garagem, coroa vou pro quarto da mamãe e caiu cara vamos pra garagem e lá estavam Mamãe e Luz ambas se tocando sutilmente esperando seu dono chegar.

Pai, senti sua falta. — Respondeu sua irmã —

E é que, a festa toda a garota ficou chamando nosso protagonista assim. Sua irmã, começou a se despir aos pulinhos e risadas, com ajuda da mãe.

No entanto, ele estava prestando atenção na bonequinha que era sua mãe.

_Se toca, puta. — Ordenou, frio —

Sim, querido. — Respondeu sua mãe, sem hesitar. —

Levou os dedos à boca para molhá-los e, sem cerimônia, afastou sua calcinha e meteu a mão para se tocar de forma rítmica. E mal toquei sua buceta e o recital de gemidos começou.

Nosso protagonista esticou as mãos para apertar seus peitos à vontade, notando como seus mamilos estavam duros, e adorou beijar aqueles lábios que responderam imediatamente.

— Pai! Já estou pronta. — Disse sua irmã, um pouco ciumenta.

Luz amava muito sua mãe, mas queria que seu irmão a comesse só ela.

Em sua mente, Luz tinha nascido para isso, para que seu irmão a fudesse. Era um pensamento incrustado no mais profundo de sua psique, a ponto de ter anulado todas as ambições de Luz, que provavelmente teria aspirado a ser advogada ou até médica, se não a tivessem condicionado quando entrou no quarto.

— Mãe, um oral. — Ordenou, enquanto se jogava na cama.

— Sim, amo. — Respondeu a mulher.

Sem parar de se masturbar, sua mãe deslizou e prendeu o pau de seu filho entre seus lábios, enquanto sua garotinha se sentava ao seu lado e começava a beijá-lo com ansiedade. Ele colocou a mão na nuca de sua mãe com destreza e a forçou a transformar aquela chupada em um deep throat.

— Assim, engole, puta. — Ele disse, soltando um gemido quando o Irmão começou a apertar seus peitos.

Sua irmã continuou beijando seu "papai", deixando que ele apertasse suas nádegas e aqueles lindos peitos que a genética lhe dera. Eles ficaram se divertindo assim por um bom tempo, enquanto sua mãe movia a cabeça em um movimento meio mecânico em torno do pau de seu amo. Luz até havia esquecido que ela estava ali.

— Pai… — Gemeu. — Preciso que você me foda já.

— Hmm… não sei…

— Você ajuda, raposa? — Disse, dando um tapa em sua Mãe.

Sua Mãe tentou responder, mas o fez sem tirar o pau da boca, então a única coisa que puderam ouvir foi um monte de gemidos e grunhidos desconexos.

— Já pode parar, puta. — Disse, enquanto afastava sua mãe.

— Já está, minha bunda está pronta, pai. — Disse sua irmã.

— Não estrague a bunda dela, a minha precisa de você. — Disse sua mãe, enquanto empurrava sua... filha—

Bom… então se quer que eu te foda agora, você tem que cuidar dela primeiro.

Sua mãe olhou para Luz com fome e a empurrou contra a cama. A própria Luz tinha mudado de atitude, passando de odiar a mãe a ficar toda melada na buceta, com um olhar que lançava para ela. Nosso protagonista foi até uma mesa procurando, porque por ali havia dildos de vários tamanhos que sua vizinha gentilmente tinha comprado.

— Vadia — disse, enquanto jogava um strap-on para ela.

Nosso prota se dedicou apenas a observar. Ele tinha um fôlego impressionante para a idade, mas já tinha fodido muito naquele dia e precisava de uma pequena pausa, e não conseguia pensar em interlúdio melhor do que ver a mãe dele fodendo a filha com tanta vontade que parecia querer quebrá-la. Ver aqueles dois pares de peitos balançando… e aquelas bundas gostosas se mexendo com o movimento teria sido suficiente para deixá-lo duro de novo.

Sua mãe, dominada pela luxúria, só fantasiava em destruir a filha, e Luz tão dominada pelo prazer que o cérebro tinha ido de férias e ela estava de olhos revirados e com uma expressão relaxada enquanto gemía e babava como um animal diferente.

Houve um último grito das duas quando o orgasmo chegou ao mesmo tempo. Ambas caíram exaustas e nosso prota tinha conseguido descansar aproveitando um espetáculo daqueles.

Continua…

Perdoem a demora, mas trabalhar e estudar é foda e é difícil manter a escrita. Se tiverem alguma sugestão para continuar a série, são totalmente bem-vindas.

Att. J.M.

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