A chegada da gostosa

Chegamos um pouco antes da meia-noite. Estacionei em frente à recepção, ela ainda estava com a perna no painel, eu disse "abaixa agora, bucetinha gostosa". Ela obedeceu e depois tentou abaixar a saia também, mas eu falei "não, neném, assim você tá perfeita, deixa ela onde está". Peguei o rosto dela entre minhas mãos e, me aproximando, dei um beijo na boca dela, colei meus lábios nos dela e inclinei o rosto dela pra que a aderência fosse total. Deixei minha língua entrar na boca dela e deslizei sobre a dela, as duas dançaram juntas por um tempo e depois a contraí pra deixar que dessa vez fosse ela entrar na minha boca com a dela, e quando ela fez isso, apertei com meus dentes pra prender. Soltei o rosto dela e fui com uma mão na bucetinha dela... ela estava tão molhada que meu dedo entrou fácil. Tirei o dedo e, na frente do rosto dela, coloquei na minha boca, chupei avidamente e depois ofereci a ela... ela pegou minha mão e, depois de aproximar da boca dela, pegou meu dedo e fez o mesmo. Peguei o rosto dela de novo entre minhas mãos e beijei ela de novo, um beijo longo e cheio de paixão. Quando me afastei... ela ainda estava com os olhos fechados e a boca linda ligeiramente aberta. Passei um dedo sobre os lábios dela como pra fechar e sussurrei "você é tão doce, princesa cachorrinha". "Me espera, neném, não demoro nada", falei. Fui me registrar e pedir um quarto. Quando saí da recepção com a chave nas mãos, ela continuava imóvel na mesma posição de quando eu saí do carro. Subindo, falei "pedi o último quarto... o que fica no final... disse que não queríamos incomodar ninguém... e falei que minha acompanhante é meio apaixonada". A senhora da recepção me olhou com um sorriso e disse que naquele quarto ninguém ia ouvir nada. Em vez de parar em frente à porta, estacionei do outro lado do estacionamento, a uns 20-25 metros. Ela tentou pegar a calcinha dela na parte de trás do carro, virando-se e subindo no banco de joelhos, e eu aproveitei esse movimento pra pegar ela pela O negócio do plug anal que ela tinha colocado antes. Falei pra ela não se mexer e, sem muita enrolação, coloquei o plug de volta no buraquinho dela. Depois falei: "deixa a calcinha aí, você é tão gostosa assim... e olha lá fora, não tem ninguém!" Peguei meu celular e abri o aplicativo de vídeo. Abri minha porta, saí, dei a volta no carro e abri a porta dela, ofereci minha mão como um bom cavalheiro e, quando ela desceu do carro, falei: "anda na minha frente, sua putinha, quero te gravar enquanto você anda quase pelada." Ficar exposta com o risco de ser vista deixava ela muito excitada... e com a excitação dela já num nível tão alto, foi como acender um fogo dentro dela. Foi lindo ver ela andar, rebolando mais do que o normal, e ver o diamante vermelho do plug brilhando com os postes do estacionamento. Ela deu umas voltas pra câmera poder gravar também a bucetinha dela pelada. Quando chegamos na frente da porta, sem eu pedir, ela levantou a camiseta também e mostrou os peitos lindos dela no ar. Tinha uma brisa quentinha que deixava aquela noite de verão ainda mais gostosa. Antes de abrir a porta, enquanto estávamos os dois na frente, eu peguei a coleira de putinha dela, coloquei e prendi a corrente. Falei: "fica de quatro, sua vadiazinha, quero que você entre no nosso quarto como a puta que você é." E depois de falar isso, dei um tapão forte na bunda nua dela.

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