Conhecendo Minha Família #6

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Acordei percebendo que só eu tava na cama, enquanto olhava pela janela, notando que dormi a manhã toda. Meu celular vibrou com várias mensagens, depois de responder todas enquanto me vestia, saí e vi que minha prima tava me esperando lá fora.
— Não esquece que a gente tem que sair hoje, ok? E também sobre o que rolou ontem à noite. Por sorte os gêmeos tão vidrados no jogo deles, mas sério, se controla mais.

Me aproximei dela, adorando ver o ciúme dela enquanto colocava minhas mãos nas coxas dela. Juntei nossos lábios, sentindo as mãos dela nos meus ombros. O beijo foi longo até a gente se separar pra respirar. Ela olhou pra todo lado, se certificando de que ninguém tinha visto a gente. Fomos juntos pra sala, onde a comida já tava servida. Minha tia comia junto com os gêmeos, dava pra ver que ela também não tinha dormido bem. Sentei do lado da minha prima e comecei a comer.

— Você ficou acordado jogando? Que inveja, queria ser adulto.

Olhei pro gêmeo e, com um sorriso no rosto, respondi:
— Logo você vai ser adulto e vai poder ficar acordado.

Depois disso, a comida foi normal, como sempre. Minha prima e eu saímos juntos pra ir no nosso encontro duplo. Ela tava animada enquanto a gente se afastava do bairro, e eu sabia o motivo da empolgação dela. Disfarçadamente, peguei a mão dela, e ela segurou a minha de leve, até a gente ficar longe do bairro, lugar onde já sabiam que éramos primos, mas ela adorava isso. Assim que a gente se afastou, ela pulou nos meus braços e juntou os lábios dela com os meus. Nossas línguas não perderam tempo pra aproveitar o beijo. Depois de um beijo longo, a gente se separou. Ela tava com o rosto corado e, com a voz baixa, me disse um doce “te amo”. Me aproximei dela pra sussurrar no ouvido dela:
— Também te amo, mas lembra, é nosso segredo.

Ela tava feliz, aproveitando esse amor proibido estranho. Chegamos no lugar do nosso encontro duplo e encontramos o par de irmãos.
— Demoraram hein, vamos rápido que já vai começar. filme - a irmã dava pra ver que era a mais velha, com um corpo de pele morena, cabelo preto e olhos castanhos, mas o que mais chama atenção é o corpo dela: peitões, cintura e coxões grossos. O irmão dela parecia ter a mesma idade que minha prima, mas antes que eu pudesse falar alguma coisa, ela nos levou pro cinema, onde fomos correndo e chegamos em cima da hora. Minha prima, que tava sentada do meu lado, foi a primeira a falar:

- Nossa, cê tava com muita pressa, hein? Mas também tô animada por ter um encontro com vocês.

A amiga dela parecia super feliz, enquanto o irmão dela tava com uma cara mais séria.

- Claro, sabe quando você me contou sobre o seu relacionamento com seu primo, e como foi? Fiquei tão empolgada.

Quase me engasguei ouvindo a conversa delas, mas quanto mais eu escutava, mais percebia que minha prima tinha inventado uma história sobre o nosso relacionamento que era mentira, mas com uns toques de verdade, o que até achei fofo.

- E vocês já pensaram em ter filhos? Meu namorado tá inseguro, vai ter que esperar até o aniversário de 18 anos dele.

Deixei minha prima continuar a conversa, sabendo que ela tinha uma história que eu não podia estragar.

- Bom, coisas aconteceram e ele já soltou os bebês dele dentro de mim. Ainda não sei se tô grávida.

As duas tiveram uma conversa animada, enquanto eu e o irmão só observávamos. Depois de um tempo, saí da sala pra ir ao banheiro, e o irmão me acompanhou, dizendo que também precisava ir. Chegamos no banheiro masculino, que tava quase vazio. Quando fui fazer minhas necessidades, ele me perguntou com uma voz séria:

- Cê tá mesmo saindo com sua prima e já deixou ela grávida?

O olhar dele tinha um pouco de nojo junto com desprezo. Olhei de volta do mesmo jeito, sabendo que não ia sair bem daquela situação.

- Sim, eu fiz isso. Mas e você? Não tá com a sua irmã? Por que cê tá se achando?

Ele balançou a cabeça, mantendo o olhar, o que já tava me irritando.

- Eu só fiz isso pra ganhar coisas dela. Até tenho uma namorada, sendo que... Uma relação saudável, sabe? O povo como você dá nojo, parecem animais que - antes que eu terminasse, dei um soco nele que fez ele cuspir sangue. O olhar dele tava claro e o meu também. Começamos uma briga onde fiquei surpreso com a força dos golpes dele, apesar da aparência. Depois de alguns minutos de briga, chegou gente pra separar a gente, entre eles minha prima e a irmã dele, mas ele não percebeu e soltou tudo - "Gente como você é nojenta, gente patética que só consegue com a família, numa relação doentia e sem futuro, gente patética de merda" - Quando terminou, virou o olhar e encontrou a irmã dele, os olhos dela mal segurando as lágrimas, enquanto ela saía correndo com minha prima atrás. Depois da briga, ele foi embora como se nada, sabendo que já não ia receber mais nada dela. Perguntei onde elas estavam pelo chat pra ir o mais rápido que dava. Cheguei num parque, numa área afastada dos outros visitantes, sentadas na sombra de uma árvore onde minha prima consolava a garota. Me aproximei dela com uns sorvetes que comprei. No caminho, ofereci um pra cada uma e depois sentei com elas - "Sê honesto comigo, o que ele disse e por que começou a briga?" - O olhar dela me pedia a verdade, mesmo sabendo que só ia doer mais. Coloquei minha mão na cabeça dela, sabendo que logo ela ia virar um mar de lágrimas. Contei tudo que aconteceu antes, durante e depois da briga. Ela chorou no meu peito, enquanto eu fazia carinho suave na cabeça dela. Ela ficou um tempão até que, aos poucos, conseguiu se acalmar. O olhar dela tava sombrio e aquela emoção forte que ela tinha morreu. Nos olhos vermelhos e inchados, só dava pra perguntar se eu podia ajudar ela ou se ela não ia acabar fazendo algo sério. Ela se levantou pra convidar a gente pra um lugar. Sem hesitar, aceitamos. Era um bar onde ela começou a beber, com o olhar perdido enquanto minha prima acompanhava ela. Eu saí pra atender meu celular ~ Oi, amor, tava me perguntando como você tá e que talvez daqui a Uma semana, chegou teu tio pra gente ir junto conhecer a família dele, ele mora fora do país ~ era minha mãe me ligando num momento ruim, sabendo que ia ter que ir, me sentia mal, mas também não queria deixar ela chateada recusando o pedido dela - claro, mãe, mas nunca saí do país, tô meio nervoso - depois de uma conversa com ela, terminamos com um te amo, voltei e encontrei duas bêbadas que já tão tentando manter uma conversa compreensível, que nem uma conversa de verdade, soltei um suspiro sabendo que já tinha que fazer uma ligação, liguei pra minha tia enquanto me sento junto com elas - tia, temos um problema, a amiga da minha prima foi largada pelo namorado e agora a gente tá ajudando ela, dava pra gente ficar fora hoje? a gente dorme no apartamento dela - minha tia parecia preocupada, mas depois de contar a história, com umas mentirinhas, ela aceitou deixar a gente, terminei a ligação pra pegar um táxi, enquanto tentava carregar as duas, sendo bem difícil, já no táxi, mal consegui arrancar informação pra ir pro apartamento delas, onde tive que pagar o táxi, e depois levei elas pro apartamento, onde pareciam ter recuperado a energia, enquanto tô sentado no sofá recuperando o fôlego, senti baixarem minha calça, e uns lábios macios pegarem a cabeça do meu pau, uma língua tímida que prova com lambidas suaves a cabeça do meu pau, esperando ver minha prima, abri os olhos e fiquei surpreso, ao ver a amiga da minha prima, o rosto dela vermelho enquanto continua sem perceber que tô olhando, procurei minha prima com o olhar e vi que ela tava nos encarando - posso explicar, ok? mas antes, me ajuda - ela pareceu entender errado a palavra ajuda, já que se aproximou da amiga, empurrou a cabeça dela enfiando meu pau inteiro na boca dela, a língua macia dela explorando meu pau com um toque tímido e carinhoso, enquanto minha prima começa a tirar a roupa, eu me sentia meio nervoso já que tô meio cansado pra fazer com as duas, mas quando ela se separou de mim Pau, pra poder tirar a roupa me senti cheio de energia, um corpo lindo de uma cor que me lembra minha mãe, os peitos dela que pareciam maiores junto com o cabelão que chega até as coxas dela, me levantei sabendo que teria que dar o meu melhor, tirei a roupa enquanto elas vão pra cama sendo essa de casal, as duas pareciam meio sem ideia do que fazer, coloquei minha prima por cima da buceta dela deixando as bucetas delas perto uma da outra, meti meu pau entre as bucetas delas passando pelos lábios, enquanto mexia minha cintura aproveitando elas, minha prima me beijou sendo um beijo de língua, coloquei minhas mãos nos peitos da amiga dela, sentindo como são macios enquanto ela soltou um gemido forte, massageei os peitos dela curtindo os gemidos, depois de um tempo já sentindo as bucetas delas molhadas, me separei vendo a combinação gostosa, a pele branca da minha prima com a buceta rosada dela, junto com a pele mais escura da amiga dela, e a buceta gostosa dela que me convida a entrar, ela tava com as pernas abertas e parecia estar pronta, meti meu pau fazendo ela soltar gemidos fortes, enquanto minha prima começa a brincar com os peitos da amiga dela, senti o apertado da buceta dela sabendo que é a primeira vez dela, de joelhos apoiei minhas mãos na cama pra começar a me mexer, o interior dela que aos poucos se abriu pra mim, me deixando meter com mais intensidade enquanto vejo o rosto dela, soltando gemidos a cada estocadaConhecendo Minha Família #6- você entende que não estamos usando camisinha - ela pareceu entender o que eu disse, mas depois me mandou um beijo, me aproximei pra gente se beijar, a língua dela era tímida no começo, mas ficou mais safada, curtindo o beijo enquanto minha prima começou a chupar os bicos da amiga dela, o que fez ela soltar um gemido forte, seguido do corpo dela tremer, pareciam ser muito boas amigas enquanto eu continuava com a minha, aumentando até chegar no máximo, ela abraçou minha prima enquanto colocava as pernas na minha cintura, enfiei meu pau por completo e gozei, a buceta dela apertando enquanto soltava gemidos fortes, soltei uma porrada dentro dela, curtindo, vendo no rosto dela um puta prazer, mas minha prima me empurrou, ela inclinou a cabeça pra começar a lamber a buceta da amiga enquanto levantava a bunda, sem conseguir recuperar o fôlego, enfiei meu pau na buceta dela e comecei a mexer a cintura, enquanto segurava a cintura dela ~ ahhhh ahhhh onde você tá enfiando essa língua ahhhhh ~ minha prima parecia estar adorando a reação da amiga, enquanto ela colocava as mãos na cabeça dela, eu só curtia a vista enquanto massageava a bunda da minha prima, por dentro era apertado, mas era porque ela queria assim, apertar meu pau pedindo pra soltar até a última gota, ela se separou da amiga pra soltar um gemido forte, dessa vez era a amiga que curtia a reação dela, enquanto eu gozava dentro dela, coloquei minhas mãos na barriga dela enquanto minha prima colocava as mãos na barriga da amiga, sabendo nós três que depois dessa noite não tem volta, depois de terminar, tirei meu pau da buceta da minha prima, agora a amiga dela ficou de quatro, levantou a bunda pedindo mais, me ajeitei pra começar, enfiando meu pau ela começou a rebolar, fazendo eu sentir a bunda macia dela contra minha pélvis, vendo que ela não queria delicadeza, comecei a mexer a cintura com muita força, ela pedia mais a cada estocada, enquanto acariciava Os lábios da buceta e o clitóris dela, me inclinei enquanto agarrava um peito dela com minha outra mão, dava pra ver nossos rostos e o olhar dela dizia tudo, ela queria esquecer tudo e eu seria o cara que faria isso. Parei de acariciar a buceta dela pra colocar minha mão na barriga dela, comecei a meter com tudo fazendo ela soltar gemidos fortes, enquanto sussurrava no ouvido dela — agora você é minha e, se quiser, podemos ser três em vez de dois — meu olhar mudou, agora com uns olhos cheios de desejo, enquanto ela mexia a cintura na mesma intensidade que eu, ela se aproximou pra gente se beijar de língua, agarrou com força os lençóis enquanto soltava um gemido forte, eu gozei bem dentro da buceta dela, colocando minhas mãos na barriga dela até soltar a última gota. Ela se deitou na cama enquanto escorriam gotas do meu gozo da buceta dela, eu me sentia sem forças enquanto minha prima me abraça por trás — esqueceram de mim? Ou tava com tanta vontade da minha amiga? — sem saber o que dizer e sem forças pra mais nada, me deitei com ela em cima de mim, a cabeça dela no meu peito enquanto faço carinho suave na cabeça dela, ela parecia satisfeita e dormiu, completamente sem forças eu também apaguei. Dia 5

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