Minha esposa, meu filho e os amigos dele 2

aqui vai a segunda parte dessa história


Espero que vocês aproveitem.


OBRIGADO POR ME LER


PELOS PONTOS DELA E PELOS COMENTÁRIOS DELA




JÁ SABEM, SE ELES ME SEGUEM, EU SIGO ELES










Saí do banheiro e me espiei de novo, lá estava a Susy deitada no tapete com os caras do lado dela.


Será que o Jorge era o velho?


Será que o Carlos nos viu?


Juan, melhor a gente organizar tudo.
Carlos, dá uma força pro Mário, ajuda tua mãe aí.


Susy, ah, meu filho, me ajuda, vem aqui, olha como seus amigos me deixaram, vai, mas primeiro me limpa toda, por favor.


Mario, e com o que eu te limpo, véia?


Susy com a boca bebe, com a boca.


Não podia acreditar no que tava vendo, o Mario chupando e engolindo a porra que os amigos dele tinham deixado na mãe dele, que putinho filho da puta ele tinha virado, aí vi que a coisa continuava mais quente do que nunca.


Carlos, que tal se você limpar minha rola também, aí eu guardo ela.


Carlos levantou a cabeça dele, afastando o rosto da buceta da Susy, e colocou o pau dele quase na boca dele. Mario não disse nada, só abriu a boca e deixou Carlos enfiar o pau dele lá dentro.


Carlos, agora chupa ela igual sua mãe faz.


Mario começou a chupar ela e em segundos já tava comendo ela toda, e deixou o Juan e o Jorge esperando até que fizeram um rodízio pra ele chupar todas enquanto a Susy foi pro banheiro engatinhando igual uma putinha. Se continuassem assim, lá de cima eu ia ver aqueles três caras comendo meu filho, e foi o que aconteceu. Carlos foi o primeiro a arrombar o cu do Mario, ver ele sendo comido me fez bater mais uma punheta violenta. Tudo foi muito rápido, depois do Carlos veio o Jorge e o Juan, o coitadinho do Mario mal conseguia se levantar pra ir pro banheiro, onde com certeza ia tomar um banho, já que a Susy já tava saindo.


Susy tão felizes? Conseguiram, comeram o amigo delas.


Carlos, sim mamãe, a gente já sabia que ele era um perdedor e graças a você, agora a bunda dele é nossa.


Susy, se vocês prometerem manter segredo, o meu vai ser de vocês e não o do meu filho promíscuo.


Juan, se for nosso o tempo todo, pra mim não tem problema.


Susy, então esse é o trato: ninguém fala nada do Mario e assim vocês são os donos da minha buceta. Agora vou descansar um pouco e cuidar pra meu marido não desconfiar de nada. Vocês continuem estudando.


Na hora entrei na sala de estudo, a putinha já tava dando até o cu pra eles, não acreditava que ela tava fazendo isso pra eles pararem de comer o Mario, tinha certeza que ela queria os caras só pra ela, a Susy entrou na sala.


Susy, amor, precisa de alguma coisa? Quer um café?


No céu, graças, melhor um chá, mas aqui tenho tudo pra fazer.


Susy, beleza, vou descansar um pouco. Os meninos ficaram lá embaixo estudando, já enchi o saco deles demais.


Já sabe se elas vão embora hoje à noite?


Susy, nãooo, o Mário não te falou? Eles vão ficar o fim de semana inteiro. Pra você, incomoda eles ficarem?


Para nada.


Já imaginava as fodas que dariam na putinha e no meu filho, e ver os caras fazendo isso me deixava com muito tesão. O que eu mais invejava era as picas deles; daqui de cima pareciam bem maiores que a minha, e pelo que vi, nem Mário nem Susy se importavam com isso. Pelo contrário, apesar da dor que causavam, os dois pareciam estar curtindo. Como seria sentir um pau desses dentro da gente? Essa pergunta me enchia de dúvidas. Esperei um pouco até Susy dormir e espiiei de novo. Porra, lá estavam os três subjugando o Mário. Tinham colocado ele contra o sofá, e enquanto Jorge fazia ele chupar o pau, Carlos comia ele com força, e Juan esperava atrás na fila. Claramente, eles tinham cagado pro acordo que fizeram com a Susy. O que me chamou a atenção foi ouvir o Mário pedindo pra não pararem de comer ele. O filho da puta do meu filho adorava ter o cu arrombado, e quanto mais piadas debochadas faziam, mais ele se entregava. Enfiaram tanto no cu e na boca dele que o pobre Mário já nem sabia como sentar à mesa. Os três, um por um, não foram nem no banheiro e continuaram estudando. Sinceramente, não consegui evitar de bater uma punheta gostosa vendo como arrombavam o cu do Mário e como, apesar da dor, ele pedia pra continuarem. Entrei na sala, mas logo saí e fui pro quarto vazio pra não atrapalhar nem acordar a Susy. Sabia muito bem que aquela noite era a vez dela. Claro, se os caras ainda tivessem energia — e eles tinham, e muita. Mais tarde, Susy desceu e começou a preparar o jantar. Minha putinha ainda estava com o mesmo vestido, onde qualquer um via as marcas de porra que tinha. Ver ela assim, talvez pelo tesão, me deixou de pau duro. Esperei ela terminar e desci pra jantar. Lá estavam os quatro, cada um esperando seu prato. O jantar foi intenso; olhares cúmplices e alguns gestos esquentavam o ar. Quando terminamos, Susy levantou a mesa, mostrando a bunda, e eu, como sempre, me fiz de desentendido. Terminei. cheguei e pedi pra Susy ir dormir, o que ela fez, aí deixamos os caras sozinhos e fomos pra cama. Eu deitei pelado, igual a Susy, e quis comer ela.


Susy: Ei, qual é o seu problema? Finalmente cê vai me dar bola? Agora eu não tô a fim, não me diz que os caras te esquentaram, viu como eles me olhavam? Tá vendo que ainda consigo esquentar os caras?


Além disso, andando assim vestida na frente dos babacas, a qualquer momento eles enfiam a rola em você.


Susy, e qual seria o problema? Você ia gostar? Porque eu adoraria ter uma alegria.


Vai, gata, deita aí, já é bem gostosa pra eles.


Susy, quer ver que não?


Só quero que você deite do meu lado e durma tranquilo, tô com muito sono.


Sabia que naquela noite iam comer ela de novo e queria deixar o caminho livre pra eles fazerem.

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