Meu marido alugou um apartamento em Mar del Plata, perto do mar. A gente tava curtindo uns dias lindos de sol, areia e mar – e foda todo dia – até que numa segunda-feira ele teve que me deixar sozinha, por uma viagem rápida de volta pra empresa por causa de um imprevisto que não dava pra adiar.
Com o Facundo foi também o sol, esfriou e choveu. Sem praia, o dia foi uma merda. Na terça, cedo, enquanto eu tava, entediada, tomando um café com porra, de repente, a campainha tocou. Fiquei perplexa, não esperava visita.
Atendi o porteiro eletrônico:
Oi, sou o Martín. Te acordei?
Não, espera aí que eu vou descer" respondi.
Vesti o jaleco e desci pra abrir a porta do prédio. Martín, todo arrumadinho, elegante, pergunta:
O Facu tá aí?
Infelizmente, ela voltou pra Buenos Aires e, espero eu, volta na quinta de manhã.
Aaaiii que pena! E com esse tempo, você sozinha. Parece inverno!
Verdade, sinto quase frio e tô entediada.
-Convidei ele pra subir e tomar um café. A gente conversou sobre amenidades até que ele (refletido no espelho como eu mencionei), me propôs:
Preciso comprar um presente pra Romina. Quer me acompanhar? Ia me ajudar muito ter uma opinião feminina.
-Seu perfil, gostoso, me ajudou a "pegar carona"-
Por que não? Tô entediada aqui, vai me servir de distração. Me dá um tempo, vou me vestir e a gente sai. Te sirvo mais um café.
Ela te disse o que seu marido foi ver?
—Não. E o que ela tava fazendo em Mar del Plata, também não.
<Óbvio: ele ficou sabendo que você tava sozinha e armou a viagem pra ver se conseguia te pegar, o cuzão!>
-Sim. Acho que foi assim. Vou continuar te contando. A gente andou, sem nenhum plano, fuçando lojas o resto da manhã. Com a minha aprovação — depois de passar no provador, já que você e eu temos o mesmo tamanho e físico — ela comprou um vestidinho curto, vermelho, muito gostoso. Na sobremesa do almoço que a gente comeu num restaurante lindo, o Martín me disse que resolveu incluir uma lingerie — que na minha opinião fosse bem sexy — e uma bolsa.
Voltamos a uma loja de lingerie e, depois, a uma de acessórios e botinhas de couro.
—Sugeri um conjunto lindo de sutiã, fio dental, cinta-liga e meia, tudo rigorosamente preto. Por último, aconselhei uma bolsa, divina. Pensei na sortuda que você era, com esses presentes de novela.
No fim da tarde, voltamos pro prédio. Eu tinha passado um dia realmente gostoso e, o sol, que tinha voltado, nos presenteava com um pôr do sol lindo sobre o mar e prometia um amanhecer espetacular.
- O brilho não esperou pela manhã seguinte.
Na porta do apartamento, Martín me encarou e disse:
Me escuta. Hoje foi um dia foda e eu não queria que acabasse aqui: que tal a gente sair pra jantar hoje à noite?
Demorei uns segundos pra responder, pensei que, talvez, o Facundo fosse ligar... bom, nesse caso ele... não me deixou continuar pensando nisso.
Dale. Sabe o quê? Não é verdade essa história do presente pra minha mulher, o que a gente comprou hoje é pra você.
-Fiquei sem graça, quase sem palavras-
Comoo? Isso é exagero demais, não dá pra aceitar.
Por favor! Essas horas juntos valem, pra mim, muito mais do que qualquer outra coisa.
-Não soube o que responder, não esperava por isso. Ele tinha sido simpático e educado, e ainda sabia que sou sua amiga. Não achei que ele "ia dar em cima de mim". Engano meu!!
Me escuta… Só te peço um agrado… veste o conjuntinho pra eu me acabar de punheta enquanto a gente janta, imaginando que tu tá usando ele por baixo do vestido.
-Sim. E, pra ser sincera, a perspectiva já tava me agradando.
Volto às 8:00.
—Disse Martín. Virou-se e foi embora sem esperar minha resposta. Deu por certo que eu tinha aceitado o convite. E não estava errado.
Tomei um banho com água morna – adoro – e comecei a me preparar. Coloquei as quatro peças de lingerie, uauu! Ficaram um arraso em mim, parecia coisa de cinema! Me arrumei o rosto e o cabelo, vesti o vestidinho, maravilhoso, tava escolhendo os sapatos de salto quando o telefone tocou.
—Era o Facundo, perguntou como eu tava, respondi que bem, ele disse a mesma coisa. Não falei da vinda do Martín nem do dia juntos. No fundo, me senti culpada. Ele trabalhando, eu passeando, me divertindo e querendo mais. Mesmo ele tendo/tendo as "escapadas" dele, me deu um não sei quê. Falei que sentia saudade e que esperava ele voltar logo.
-Sim! Decididos os saltos, transferi minhas coisas pra bolsa nova…. Tava pronta.
—Martín, quando eu abri a porta pra ele, me olhou de cima a baixo e ficou sem fôlego.
Tá uma gostosa!!!
—Eu corei e agradeci o elogio, me sentindo toda lisonjeada.
-Fomos a um restaurante no porto, confortável e aconchegante. Quando entramos, vários clientes me seguiram com o olhar, meu vestido vermelho não passou despercebido.
-O jantar foi uma delícia, o vinho branco que acompanhou o prato principal de peixe subiu um pouco à cabeça e a gente tava com o riso solto e as mãos, se acariciando, uma na outra.
—O Martín me acompanhou até o apartamento e, supostamente, ia voltar pra Buenos Aires. A gente brincou que se a polícia parasse ele, iam cassar a carteira de motorista por bafômetro.
Sobe, vou te preparar um café assim, pelo menos, você não dorme no caminho" — falei pra ela.
—Subimos, abri a porta e o Martín me seguiu, fechando ela e, na mesma hora, me pegou pelo braço, me puxou pra perto dele e fez menção de me beijar.
-Eu tentei evitar, mas ele me apertou, com os braços, contra o corpo dele e contra o pau duro dele. Me deu uma sensação repentina, violenta de calor com epicentro no meu púbis e eu senti umidade na minha buceta.
-Deixei ele me comer (e eu comi) a boca dele com um beijo apaixonado-
- Ele me levantou no colo e me depositou no chão do quarto, deu um passo pra trás, levantou e tirou o vestidinho, passando pela minha cabeça.
-Fiquei na frente dele de sutiã, fio dental, cinta-liga e meia, arrumando meu cabelo-
Você é lindíssima. Não tem ideia do quanto te desejo e há quanto tempo.
-murmurou e me arrastou pela cama. Eu sentia o pau dele pressionando meu púbis e procurei com a mão. Senti ele pulsar por baixo da calça e fiquei ainda mais excitada.
A mão dele deslizou entre minhas coxas, puxou a calcinha fio dental pro lado e sentiu o quanto eu tava molhada. Fiquei meio sem graça, envergonhada, mas não me opus quando ele tirou a meia arrastão e puxou a cinta-liga com a calcinha, tirando tudo pelos meus pés, sem tirar meus saltos. Ele começou a lamber minha buceta depilada. A língua dele deslizava, me fazendo tremer. Quando ele enfiou os dedos lá dentro, fiquei louca de tesão e gozei na hora, como não acontecia há muito tempo.
- Naquele ponto, me passou um breve instante de inquietação, de pesar interno, de remorso pela má ação, em prejuízo do Facu e seu.
—Sério! Foi rapidinho. Ele tinha tirado a camisa e a calça e ajoelhado na cama. Vi o volume dele dentro da cueca. Puxei pra baixo e me ajeitei pra passar a língua na pica, dura pra caralho, e nas bolas. Depois, meti na boca e chupei um tempão. Nós dois tava loucos, a mil por hora.
-Forcei ele a se deitar, com a buceta coçando, subi em cima – ainda vestida de sutiã e salto – e “enfiei o pau dele” e comecei a cavalgá-lo. Sentia o pau dele me enchendo, gozava como uma louca, subindo e descendo e gritando-
—Tirou meu sutiã, pausei por um momento o sobe e desce, pra me inclinar e deixar o rosto dela afundado entre meus peitos.
—O Martín virou a cabeça até encostar a boca primeiro num, depois no outro dos meus peitos, pra chupar eles. Enfiei a pica de novo e comecei a cavalgar ele. Com as mãos, ele apertava minhas nádegas e, de repente, enfiou um dedo no meu cu. Era mais do que a gente aguentava: ele gritou:
…vou gozar, ….. vou gozar …. Vou gozar pra caralhoooo… Vou te fazer mãe, porra…" — Eu continuei pulando até sentir o jato de porra quente lá dentro e gozei pela segunda vez.
Caralho! Tu tem certeza que era o meu Martín?
- Claro, sua boceta… kkkkk –
— Desabei em cima dele. A gente se beijou, depois ficou deitado lado a lado, com minha buceta vazando porra e fluidos vaginais no lençol (no dia seguinte tive que levar pra lavanderia, tava um bagaço).
-Não demorei pra ficar excitada de novo, queria outra dose, mesmo que o pau dele tivesse murcho, mole, sem firmeza, apagado. Peguei nele e acariciei. Demorou mais do que eu queria, mas senti ele crescer entre meus dedos. Ele também ainda tava afim de mim.
-Tirei os saltos, ele se levantou o suficiente pra me dar mais uma lapada de língua e dedos na buceta. Depois de um tempo, pediu pra eu virar, acariciou minha bunda, também ficou mordiscando e começou a brincar com o buraquinho. Me deixou toda molhada. Ele perguntou:
Já te comeram pelo cuzinho?
—Eu falei que sim. A resposta deve ter completado o tesão dele, ele subiu e eu senti o empurrão do pau dele começando a entrar. Um pequeno ardor inicial deu lugar ao prazer. Ele entrava e saía como um adolescente, empurrando, apalpando meus peitos e grunhindo, por cima dos meus gemidos de prazer. Ele, consciente do meu gozo, acelerou o ritmo da foda e murmurou no meu ouvido:
Você é mais puta do que eu imaginava, goza, puta.
—Suas obscenidades me surpreenderam, mas não me ofenderam. Eu tava muito tarada e curtindo. Nós dois gozamos aos berros.
Ela se deitou do meu lado, me virei, a gente se beijou e ficou trocando elogios por um bom tempo. Depois ele foi se higienizar e voltou pra cama. Não dava pra acreditar, de novo ele tava com o pau duro apontando pro teto.
-Não sei, mas ele tava duro de novo, se levantou, abriu minhas pernas e começou a lamber minha buceta molhada e suja, até me fazer gritar, enfiou os dedos no meu cu, não consegui me segurar, tremi de prazer e pedi pra ele me foder. Ele me penetrou e com cara de safado falou;
“Essa é a minha putinha!”
—e começou um vai e vem, com um vigor surpreendente naquela altura da noite e das fodas. Não afrouxou até me provocar o enésimo orgasmo e me presentear com outro generoso jato de porra quente, como nenhum outro tinha me dado até aquele dia.
-Aí sim, parecia murcho, saciado de prazer, desabou do meu lado, me sorriu e:
Não sabe desde quando eu queria te comer e te dar a bunda
—Mas eu sou muito amiga da sua esposa e da esposa de um amigo seu! — rebato, perplexa.
Nenhum dos dois prejudicamos nem afetamos órgão algum. Só os nossos ficaram sacudidos, mas, bem que valeu a pena, hein? Ou nãooo?
-Eu concordei com a cabeça. Do contrário, teria sido mentira.
Só acrescento que continuo amiga dela, esposa do Martín e com minhas putarias carnais.
Desconto que esses dois também aprontam das deles.
Nos eventos sociais que a gente frequenta, só precisamos tomar cuidado pra não aproximar demais as cabeças "pra não bater os chifres".
Com o Facundo foi também o sol, esfriou e choveu. Sem praia, o dia foi uma merda. Na terça, cedo, enquanto eu tava, entediada, tomando um café com porra, de repente, a campainha tocou. Fiquei perplexa, não esperava visita.
Atendi o porteiro eletrônico:
Oi, sou o Martín. Te acordei?
Não, espera aí que eu vou descer" respondi.
Vesti o jaleco e desci pra abrir a porta do prédio. Martín, todo arrumadinho, elegante, pergunta:
O Facu tá aí?
Infelizmente, ela voltou pra Buenos Aires e, espero eu, volta na quinta de manhã.
Aaaiii que pena! E com esse tempo, você sozinha. Parece inverno!
Verdade, sinto quase frio e tô entediada.
-Convidei ele pra subir e tomar um café. A gente conversou sobre amenidades até que ele (refletido no espelho como eu mencionei), me propôs:
Preciso comprar um presente pra Romina. Quer me acompanhar? Ia me ajudar muito ter uma opinião feminina.
-Seu perfil, gostoso, me ajudou a "pegar carona"-
Por que não? Tô entediada aqui, vai me servir de distração. Me dá um tempo, vou me vestir e a gente sai. Te sirvo mais um café.
Ela te disse o que seu marido foi ver?
—Não. E o que ela tava fazendo em Mar del Plata, também não.
<Óbvio: ele ficou sabendo que você tava sozinha e armou a viagem pra ver se conseguia te pegar, o cuzão!>
-Sim. Acho que foi assim. Vou continuar te contando. A gente andou, sem nenhum plano, fuçando lojas o resto da manhã. Com a minha aprovação — depois de passar no provador, já que você e eu temos o mesmo tamanho e físico — ela comprou um vestidinho curto, vermelho, muito gostoso. Na sobremesa do almoço que a gente comeu num restaurante lindo, o Martín me disse que resolveu incluir uma lingerie — que na minha opinião fosse bem sexy — e uma bolsa.
Voltamos a uma loja de lingerie e, depois, a uma de acessórios e botinhas de couro.
—Sugeri um conjunto lindo de sutiã, fio dental, cinta-liga e meia, tudo rigorosamente preto. Por último, aconselhei uma bolsa, divina. Pensei na sortuda que você era, com esses presentes de novela.
No fim da tarde, voltamos pro prédio. Eu tinha passado um dia realmente gostoso e, o sol, que tinha voltado, nos presenteava com um pôr do sol lindo sobre o mar e prometia um amanhecer espetacular.
- O brilho não esperou pela manhã seguinte.
Na porta do apartamento, Martín me encarou e disse:
Me escuta. Hoje foi um dia foda e eu não queria que acabasse aqui: que tal a gente sair pra jantar hoje à noite?
Demorei uns segundos pra responder, pensei que, talvez, o Facundo fosse ligar... bom, nesse caso ele... não me deixou continuar pensando nisso.
Dale. Sabe o quê? Não é verdade essa história do presente pra minha mulher, o que a gente comprou hoje é pra você.
-Fiquei sem graça, quase sem palavras-
Comoo? Isso é exagero demais, não dá pra aceitar.
Por favor! Essas horas juntos valem, pra mim, muito mais do que qualquer outra coisa.
-Não soube o que responder, não esperava por isso. Ele tinha sido simpático e educado, e ainda sabia que sou sua amiga. Não achei que ele "ia dar em cima de mim". Engano meu!!
Me escuta… Só te peço um agrado… veste o conjuntinho pra eu me acabar de punheta enquanto a gente janta, imaginando que tu tá usando ele por baixo do vestido.
-Sim. E, pra ser sincera, a perspectiva já tava me agradando.
Volto às 8:00.
—Disse Martín. Virou-se e foi embora sem esperar minha resposta. Deu por certo que eu tinha aceitado o convite. E não estava errado.
Tomei um banho com água morna – adoro – e comecei a me preparar. Coloquei as quatro peças de lingerie, uauu! Ficaram um arraso em mim, parecia coisa de cinema! Me arrumei o rosto e o cabelo, vesti o vestidinho, maravilhoso, tava escolhendo os sapatos de salto quando o telefone tocou.
—Era o Facundo, perguntou como eu tava, respondi que bem, ele disse a mesma coisa. Não falei da vinda do Martín nem do dia juntos. No fundo, me senti culpada. Ele trabalhando, eu passeando, me divertindo e querendo mais. Mesmo ele tendo/tendo as "escapadas" dele, me deu um não sei quê. Falei que sentia saudade e que esperava ele voltar logo.
-Sim! Decididos os saltos, transferi minhas coisas pra bolsa nova…. Tava pronta.
—Martín, quando eu abri a porta pra ele, me olhou de cima a baixo e ficou sem fôlego.
Tá uma gostosa!!!
—Eu corei e agradeci o elogio, me sentindo toda lisonjeada.
-Fomos a um restaurante no porto, confortável e aconchegante. Quando entramos, vários clientes me seguiram com o olhar, meu vestido vermelho não passou despercebido.
-O jantar foi uma delícia, o vinho branco que acompanhou o prato principal de peixe subiu um pouco à cabeça e a gente tava com o riso solto e as mãos, se acariciando, uma na outra.
—O Martín me acompanhou até o apartamento e, supostamente, ia voltar pra Buenos Aires. A gente brincou que se a polícia parasse ele, iam cassar a carteira de motorista por bafômetro.
Sobe, vou te preparar um café assim, pelo menos, você não dorme no caminho" — falei pra ela.
—Subimos, abri a porta e o Martín me seguiu, fechando ela e, na mesma hora, me pegou pelo braço, me puxou pra perto dele e fez menção de me beijar.
-Eu tentei evitar, mas ele me apertou, com os braços, contra o corpo dele e contra o pau duro dele. Me deu uma sensação repentina, violenta de calor com epicentro no meu púbis e eu senti umidade na minha buceta.
-Deixei ele me comer (e eu comi) a boca dele com um beijo apaixonado-
- Ele me levantou no colo e me depositou no chão do quarto, deu um passo pra trás, levantou e tirou o vestidinho, passando pela minha cabeça.
-Fiquei na frente dele de sutiã, fio dental, cinta-liga e meia, arrumando meu cabelo-
Você é lindíssima. Não tem ideia do quanto te desejo e há quanto tempo.
-murmurou e me arrastou pela cama. Eu sentia o pau dele pressionando meu púbis e procurei com a mão. Senti ele pulsar por baixo da calça e fiquei ainda mais excitada.
A mão dele deslizou entre minhas coxas, puxou a calcinha fio dental pro lado e sentiu o quanto eu tava molhada. Fiquei meio sem graça, envergonhada, mas não me opus quando ele tirou a meia arrastão e puxou a cinta-liga com a calcinha, tirando tudo pelos meus pés, sem tirar meus saltos. Ele começou a lamber minha buceta depilada. A língua dele deslizava, me fazendo tremer. Quando ele enfiou os dedos lá dentro, fiquei louca de tesão e gozei na hora, como não acontecia há muito tempo.
- Naquele ponto, me passou um breve instante de inquietação, de pesar interno, de remorso pela má ação, em prejuízo do Facu e seu.
—Sério! Foi rapidinho. Ele tinha tirado a camisa e a calça e ajoelhado na cama. Vi o volume dele dentro da cueca. Puxei pra baixo e me ajeitei pra passar a língua na pica, dura pra caralho, e nas bolas. Depois, meti na boca e chupei um tempão. Nós dois tava loucos, a mil por hora.
-Forcei ele a se deitar, com a buceta coçando, subi em cima – ainda vestida de sutiã e salto – e “enfiei o pau dele” e comecei a cavalgá-lo. Sentia o pau dele me enchendo, gozava como uma louca, subindo e descendo e gritando-
—Tirou meu sutiã, pausei por um momento o sobe e desce, pra me inclinar e deixar o rosto dela afundado entre meus peitos.
—O Martín virou a cabeça até encostar a boca primeiro num, depois no outro dos meus peitos, pra chupar eles. Enfiei a pica de novo e comecei a cavalgar ele. Com as mãos, ele apertava minhas nádegas e, de repente, enfiou um dedo no meu cu. Era mais do que a gente aguentava: ele gritou:
…vou gozar, ….. vou gozar …. Vou gozar pra caralhoooo… Vou te fazer mãe, porra…" — Eu continuei pulando até sentir o jato de porra quente lá dentro e gozei pela segunda vez.
Caralho! Tu tem certeza que era o meu Martín?
- Claro, sua boceta… kkkkk –
— Desabei em cima dele. A gente se beijou, depois ficou deitado lado a lado, com minha buceta vazando porra e fluidos vaginais no lençol (no dia seguinte tive que levar pra lavanderia, tava um bagaço).
-Não demorei pra ficar excitada de novo, queria outra dose, mesmo que o pau dele tivesse murcho, mole, sem firmeza, apagado. Peguei nele e acariciei. Demorou mais do que eu queria, mas senti ele crescer entre meus dedos. Ele também ainda tava afim de mim.
-Tirei os saltos, ele se levantou o suficiente pra me dar mais uma lapada de língua e dedos na buceta. Depois de um tempo, pediu pra eu virar, acariciou minha bunda, também ficou mordiscando e começou a brincar com o buraquinho. Me deixou toda molhada. Ele perguntou:
Já te comeram pelo cuzinho?
—Eu falei que sim. A resposta deve ter completado o tesão dele, ele subiu e eu senti o empurrão do pau dele começando a entrar. Um pequeno ardor inicial deu lugar ao prazer. Ele entrava e saía como um adolescente, empurrando, apalpando meus peitos e grunhindo, por cima dos meus gemidos de prazer. Ele, consciente do meu gozo, acelerou o ritmo da foda e murmurou no meu ouvido:
Você é mais puta do que eu imaginava, goza, puta.
—Suas obscenidades me surpreenderam, mas não me ofenderam. Eu tava muito tarada e curtindo. Nós dois gozamos aos berros.
Ela se deitou do meu lado, me virei, a gente se beijou e ficou trocando elogios por um bom tempo. Depois ele foi se higienizar e voltou pra cama. Não dava pra acreditar, de novo ele tava com o pau duro apontando pro teto.
-Não sei, mas ele tava duro de novo, se levantou, abriu minhas pernas e começou a lamber minha buceta molhada e suja, até me fazer gritar, enfiou os dedos no meu cu, não consegui me segurar, tremi de prazer e pedi pra ele me foder. Ele me penetrou e com cara de safado falou;
“Essa é a minha putinha!”
—e começou um vai e vem, com um vigor surpreendente naquela altura da noite e das fodas. Não afrouxou até me provocar o enésimo orgasmo e me presentear com outro generoso jato de porra quente, como nenhum outro tinha me dado até aquele dia.
-Aí sim, parecia murcho, saciado de prazer, desabou do meu lado, me sorriu e:
Não sabe desde quando eu queria te comer e te dar a bunda
—Mas eu sou muito amiga da sua esposa e da esposa de um amigo seu! — rebato, perplexa.
Nenhum dos dois prejudicamos nem afetamos órgão algum. Só os nossos ficaram sacudidos, mas, bem que valeu a pena, hein? Ou nãooo?
-Eu concordei com a cabeça. Do contrário, teria sido mentira.
Só acrescento que continuo amiga dela, esposa do Martín e com minhas putarias carnais.
Desconto que esses dois também aprontam das deles.
Nos eventos sociais que a gente frequenta, só precisamos tomar cuidado pra não aproximar demais as cabeças "pra não bater os chifres".
1 comentários - Que puta gostosa dando pro amigo do marido