Numa tarde quente, eu estava com a Lucía num café perto do campus da universidade. A gente tava no terceiro ano da faculdade e era amiga desde o primeiro semestre. Enquanto tomava nossos cafés, começamo a falar sobre nossas vidas pessoais. E sobre o que hoje em dia se fala muito: identidade de gênero. Mesmo não sendo sobre nossos cursos, começamo a conversa sobre o assunto porque vimo um casal bem chamativo: uma mina com um estilo muito diferente, cabeça coberta, muitos tatuagens e sem maquiagem, vestida com roupas estilo rockeira, jeans largos rasgados, correntes nas laterais, coturno militar, blusa decotada mostrando os peitões. Já ele era talvez mais afeminado, cabelo comprido, barba e bigode bem feitos, sobrancelhas alinhadas, dava pra ver o blush de maquiagem no rosto e a roupa clássica bem justa no corpo. Foi daí que começamo a falar do assunto quando vimo o casal passar do nosso lado. Eu sou a Jennifer, tenho 23 anos, morena, magra, olhos pretos, peitos médios. A Lucia também tem 23 anos, loira, olhos verdes. Enquanto terminava o café, ela me fala: — Olha, Jenny, sabe que eu queria explorar mais esse negócio de identidade de gênero? Sabe, faz uns dias que tô curiosa pra saber como é ficar com outra mulher, ficar pelada na frente dela, sentir os carinhos e os beijos dela, saber se é igual quando meu namorado acaricia meu corpo e se os beijos são iguais. — Sabe, Luci, eu também penso nisso às vezes, porque a relação com meu namorado ficou muito monótona, a gente não experimenta nada novo, e as posições que a gente vê no pornô já não me excitam mais. — A mesma coisa comigo. — Fico curiosa quando vejo duas minas de mãos dadas se beijando. — Sabe que tô tendo uma ideia? — Qual, Jenny? — Já que a gente tem a mesma curiosidade e sente a mesma monotonia com nossos namorados, por que a gente não descobre o que é que É verdade, dá pra sentir? — Ah, Jenifer, você leu minha mente. — Lucia, a gente passa primeiro naquele bar gay que fica na Zona Rosa, aqui perto, e toma uns drinks pra esquentar? — Sim, Jenny, mas só uns poucos, porque tô com pouco dinheiro. — Eu também tô por fora. — Tá bom, só pra cantar mesmo. — No seu apartamento ou no meu? — No meu, meu namorado viajou e só volta no outro fim de semana. — Beleza, vamos pro seu. — Então, Lucy, vamos tomar o último drink e vazar, tô ansiosa... Era tanta ansiedade que a gente sentia que, sem nem ligar, demos o primeiro beijo ali mesmo no bar. Pagamos a conta e fomos direto pro apartamento da Laura. Meu coração batia tão acelerado que achei que ia dar taquicardia, minhas mãos suavam e minha respiração tava pesada, aí a Lucia falou pra eu me acalmar. Chegamos no apartamento e eu tive que ir correndo pro banheiro porque não aguentava mais de vontade — sem fazer nada, tive meu primeiro orgasmo ali mesmo. Quando voltei pra sala, a Lucia já tava semi-nua, só de uma calcinha fio dental branca de renda e um sutiã da mesma cor, tão divina que eu dei um beijão nela que cortou nosso fôlego. Ela começou a tirar minha roupa também, arrancou minha camisa, deixando à mostra meu sutiã preto de renda e uma calcinha fio dental do mesmo tecido, que destacava minha bunda redonda e bem empinada. — Jenny, que corpo gostoso você tem! — Lucy, você também tem um corpo divino, e que peitos lindos! Fomos direto, entre abraços e beijos, até o quarto dela e nos jogamos na cama, nos enroscando com pernas e braços, sem parar de nos olhar, enquanto nossas mãos percorriam como se estivessem reconhecendo nossos corpos. Demos uma pausa, que a Lucia aproveitou pra tirar meu sutiã, deixando meus peitos à mostra, quase explodindo, com os bicos bem durinhos e eretos, enquanto minha buceta já tava toda molhada de tesão. Lucia começou a chupar meus peitos enquanto a mão dela... Ela meteu a mão na minha virilha e começou a massagear minha buceta, que delícia, tudo aquilo tava prestes a explodir de tanta satisfação que eu sentia com aquela carícia do sexo oral que ela tava fazendo em mim. Eu também comecei a tirar a calcinha dela enquanto a deixava nua, ela continuava chupando meus peitos e os dedos dela já estavam enfiados na minha ppk, eu acariciava as nádegas dela porque naquele momento não dava tempo pra mais nada. A gente respirou de novo enquanto se olhava fixamente nos olhos, sorrimos uma pra outra enquanto ela acariciava meu rosto, eu fazia o mesmo com ela, acariciava o rosto dela, a gente se beijou de novo, mas dessa vez fui eu quem tomou a iniciativa: comecei a percorrer o corpo dela todo com minhas mãos enquanto minha boca sugava o mamilo do peito dela, ela soltou um gemidinho baixinho enquanto se encolhia e o corpo dela se arrepiou de prazer. Minha mão continuava percorrendo o corpo dela, até que meus dedos chegaram na buceta dela, que tava molhada, comecei a fazer massagens circulares até que meus dedos encontraram o clitóris dela, e ela soltou outro gemido de prazer. — Continua assim, mamãe, continua chupando meus peitos, enfia teus dedos na minha ppk que eu derreto de prazer. — Que delícia, como teus peitos tão durinhos, Lucy. A gente continuou assim até fazer a posição do 69, começamos a chupar as bucetas uma da outra enquanto nossos dedos se enfiavam nos nossos cus, era tanto prazer que a gente sentia que na mesma hora começamos a ter um orgasmo longo e gostoso, e nossas bucetas jorravam jatos de fluidos que caíam nas nossas bocas. Nossos corpos tremendo de prazer naquele momento. A gente dormiu abraçada sobre nossos corpos nus e sobre as manchas dos nossos fluidos vaginais. Depois de um tempo, acordamos, fomos pro banheiro tomar um banho enquanto a gente se acariciava de novo, mas dessa vez foi divertido: começamos a nos masturbar até ter outro orgasmo gostoso. Chegamos à conclusão de que o sexo entre pessoas do O mesmo gênero é diferente e o prazer é mais forte, porque a gente faz do jeito que gostaria que fizessem com a gente na hora do love. As carícias com as mãos percorrendo nossos corpos, saber usar nossas línguas no pescoço, nos peitos e na buceta. Naquele momento, esqueci do meu namorado, não senti falta da pica dele, e a Lucía fez o mesmo. As duas continuamos com nossos namorados, seguimos curtindo a companhia deles e o sexo deles. Confirmamos que somos héteros, mas de vez em quando a gente curte nossas experiências entre Jennifer e Lucía...
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
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1 comentários - Jennifer e Lucia explorando novas safadezas