conociendo a mi familia#7

repostadoconociendo a mi familia#7Acordei sentindo meu corpo pesado, mesmo tendo dormido. A manhã toda, enquanto minha prima e a amiga dela batiam um papo, eu escutava: "E se nós duas engravidarmos? Sério, o que aconteceu ontem à noite?" Minha prima parecia preocupada, mas a amiga abraçou ela, enquanto voltava a ter um olhar cheio de energia. "Calma, calma. Se rolar alguma coisa, a gente pode ficar no meu apê e criar os filhos juntas, mantendo em segredo quem é o pai. Vai ser nosso segredo." Elas pareciam animadas, enquanto eu me perguntava de onde tinha surgido essa paixão delas por relacionamentos secretos. Fui até o sofá pra pegar minhas roupas, enquanto elas continuavam na conversa. Tinha várias mensagens e chamadas perdidas no meu celular. Saí do apê pra atender. Era um monte de mensagens da minha tia e da minha mãe, mas também um número desconhecido. Depois de falar com minha tia e minha mãe, olhei a chamada do número desconhecido, que foi de manhã. De repente, meu celular vibrou com uma chamada do mesmo número. Atendi, pensando que seria uma oferta ou algo comum. "Bom dia, posso saber por que você está me ligando?" A voz que respondeu era de um homem, com um tom sério que me deixou nervoso. "Então você é meu sobrinho. Dá pra ver que ainda é um moleque, mas tudo bem. Sua mãe te falou que eu ia te buscar pra vir conhecer melhor sua família." Percebendo que ele não tava muito empolgado, e minha tia também não tinha muita coisa pra me dizer, só perguntei pra ver se ele soltava algo útil: "Posso saber por que ela quer tanto que a gente se conheça? Tipo, a gente passou 18 anos sem saber um do outro, a ponto de mal podermos nos chamar de família." Ele demorou pra responder, como se estivesse pensando no que dizer, como se precisasse falar a coisa certa pra não estragar nada. "Posso dizer que também não entendo bem os desejos dela. Pode ser que ela queira ter uma família grande e unida, como a gente era. Ou talvez só queira que você tenha gente por perto, caso esteja num problema ou algo assim. Espero te conhecer e quem sabe a gente conversa melhor sobre isso. É isso, falei com sua mãe e a gente gostaria que você ficasse um mês comigo, já que tô perto dos seus outros tios, você vai poder conhecer melhor a nossa família — ele desligou a ligação, mas pelo tom dava pra perceber que ele tava nervoso. Será que ele precisa de alguma coisa de mim? Ou da minha mãe? Enquanto me perdia nos meus pensamentos, senti um abraço forte junto com uns peitos macios pressionando minhas costas — Aconteceu alguma coisa? Você parece preocupado — era a amiga da minha prima, parecendo preocupada comigo. Tentando acalmá-la, juntei nossos lábios num beijo, e ela correspondeu — Não é nada, agora vamos comer fora já que ninguém tá a fim de cozinhar. Minha prima saiu animada enquanto a amiga dela parecia meio nervosa, mas no final fomos nós três, parecendo mais um rolê de amigos. Elas estavam empolgadas, enquanto eu continuava pensando na ligação. Ia ter que ir embora e talvez voltar só depois de um mês. Fiquei me perguntando como elas estariam. A viagem foi normal, sem problemas, até chegar a hora da despedida. Minha prima abraçou a amiga com força, claramente preocupada. Depois do abraço, chegou minha vez. Nos abraçamos enquanto nossos lábios se encontraram num beijo selvagem. Ela parecia melhor, mas ainda tinha um olhar meio sombrio. Coloquei minha mão na bochecha dela enquanto nos olhávamos — Se precisar conversar, a gente sempre tá aqui, ok? E a gente pode sair na próxima vez pra ver o final do filme juntos — Ela só me sorriu enquanto eu ia pro táxi com minha prima. Chegamos em casa, e minha prima parecia meio nervosa. Segurou minha mão, mas sem dizer nada. Entramos e finalmente encontrei meu tio — Prazer em te conhecer — cumprimentei, mas era óbvio que nenhum dos dois tava animado pra conhecer o outro. Minha prima foi pro quarto dela, sem falar muito com o pai além de um "te amo". Minha tia me convidou pra tomar um café, claramente querendo perguntar sobre o que aconteceu ontem. No final, tivemos uma conversa onde meu tio não participou. Ele foi embora, me deixando sozinho com minha tia — Que triste pensar que só a Uso pra ganhar coisa de graça, e se quiserem passar um tempo com ela também podem. Tô preocupada que ela possa fazer uma loucura — conversei com minha tia sobre ficarmos uns dias na casa dela. Depois de terminar a conversa, fui pro meu quarto, olhei meu celular e vi um chat onde estamos nós três: minha prima, a amiga dela e eu — nosso grande segredo. "Sério que você colocou esse nome no chat?" — "É um nome bom. E o que você falou tanto com a minha mãe?" — "Falamos que poderíamos ficar uns dias com a sua amiga, já que ela tá preocupada com ela." Ouvi um grito de empolgação no quarto da minha prima, seguido do barulho dela correndo pro meu quarto. Depois de entrar, fechou a porta atrás dela e pulou na minha cama — "Que máximo ficar no apartamento dela! Vai ser tipo morar juntos e a gente vai poder transar pra caralho." Ela subiu em cima de mim enquanto juntamos nossos lábios num beijo selvagem. Coloquei minha mão direita na bunda dela enquanto curtíamos o beijo — "Cuidado, o tio pode pegar a gente." Ela tava toda animada quando meu celular começou a vibrar, era uma mensagem da amiga dela — "Sério? Pra mim foi perfeito, foi divertido ter vocês ontem. E a gente podia ter encontros nós três, mesmo que seja difícil por causa do meu trampo." Enquanto eu trocava mensagem com ela, minha prima começou a agir, baixando minha calça pra esfregar meu pau com uma mão, enquanto com a outra tirava o short e a calcinha dela. Parou de usar a mão e começou a esfregar meu pau com a buceta dela. Tirei uma foto pra mandar no chat da amiga, que respondeu — "Depois é a minha vez." Enquanto largava o celular, enfiei meu pau na buceta dela, me aproximei e sussurrei no ouvido dela — "Tenta não fazer muito barulho, o tio pode pegar a gente." Comecei a mexer a cintura enquanto beijava o pescoço dela. Ela agarrou meus ombros enquanto tentava abafar os gemidos — "É difícil... ahhh... ahh... quero soltar gemido alto... ahhhh... ahh... quando sinto seu pau... ahhhh..." A intensidade continuava aumentando. cintura enquanto isso, adorei ver ela se esforçando pra não soltar nenhum gemido enquanto aumenta a força do meu aperto - se quiser, a gente pode tentar nos beijar até acabar - juntamos nossos lábios num beijo selvagem de língua, a língua dela se apertou contra a minha enquanto ela começa a mexer a cintura no mesmo ritmo que a minha, diminuí um pouco a intensidade pra não dar pra ouvir como meu pau entra e sai da buceta molhada dela, continuamos assim por vários minutos curtindo o sexo lento e calmo, mas já não aguentávamos mais, ela apertou a buceta num sinal de desejo, enquanto enfio meu pau o mais fundo que consigo, ela me abraça com força enquanto eu jorro meu gozo dentro dela, soltei bastante enquanto o corpo dela treme, sentindo meu leite encher a buceta dela, terminamos nosso longo beijo me deixando ver o rosto dela com uns olhos lindos cheios de tesão, e entre suspiros num tom suave quase sussurrando~ ahhhhh mais ahhhh me faz gozar mais desse prazer proibido ahh~ a buceta dela estava apertada como se não quisesse que nenhum do meu gozo escapasse enquanto começo a mexer a cintura, ela adora ficar por cima de mim igual a mãe dela, continuamos curtindo o corpo um do outro até eu soltar minha segunda gozada dentro dela - depois disso é óbvio que vamos ter um bebê, espero que tenha seus olhos lindos - ela corou e apoiou a cabeça no meu peito, meu pau ainda estava dentro dela, mas nós dois curtimos ficar juntos sem fazer nada, meu celular vibrou na mesinha onde deixei e sem muita vontade peguei, era uma mensagem da amiga dela, parecia meio irritada - - o que vocês estão fazendo sem mim? - minha prima olhou o chat notando a foto dela, o que fez ela me morder no ombro, eu comecei a conversar enquanto minha prima se levanta pra se vestir e ir pro quarto dela, assim que levantou, saíram gotas do meu gozo da buceta dela enquanto ela terminava de vestir a roupa, ela colocou as mãos na barriga e sussurrou meu nome, eu Aproximei por trás dela e coloquei minhas mãos na barriga dela — "cê precisa de quê, love?" — o rosto dela tava mais vermelho que antes, mas com um sorrisinho lindo ela falou baixinho ~ "espero que você tenha seus olhos" ~ a gente se deu um beijo carinhoso, e depois que ela saiu do meu quarto e voltou pro dela, eu deitei pra responder outra mensagem, dessa vez da minha mãe ~ "love, tô com uns dias de atraso e queria bater um papo com você" ~ liguei pra ela e a gente teve uma longa conversa, a maior parte sobre nomes pro bebê, depois disso eu capotei, tava muito cansado. Dia 5

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