Sempre que uma cliente me chama, eu garanto ter pelo menos 5 horas livres caso ela precise de algum serviço extra, isso pode incluir acompanhá-la a algum lugar, levá-la na casa de uma amiga, ir comprar alguma coisa ou simplesmente ficar mais um tempo na cama pelados.
Sofia sempre foi um mistério, meiga mas puta.
A primeira vez que nos vimos foi numa balada nos arredores de Maldonado, nos conhecemos porque uma das amigas dela foi minha cliente até se casar com o ex e parar de sair pra dançar, então Sofia e eu começamos a conversar, saíamos pra tomar algo, nos encontrávamos de vez em quando pra bater papo, nunca tínhamos transado.
Sofia é uma morena de cabelo escuro, com ondas, olhos castanhos escuros, pele macia com algumas poucas manchas tipo sardas no rosto, o corpo dela é voluptuoso, peitos grandes e firmes, rabão bem gordo, umas pernas grossas e umas mãos macias e fortes.
Com o tempo fomos nos conhecendo mais, ela sabia qual era o meu trampo, e eu sabia que ela era funcionária num escritório de uma empresa importante, segundo ela, trabalhava traduzindo vídeos e passava mais de 10 horas no escritório, então eu levava a sério os encontros tentando que ela não ficasse entediada no processo.
Depois de três encontros, ficamos mais à vontade e ela me contou que estava prestes a menstruar, que tinha umas cólicas e do nada me disse que não queria ter namorado. Na minha cabeça, eu tinha que achar a correlação entre as duas coisas, mas não consegui, então perguntei.
Eu: "Tá me falando isso por causa de...?"
Sofia: "Por nadaaa, mas já tô vendo onde isso vai dar, do jeito que a gente vem conversando, vou acabar te comendo e você vai se apegar, depois quando eu enjoar vou te largar e aí você vai querer ser meu namorado."
Eu: "Você é muito doida, Fiat (Apelido que coloquei no segundo encontro, So-fia < Fiat), não vamos transar, você não tem com o que me pagar hahaha."
SoFiat: "Hahaha para de me chamar assim, seu filho da putaaa hahaha, nunca te... Se apaixonou por alguma cliente?"
Eu: "Hahaha 'Só' tá de boa? hahaha. Não, não me apaixonei por nenhuma cliente, mas já tive umas rapidinhas onde no sexo dava pra sentir um amorzinho, mas tem que saber separar."
Sofia: "Olhaa eleee, garotão gostosooo... e me conta, qual é a coisa mais estranha que já te pediram?"
Conversamos por 4 horas, já eram 3 da manhã, a gente tinha jantado, bebido e tava enrolando porque ela queria esperar uma suposta prima que nunca apareceu. Ofereci pagar um táxi pra ela ir pra casa e deixei claro que não ia subir com ela pra ela se sentir mais segura.
Como eu disse, Sofia era um mistério.
Ela foi ao banheiro e achei que não voltaria, então fiquei mexendo no celular. Ela chegou, parou do meu lado e sussurrou: "Chupa meus dedinhos", me oferecendo os dedos do meio, e eu não resisti, chupei. Senti o líquido vaginal dela na minha boca, não entendi nada, mas falei: "Gostei, mas achei que você ia embora."
Sofia me olhou séria, mas com um sorriso debochado, e disse: "Não ia embora não, seu bobinho, quero te fazer um (levantou as sobrancelhas e colocou a língua na parte interna da bochecha direita), entendeu?"
Eu: "Sim, mas não sabia que você era tão direta, me surpreendeu, mas gostei."
Sofia se apoiou na mesa como se fosse contar um segredo e falou bem baixinho no meu ouvido: "Eu chupo sua rola toda, babo toda a cabecinha e engulo sua porra. Ou você tem medo?"
Respondi no ouvido dela, igual baixo: "Não tenho medo não. E você tem medo se eu meter até o fundo e gozar dentro pra você sentir minha porra quente aí dentro?"
Ela me olhou com cara de surpresa e disse: "Você é um safado, tô toda molhada, quer me encharcar? A gente tem que vazar AGORA!"
Eu não falei mais nada, sorri e fiz sinal pra garçonete trazer a conta.
A gente levantou daquelas cadeiras altas num bar caseiro no meio da estrada, paguei a conta e saímos andando no cascalho, cada um com uma cerveja na mão. Paramos nuns quadras, num ponto de ônibus de material, no meio do caminho, ela me abraça pela cintura enquanto a gente caminha, antes de chegar me vira, me abraça pelo pescoço e, ficando na ponta dos pés, se estica pra me beijar.
Eu dei o beijo mais molhado do mundo.
Ela me olhou com olhos brilhando, mordeu os lábios e me pegou pela mão, me levou quase trotando até o ponto do bus, deixamos nossas garrafas no banco de material, me encostou na parede úmida, áspera, escura e fria e, enquanto me segurava pelas costas e pela cintura, começou a me beijar, enfiou a língua na minha boca, fez eu tirar a minha e, como se fosse uma rola, começou a chupar, agarrei sua nuca, enfiando meus dedos no cabelo dela com a mão esquerda, e com a direita meti a mão por baixo da blusa dela, senti o apertado do sutiã dela e sabia que não ia conseguir pegar muito.
Sofia (sussurrando entre beijos bem colados): "Quer chupar elas?, (suspiro) deixo se você deixar eu chupar sua rola, quer?, Sim?, olha...."
Sofia enfiou a mão por trás das costas, desabotoou o sutiã, tirou as alças pelos ombros e o removeu por baixo da blusa, guardou dentro da bolsa dela e sentou no meu colo.
Enfiei minhas duas mãos pela cintura dela, subi pela barriga até os peitos dela e senti como enchiam minha mão por baixo, tava frio mas eles estavam quentes, pude sentir o peso dos dois peitos dela nas minhas mãos, ela me abraçava e olhava pra ver se vinha alguém, enfiei minha cara entre os peitos dela, tinha um cheiro de perfume de flores doces e frutas vermelhas, chupei o peito direito dela, percorrendo todo o mamilo duro e empinado com minha língua, ela me abraçava pela nuca e me apertava contra o peito dela se mexendo como se tivesse me comendo por cima da calça.
Enquanto eu chupava o peito direito dela, ela me disse sussurrando ofegante: "AHHhhh, você é um bebezão grande, me morde?, vai sem medo que eu adoro, chupa a pontinha, aperta eles e chupa forte"
Enfiei toda a aréola dela na boca, minha língua brincava com o mamilo dela, ela me pressionava pra eu chupar mais forte, chupei bem forte os peitos dela e, mesmo sem sair leite, senti umas gotinhas doces.
Peguei os dois peitos dela e coloquei os dois mamilos na minha boca, chupava um, depois o outro, brincava com a língua passando no meio dos dois mamilos, sentia minha própria baba ao passar de um mamilo pro outro, ela sentiu meu pau duro na minha calça batendo na bunda dela e ficava esfregando com roupa, se excitando.
Sofia jogou a jaqueta dela no chão, se ajoelhou e eu abaixei a calça.
Meu pau super duro, cheio de líquido pré-seminal, pulou pra fora da cueca, ela pegou com as mãos geladas e disse: "QUE VERGA, UFFF (passou a língua das bolas até a ponta), MMMMM que pau gostoso e duro, você tá todo molhadooo (chupou a ponta com a boquinha quente dela), olhaaaa, olha isso....."
Sofia colocou meu pau entre os peitos dela, apertou e chupava a ponta bem forte enquanto subia e descia os peitos, ela insistia em me fazer gozar, minhas pernas tremiam com o boquete e o espanhol daqueles peitos grandes e macios.
Ela me olhou com cara de puta e disse: "Sou sua, não podemos transar porque tô menstruada, mas faz o que quiser comigo"
Eu: "Você tem nojo? Eu não, e quero meter o pau até o fundo"
Sofia: "UUUUUUUFFFFF, deeeeus, adoro quando você fala assim comigo, mas não dá, sério, acho que tô meio suja"
Eu: "Deixa eu provar?"
Ela concordou com um sorriso e disse: "Não me responsabilizo por como tá lá embaixo"
Eu levantei com a calça e a cueca abaixadas, ela se levantou, coloquei ela de frente pra parede com as mãos apoiadas no banco de material, ela abaixou a calça, a calcinha fio dental e o absorvente dela tava limpo, só babava de tesão.
Enfiei o pau devagar na buceta dela.
Sofia: "AHHHHHHHH, UUUUYYY, mmmmmm, ufffffff....... mmmmmm...... UUUUUUFFF.... mmmmm você vai me fazer gozar rápido, seu filho da putaaaaa"
Sofia gozou com meu pau dentro da buceta dela. palavra: buceta suculenta e bem macia.
Tirei minha pica e com ela ainda de quatro, me abaixei e chupei toda a use the word: buceta, limpando os fluidos vaginais dela com a língua.
Sofia: "AAAAAAHHHHHHHHHH AHHHHHHHHHHH UFFFFFFFFFFFFFFF NÃOOOOOOOO UFFFFFFFFFFF NÃO PODE SER UFFFFFFFFFFF MEU DEEEEUS AH AH AH AH AH AHHHH AHHHHH A LÍNGUA AAHHHHH AHHHHHH AAAAAAHHHHHrhrhhhghhhhgmmm mmmmmm mmmm.... ... ...."
Com o segundo orgasmo dela, soltei a putinha.
Ela parou de tremer, passou a mão na use the word: buceta, se levantou, me olhou, lambeu a palma da mão toda mostrando que não tinha nojo de nada, a gente se beijou de língua, ela me punhetou com a mão direita, se ajoelhou, cuspiu na minha pica e começou a fazer um boquete bem babado.
Ela tentava engasgar com a pica e me olhava com cara de puta... falava: "GUGHGGGGG GGGGUGGG GGAAAAAHHH ME AVISA ANTES DE SAIR"
Eu sentia a minha cabeça batendo na garganta dela, no céu da boca, como ela brincava com a língua na minha pica, chupava o prepúcio, as bolas, o tronco da pica, babando toda a minha pica super molhada.
Falei pra ela: "UUUUFFF, Acho que já vai sair..."
Enquanto eu me segurava esperando pra ver o que ela ia fazer, ela se levantou, colocou um pé no banco de material, enfiou a pica na use the word: buceta, o contraste do frio com o calor da use the word: buceta dela me fez soltar um jorro grosso, pesado, espesso de porra na use the word: buceta, consegui sentir o calor do meu sêmen nas paredes da use the word: buceta da Sofia, a cada metida da minha pica, sentia como se arrastasse a minha própria porra com o tronco ao mexer, ela tremia e continuava me comendo sem parar, a bunda grande dela quicando na minha pélvis me manteve a pica tão dura, que não demorou muito pra eu dar uma segunda descarga de porra, a gente continuou trepando no ponto de ônibus e quando eu tava quase gozando, ela se virou, se abaixou e eu vi minha pica toda pintada de branco, cheia de porra, fluidos vaginais e como ela enfiou tudo na boca. A boca...
Meu pau explodiu de porra dentro da boca dela.
Ela continuou chupando sem parar, eu sentia minhas bolas se espremendo a cada sugada da boca dela e dos lábios carnudos, ela engoliu toda a porra, usou meu pau pra espalhar a porra que escorria pela boca e chupava a ponta pra limpar.
Com o pau duro, levantei a calça junto com a cueca, demos o último gole nas nossas cervejas, andamos mais umas quadras até chegar numa loja de roupas fechada, sentamos pra bater um papo até passar um táxi e fomos pra casa dela.
Nas semanas seguintes, a gente se encontrava na porta do trabalho dela, ela me contratava pra sair às sextas, mas toda vez que a gente se via, ela só queria uma coisa: chupar meu pau em lugares diferentes ao ar livre. Assim que me levava pro local, engolia a porra e ia embora, como se nada tivesse acontecido, a gente se despedia e ela seguia o caminho dela. Às vezes, ela pedia pra eu me masturbar, engolia e vazava, me pagou várias vezes por uma hora inteira só pra 15 minutos de beijos, masturbação e engolir meu sêmen.
Um dia eu me atrevi a perguntar se ela queria que eu comesse ela, e ela respondeu: "Eu sempre vou querer que você meta, mas não tenho muito tempo por causa do trabalho, e também não quero que você vá sujo pra sua casa."
Então, nas sextas, a gente começou a dormir junto por um tempo. Eu acordava antes dela, fazia o café da manhã, levava de cueca pra cama, ela tomava o café com os biscoitinhos dela e, antes de irmos tomar banho, a gente transava até deixar ela toda ensopada de suor. Eu despejava uma carga de porra na buceta dela e a segunda sempre no rosto ou no corpo, ela adorava brincar com meu sêmen e dizia que era condicionador de cabelo. Mais de uma vez ela ficou obcecada em tirar porra de mim e me masturbava ao acordar, enquanto eu fazia café, e sentia tesão em chupar meu pau no carro, estacionados no centro enquanto o pessoal passava. Depois eu acompanhava ela até a casa da mãe e, antes dela descer do meu carro, sempre... e sem falta, tinha que enfiar os dedos na buceta dela, chupar os dedos com o fluido vaginal dela e dar pra ela chupar também, era um jeito que ela inventou pra se despedir.
Como detalhe, Sofia sempre cheira a amêndoas e jasmim no pescoço, os peitos dela têm cheiro de perfume doce de flores e a buceta dela tem um gosto adocicado pela quantidade de líquido vaginal que solta e pelos cremes que ela usa pra manter a buceta macia e higiênica.
Ela não quer amor, quer sêmen, e adora tirar ele em qualquer lugar.
Sofia sempre foi um mistério, meiga mas puta.
A primeira vez que nos vimos foi numa balada nos arredores de Maldonado, nos conhecemos porque uma das amigas dela foi minha cliente até se casar com o ex e parar de sair pra dançar, então Sofia e eu começamos a conversar, saíamos pra tomar algo, nos encontrávamos de vez em quando pra bater papo, nunca tínhamos transado.
Sofia é uma morena de cabelo escuro, com ondas, olhos castanhos escuros, pele macia com algumas poucas manchas tipo sardas no rosto, o corpo dela é voluptuoso, peitos grandes e firmes, rabão bem gordo, umas pernas grossas e umas mãos macias e fortes.
Com o tempo fomos nos conhecendo mais, ela sabia qual era o meu trampo, e eu sabia que ela era funcionária num escritório de uma empresa importante, segundo ela, trabalhava traduzindo vídeos e passava mais de 10 horas no escritório, então eu levava a sério os encontros tentando que ela não ficasse entediada no processo.
Depois de três encontros, ficamos mais à vontade e ela me contou que estava prestes a menstruar, que tinha umas cólicas e do nada me disse que não queria ter namorado. Na minha cabeça, eu tinha que achar a correlação entre as duas coisas, mas não consegui, então perguntei.
Eu: "Tá me falando isso por causa de...?"
Sofia: "Por nadaaa, mas já tô vendo onde isso vai dar, do jeito que a gente vem conversando, vou acabar te comendo e você vai se apegar, depois quando eu enjoar vou te largar e aí você vai querer ser meu namorado."
Eu: "Você é muito doida, Fiat (Apelido que coloquei no segundo encontro, So-fia < Fiat), não vamos transar, você não tem com o que me pagar hahaha."
SoFiat: "Hahaha para de me chamar assim, seu filho da putaaa hahaha, nunca te... Se apaixonou por alguma cliente?"
Eu: "Hahaha 'Só' tá de boa? hahaha. Não, não me apaixonei por nenhuma cliente, mas já tive umas rapidinhas onde no sexo dava pra sentir um amorzinho, mas tem que saber separar."
Sofia: "Olhaa eleee, garotão gostosooo... e me conta, qual é a coisa mais estranha que já te pediram?"
Conversamos por 4 horas, já eram 3 da manhã, a gente tinha jantado, bebido e tava enrolando porque ela queria esperar uma suposta prima que nunca apareceu. Ofereci pagar um táxi pra ela ir pra casa e deixei claro que não ia subir com ela pra ela se sentir mais segura.
Como eu disse, Sofia era um mistério.
Ela foi ao banheiro e achei que não voltaria, então fiquei mexendo no celular. Ela chegou, parou do meu lado e sussurrou: "Chupa meus dedinhos", me oferecendo os dedos do meio, e eu não resisti, chupei. Senti o líquido vaginal dela na minha boca, não entendi nada, mas falei: "Gostei, mas achei que você ia embora."
Sofia me olhou séria, mas com um sorriso debochado, e disse: "Não ia embora não, seu bobinho, quero te fazer um (levantou as sobrancelhas e colocou a língua na parte interna da bochecha direita), entendeu?"
Eu: "Sim, mas não sabia que você era tão direta, me surpreendeu, mas gostei."
Sofia se apoiou na mesa como se fosse contar um segredo e falou bem baixinho no meu ouvido: "Eu chupo sua rola toda, babo toda a cabecinha e engulo sua porra. Ou você tem medo?"
Respondi no ouvido dela, igual baixo: "Não tenho medo não. E você tem medo se eu meter até o fundo e gozar dentro pra você sentir minha porra quente aí dentro?"
Ela me olhou com cara de surpresa e disse: "Você é um safado, tô toda molhada, quer me encharcar? A gente tem que vazar AGORA!"
Eu não falei mais nada, sorri e fiz sinal pra garçonete trazer a conta.
A gente levantou daquelas cadeiras altas num bar caseiro no meio da estrada, paguei a conta e saímos andando no cascalho, cada um com uma cerveja na mão. Paramos nuns quadras, num ponto de ônibus de material, no meio do caminho, ela me abraça pela cintura enquanto a gente caminha, antes de chegar me vira, me abraça pelo pescoço e, ficando na ponta dos pés, se estica pra me beijar.
Eu dei o beijo mais molhado do mundo.
Ela me olhou com olhos brilhando, mordeu os lábios e me pegou pela mão, me levou quase trotando até o ponto do bus, deixamos nossas garrafas no banco de material, me encostou na parede úmida, áspera, escura e fria e, enquanto me segurava pelas costas e pela cintura, começou a me beijar, enfiou a língua na minha boca, fez eu tirar a minha e, como se fosse uma rola, começou a chupar, agarrei sua nuca, enfiando meus dedos no cabelo dela com a mão esquerda, e com a direita meti a mão por baixo da blusa dela, senti o apertado do sutiã dela e sabia que não ia conseguir pegar muito.
Sofia (sussurrando entre beijos bem colados): "Quer chupar elas?, (suspiro) deixo se você deixar eu chupar sua rola, quer?, Sim?, olha...."
Sofia enfiou a mão por trás das costas, desabotoou o sutiã, tirou as alças pelos ombros e o removeu por baixo da blusa, guardou dentro da bolsa dela e sentou no meu colo.
Enfiei minhas duas mãos pela cintura dela, subi pela barriga até os peitos dela e senti como enchiam minha mão por baixo, tava frio mas eles estavam quentes, pude sentir o peso dos dois peitos dela nas minhas mãos, ela me abraçava e olhava pra ver se vinha alguém, enfiei minha cara entre os peitos dela, tinha um cheiro de perfume de flores doces e frutas vermelhas, chupei o peito direito dela, percorrendo todo o mamilo duro e empinado com minha língua, ela me abraçava pela nuca e me apertava contra o peito dela se mexendo como se tivesse me comendo por cima da calça.
Enquanto eu chupava o peito direito dela, ela me disse sussurrando ofegante: "AHHhhh, você é um bebezão grande, me morde?, vai sem medo que eu adoro, chupa a pontinha, aperta eles e chupa forte"
Enfiei toda a aréola dela na boca, minha língua brincava com o mamilo dela, ela me pressionava pra eu chupar mais forte, chupei bem forte os peitos dela e, mesmo sem sair leite, senti umas gotinhas doces.
Peguei os dois peitos dela e coloquei os dois mamilos na minha boca, chupava um, depois o outro, brincava com a língua passando no meio dos dois mamilos, sentia minha própria baba ao passar de um mamilo pro outro, ela sentiu meu pau duro na minha calça batendo na bunda dela e ficava esfregando com roupa, se excitando.
Sofia jogou a jaqueta dela no chão, se ajoelhou e eu abaixei a calça.
Meu pau super duro, cheio de líquido pré-seminal, pulou pra fora da cueca, ela pegou com as mãos geladas e disse: "QUE VERGA, UFFF (passou a língua das bolas até a ponta), MMMMM que pau gostoso e duro, você tá todo molhadooo (chupou a ponta com a boquinha quente dela), olhaaaa, olha isso....."
Sofia colocou meu pau entre os peitos dela, apertou e chupava a ponta bem forte enquanto subia e descia os peitos, ela insistia em me fazer gozar, minhas pernas tremiam com o boquete e o espanhol daqueles peitos grandes e macios.
Ela me olhou com cara de puta e disse: "Sou sua, não podemos transar porque tô menstruada, mas faz o que quiser comigo"
Eu: "Você tem nojo? Eu não, e quero meter o pau até o fundo"
Sofia: "UUUUUUUFFFFF, deeeeus, adoro quando você fala assim comigo, mas não dá, sério, acho que tô meio suja"
Eu: "Deixa eu provar?"
Ela concordou com um sorriso e disse: "Não me responsabilizo por como tá lá embaixo"
Eu levantei com a calça e a cueca abaixadas, ela se levantou, coloquei ela de frente pra parede com as mãos apoiadas no banco de material, ela abaixou a calça, a calcinha fio dental e o absorvente dela tava limpo, só babava de tesão.
Enfiei o pau devagar na buceta dela.
Sofia: "AHHHHHHHH, UUUUYYY, mmmmmm, ufffffff....... mmmmmm...... UUUUUUFFF.... mmmmm você vai me fazer gozar rápido, seu filho da putaaaaa"
Sofia gozou com meu pau dentro da buceta dela. palavra: buceta suculenta e bem macia.
Tirei minha pica e com ela ainda de quatro, me abaixei e chupei toda a use the word: buceta, limpando os fluidos vaginais dela com a língua.
Sofia: "AAAAAAHHHHHHHHHH AHHHHHHHHHHH UFFFFFFFFFFFFFFF NÃOOOOOOOO UFFFFFFFFFFF NÃO PODE SER UFFFFFFFFFFF MEU DEEEEUS AH AH AH AH AH AHHHH AHHHHH A LÍNGUA AAHHHHH AHHHHHH AAAAAAHHHHHrhrhhhghhhhgmmm mmmmmm mmmm.... ... ...."
Com o segundo orgasmo dela, soltei a putinha.
Ela parou de tremer, passou a mão na use the word: buceta, se levantou, me olhou, lambeu a palma da mão toda mostrando que não tinha nojo de nada, a gente se beijou de língua, ela me punhetou com a mão direita, se ajoelhou, cuspiu na minha pica e começou a fazer um boquete bem babado.
Ela tentava engasgar com a pica e me olhava com cara de puta... falava: "GUGHGGGGG GGGGUGGG GGAAAAAHHH ME AVISA ANTES DE SAIR"
Eu sentia a minha cabeça batendo na garganta dela, no céu da boca, como ela brincava com a língua na minha pica, chupava o prepúcio, as bolas, o tronco da pica, babando toda a minha pica super molhada.
Falei pra ela: "UUUUFFF, Acho que já vai sair..."
Enquanto eu me segurava esperando pra ver o que ela ia fazer, ela se levantou, colocou um pé no banco de material, enfiou a pica na use the word: buceta, o contraste do frio com o calor da use the word: buceta dela me fez soltar um jorro grosso, pesado, espesso de porra na use the word: buceta, consegui sentir o calor do meu sêmen nas paredes da use the word: buceta da Sofia, a cada metida da minha pica, sentia como se arrastasse a minha própria porra com o tronco ao mexer, ela tremia e continuava me comendo sem parar, a bunda grande dela quicando na minha pélvis me manteve a pica tão dura, que não demorou muito pra eu dar uma segunda descarga de porra, a gente continuou trepando no ponto de ônibus e quando eu tava quase gozando, ela se virou, se abaixou e eu vi minha pica toda pintada de branco, cheia de porra, fluidos vaginais e como ela enfiou tudo na boca. A boca...
Meu pau explodiu de porra dentro da boca dela.
Ela continuou chupando sem parar, eu sentia minhas bolas se espremendo a cada sugada da boca dela e dos lábios carnudos, ela engoliu toda a porra, usou meu pau pra espalhar a porra que escorria pela boca e chupava a ponta pra limpar.
Com o pau duro, levantei a calça junto com a cueca, demos o último gole nas nossas cervejas, andamos mais umas quadras até chegar numa loja de roupas fechada, sentamos pra bater um papo até passar um táxi e fomos pra casa dela.
Nas semanas seguintes, a gente se encontrava na porta do trabalho dela, ela me contratava pra sair às sextas, mas toda vez que a gente se via, ela só queria uma coisa: chupar meu pau em lugares diferentes ao ar livre. Assim que me levava pro local, engolia a porra e ia embora, como se nada tivesse acontecido, a gente se despedia e ela seguia o caminho dela. Às vezes, ela pedia pra eu me masturbar, engolia e vazava, me pagou várias vezes por uma hora inteira só pra 15 minutos de beijos, masturbação e engolir meu sêmen.
Um dia eu me atrevi a perguntar se ela queria que eu comesse ela, e ela respondeu: "Eu sempre vou querer que você meta, mas não tenho muito tempo por causa do trabalho, e também não quero que você vá sujo pra sua casa."
Então, nas sextas, a gente começou a dormir junto por um tempo. Eu acordava antes dela, fazia o café da manhã, levava de cueca pra cama, ela tomava o café com os biscoitinhos dela e, antes de irmos tomar banho, a gente transava até deixar ela toda ensopada de suor. Eu despejava uma carga de porra na buceta dela e a segunda sempre no rosto ou no corpo, ela adorava brincar com meu sêmen e dizia que era condicionador de cabelo. Mais de uma vez ela ficou obcecada em tirar porra de mim e me masturbava ao acordar, enquanto eu fazia café, e sentia tesão em chupar meu pau no carro, estacionados no centro enquanto o pessoal passava. Depois eu acompanhava ela até a casa da mãe e, antes dela descer do meu carro, sempre... e sem falta, tinha que enfiar os dedos na buceta dela, chupar os dedos com o fluido vaginal dela e dar pra ela chupar também, era um jeito que ela inventou pra se despedir.
Como detalhe, Sofia sempre cheira a amêndoas e jasmim no pescoço, os peitos dela têm cheiro de perfume doce de flores e a buceta dela tem um gosto adocicado pela quantidade de líquido vaginal que solta e pelos cremes que ela usa pra manter a buceta macia e higiênica.
Ela não quer amor, quer sêmen, e adora tirar ele em qualquer lugar.
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