Fala de novo, comunidade! Sumi por uns dias por causa do mesmo assunto que tô remoendo na cabeça. Sendo que vindo desse site, não esperava receber comentário aconselhando mudança na minha pessoa e na minha vida íntima. Acho que no começo a vontade de contar minhas histórias era porque aqui eu ia curtir o tesão e a putaria que elas podiam causar. Já que essas coisas não tenho pra quem contar, por motivos óbvios. Só que recebi o contrário do que imaginei, e tenho que dizer que isso me fez pensar em várias coisas... e sem ignorar o que dizem, sim, já pensei em buscar um apoio mais direto, tipo um psicólogo ou psiquiatra, por exemplo. Mesmo assim, quero continuar contando tudo que já tenho, não quero deixar isso pela metade. Hoje, lembrando dessa história, vejo o quanto fui otário e como ela foi me enrolando (pra quem tá apaixonado, esses sinais são ignorados). Tudo aconteceu uns anos atrás, pra ser exato, uns 8 anos, mas ainda lembro bem. Eu e Lily tínhamos uns meses de namoro, mas ainda não era algo público. Como contei em uns relatos passados, a hierarquia de importância que Lily tinha na vida dela era meio desleixada. Ela trabalhava em tempo integral e quando tinha folga, usava pra ela e pros amigos. Eu trabalhava e estudava na época. Numa tarde de sábado, ela me liga no celular e me "avisa" sobre um rolê que uns amigos convidaram. É num destino popular na região, mas meio longe, indo pra serra (de carro umas 2 horas mais ou menos), onde o sinal é fraco ou quase nulo. Iam sair umas 5-6 da tarde e voltar no dia seguinte. Mas a ligação, além de só "pra te informar", era pra, se os pais dela ligassem, eu falar que ela tava comigo. Não acreditei que ela nem tinha perguntado ou se dado ao trabalho de me convidar. Falei que sim, que não se preocupasse, mas... Foi aí que eu soltei a pergunta: "Com quem você vai?" Falei: "Já que vou fazer esse favor, pelo menos me conta direito tudo." Ela me disse que iam com ela 4 amigos e mais uma mina. Aí eu insinuei: "Bom, e se eu for também? No final, não teria por que mentir pros seus pais se eu tô indo com você..." Ela pensou por uns segundos e falou que me ligaria de volta porque precisava perguntar com quem ia. Passaram uns minutos e não tive resposta dela, então mandei mensagem. Ela respondeu: "Os caras disseram que, se você conseguir arrumar mais duas mulheres, tá de boa." Na hora, eu não fiquei pensando em nada estranho e comecei a ligar pra umas amigas que tinha no contato, mas nenhuma topou o convite porque era muito em cima da hora. Falei pra Lily que não consegui arrumar o que pediram, e a resposta dela foi só um "então, fazer o quê". Uau! Sério, hoje, anos depois, tudo isso me dá um puta desconforto, e não parou por aí... Lá pras 9 ou 10 da noite, ainda com pouco sinal, Lily me liga pra pedir outro favor: se eu podia ir comprar (não lembro bem o quê) umas garrafas ou álcool, algo assim, e levar pra eles. E, como era de se esperar, lá fui eu feito um cachorrinho obediente, ainda com aquela esperança mínima, mas viva, de que me chamassem pra ficar... Surpresa, surpresa! Nada disso aconteceu. Cheguei, entreguei as coisas, e Lily só falou: "Você pode vir me buscar de manhã?" Com aquele piscadela característica dela. Eu disse que sim, e ela me mandou um beijo enquanto ia embora. Algo dentro de mim dizia que tudo aquilo não tava certo, mas não liguei. Voltei pra casa e coloquei um despertador pra voltar de manhã cedo. Sem saber o que me esperava... Ao amanhecer, já tava lá, esperando por ela. Mas ela não saiu. Depois de uma hora, começou movimento e eles foram levantando tudo. Ela se aproximou do meu carro, disse que ia comigo, perguntando se eu levava ela até a casa dela, mas que uns 2 km adiante ela trocaria pro outro carro dos amigos. Já saindo de lá, ela trocaria de carro comigo de novo (uns 22 km depois). Meio contrariado e com dúvidas, falei que sim, ela entrou e, como era de se esperar, perguntei sobre a noite, o que tinham feito e tal. Ela resumiu dizendo que nada, só beberam e tal, mas que estava meio de ressaca. Enquanto conversava com ela, reparei que no pescoço e parte do peito ela tinha umas marcas meio estranhas, então perguntei. Ela disse que não era nada e que eu não me preocupasse com aquilo, enquanto ria. (Eram chupões.) Teve algo naquela risada que não me desceu bem, e comecei a ficar bolado com ela, aí deu pra sentir a tensão no ar. Chegando mais ou menos no primeiro cruzamento que eu virei, ela desceu e trocou de carro. Depois disso, eu continuei atrás deles, terminando tudo empoeirado porque era um terreno montanhoso. Eles dirigiam como se estivessem bêbados, devagar e fazendo zigue-zague. Minha mente começou a trabalhar e, somando à irritação que eu já tava, comecei a viajar na maionese e ficar ainda mais puto, até que minha paciência foi pro saco. Passei por eles, pisei fundo no acelerador, mandei ela tomar no cu, escrevi uma mensagem falando pra ela ir com os amigos dela, que só tinha me feito perder tempo, gastar gasolina e acabar todo empoeirado. Ficamos uns dias sem nos falar depois disso, mas aí passou como se nada tivesse acontecido e voltamos ao normal. Anos depois, por umas conversas aleatórias, descobri que aquelas marcas tinham sido feitas pela outra mina, por causa de uma brincadeira e tal. Mas até hoje continua sendo um mistério saber o que mais rolou naquela noite. Pra mim, a resposta é mais do que óbvia.



1 comentários - Acampando Gostosa
Beso !