11 anos depois... (III)




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Compêndio IIIMINHA AMOROSA SOGRA

Dos quatro amigos mais próximos que Sérgio, meu sogro, tinha, Guilherme era provavelmente o menos agraciado de todos. Um cara magro, alto, seco e careca, com óculos grossos por causa da miopia, tem aquela aparência típica de quem já aceitou a própria má sorte. Enquanto os outros bebiam, farreavam e apostavam, Guilherme era a nota dissonante: fraco, calado e com uma presença que passa despercebida. Até hoje, a situação não mudou muito, já que na empresa de transporte onde trabalha ainda usam ele pra arrumar os livros de contas graças aos estudos de contabilidade, mas mesmo assim ele não recebe nenhum benefício extra além do salário de motorista de caminhão.

Apesar de tudo, Guilherme continuava confiando nas pessoas, se agarrando à ilusão de lealdade e camaradagem, mesmo que o ambiente nunca tivesse sido favorável a ele. Foi essa inocência que fez Sérgio e os amigos manipularem ele do jeito que queriam. Um romântico sem cura que confiava cegamente em todo mundo e se desprezava. E por causa disso, quando o destino ou o karma se impôs na frente dele, foi difícil aceitar que veio na forma da gostosa ex de Sérgio, Verônica.
11 anos depois... (III)Naquela época, minha sogra tava passando por um divórcio daqueles bem turbulentos, onde todo o rancor acumulado por anos de abuso e abandono no casamento com o Sergio tava desencadeando uma guerra sem trégua, cada lado tentando humilhar o oponente do pior jeito possível, e o coitado do Guillermo era só mais um peão na estratégia da Verônica.mamadoraMas curiosamente, o que separou Guilherme dos outros foi que, de surpresa, a "sorte do feio": ele era o mais bem-dotado dos quatro. Embora o acúmulo de suas inseguranças tivesse causado problemas de ereção, para Verônica era um verdadeiro elogio vê-lo excitado por ela. Além disso, assim como sua irmã e filhas, não lhe incomoda lamber uma boa pica por um bom tempo.sogra gostosaClaro, depois que Marisol e eu fomos pro exterior, a Verónica tinha seus amantes escondidos na padaria dela. Mas o parceiro fixo era o Guillermo, que dava a ela estabilidade financeira e emocional enquanto ela criava a Violeta.

É claro, a presença do Guillermo em casa era tão fraca e discreta que nem a Verónica nem a Violeta o consideravam um homem de verdade…

*************************************

Na manhã seguinte, me arrastei da cama, o cheirinho gostoso do sabonete da Marisol alegrando minha existência.

— Rouxinol! — Sussurrei, mas um ronco discreto me respondeu.

Minha esposa estava uma gostosa, dormindo tranquilamente. O corpo dela me tentava, mas não queria me aproveitar do sono dela.
infidelidade consentidaMe espreguicei, sentindo aquele puxão gostoso na cintura. A Marisol tinha me feito correr bem durante a noite.

Fui no banheiro, fiz o que tinha que fazer e segui pra cozinha, parando de boca aberta ao ver minha sogra e minha cunhada preparando o café da manhã…

Era verão, com noites quentes e sem ar condicionado, então encontrar minha sogra com uma camisola rosa sexy não deveria ter me surpreendido…
Sogra e genroMas o Guilherme deve ter sérios problemas de ereção se consegue ver a Violeta com um pijama de algodão de verão de duas peças tão leve e agir como se nada fosse. Dizer que o shortinho da minha cunhada grudava como um adesivo sexy na pele dela, revelando a magnitude e a redondeza das bundas perfeitas dela, cintura e umbigo, seriam meras palavras.

Mas era a camiseta dela que quase me deixava sem palavras. Como eu esperava, os peitos da Violeta pareciam comparáveis aos da irmã dela, Amélia, senão maiores, esticando a roupa quase a ponto de transbordar.
11 anos depois... (III)Por outro lado, e diferente das irmãs dela, que eram mais recatadas na hora de dormir, era nítido que a Violeta não se importava de exibir o corpo semidespido… ou pelo menos, não na frente do Guillermo.

O clima ficou pesado assim que nos vimos. A Verônica me olhou por cima da xícara dela, aqueles olhos verdes lindos desviando na hora, enquanto a Violeta fingiu ler uma mensagem depois de ficar sem graça.

Senti um aperto no estômago, sem saber o que tava rolando…

•Bom dia, Marco! – a Verônica me cumprimentou com um tom super educado. – Dormiu bem ontem à noite?

A pergunta ficou pairando no ar, e minha vergonha aumentou por causa da tensão.

Era óbvio pra elas que a Marisol tinha passado uma noite extremamente gostosa. Os gemidos da minha passarinhae o rangido constante da cama, por mais discretos que fossem, não passaram despercebidos.

-Bom dia! – soltei o ar pela boca, mexendo a língua. – Não podia ter dormido melhor.

Andei tenso até a geladeira, tentando me refrescar. Enquanto procurava o leite na porta, notei a camisola rosa da Verônica colada no corpo dela, destacando o decote enorme. Apertei os dentes e suspirei, derramando leite na tigela de cereal.

•A Marisol ainda tá dormindo. – comentou a Verônica, quebrando o silêncio estranho. – Eu e a Violeta tentamos ficar quietas pra… deixar vocês descansarem.

Essas últimas palavras acabaram de me quebrar: as duas tinham nos ouvido.

-Valeu. – respondi, sentando na mesa com as bochechas vermelhas.

Aí, a Violeta levantou o olhar do celular, aqueles olhos verdes tempestuosos fixados em mim. A intensidade do olhar dela fez meu coração disparar. A camisola de verão não escondia nada das curvas do corpo dela. Quase meus olhos saltaram das órbitas quando me fixei naquele par de peitos enormes que esticavam o tecido, ou no jeito que os shorts dela subiam, mostrando parte da bunda redonda e… Bunda sedutora. Tive que me acalmar, dando um suspiro fundo.

Enquanto mastigava o cereal, quebrando o silêncio constrangedor, Verônica fez que deixava cair alguma coisa e ficou me encarando a virilha, que já começava a endurecer. Me ajeitei no banco, tentando esconder minha tesão, embora a situação estivesse ficando complicada.

De repente, Marisol apareceu atrás de mim, cantarolando na cozinha. Me senti pálido, especialmente ao perceber que a camisola branca dela acentuava o balanço dos peitos.

— Bom dia pra todo mundo. — Ela nos cumprimentou de forma cordial, o rosto brilhando de satisfação.
mamadoraEla passou do meu lado, rebolando o quadril em direção ao bule de café. Só de olhar pra ela, eu lembrava dos detalhes da noite anterior. Pior ainda, Verônica e Violeta seguiam cada movimento dela com o olhar, numa mistura de admiração e inveja.

+Meu amor! – Marisol me disse num tom doce, me sorrindo com carinho. – Quer um cafezinho?

Minha esposa se apoiou no balcão, segurando a xícara com as duas mãos. Mas a beirada do balcão levantou um pouco da saia dela, deixando à mostra a redondeza sedutora da bundinha dela.

Não consegui murmurar palavra, meu corpo devorando ela com os olhos enquanto eu balançava a cabeça que sim. Marisol me preparou uma xícara e deixou na minha frente, os peitos dela balançando, me deixando quase besta.

Durante o dia, vivemos uma vida normal com meus pais e nossas filhas: a típica visita de cortesia do meu irmão e da minha irmã com suas famílias (já que era sábado), pra colocar o papo em dia em volta de um churrasco e falar de tudo, com a diferença que, dessa vez, o filho da minha irmã, Afonso, se juntou pra paquerar a Violeta.

Tanto Afonso quanto Benjamin (o filho do meu irmão) tentavam competir na frente da Violeta sobre os resultados deles pra entrar na universidade. Claro que a Violeta não tava nem aí, já que ela planeja estudar confeitaria num instituto.

Mas ela não tirou os olhos de como eu interagia com a Almendra, a filha de dezesseis anos da minha irmã, que me contava animada sobre as experiências dela na escola e ainda guardava muito carinho por mim, por eu ter sido o "tio favorito" dela antes de eu ir embora.
sogra gostosaPor isso, durante a noite, meio mexida pelo ciúme, a Violeta insistiu pra gente ver Netflix com ela sentada entre minhas pernas, mesmo eu explicando que minha sobrinha não me atraía desse jeito, enquanto a Marisol e a Verónica faziam os preparativos pro jantar.infidelidade consentidaDepois de comer, Marisol amamentou Jacinto, levando-o para o berço, e sua irmã curiosa foi atrás, enquanto eu fiquei atraído pelo cheirinho doce que vinha da cozinha. Verônica, como uma boa confeiteira, tinha assado biscoitos.

Não vou negar o quanto fiquei excitado ao vê-la sozinha na cozinha. Com a minha sogra, a gente tinha se esfregado de dar gosto, explorando cada curva do corpo dela minuciosamente, e ela, toda disposta a receber meu pau.
Sogra e genroOs olhos dela tinham o mesmo brilho que as esmeraldas do meu rouxinol, embora com mais cansaço, mas com a mesma faísca feroz de uma mulher que curte muito um bom sexo. A dedicação dela às filhas era imbatível, e a beleza dela sempre foi algo que me chamou a atenção quando eu saía com a Marisol. Quando entrei na cozinha, a Verónica ficou com os olhos brilhando enquanto batia a mistura, um sorriso quente e bondoso, mas com um ar sutil de algo mais.

Enquanto eu cuidava da louça suja, começamos a conversar, e ela foi me contando as frustrações do relacionamento com o Guillermo. No começo, não incomodava tanto que ele tivesse problemas de ereção, mas as viagens constantes a trabalho e o desempenho fraco na cama foram acabando com a paciência dela, fazendo ela se sentir sozinha e negligenciada. E mesmo se sentindo muito mais segura e amada do que quando era casada com o Sergio, a Verónica não conseguia ignorar a ansiedade crescente por companhia, o que a levava a procurar amantes por outros lados.

Eu ouvi as palavras dela, balançando a cabeça e oferecendo palavras de consolo, mas não consegui evitar sentir uma certa familiaridade com a situação. Antes de me casar com a Marisol, o loveío que a gente dividia com a Verónica era tão apaixonado que quase sempre me deixava seco, sem fôlego e, ao mesmo tempo, querendo mais. E, embora naquela hora eu não quisesse admitir, aquelas lembranças eram um tesouro secreto que eu tinha enterrado na minha memória, um prazer culpado que eu não conseguia esquecer.

A Verónica se aproximou devagar, os peitões dela apertando o móvel, e a voz dela, hesitante, suave e quente, sussurrou bem baixinho num tom íntimo.

• Marco, eu sei que é errado, mas eu preciso… preciso de algo que só você pode me dar.

O olhar intenso dela procurava os meus olhos, buscando minha permissão. Anos atrás, quando fui para o exterior, a Verónica foi uma das poucas que entendeu o motivo da minha partida. Eu queria ser um marido fiel, e se tivesse ficado, não teria conseguido me controlar perto dela. Deixou de lado as filhas dela, podendo ter acabado engravidando a Amélia ou a Pamela, por isso entendia minha relutância em me aproximar de novo.

Mesmo assim, eu tava duro. Sabia o que ela queria me pedir e só a ideia já me fazia transbordar da calça. Dava pra sentir meu pau inchando com o toque suave dela, meu corpo reagindo ao dela, às lembranças dos dedos dela, ao gosto dos beijos dela…

— Verônica, a gente não pode fazer isso… — falei, sentindo meu corpo se entregar, perdido no encanto dela.

Mas nessa hora, ela já tava balançando a cabeça na ponta da minha glande, os cabelos escorrendo pelos ombros como uma cortina de seda.
11 anos depois... (III)•É só desta vez. – ela implorou, a ponta da língua morna brincando com a minha glande, num tom de voz desesperado. – Sinto falta do que a gente tinha antes, como você me fazia sentir, do jeito que você me preenchia. Com o Guilherme… não é a mesma coisa.

Eu devia ter ido embora, mas a atração do encanto que a Verônica tem era forte demais pra resistir. Ela passou a mão gananciosa pela minha coxa, se empolgando mais com a minha ereção na boca dela, enquanto eu me certificava de que ninguém fosse nos interromper.

Ela roubou meu fôlego quando meteu na boca, os lábios finos se esticando pra aceitar minha grossura. Minha sogra sabia exatamente como me manejar, a língua lambendo a ponta, focando na parte sensível de baixo. As bochechas dela se contraíram, engolindo mais fundo, a garganta trabalhando no meu comprimento. A sensação era deliciosa, familiar e proibida. Eu segurei o gemido, segurando a cabeça dela enquanto ela se mexia num ritmo lento e doloroso, mas ao mesmo tempo, extremamente prazeroso.

Vendo minha cooperação, Verônica desabotoou minha calça, terminando de liberar minha masculinidade. O sorriso malicioso dela é idêntico ao das filhas, ao notar minha ereção e minhas bolas. Quando ela meteu na boca de novo e me olhou nos olhos, a sensação dos lábios macios me envolvendo enquanto a língua fazia maravilhas por todo o comprimento foi excepcional. Os olhos dela lacrimejavam ao enfiar mais fundo, as bochechas se contraindo mais enquanto chupava com uma fome que mostrava bem a vontade dela. Sem perceber, me peguei comendo a boca da minha sogra, segurando a cabeça dela pra levar num ritmo enlouquecedor, fazendo ela devorar mais e mais de mim e engasgando com a grossura.

•Tava sentindo falta disso. – comentou, enquanto esfregava com as duas mãos meu tronco e respirava um pouco, as babas grossas ligando os lábios dela à minha glande. – O Guilherme também tem grande, mas a sua tem um gosto melhor.

Meus joelhos fraquejavam com o talento da Verônica. As bochechas dela ficaram vermelhas, Os olhos dela lacrimejaram, mas ela nunca perdeu o ritmo.

A cozinha ecoava com os barulhos do boquete molhado dela, o som da saliva faminta e obscena, junto com o gemido abafado ocasional pedindo ar. Minutos antes era um lugar de calor inocente, a cozinha agora era uma caldeira de paixões clandestinas. Dava pra sentir que eu tava perto de gozar, a tensão nos meus colhões apertada pela perícia da minha sogra nessa parada. Na minha cabeça, ainda debatia moralmente se devia ou não estar curtindo aquilo, mas o calor e a umidade da boca da Verônica eram intensos demais pra ignorar. Por uns segundos, pensei na Marisol, naquele olhar felino, selvagem e de gata no cio que ela me deu na noite anterior. E por mais que eu resistisse, o prazer que eu sentia naquela hora era forte demais pra aguentar por muito tempo.

Verônica me olhou nos olhos, as mãos dela mexendo no meu pau de um jeito endemoniado.

— Tava sentindo falta disso, Marco! — Sussurrou num tom cheio de tesão, com os olhos vidrados de tanto fogo. — Você tem a rola sempre tão dura e grande pra mim.
mamadoraSuas palavras me levaram à beira da loucura. Não tinha dúvida de que Verônica tinha chupado muitos outros, mas de alguma forma, a pica do primeiro genro ainda tinha um lugar especial.

Não podia acreditar que minha sogra estava de novo me mamando a pica daquela maneira tão apaixonada, muito menos negar o bem que aquilo fazia. Acariciei seus cabelos, incentivando-a a engolir mais fundo, mais rápido. Os peitões dela balançavam a cada movimento da cabeça, a visão dela engolindo tão ansiosa me aproximando cada vez mais do limite do clímax.

O cheiro doce de biscoito tinha sido corrompido pelo lascivo aroma de sexo enquanto a gente se perdia no momento. Segurei a cabeça dela com mais força, sentindo a pressão dentro das minhas bolas ficar insustentável, os movimentos da língua dela me enlouquecendo. Dava pra sentir o calor do nariz dela enquanto ela engolia mais fundo, as bochechas se contraindo com o esforço sedento. Tava faltando muito pouco e a ideia de dar pra ela beber minha semente quente de novo era difícil de aguentar.

Minhas cadeiras se mexiam igual doidas, meus movimentos ficando impetuosos com a chegada iminente do meu orgasmo. Verônica sentia e queria aquilo, os olhos dela fixos em mim com devoção firme, a sucção ficando mais intensa. As mãos dela apertavam minhas bolas, os dedos me comprimindo de leve, implorando pra eu gozar. A visão da minha sogra de joelhos, os peitos balançando de um lado pro outro enquanto ela abria a boca pra me engolir inteiro era demais pra mim. A mistura do tabu e da safadeza tomava conta dos nossos sentidos.

De repente, ouvimos um barulho no corredor e o resmungo do Jacinto ecoou forte e claro. Os olhos de Verônica se encheram de pânico, mas em vez de parar, ela aumentou o ritmo, acelerando os movimentos e me engolindo mais fundo.

— Não, às vezes acontece… — ouvi a voz do meu rouxinol conversando com a Violeta a caminho do banheiro, enquanto a mãe dela e eu estávamos na cozinha. — Parece que… Eu gozo muito... e o Jacintinho não é igual ao pai dele, que chupa meus peitos até deixar eles secos.

Ouvir as palavras doces e bondosas da minha esposa acabou comigo. O orgasmo me pegou de jeito e enchi a boca da minha sogra com minha porra quente. A Verônica engoliu e engoliu com gula, os olhos gentis dela me olhando em agradecimento enquanto continuava chupando, engolindo a última gota da minha tesão.

Nossa respiração estava ofegante enquanto nos olhávamos, e não vou mentir sobre minha vontade de dar uma boa foda na minha sogra, que limpava os vestígios do meu sêmen com o polegar, saboreando até a última gota, com um olhar complicado entre satisfação e tristeza.

Finalizamos tudo com um beijo suave e carinhoso. Nos olhamos nos olhos, sabendo que aquilo tinha sido só o começo.

• Obrigada. – Ela comentou, antes de voltar a se concentrar em bater a massa dos biscoitos.
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1 comentários - 11 anos depois... (III)

Me quedé dudando al leer "amamantó a Bastian" pensando si aún toma pecho y si viajo... En relación al tema volver a dónde hubo fuego... Cenizas quedan, y que cenizas que hacen de ellos un polvo espectacular
Tienes toda la razón. Quise decir Jacinto. En realidad, queríamos llevar a Bastián y hasta teníamos permiso, pero mis viejos todavía no saben explicar a los demás cómo tuve un hijo con mi jefa sin que les de vergüenza.