Mais uma lembrança, a noite que dividimos um baseado

Olá, pessoal!! Quem me segue vai lembrar quando descobri minha mãe dando pro Santi, o menino com síndrome de down que mora no prédio e tem uma pica de jumento. O que vou contar é real e não tô nem aí pra quem duvida. Continuando: como vocês podem imaginar, minha velha come essa pica sempre que pode. Mamãe aproveita as viagens do meu pai pra levar umas fodas do Santi. Desde a primeira vez que vi os dois, a pica do Santi virou minha obsessão. Não sou de preferir tamanhos, nesse tempo já comi paus de todo tipo e todos me deram prazer, mas aquela pica é única, e ainda por cima entrava direto na buceta da mamãe, era tipo um desafio a cumprir. Sabendo que minha velha come ele sempre que o pai não tá, e naquele fim de semana meu pai ia pra Rosário a trabalho, além de que minha mãe no dia anterior tinha ido ao salão e se arrumado toda, imaginei que mamãe tava doida por uma pica e não ia perder a chance de ver os dois em ação de novo. No sábado, depois que o pai foi embora, ficamos tomando mate com a mamãe. Notei ela inquieta, com certeza esperando que, como todo fim de semana, eu dissesse que não ia estar em casa. Fiz ela sofrer de vontade e, depois de um tempo, falei que ia passar o fim de semana inteiro em Nordelta. A cara dela se iluminou. No fim da tarde, fingi que arrumava minha mochila e, depois de um tempo, saí dando tchau como se não fosse voltar. Fui pra casa de uma amiga e fomos tomar algo em San Telmo. Minha ideia era passar o tempo e chegar lá pela meia-noite, quando com certeza a mamãe já ia estar sendo comida sem parar. Entrei sem fazer barulho nenhum, tirei os tênis e girei a chave sem que ouvisse nem um clique. Não é difícil imaginar que o quarto da minha velha era um show de gemidos. Tirei a roupa, fiquei só de fio dental, porque minha intenção era espiar aquele pornô ao vivo e me masturbar. Ouvia a mamãe pedindo mais e o barulho do colchão aguentando a cavalgada da minha velha. Como eu tinha imaginado, na certeza de que estavam sozinhos, mamãe não tinha fechado a Porta do quarto e agradeci que a luz do abajur estivesse acesa. As costas da minha mãe estavam todas suadas e a bunda dela subia e descia na cavalgada. O Santi estava entre os peitos dela e eu só conseguia ver os pés e os ovos inchados dele. Minha mãe cavalgava desesperada, como se quisesse que a pica enorme do Santi enterrasse pra sempre nela. "Assim, pica grande, me dá maaaais", dizia minha mãe, louca de tesão. Minha buceta molhou toda e, como vocês sabem, quando eu tô com calor, não ligo pra parentesco nem pro que pode acontecer. Então, levei só um segundo pra decidir: só pensei "que se foda tudo!". Cheguei até o lado da cama, ficando atrás da minha mãe. O Santi não conseguiu me ver porque minha mãe tava sufocando ele com os peitos. Estendi uma mão e acariciei a bunda da minha mãe, que, horrorizada, deu um pulo. "Agusss, posso explicar, filha", ela me disse, branca de terror, saindo de cima do Santi. O Santi, alegre e inocente, me disse "oi, bum", como costuma me chamar. Minha velha não conseguia articular palavra e me pedia pra conversarmos, com todo o horror no rosto. Ela nunca percebeu que eu tava pelada; o medo de ser descoberta tinha cegado ela. A pica do Santi, em todo seu esplendor, apontava pro teto. Me joguei e coloquei na boca. O Santi fechou os olhos. Aí, só então, minha mãe caiu em si e, sem entender nada, sentou do meu lado na cama. Tirei a boca e, olhando pra ela, falei: "Pica do caralho que você come, gata". Ainda sem entender o que tava rolando, minha mãe ensaiou um sorrisinho nervoso. "Vem, vamos chupar juntas, mãe", falei. Ela balançou a cabeça que não, e eu soube que precisava fazer algo mais pra ela voltar à realidade e se soltar. Agarrei um peito dela e lambi o mamilo. Ela tentou me afastar bruscamente, mas eu resisti, e ela se deixou fazer. Quando gemeu, tava entregue. O Santi, como se fosse uma brincadeira, disse: "Quero comer". Beijei a boca da minha velha e montei no Santi. A pica dele realmente dói de tão grossa. Sou vagabunda, mas custei a fazer entrar. Dando um gritinho de dor e prazer, enfiei até os ovos. Minha mãe me acariciava. dei as costas e pedi pra ela chupar meu cu. Ela foi se animando aos poucos. Primeiro foram beijos tímidos nas minhas costas, mas conforme a minha foda com o Santi esquentava, ela se animou e senti ela beijando minha bunda, mas o beijo virou lambidas nas minhas nádegas até que a língua dela entrou no meu cu. Nessa posição, mamãe saboreava minha bunda e largava só pra chupar as bolas do Santi. Entre a pica enorme que chegava no meu útero e a mamãe comendo meu cu, não aguentei a gozada violenta que eu tive. Agradeci que, por causa do tamanho e da juventude do Santi, e porque a mamãe tinha tomado a porra dele antes, ele não gozou dentro de mim porque eu tinha dado sem camisinha. Saí e, beijando minha velha, falei: "tira o leite do seu macho". Minha velha montou nele de novo e cavalgou até que o Santi, dando um grito gutural, gozou dentro da pussy da mamãe, que gozou junto com o cara. Teve um silêncio longo entre nós. "Fica tranquila, mãe, eu já sabia há um tempão", falei. Nos beijamos com amor e ela agradeceu pelo meu silêncio. Como se fôssemos duas amigas que acabaram de dividir um macho, nos abraçamos rindo do que aconteceu. Fui pro meu quarto, deixando ela aproveitar o cara até não aguentar mais. De madrugada, acordei com os gritinhos da mamãe que mostravam que ela tava comendo o Santi de novo. Dormi de novo. No dia seguinte, acordei e vi os dois dormindo abraçados. Tomei banho e fui pra casa da Noelia passar um dia de piscina. Voltei à tarde e minha velha e o Santi estavam tomando chimarrão. Minha velha, depois de um tempo, pediu pra ele ir embora porque à noite o papai voltava. Nunca mais tocamos no assunto nem dividimos macho de novo. Esse segredo morreu entre nós naquela noite. Lógico, continuei comendo a pica do Santi, mas sozinha. Já conto pra vocês. Beijos.

3 comentários - Mais uma lembrança, a noite que dividimos um baseado

Excelente como siempre .... Quiero más ....!!! Van 10 como a todos
tremendo relato, como siempre me dejas con la pija dura! una segunda parte 😇