Conhecendo minha família #8

Conhecendo minha família #8Acordei depois de sentir um toque suave no meu rosto, abri os olhos e vi o corpo gostoso da minha tia vestindo uma lingerie preta, um tecido transparente sobre a barriga junto com umas meias longas, deixando a buceta e os peitos dela de fora. Fiquei babando na vista até que ela apontou pro pescoço dela, me fazendo perceber o colar que ela tava usando, aquele colar típico justo no pescoço mas com uma plaquinha igual às que você usaria num cachorro. Ela tava sentada no meu colo, com as pernas abertas, fazendo com que meu pau ficasse na frente da buceta dela. Tive que me levantar, fazendo meu pau roçar na buceta dela, e ela soltou um gemidinho, com o rosto todo corado enquanto lia a plaquinha: "Propriedade de" e o meu nome. Olhei o rostinho dela encantado, com aquele sorriso tímido junto com o tesão que dava pra ver nos olhos lindos dela. Juntei nossos lábios num beijo apaixonado e rapidinho nossas línguas se encontraram. Eu esfregava meu pau entre os lábios da buceta dela enquanto ela mexia a cintura num movimento circular, aquele roçar gostoso das nossas partes, sentindo meu pau ficar todo lubrificado graças à buceta dela. Terminamos o beijo, olhei o corpo dela sem aguentar mais. Peguei ela no colo, apertando o peito macio dela contra o meu enquanto enfiava meu pau dentro dela. Ela correspondeu ao abraço e ao mesmo tempo colocou as pernas em volta da minha cintura. Os gemidos dela começaram a sair, mas ela colocou a boca no meu ombro, tentando esconder os gemidos. — Já que você é minha, deixa eu ouvir seus gemidos enquanto a gente curte o corpo um do outro. — M-meu m-marido saiu agora pouco, mas as crianças ainda estão aqui. — Eu mexia a cintura com força desde o começo, fazendo ela soltar gemidinhos baixinhos. O abraço dela ficou mais forte enquanto ela começava a mexer a cintura também. O barulho dos nossos corpos se chocando encheu o quarto rapidinho. A buceta dela, molhada e quentinha, apertando meu pau enquanto os gemidos dela ficavam mais altos. _ Ma-mã... quero sentir mais de você _ Antes que eu pudesse responder, ela rapidamente apertou os lábios contra meu pescoço, enquanto seu abraço ficava mais forte, apertando os peitos macios contra meu peito. Coloquei minhas mãos na cintura dela, curtindo o corpão gostoso, enquanto aumentava a intensidade da minha cadera. O desejo ficava mais forte a cada segundo, a bucetinha molhada apertando meu pau, enquanto a deito, apoiando as costas dela na cama, vista completa do corpo dela, vendo como a lingerie destaca a silhueta, passando minhas mãos pelas coxas dela, até chegar na barriga, onde apoiei as mãos. Ouvi os gemidos dela ficarem um pouco mais intensos — De quem vai ser o bebê que vai crescer nessa barriga tão linda? — O rosto dela ficou mais vermelho, dando pra ver um pouco de vergonha, mas junto com um sorriso _ Se-seu~ o bebê que vou ter vai ser seu filho~ _ Me aproximo dela até ficar de frente pro rosto dela, minhas estocadas ficaram bem fortes, mas mais lentas, cravando bem fundo meu pau dentro dela, sentindo como aperta mais forte meu pau, querendo até a última gota do meu leite _ E o próximo depois desse? Você ainda é nova, podia ter 3 ou 4 antes de fechar a fábrica _ Os braços dela agarrando com força minhas costas enquanto as pernas faziam o mesmo na minha cintura, apertando meu corpo contra o dela, num jeito de me convidar a soltar tudo dentro dela _ Fa-faz~ enquanto for você, minha buceta tá pronta pra mais de um~ _ Nossas bocas se juntaram num beijo de língua louco, enquanto empurro meu pau até o fundo dela, jorrando meu leite dentro dela, sentindo que solto até a última gota _ Te a-amo!~ ah ah ah me faz ter seus filhos~ _ _ Também te amo~ quero ver sua barriga linda carregando nossos bebês~ _ Levantei ela pra deitar na cama, ficando ela por cima de mim com meu pau ainda dentro, e logo peguei o cobertor pra nos cobrir, vendo ela se aninhar no meu peito _ doces sonhos~ sonhos de amor, amanhã vamos continuar trabalhando pra ter nosso bebê - Ela parecia animada enquanto envolvia os braços no meu pescoço, num abraço suave, e eu fazia o mesmo com a cintura dela _ sim~ amanhã vamos continuar trabalhando pra ter nosso primeiro filho _ Depois de um beijo leve nos lábios, a gente dormia rapidinho, acordei sem estranhar estar sozinho na cama, me vesti e saí do quarto, me encontrando com minha prima _ ontem você se empenhou com a minha mãe, já tô ansiosa pra conhecer meu novo irmãozinho _ Passei meus dedos suavemente pela barriga dela, vendo o rosto dela ficar bem vermelho _ também vou me empenhar com você, assim a gente conhece o fruto do nosso amor proibido _ Notei um sorriso no rosto dela assim que terminei de falar, foi fofo _ mu-muito, mas lembra que amanhã a gente vai pra casa da minha amiga, então temos que arrumar as malas, também queremos ir no centro comprar umas coisas, mas você não vai poder vir _ _ entendo, mas se precisarem de ajuda, não hesitem em me ligar _ A voz da minha tia chamando a gente pra tomar café da manhã, caminhamos juntos pro primeiro andar e fomos pra sala de jantar, vendo um café da manhã bem completo, minha prima logo se animou pra comer, vendo que os gêmeos já estavam comendo _ vocês acordaram tarde, comam rápido antes que esfrie _ _ mãe, não é justo, minha irmã e meu primo dormem até tarde, enquanto a gente dorme cedo _ O outro gêmeo apoiou o irmão balançando a cabeça _ sério que é tão cedo assim a hora de dormir de vocês? talvez eu devesse baixar pra 8 da noite em vez de 10? _ Os gêmeos cancelaram o plano, arrependidos do comentário, enquanto a risada da minha tia ecoava, eu me sentei pra começar a comer com os 5 como uma família típica, depois de terminar de comer, fiquei esperando minha vez de tomar banho, ajudando minha tia com a louça, olhando levemente pra ela, notando mudanças, a pele dela, que Ela era bem branquinha, mas agora tava com um tom mais vibrante, principalmente no rosto, onde dava pra ver um sorriso, bem diferente de quando a gente se conheceu. _ Posso saber por que você fica me olhando tanto? _ _ Você tá muito gostosa, diria até que tem um brilho _ _ É bom, sabe, se sentir desejada, ainda mais depois de tanto tempo. Agora entendo por que minha irmã te escondia de todo mundo _ Eu colocaria minha mão sobre a dela, e depois de olharmos juntos ao redor, a gente se beijaria, a língua dela procurando a minha assim que nossos lábios se encontraram, curtindo aquele beijo por alguns segundos. Depois de nos separarmos, uns minutos depois, chegou minha vez de ir ao banheiro. Depois de me lavar, saí e ouvi barulhos na sala, fui meio preocupado. _ Prazer em te conhecer, campeão. Você é bem... parecido com seu pai _ Um senhor de cabelo branco me cumprimentou de um jeito cordial, mas dava pra perceber a falsidade na hora. Fiquei confuso até reconhecer a voz dele. _ Então você é meu tio, prazer em te conhecer _ O clima na sala era pesado, dava pra ver o nervosismo na minha tia. Depois dos cumprimentos e apresentações de sempre, a gente se acomodou pra conversar, e o clima ficou ainda mais tenso. _ Me pergunto quando vou conhecer o resto da minha família. Tava pensando em acompanhar minha prima por mais um tempo e depois passar em casa. Faz tempo que não vejo minha mãe, e como vou ficar mais tempo fora de casa... _ _ É bom ver que você se dá bem com a família. Eu vou ficar num apartamento no centro cuidando de uns negócios essa semana. Depois a gente pode ir visitar ela e seguir pro aeroporto _ _ Aeroporto? Vamos ter que sair do país? _ _ Na verdade, vamos sair do continente. Quando o negócio da família cresceu, muitos de nós tivemos que se mudar. Vai ser por uns meses. A verdade é que você ainda tem muito da sua família pra conhecer. Você só viu a ponta do iceberg, tem muita coisa te esperando _ Depois de conversarmos e combinarmos que iríamos pro aeroporto daqui a uma semana, ele foi embora. Mesmo sem ele, O clima tava pesado, mas rapidamente foi quebrado pelos gêmeos. — Que cara mais estranho, a gente devia ir brincar pra melhorar o astral — saiu correndo junto com o irmão, fazendo minha tia soltar uma risada junto com minha prima. Depois que o clima melhorou, minha prima foi pro quarto dela, ficando só eu e minha tia na sala, sentados juntos no sofá. — As crianças sempre conseguem transformar a situação em algo mais alegre — depois de ouvir isso, passei meu braço por trás da cintura dela, apoiando a mão na barriga. — Tomara que o nosso seja tão animado quanto o dos irmãos.

1 comentários - Conhecendo minha família #8

Ufff hermosa historia, ya estoy ansioso por saber más.