Muito bem, estou tão orgulhoso de você que vou te dar um prêmio. Peguei meu pau, que estava relaxado e apoiado na minha bola, e depois de deixar a glande descoberta, coloquei seu comprimido em cima... e falei: "Vamos, Mar, toma suas vitaminas". Mar se ajoelhou e enfiou meu pau na boca dela, chupou o comprimido e, depois de engolir, me perguntou: "Posso continuar, Amo? Posso chupar seu pau na minha boca?" Minha resposta: "Não, Mar, sua puta, ainda é muito cedo... se quiser, pode me dar beijinhos nos testículos pra ele ir acordando". Então Mar começou a dar beijos com seus lábios pintados de rosa na minha bola.
Enquanto isso, Mia continuava de joelhos na minha frente, olhando com inveja o que o marido dela estava fazendo. Deixei minha perna escorregar por baixo dela e a puxei de volta até que as pontas dos meus dedos do pé tocassem a bucetinha dela, que já estava mais que molhada.
Puta merda, a Mia tá toda molhada... Vem pra cá um pouquinho, se quiser pode usar minha perna pra se esfregar um pouco... quer?" Uma expressão de felicidade se desenhou no rosto dela e, depois de me agradecer, ela se preparou pra usar minha perna pra dar um alívio pra aquela buceta tão necessitada.
Mar dando beijo no meu pau e Mia se esfregando na minha perna... os dois felizes que nem criança com brinquedo novo. Inacreditável como em menos de um ano esse casal tinha passado de um casamento arranjado e sem alegria pra viver felizes só pra me servir e me adorar. "Devagar, vocês dois... hoje não pretendo sair nem me vestir, vou ficar em casa o dia inteiro e vou usar vocês como manda o figurino, então não se apressem e vão mais devagar... é tão lindo ver minhas duas putas na minha frente... sabem que eu amo vocês, garotas?" "Nós te amamos, meu lindo Amo", respondeu a Mar. Deixei elas assim por um tempo e depois falei: "Agora parem as duas e deem um passo pra trás, quero ver minhas putas se beijando de língua, bem apaixonadas." As duas me olharam com cara de nojo... E eu ri... "Tanto incomoda assim? Ora, não eram um casal?" falei enquanto acendia um cigarro. Foi a Mia quem falou primeiro: "Faço tudo que o senhor quiser, meu doce Amo... mas nunca gostei de beijar ele, faz tempo que sinto nojo do meu marido e acho que ele de mim." Então eu falei: "Me conta de novo... como vocês duas foram parar no meu serviço, Mia... você é tão boa nisso." E Mia explicou mais uma vez: "Nossa família arranjou o casamento e a gente se conheceu no dia do casamento... a primeira noite foi muito triste... na cama, quando ficamos sozinhos pela primeira vez, a Mar nem olhava pra mim e quando a gente se despiu, nem me tocou, nem me beijou... eu tentei tocar ele... mas parecia que incomodava ele e o pau não subiu em momento nenhum, e a gente dormiu na mesma cama, cada um pro seu lado. A gente continuou assim por um mês, mantendo uma relação de amizade mais do que de casamento... eu achava que ele era muito tímido. A noite toda eu tentava transar com ele sem conseguir, ele não conseguia e também não parecia que ligava muito pra não ter uma ereção. Eu chorava muito porque achava que era culpa minha. Uma noite, pesquisando na internet como excitar meu marido, percebi que no histórico de busca dele tinha Muito pornô... mas não era o que eu esperava. Quase tudo era pornô gay... e também encontrei mulheres com cinta na cintura penetrando homens. Me deu muito nojo... mas, sem alternativas, um dia pedi aquela cinta e, quando finalmente chegou, falei pra ele que a noite teria uma surpresa. Bebemos muito álcool e mandei ele me esperar na cama. Quando entrei vestida com uma calça jeans e uma camiseta branca, com a cinta na cintura, a cara de espanto dele não teve preço. Desde então, toda noite eu cuidava de deixar o cu dele igual uma galeria, e depois ele colocava a mesma cinta... perdi minha virgindade com o mesmo dildo que usava pra destruir o cu do meu marido, e finalmente tive meus primeiros orgasmos. A sua, meu bom Amo, foi a primeira rola de verdade que eu tive na vida..." "E você, Mar, não tem nada a dizer?" Mar me olhou e disse: "Eu sempre fui, como sou, diferente dela, eu já tinha provado umas rolas tanto no meu cu quanto na minha boca. Meu primo mais velho foi o primeiro a perceber. A primeira vez foi num fim de semana que fomos pra uma cabana da família dele, e quando ficamos sozinhos na primeira noite, ele se pelou na minha frente e disse: 'Quero que você meta minha rola na sua boca'... Eu perguntei: 'Por que você tá me pedindo isso?'... E ele me olhou e disse: 'Eu sei que você é uma putinha viada... sempre soube'. Naquele fim de semana, perdi minha virgindade e praticamente não saímos pra floresta; passamos os três dias trancados. Ele trouxe calcinha e saia da irmã dele e me obrigou a me vestir de mulherzinha. Eu fiquei feliz em fazer aquilo, e mais feliz ainda em ficar de joelhos chupando a rola dele. Um mês depois, repetimos a experiência... mas ele também levou um amigo dele, e os dois me trataram como a putinha pessoal deles. Desde então, sempre me imaginei no feminino. Na escola, com o tempo, mais alguns colegas ficaram sabendo, então comecei a chupar rola nos banheiros por dinheiro até que me descobriram e me expulsaram do curso. Quando meu... A família descobriu, combinaram o casamento pra me "curar"... como meu pai dizia. Eu apaguei meu cigarro e falei... "Por isso você é tão boa com a boca... aprendeu na escola?" E dei risada. Agora parem de falar e se coloquem uma de frente pra outra. Vamos, quero que fechem os olhos e se beijem, cada uma pode pensar que está me beijando... quero que façam com paixão. Quando finalmente as duas se prepararam pra seguir minhas ordens, eu me levantei e lentamente deslizei meu pau no meio, peguei com cada mão a cabeça das duas e empurrei uma contra a outra. Os lábios das duas em volta do meu pau e eu movendo pra frente e pra trás.

Enquanto isso, Mia continuava de joelhos na minha frente, olhando com inveja o que o marido dela estava fazendo. Deixei minha perna escorregar por baixo dela e a puxei de volta até que as pontas dos meus dedos do pé tocassem a bucetinha dela, que já estava mais que molhada.
Puta merda, a Mia tá toda molhada... Vem pra cá um pouquinho, se quiser pode usar minha perna pra se esfregar um pouco... quer?" Uma expressão de felicidade se desenhou no rosto dela e, depois de me agradecer, ela se preparou pra usar minha perna pra dar um alívio pra aquela buceta tão necessitada.
Mar dando beijo no meu pau e Mia se esfregando na minha perna... os dois felizes que nem criança com brinquedo novo. Inacreditável como em menos de um ano esse casal tinha passado de um casamento arranjado e sem alegria pra viver felizes só pra me servir e me adorar. "Devagar, vocês dois... hoje não pretendo sair nem me vestir, vou ficar em casa o dia inteiro e vou usar vocês como manda o figurino, então não se apressem e vão mais devagar... é tão lindo ver minhas duas putas na minha frente... sabem que eu amo vocês, garotas?" "Nós te amamos, meu lindo Amo", respondeu a Mar. Deixei elas assim por um tempo e depois falei: "Agora parem as duas e deem um passo pra trás, quero ver minhas putas se beijando de língua, bem apaixonadas." As duas me olharam com cara de nojo... E eu ri... "Tanto incomoda assim? Ora, não eram um casal?" falei enquanto acendia um cigarro. Foi a Mia quem falou primeiro: "Faço tudo que o senhor quiser, meu doce Amo... mas nunca gostei de beijar ele, faz tempo que sinto nojo do meu marido e acho que ele de mim." Então eu falei: "Me conta de novo... como vocês duas foram parar no meu serviço, Mia... você é tão boa nisso." E Mia explicou mais uma vez: "Nossa família arranjou o casamento e a gente se conheceu no dia do casamento... a primeira noite foi muito triste... na cama, quando ficamos sozinhos pela primeira vez, a Mar nem olhava pra mim e quando a gente se despiu, nem me tocou, nem me beijou... eu tentei tocar ele... mas parecia que incomodava ele e o pau não subiu em momento nenhum, e a gente dormiu na mesma cama, cada um pro seu lado. A gente continuou assim por um mês, mantendo uma relação de amizade mais do que de casamento... eu achava que ele era muito tímido. A noite toda eu tentava transar com ele sem conseguir, ele não conseguia e também não parecia que ligava muito pra não ter uma ereção. Eu chorava muito porque achava que era culpa minha. Uma noite, pesquisando na internet como excitar meu marido, percebi que no histórico de busca dele tinha Muito pornô... mas não era o que eu esperava. Quase tudo era pornô gay... e também encontrei mulheres com cinta na cintura penetrando homens. Me deu muito nojo... mas, sem alternativas, um dia pedi aquela cinta e, quando finalmente chegou, falei pra ele que a noite teria uma surpresa. Bebemos muito álcool e mandei ele me esperar na cama. Quando entrei vestida com uma calça jeans e uma camiseta branca, com a cinta na cintura, a cara de espanto dele não teve preço. Desde então, toda noite eu cuidava de deixar o cu dele igual uma galeria, e depois ele colocava a mesma cinta... perdi minha virgindade com o mesmo dildo que usava pra destruir o cu do meu marido, e finalmente tive meus primeiros orgasmos. A sua, meu bom Amo, foi a primeira rola de verdade que eu tive na vida..." "E você, Mar, não tem nada a dizer?" Mar me olhou e disse: "Eu sempre fui, como sou, diferente dela, eu já tinha provado umas rolas tanto no meu cu quanto na minha boca. Meu primo mais velho foi o primeiro a perceber. A primeira vez foi num fim de semana que fomos pra uma cabana da família dele, e quando ficamos sozinhos na primeira noite, ele se pelou na minha frente e disse: 'Quero que você meta minha rola na sua boca'... Eu perguntei: 'Por que você tá me pedindo isso?'... E ele me olhou e disse: 'Eu sei que você é uma putinha viada... sempre soube'. Naquele fim de semana, perdi minha virgindade e praticamente não saímos pra floresta; passamos os três dias trancados. Ele trouxe calcinha e saia da irmã dele e me obrigou a me vestir de mulherzinha. Eu fiquei feliz em fazer aquilo, e mais feliz ainda em ficar de joelhos chupando a rola dele. Um mês depois, repetimos a experiência... mas ele também levou um amigo dele, e os dois me trataram como a putinha pessoal deles. Desde então, sempre me imaginei no feminino. Na escola, com o tempo, mais alguns colegas ficaram sabendo, então comecei a chupar rola nos banheiros por dinheiro até que me descobriram e me expulsaram do curso. Quando meu... A família descobriu, combinaram o casamento pra me "curar"... como meu pai dizia. Eu apaguei meu cigarro e falei... "Por isso você é tão boa com a boca... aprendeu na escola?" E dei risada. Agora parem de falar e se coloquem uma de frente pra outra. Vamos, quero que fechem os olhos e se beijem, cada uma pode pensar que está me beijando... quero que façam com paixão. Quando finalmente as duas se prepararam pra seguir minhas ordens, eu me levantei e lentamente deslizei meu pau no meio, peguei com cada mão a cabeça das duas e empurrei uma contra a outra. Os lábios das duas em volta do meu pau e eu movendo pra frente e pra trás.
1 comentários - O apartamento (parte 3)