escola de educação técnica
Vou resumir o que a professora Daniela me contou. Já faz alguns anos. O ano letivo tinha começado como sempre, apresentações, alguns exercícios pra avaliar o nível da turma, tudo na rotina. Quando eu chegava na sala, às vezes me aplaudiam e falavam umas coisas. Eu, sem saber por quê, só ria e seguia. Todo mundo ria e o clima era bom no grupo, então eu achava que ia ser uma turma boa, bem tranquila, mas estava muito enganada.
Geralmente, minha roupa pra dar aula é uma camisa de manga longa e uma calça jeans, em parte porque a maioria das escolas pede que a gente use roupas "adequadas" e em parte pra não agitar os hormônios dos meus alunos homens. Mas um dia eu estava com cólica no estômago, então resolvi usar uma legging pra ficar mais confortável. O problema é que eu só tinha calcinha fio dental branca, que marca quando usa esse tipo de calça, mas tentei resolver com uma camisa mais comprida, tipo um vestido, pra me cobrir e não deixar a thong aparecer.
Quando cheguei na sala, a turma toda me aplaudiu como de costume, eu fiz uma reverência, agradeci e comecei a aula. Enquanto escrevia uns exercícios no quadro, ouvia os murmúrios deles. Achei que era por ser a primeira vez que me viam de legging e deixei pra lá, mas eles não se calavam, estavam cada vez mais dispersos. Isso, junto com a dor que eu sentia, me fez ficar com raiva. Então me virei, parei a aula e pedi, por favor, que fizessem silêncio.
Os meninos, ao verem minha raiva, se acalmaram. Voltei pro quadro pra explicar os exercícios e, de novo, os murmúrios começaram. Já muito irritada, pedi que prestassem atenção. Pensei que iam me obedecer, mas um deles levantou a voz e disse: "Se quer que a gente preste atenção, não devia usar essa thong."
Aí eu percebi que a camisa, na parte de trás, tinha ficado pra dentro da legging, deixando minha calcinha fio dental à mostra. Os meninos estavam loucos, gritavam de tudo: "A professora tem uma bunda gostosa! «usa tangas de propósito» «professor, subiu, tenho que ir ao banheiro», eu estava morrendo de vergonha, completamente vermelha, tentei lidar com a situação e com calma expliquei o porquê da legging e ajustei minha blusa, os garotos vaiaram por isso, e eu reclamei de novo que eles não prestavam atenção, eles juraram e rejuraram que se eu levantasse a blusa, eles prestariam atenção. Para acalmar a situação, propus um trato: se eles conseguissem resolver todos os exercícios que eu tinha anotado no quadro, eu levantaria a blusa de novo. Eles, como nunca vi, começaram todos a resolver os exercícios, até formaram grupos e debatiam quais eram os resultados corretos. Quase no final da aula, todos me entregaram suas folhas e, para minha surpresa, todos os exercícios estavam resolvidos corretamente. Todos estavam eufóricos, batendo nas mesas, comemorando e pedindo que eu cumprisse minha parte do trato. Como faltava pouco tempo para o fim da aula, decidi dar o gostinho a eles. Levantei um pouco a blusa e, com um pulinho, dei meia-volta para que pudessem ver minha bunda. Eles explodiram de alegria, me aplaudiram e disseram que eu era a melhor professora. Aproveitei um pouco a atenção que estava recebendo, depois arrumei minhas coisas e saí da sala. Notei que meu coração estava a mil por minuto, tão excitada que não conseguia pensar com clareza, sem lembrar quando foi a última vez que me senti assim. Ao chegar em casa, fui direto ao banheiro e, no chuveiro, comecei a me masturbar como quando era adolescente, fantasiando que meus alunos estavam ali me vendo nua e me aplaudindo com palmas e assobios. O orgasmo que tive foi muito intenso, daqueles que os vizinhos podem ouvir. Na aula seguinte, fui com minha roupa normal, achava que os garotos iam se decepcionar, mas mesmo assim me receberam com elogios e aplausos. Naquele dia, eu tinha que anunciar a primeira prova do ano, com as reclamações clássicas dos garotos, mas mesmo assim disse que eles entravam. exercícios que tinham ido muito bem na aula passada, então não precisavam se preocupar. Os murmúrios voltaram, imaginei que estavam lembrando da minha bunda pequena, e, caralho, comecei a perceber que adoro a atenção que me davam. Lembrando da aula anterior, comecei a ficar excitada e, de novo, não conseguia pensar direito. Meu transe foi interrompido pelo Federico quando ele disse: «Profe, o Ro e o Jony querem propor uma coisa pra senhora». Os meninos ficaram vermelhos, jogando a bola de um lado pro outro: «fala você» «não, pergunta você», diziam entre si. Um pouco irritada, mas curiosa, mandei eles falarem de uma vez. Rodrigo, ao ouvir isso, ficou sério e, com toda confiança, me propôs que, se a turma toda passasse no próximo exame, eu teria que mostrar minha bunda pra todo mundo. A proposta me pegou de surpresa e, talvez sem pensar direito, aceitei. Nos meus anos como professora, nunca tinha tido uma turma onde todo mundo passasse; eu supunha que uns 30% iam errar os exercícios. O dia da prova chegou, todo mundo super concentrado respondendo, eu sentada na minha mesa de sempre, observando pra ninguém colar. Quando o tempo acabou, pedi pra entregarem as folhas. Chegando em casa, comecei a corrigir e não podia acreditar: todo mundo tinha respondido certo a maioria dos exercícios, não dava pra reprovar ninguém. Fiquei excitada imaginando a cena de pagar a aposta, mas rapidamente me acalmei e caí na real: não podia fazer aquilo. Na aula seguinte, entreguei as notas. Todo mundo ficou louco ao ver que ninguém reprovou e me pediram pra cumprir. Obviamente, recusei, argumentando que sou professora deles e essas coisas não se fazem. Mas ver aqueles 32 olhares fixos em mim começou a me intimidar. Senti como se me despissem com os olhos e tinha certeza de que todos naquele momento queriam me comer. Eles insistiam, comecei a ficar excitada, sabia que ia perder o controle do meu corpo a qualquer momento, então, antes que aceder a qualquer coisa, propus a eles mostrar minha calcinha fio dental e nada mais, e se eu visse alguém filmando ou contando pra outra pessoa que não fosse da turma, eu ia denunciar na direção. Eles toparam. Então eu desabotoei a calça jeans que tava usando, baixei um pouquinho e levantei os elásticos da minha calcinha fio dental. Muitos reclamaram que não dava pra ver, então eu subi na minha mesa. Foram só alguns segundos, mas foram suficientes pra minha calcinha fio dental ficar toda molhada. Naquele momento, minha buceta precisava de uma boa pica, mas eu consegui me segurar. Os caras ficaram satisfeitos e tudo ia bem até que um disse: «Da próxima vez, mostre tudo, prof». E eu prometi que se eles passassem de novo no próximo exame, todos, aí sim eu ia mostrar mais. As aulas foram passando, entre aplausos, elogios e insinuações. Tinha vezes que enquanto eu corrigia os exercícios deles, eles aproveitavam pra roçar nas minhas pernas ou nos meus ombros. Jonatan, que era o mais ousado de todos, vinha até minha mesa quando eu tava sentada pra perguntar coisas e ele aproveitava pra roçar a pica em mim. Os outros viam isso e comemoravam, eu só ria e dizia: «Gente, já somos grandes». Numa ocasião, pedi pro Rodrigo resolver um problema no quadro e ele me propôs que se resolvesse certo, eu tinha que dar um beijo nele. Eu fiquei um tempão olhando nos olhos dele, completamente tentada, mas me controlei e falei que se ele resolvesse certo, eu ia dar um beijo na bochecha. Ele topou, respondeu certo e eu dei um beijo na bochecha dele. Assim nasceu uma nova tradição na turma: os caras brigavam pra resolver os problemas no quadro e quando resolviam, reclamavam o prêmio. Alguns, mais rápidos, viravam o rosto antes de eu dar o beijo, fazendo com que eu beijasse eles na boca. Mas enfim, chegou o dia do segundo exame. De novo, todos muito concentrados. Dessa vez, pra garantir que ninguém colasse, comecei a andar pela sala, revisando carteira por carteira. Na minha caminhada, Jonatan me chama pra me perguntar algo, decidi que ia ser minha vingança por todas as cantadas que ele me deu. cheguei bem perto dele, passei minha mão no ombro dele, meu rosto colado no dele, roçando as bochechas dele com meus lábios e respondi a dúvida dele, enquanto ele aproveitava pra tocar uma das minhas tetas com a ponta do lápis. eu não parei, só olhei o que ele tava fazendo, depois olhei pra ele e pedi pra ele se concentrar na prova. ele respondeu que era difícil se eu ficava andando de um lado pro outro porque não conseguiam parar de pensar na minha bunda, e outros alunos concordaram. eu não conseguia entender qual era a obsessão que eles tinham com minha bunda, não era tão chamativa pros outros homens, mas adorava que meus alunos me fizessem notar o tempo todo que gostavam dela. me apoiei numa das paredes da sala, e quando um deles reclamou, eu respondi "pra vocês não ficarem se distraindo com minha bunda". acho que ali todo mundo entendeu que eu gostava da atenção que recebia. quando cheguei em casa, corrigi as provas e de novo todos tinham passado. não entendia como, porque eles não pareciam colar, mas parece que querer ver minha bunda era a motivação que precisavam pra serem bons em matemática. quando entreguei as provas de novo, eles mostraram uma euforia incrível. acalmei eles, lembrei as regras, subi na minha mesa e dessa vez não só mostrei minha calcinha fio dental como também abaixei o jeans até os joelhos, deixando toda minha bunda à vista de 32 alunos completamente enlouquecidos. alguns pediam pra eu me virar de frente ou tirar toda a roupa, mas recusei tudo porque não fazia parte do trato. a única coisa que aceitei foi me abaixar um pouco, tocando meus tornozelos, pra eles verem toda minha bunda, enquanto eu só ria e me deixava levar pela situação. o resto do ano foi passando mais ou menos na mesma dinâmica, todos sempre muito aplicados pra receber suas recompensas, mas aos poucos fui me viciando na atenção. que me davam. Se passassem no quadro e resolvessem bem os exercícios, eu beijava eles, sendo o Rodrigo o mais intenso, chegando a me agarrar pela cintura e até tentar me dar vários beijos, eu só ria e tirava ele de cima de mim. Também tinha criado um sistema de pontos: quanto mais exercícios resolvessem na aula, eu desabotoava um botão da camisa, sempre dois ou três botões, então não dava pra ver muito, mas eu aproveitava e fazia uma pose pra valorizar o decote, até apertava meus peitos com os braços pra eles ficarem marcados. Os roçados eram mais frequentes e intensos, e eu sempre permitia com uma risadinha safada. Se algum dos meus alunos não tocava nas minhas tetas ou na minha bunda de alguma forma, eu me insinuava pra eles fazerem. Adorava ter a atenção de todos, não gostava quando algum deles não me dava atenção, porque me lembrava que eu sempre fui a "amiga feia". Ficou claro pra todo mundo que eu não me importava de eles tocarem nas minhas tetas, quando numa aula o Federico chegou na minha mesa pra me perguntar algo e, desde o início, ele agarrou uma das minhas tetas na frente de todo mundo. Mesmo depois de eu responder a dúvida dele, ele continuou segurando minha teta. Então, sem tirar a mão, olhei pra mão dele apertando e falei: "Tem outros colegas que também têm dúvidas", enquanto olhava pros outros e ria, sempre corada e com o coração a mil por minuto. Às vezes, "sem querer", eu não abotoava direito os botões da camisa pra eles verem meu sutiã, e nunca faltava o chato que me avisava pra eu arrumar. Eu só agradecia, olhava fixamente pra ele enquanto desabotoava vários botões da camisa pra abotoar de novo na ordem certa. Até cheguei a arrebentar o botão da calça jeans que usava pra ter "acidentes" e meus alunos poderem ver as calcinhas fio dental que eu usava. E toda vez que todos passavam numa prova, a recompensa era mostrar minha bundinha. Conforme os exames foram passando, eu mostrava elas por mais tempo. Em algum momento, pensei em dar uma aula sem meu jeans, mas me segurei. No fim do ano, o curso estava muito intenso; de tanto roçar com os paus deles, já sabia quem tinha os maiores. Alguns tinham chegado a me dar beijos de língua e apertar minha bunda sem disfarce. Também, a pedido popular, comecei a usar sutiãs de renda sem bojo pra deixar meus mamilos aparecendo na camisa. Como vocês podem perceber, com tanta intensidade, eu quase nunca pensava com clareza e raramente conseguia controlar meus impulsos. Então, quando me fizeram a proposta pro exame de fim de ano, não consegui recusar.
Eles me propuseram ficar completamente nua se todos passassem no exame integrador de fim de ano. Aceitei de novo, sabendo que era muito difícil e praticamente impossível que todos passassem. Eu gostava da atenção que me davam, mas ficar pelada por completo era demais até pra mim. O dia do exame integrador chegou, e dessa vez, por ser uma prova tão importante, pedi ajuda a um dos inspetores pra vigiar os meninos, assim ninguém colava. O exame terminou, eu tava completamente segura de que ninguém tinha colado, e voltei pra casa pra corrigir as provas.
No fim do ano, na Argentina, faz muito calor, então tomei um banho, vesti uma regata de alcinha e uma tanga pra corrigir todos os exames. Conforme eu passava de um pro outro, meu coração acelerava. Todos estavam passando. Continuei corrigindo, não sei em que momento, mas comecei a me acariciar o clitóris por cima da tanga enquanto os exames passavam. Quando tava corrigindo a última prova, cheguei a ter um orgasmo. Quando voltei a mim, me dei conta de que meus 32 alunos tinham passado. A imagem de estar completamente nua na sala de aula veio à minha mente, e eu me entreguei ao prazer.
Vou resumir o que a professora Daniela me contou. Já faz alguns anos. O ano letivo tinha começado como sempre, apresentações, alguns exercícios pra avaliar o nível da turma, tudo na rotina. Quando eu chegava na sala, às vezes me aplaudiam e falavam umas coisas. Eu, sem saber por quê, só ria e seguia. Todo mundo ria e o clima era bom no grupo, então eu achava que ia ser uma turma boa, bem tranquila, mas estava muito enganada.
Geralmente, minha roupa pra dar aula é uma camisa de manga longa e uma calça jeans, em parte porque a maioria das escolas pede que a gente use roupas "adequadas" e em parte pra não agitar os hormônios dos meus alunos homens. Mas um dia eu estava com cólica no estômago, então resolvi usar uma legging pra ficar mais confortável. O problema é que eu só tinha calcinha fio dental branca, que marca quando usa esse tipo de calça, mas tentei resolver com uma camisa mais comprida, tipo um vestido, pra me cobrir e não deixar a thong aparecer.
Quando cheguei na sala, a turma toda me aplaudiu como de costume, eu fiz uma reverência, agradeci e comecei a aula. Enquanto escrevia uns exercícios no quadro, ouvia os murmúrios deles. Achei que era por ser a primeira vez que me viam de legging e deixei pra lá, mas eles não se calavam, estavam cada vez mais dispersos. Isso, junto com a dor que eu sentia, me fez ficar com raiva. Então me virei, parei a aula e pedi, por favor, que fizessem silêncio.
Os meninos, ao verem minha raiva, se acalmaram. Voltei pro quadro pra explicar os exercícios e, de novo, os murmúrios começaram. Já muito irritada, pedi que prestassem atenção. Pensei que iam me obedecer, mas um deles levantou a voz e disse: "Se quer que a gente preste atenção, não devia usar essa thong."
Aí eu percebi que a camisa, na parte de trás, tinha ficado pra dentro da legging, deixando minha calcinha fio dental à mostra. Os meninos estavam loucos, gritavam de tudo: "A professora tem uma bunda gostosa! «usa tangas de propósito» «professor, subiu, tenho que ir ao banheiro», eu estava morrendo de vergonha, completamente vermelha, tentei lidar com a situação e com calma expliquei o porquê da legging e ajustei minha blusa, os garotos vaiaram por isso, e eu reclamei de novo que eles não prestavam atenção, eles juraram e rejuraram que se eu levantasse a blusa, eles prestariam atenção. Para acalmar a situação, propus um trato: se eles conseguissem resolver todos os exercícios que eu tinha anotado no quadro, eu levantaria a blusa de novo. Eles, como nunca vi, começaram todos a resolver os exercícios, até formaram grupos e debatiam quais eram os resultados corretos. Quase no final da aula, todos me entregaram suas folhas e, para minha surpresa, todos os exercícios estavam resolvidos corretamente. Todos estavam eufóricos, batendo nas mesas, comemorando e pedindo que eu cumprisse minha parte do trato. Como faltava pouco tempo para o fim da aula, decidi dar o gostinho a eles. Levantei um pouco a blusa e, com um pulinho, dei meia-volta para que pudessem ver minha bunda. Eles explodiram de alegria, me aplaudiram e disseram que eu era a melhor professora. Aproveitei um pouco a atenção que estava recebendo, depois arrumei minhas coisas e saí da sala. Notei que meu coração estava a mil por minuto, tão excitada que não conseguia pensar com clareza, sem lembrar quando foi a última vez que me senti assim. Ao chegar em casa, fui direto ao banheiro e, no chuveiro, comecei a me masturbar como quando era adolescente, fantasiando que meus alunos estavam ali me vendo nua e me aplaudindo com palmas e assobios. O orgasmo que tive foi muito intenso, daqueles que os vizinhos podem ouvir. Na aula seguinte, fui com minha roupa normal, achava que os garotos iam se decepcionar, mas mesmo assim me receberam com elogios e aplausos. Naquele dia, eu tinha que anunciar a primeira prova do ano, com as reclamações clássicas dos garotos, mas mesmo assim disse que eles entravam. exercícios que tinham ido muito bem na aula passada, então não precisavam se preocupar. Os murmúrios voltaram, imaginei que estavam lembrando da minha bunda pequena, e, caralho, comecei a perceber que adoro a atenção que me davam. Lembrando da aula anterior, comecei a ficar excitada e, de novo, não conseguia pensar direito. Meu transe foi interrompido pelo Federico quando ele disse: «Profe, o Ro e o Jony querem propor uma coisa pra senhora». Os meninos ficaram vermelhos, jogando a bola de um lado pro outro: «fala você» «não, pergunta você», diziam entre si. Um pouco irritada, mas curiosa, mandei eles falarem de uma vez. Rodrigo, ao ouvir isso, ficou sério e, com toda confiança, me propôs que, se a turma toda passasse no próximo exame, eu teria que mostrar minha bunda pra todo mundo. A proposta me pegou de surpresa e, talvez sem pensar direito, aceitei. Nos meus anos como professora, nunca tinha tido uma turma onde todo mundo passasse; eu supunha que uns 30% iam errar os exercícios. O dia da prova chegou, todo mundo super concentrado respondendo, eu sentada na minha mesa de sempre, observando pra ninguém colar. Quando o tempo acabou, pedi pra entregarem as folhas. Chegando em casa, comecei a corrigir e não podia acreditar: todo mundo tinha respondido certo a maioria dos exercícios, não dava pra reprovar ninguém. Fiquei excitada imaginando a cena de pagar a aposta, mas rapidamente me acalmei e caí na real: não podia fazer aquilo. Na aula seguinte, entreguei as notas. Todo mundo ficou louco ao ver que ninguém reprovou e me pediram pra cumprir. Obviamente, recusei, argumentando que sou professora deles e essas coisas não se fazem. Mas ver aqueles 32 olhares fixos em mim começou a me intimidar. Senti como se me despissem com os olhos e tinha certeza de que todos naquele momento queriam me comer. Eles insistiam, comecei a ficar excitada, sabia que ia perder o controle do meu corpo a qualquer momento, então, antes que aceder a qualquer coisa, propus a eles mostrar minha calcinha fio dental e nada mais, e se eu visse alguém filmando ou contando pra outra pessoa que não fosse da turma, eu ia denunciar na direção. Eles toparam. Então eu desabotoei a calça jeans que tava usando, baixei um pouquinho e levantei os elásticos da minha calcinha fio dental. Muitos reclamaram que não dava pra ver, então eu subi na minha mesa. Foram só alguns segundos, mas foram suficientes pra minha calcinha fio dental ficar toda molhada. Naquele momento, minha buceta precisava de uma boa pica, mas eu consegui me segurar. Os caras ficaram satisfeitos e tudo ia bem até que um disse: «Da próxima vez, mostre tudo, prof». E eu prometi que se eles passassem de novo no próximo exame, todos, aí sim eu ia mostrar mais. As aulas foram passando, entre aplausos, elogios e insinuações. Tinha vezes que enquanto eu corrigia os exercícios deles, eles aproveitavam pra roçar nas minhas pernas ou nos meus ombros. Jonatan, que era o mais ousado de todos, vinha até minha mesa quando eu tava sentada pra perguntar coisas e ele aproveitava pra roçar a pica em mim. Os outros viam isso e comemoravam, eu só ria e dizia: «Gente, já somos grandes». Numa ocasião, pedi pro Rodrigo resolver um problema no quadro e ele me propôs que se resolvesse certo, eu tinha que dar um beijo nele. Eu fiquei um tempão olhando nos olhos dele, completamente tentada, mas me controlei e falei que se ele resolvesse certo, eu ia dar um beijo na bochecha. Ele topou, respondeu certo e eu dei um beijo na bochecha dele. Assim nasceu uma nova tradição na turma: os caras brigavam pra resolver os problemas no quadro e quando resolviam, reclamavam o prêmio. Alguns, mais rápidos, viravam o rosto antes de eu dar o beijo, fazendo com que eu beijasse eles na boca. Mas enfim, chegou o dia do segundo exame. De novo, todos muito concentrados. Dessa vez, pra garantir que ninguém colasse, comecei a andar pela sala, revisando carteira por carteira. Na minha caminhada, Jonatan me chama pra me perguntar algo, decidi que ia ser minha vingança por todas as cantadas que ele me deu. cheguei bem perto dele, passei minha mão no ombro dele, meu rosto colado no dele, roçando as bochechas dele com meus lábios e respondi a dúvida dele, enquanto ele aproveitava pra tocar uma das minhas tetas com a ponta do lápis. eu não parei, só olhei o que ele tava fazendo, depois olhei pra ele e pedi pra ele se concentrar na prova. ele respondeu que era difícil se eu ficava andando de um lado pro outro porque não conseguiam parar de pensar na minha bunda, e outros alunos concordaram. eu não conseguia entender qual era a obsessão que eles tinham com minha bunda, não era tão chamativa pros outros homens, mas adorava que meus alunos me fizessem notar o tempo todo que gostavam dela. me apoiei numa das paredes da sala, e quando um deles reclamou, eu respondi "pra vocês não ficarem se distraindo com minha bunda". acho que ali todo mundo entendeu que eu gostava da atenção que recebia. quando cheguei em casa, corrigi as provas e de novo todos tinham passado. não entendia como, porque eles não pareciam colar, mas parece que querer ver minha bunda era a motivação que precisavam pra serem bons em matemática. quando entreguei as provas de novo, eles mostraram uma euforia incrível. acalmei eles, lembrei as regras, subi na minha mesa e dessa vez não só mostrei minha calcinha fio dental como também abaixei o jeans até os joelhos, deixando toda minha bunda à vista de 32 alunos completamente enlouquecidos. alguns pediam pra eu me virar de frente ou tirar toda a roupa, mas recusei tudo porque não fazia parte do trato. a única coisa que aceitei foi me abaixar um pouco, tocando meus tornozelos, pra eles verem toda minha bunda, enquanto eu só ria e me deixava levar pela situação. o resto do ano foi passando mais ou menos na mesma dinâmica, todos sempre muito aplicados pra receber suas recompensas, mas aos poucos fui me viciando na atenção. que me davam. Se passassem no quadro e resolvessem bem os exercícios, eu beijava eles, sendo o Rodrigo o mais intenso, chegando a me agarrar pela cintura e até tentar me dar vários beijos, eu só ria e tirava ele de cima de mim. Também tinha criado um sistema de pontos: quanto mais exercícios resolvessem na aula, eu desabotoava um botão da camisa, sempre dois ou três botões, então não dava pra ver muito, mas eu aproveitava e fazia uma pose pra valorizar o decote, até apertava meus peitos com os braços pra eles ficarem marcados. Os roçados eram mais frequentes e intensos, e eu sempre permitia com uma risadinha safada. Se algum dos meus alunos não tocava nas minhas tetas ou na minha bunda de alguma forma, eu me insinuava pra eles fazerem. Adorava ter a atenção de todos, não gostava quando algum deles não me dava atenção, porque me lembrava que eu sempre fui a "amiga feia". Ficou claro pra todo mundo que eu não me importava de eles tocarem nas minhas tetas, quando numa aula o Federico chegou na minha mesa pra me perguntar algo e, desde o início, ele agarrou uma das minhas tetas na frente de todo mundo. Mesmo depois de eu responder a dúvida dele, ele continuou segurando minha teta. Então, sem tirar a mão, olhei pra mão dele apertando e falei: "Tem outros colegas que também têm dúvidas", enquanto olhava pros outros e ria, sempre corada e com o coração a mil por minuto. Às vezes, "sem querer", eu não abotoava direito os botões da camisa pra eles verem meu sutiã, e nunca faltava o chato que me avisava pra eu arrumar. Eu só agradecia, olhava fixamente pra ele enquanto desabotoava vários botões da camisa pra abotoar de novo na ordem certa. Até cheguei a arrebentar o botão da calça jeans que usava pra ter "acidentes" e meus alunos poderem ver as calcinhas fio dental que eu usava. E toda vez que todos passavam numa prova, a recompensa era mostrar minha bundinha. Conforme os exames foram passando, eu mostrava elas por mais tempo. Em algum momento, pensei em dar uma aula sem meu jeans, mas me segurei. No fim do ano, o curso estava muito intenso; de tanto roçar com os paus deles, já sabia quem tinha os maiores. Alguns tinham chegado a me dar beijos de língua e apertar minha bunda sem disfarce. Também, a pedido popular, comecei a usar sutiãs de renda sem bojo pra deixar meus mamilos aparecendo na camisa. Como vocês podem perceber, com tanta intensidade, eu quase nunca pensava com clareza e raramente conseguia controlar meus impulsos. Então, quando me fizeram a proposta pro exame de fim de ano, não consegui recusar.
Eles me propuseram ficar completamente nua se todos passassem no exame integrador de fim de ano. Aceitei de novo, sabendo que era muito difícil e praticamente impossível que todos passassem. Eu gostava da atenção que me davam, mas ficar pelada por completo era demais até pra mim. O dia do exame integrador chegou, e dessa vez, por ser uma prova tão importante, pedi ajuda a um dos inspetores pra vigiar os meninos, assim ninguém colava. O exame terminou, eu tava completamente segura de que ninguém tinha colado, e voltei pra casa pra corrigir as provas.
No fim do ano, na Argentina, faz muito calor, então tomei um banho, vesti uma regata de alcinha e uma tanga pra corrigir todos os exames. Conforme eu passava de um pro outro, meu coração acelerava. Todos estavam passando. Continuei corrigindo, não sei em que momento, mas comecei a me acariciar o clitóris por cima da tanga enquanto os exames passavam. Quando tava corrigindo a última prova, cheguei a ter um orgasmo. Quando voltei a mim, me dei conta de que meus 32 alunos tinham passado. A imagem de estar completamente nua na sala de aula veio à minha mente, e eu me entreguei ao prazer.
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