Acordei pouco tempo depois, percebendo que só eu tava na cama. Fiquei pensando se aquilo tudo não tinha sido um sonho, mas a cama tinha provas de que a noite passada foi real. Levantei e fui procurar ela pela casa. Cheguei na cozinha e vi ela usando só um avental, o cabelão dela que batia na cintura junto com aquele rabo, que me dá vontade de repetir a noite toda de novo e de novo. Aproximei por trás pra abraçar ela, fazendo ela dar um pulinho de susto. Coloquei minhas mãos na barriga dela enquanto dava uns beijos no pescoço. — Incomodou você acordar sozinho na cama? Tô fazendo a comida agora, quando terminar a gente pode... continuar o que a gente fez ontem. — A voz dela era suave, mas com um tom safado. Olhei nos olhos dela, reparei no azul lindo deles, dava pra ver uma alegria que antes não tinha. Ela beijou meus lábios e colocou as mãos dela por cima das minhas. Nós dois queríamos a mesma coisa, isso ficou bem claro ontem à noite. — Daqui a pouco sua tia vai chegar pra finalmente te conhecer. Você entende que a gente vai ter que manter isso em segredo, né? — Fiquei meio pra baixo, mas tudo bem, contanto que eu possa ter ela, não importa se os outros sabem da gente. — Tudo bem, mas tem certeza que quer que eu vá visitar meus parentes? Posso ficar pra te ajudar com a gravidez. — Ela sorriu, minhas palavras pareciam tocar algo sensível nela. Ela se virou, ficando de frente pra mim. Me abraçou com força enquanto beijava meus lábios. Abracei ela de volta e devolvi o beijo, agora de língua. Sentir o peito dela contra o meu, o coração dela acelerado, fez meu pau ficar duro na hora, e ela sentiu ele encostando no corpo dela. — Vou ficar bem. Cuido de você e você pode voltar se precisar de mim. A gente pode conversar por telefone, mas sério, eu queria muito que você conhecesse sua família, e que eles te conhecessem. — O rosto dela tava tão emocionado que era difícil resistir. Enquanto ela se virava pra cuidar da comida, soltei um suspiro baixinho, sabendo... qual era o melhor, sentei numa cadeira junto à mesa enquanto vejo ela cozinhar, ela era outra mulher, dá pra notar uma alegria e empolgação, que a deixava mais gostosa do que antes - então vou, mas se acontecer algo me avisa pra eu voltar, ok? não quero desculpas, se acontecer algo eu volto - ela se emocionou enquanto termina de preparar o café da manhã, sirvo o café e logo depois ela senta no meu colo, enfiando meu pau na buceta dela que já tava molhada, ela mexia a cintura enquanto me oferecia pra começar a comer - dá pra ver que você não perde tempo, mas é isso que eu gosto em você - eu mexia a cintura enquanto ela começa a soltar gemidos, comi um pouco do café mas larguei de lado, tinha algo mais gostoso pra comer ~ ahh ahhh lembra que a gente tem pouco tempo ahhh~ segurei a cintura dela enquanto aumentava a intensidade, ela se mexia no mesmo ritmo que eu enquanto os gemidos dela ficavam mais altos, vendo que ela só usa um avental, imaginei ela usando roupas mais provocantes ~ queria te ver usando uma lingerie ou algo mais safado~ o rosto dela mostrou um claro rubor seguido de aumento, o ritmo da cintura dela agora levantando a bunda, deixando só a ponta do meu pau dentro pra depois descer, enfiando meu pau até a base, soltei um gemido depois de sentir como ela mexe a cintura, ela colocou minhas mãos no peito dela enquanto me dá um beijo de língua selvagem, e eu pensei que a gatinha no cio já tava satisfeita ~ahhhh ahh posso usar lingerie mas acho que você gosta mais do meu corpo pelado ahhh~ deixei ela tomar o controle enquanto aproveito as sentadas dela, com a mão direita acaricio os lábios da buceta dela e o clitóris, enquanto com a esquerda acaricio o corpo dela sentindo, as coxas macias seguidas da barriga onde vai estar o fruto da nossa safadeza, continuei subindo até chegar nos peitos dela, massajo os peitos dela, sentindo o aperto forte lá dentro que já implora pela minha porra, enfiei o mais fundo que pude meu pau enquanto deixo sair meu Porra, ela soltou um gemido forte enquanto o rosto dela mostrava um puta prazer junto com uma alegria gostosa ~ ahhhh ahhh ahh te amo, te amo pra caralho ahhhh~ juntei nossos lábios num beijo de língua selvagem, enquanto me preparava pra próxima rodada, quando a campainha tocou. Nós dois, nervosos, nos separamos, ela foi correndo pro quarto dela pegar roupa, enquanto eu fui pra sala vestir a roupa que tinha ficado de ontem à noite. Tava puto, mas tinha que disfarçar. Depois de me vestir, abri a porta e vi uma mulher de uns 31 anos, com cabelo castanho claro, olhos verdes e um corpo bem cuidado. Ela me olhou surpresa enquanto eu a convidava pra entrar — Você é meu sobrinho? Tá bem cuidado, hein. Cadê minha irmã? — Ela parecia meio nervosa, mas também animada. Me aproximei pra convidar ela a sentar numa cadeira, nervoso que ela encontrasse alguma coisa no sofá — Ela tá se trocando, e é um prazer te conhecer. Quer sentar pra gente bater um papo enquanto ela vem? — A gente conversou um pouco, descobri que tenho 3 primos: dois meninos gêmeos de 10 anos e uma prima de 16. Percebi que ela também teve filho cedo. Minha mãe chegou logo depois, vestida com um vestido branco. Ela sentou com a gente e começou a conversar com minha tia — Então você pode fazer o favor? Eu vou estar ocupada e não vou poder levar ele pra cidade. Ficaria mais tranquila sabendo que ele tá com você — Minha tia deu um sorrisão enquanto olhava pra minha mãe, dava pra ver que as duas se davam bem — Claro que posso. Meus filhos com certeza vão ficar felizes em conhecer outro primo. Fica tranquila, vou cuidar muito bem dele. Pode ir arrumando suas coisas enquanto a gente conversa — Eu assenti e fui pro meu quarto arrumar a mala. Vou ficar uns dois meses no máximo, mas tava meio mal de deixar minha mãe sozinha. Terminei de arrumar, deixei tudo pronto e saí com minha tia. Minha mãe se despediu beijando minha bochecha enquanto minha tia me esperava no carro. Entrei e vi que ela tava... de cinto colocado, percebendo que pela blusa branca dela dava pra ver a silhueta do mamilo junto com a cor rosada dele, tentei me acalmar enquanto a gente vai pela estrada, ela parecia bem concentrada, dificultando começar uma conversa, chegamos num motel onde ela para, vamos juntos enquanto ela parecia envergonhada — vamos ficar a noite, já que não me sinto confortável dirigindo à noite — eu só concordei enquanto a gente vai pedir um quarto, entramos notando que só tinha uma cama, ela foi até a geladeira do quarto, pegar 2 latas de cerveja me dando uma enquanto começa a beber a outra, ela sentou na cama — usaram camisinha ou ela queria ter um bebê? — a pergunta dela me surpreendeu, quase fazendo eu soltar a cerveja, sentei do lado dela enquanto tento pensar num jeito de tocar no assunto — como você sabe sobre... a nossa parada — ela terminou a cerveja dela pra pegar outra enquanto solta um suspiro suave — dava pra ver manchas de sêmen no sofá e eu ouvi vocês quando tava na porta, sabe, não vou falar nada sobre o relacionamento de vocês já que é melhor que o meu — ela soltou um suspiro leve enquanto dá um longo gole na cerveja dela, fiz carinho suave nas costas dela entendendo a situação — quer falar sobre isso? e não usamos camisinha, vamos ter um filho — ela olhou nos meus olhos por uns segundos e logo depois se aproximou de mim juntando nossas bocas num beijo, senti o gosto de vinho na boca dela, sabendo que ela já tinha bebido antes de ir na minha casa, pensei em afastar ela mas no lugar disso quis ver até onde a gente pode ir, transformei o beijo num de língua onde ela parecia animada, enquanto coloquei minhas mãos na cintura dela, onde ela me ajudou a tirar a calça dela, ficando só de calcinha que também tirou, pra depois guiar minha mão até a entreperna dela, acariciei os lábios da buceta dela fazendo ela soltar um gemido suave ~ você pode fazer comigo também? por favor~ ela parecia triste enquanto esperava minha resposta Me sentia meio culpado, mas também queria continuar e, acima de tudo, ver o rostinho dela gemer de tesão — claro, mas só um pedido: sem camisinha. Ela parecia nervosa, mas depois de alguns segundos tirou a blusa, ficando completamente nua. A pele dela era bem branquinha, diferente da minha mãe, com uns pezinhos de um rosa lindo. Ela me ajudou a tirar a roupa e, assim que baixei a calça, começou a chupar meu pau, passando a língua pela cabeça e depois por todo o corpo. A língua dela percorria meu pau enquanto ela acariciava os lábios e o clitóris da buceta dela. A buceta dela já tava meio molhada, e ela parecia adorar o gosto do meu pau. Depois de uns minutos, ela se afastou, viu que eu já tava bem duro, e se ajoelhou de quatro, levantando a cintura enquanto separava os lábios da buceta — entra, por favor, quero sentir o prazer do sexo de novo. Me posicionei atrás dela, olhando pra buceta e pra bunda dela, e enfiei meu pau, sentindo o interior apertando ele. Ela começou a gemer enquanto mexia a bunda. Dava pra ver que tava há muito tempo sem fazer isso — ela queria atenção de um homem, queria sentir prazer, e me encontrou no caminho. — Pronta pra virar minha mulher hoje à noite? — Comecei a mover a cintura com força, sentindo o interior dela ficar mais quente e apertar mais forte. A bunda branca dela se mexia no mesmo ritmo que o meu, enquanto os gemidos ficavam mais altos — Ahhhhh, senti tanto falta desse prazer... Meu marido arrumou uma amante, e pensei que eu também teria que arrumar um. — Eu aumentei a intensidade, fazendo a cama tremer. Me aproximei pra chupar o pescoço dela, deixando várias marcas. O rostinho dela mostrava um prazer imenso, enquanto os gemidos saíam a cada estocada. Coloquei a mão direita nos lábios rosados da buceta dela, acariciando, e senti ela apertar meu pau em resposta. Ela parou de mexer a cintura. Me deixando levar pelo ritmo, apertei a bunda dela com a mão esquerda, vendo como minha mão fica marcada na pele dela, uma gostosa da cidade, que logo vai ter a buceta cheia do meu leite ~ ahhhhhh ahhh vou ter o bebê de alguém que não é meu marido ahhh vou ter o bebê do meu sobrinho ahhhh~ o rosto dela só mostrava muito prazer a cada estocada, seus lindos olhos verdes que me olham com desejo, enquanto seus gemidos me convidam a encher a buceta dela, me aproximei pra juntar nossas bocas num beijo de língua selvagem, enquanto com meu pau completamente dentro dela, jorro meu leite sabendo que agora ela é minha, ela soltou um gemido forte enquanto colocava a mão na barriga ~ ahhhhh ahhh que delícia sentir minha buceta cheia ahhhhh da sua semente ahh~ ela parecia satisfeita como se aquilo fosse suficiente, tirei meu pau de dentro dela pra virá-la, e ficar na posição de papai e mamãe, movia minha cintura com a mesma intensidade, vendo o rosto surpreso dela mas também, com um sorriso sexy ~ ahhhhh ahhh 2 vezes? cê quer tanto assim me engravidar? ahhhh ahhhh faz isso por favor~ me aproximei dela pra chupar os biquinhos rosados, sentindo o coração acelerado, enquanto sinto ela acariciar minha cabeça, e colocar as pernas na minha cintura sentindo como a buceta dela fica mais quente e molhada, acariciei os lábios da buceta dela com a mão direita, enquanto com a esquerda acariciei a barriga dela - você é minha mulher agora, obviamente vou botar um bebê nessa sua barriga gostosa- ela corou enquanto se aproximava do meu ouvido pra sussurrar entre gemidos ~ ahhhhhh faz isso, deixa eu ter seu bebê ahhhhhh se torna o novo dono do meu corpo ahhh~ mal aguentei por uns minutos até, soltar o segundo jorro dentro dela sentindo, o corpo dela tremer enquanto me abraça, com os braços e pernas enquanto apertava meu pau, querendo até a última gota do meu leite, enquanto soltava gemidos fortes, ela já parecia exausta Mas queria deixar uma última carga dentro da barriga dela - ainda falta a última, sabe, tenho que marcar bem o interior da minha mulher - ela trocou de posição, ficando por cima de mim, ela parecia surpresa enquanto um sorriso se estampava no rosto dela, começou a pular no meu pau, tirando meu pau até ficar só a ponta dentro dela, pra depois enfiar tudo de novo, eu só olhava como os peitos brancos dela balançavam, e os mamilos rosados dela estavam durinhos, enquanto eu colocava a mão esquerda na cintura dela e a direita na barriga dela, senti ela apertar por dentro, como se pedisse mais porra ~ ahhhhhh ahhhhhh vou ter que fazer passar por filho do meu marido ahhhhhh mas você pode dar o nome~ ela sorriu enquanto eu via ela continuar mexendo a cintura, aumentando a velocidade até o máximo, o rosto dela mostrou um puta prazer seguido de um gemido forte, enquanto eu solto o terceiro tiro dentro dela, ela se deitou em cima de mim com meu pau ainda dentro, acariciou a cabeça dela enquanto ela dormia em cima de mim - vou ter que pensar nuns nomes - eu dormi sentindo a respiração suave dela, junto com os peitos dela contra o meu peito, enquanto eu colocava minhas mãos nas costas dela Dia 2
Acordei pouco tempo depois, percebendo que só eu tava na cama. Fiquei pensando se aquilo tudo não tinha sido um sonho, mas a cama tinha provas de que a noite passada foi real. Levantei e fui procurar ela pela casa. Cheguei na cozinha e vi ela usando só um avental, o cabelão dela que batia na cintura junto com aquele rabo, que me dá vontade de repetir a noite toda de novo e de novo. Aproximei por trás pra abraçar ela, fazendo ela dar um pulinho de susto. Coloquei minhas mãos na barriga dela enquanto dava uns beijos no pescoço. — Incomodou você acordar sozinho na cama? Tô fazendo a comida agora, quando terminar a gente pode... continuar o que a gente fez ontem. — A voz dela era suave, mas com um tom safado. Olhei nos olhos dela, reparei no azul lindo deles, dava pra ver uma alegria que antes não tinha. Ela beijou meus lábios e colocou as mãos dela por cima das minhas. Nós dois queríamos a mesma coisa, isso ficou bem claro ontem à noite. — Daqui a pouco sua tia vai chegar pra finalmente te conhecer. Você entende que a gente vai ter que manter isso em segredo, né? — Fiquei meio pra baixo, mas tudo bem, contanto que eu possa ter ela, não importa se os outros sabem da gente. — Tudo bem, mas tem certeza que quer que eu vá visitar meus parentes? Posso ficar pra te ajudar com a gravidez. — Ela sorriu, minhas palavras pareciam tocar algo sensível nela. Ela se virou, ficando de frente pra mim. Me abraçou com força enquanto beijava meus lábios. Abracei ela de volta e devolvi o beijo, agora de língua. Sentir o peito dela contra o meu, o coração dela acelerado, fez meu pau ficar duro na hora, e ela sentiu ele encostando no corpo dela. — Vou ficar bem. Cuido de você e você pode voltar se precisar de mim. A gente pode conversar por telefone, mas sério, eu queria muito que você conhecesse sua família, e que eles te conhecessem. — O rosto dela tava tão emocionado que era difícil resistir. Enquanto ela se virava pra cuidar da comida, soltei um suspiro baixinho, sabendo... qual era o melhor, sentei numa cadeira junto à mesa enquanto vejo ela cozinhar, ela era outra mulher, dá pra notar uma alegria e empolgação, que a deixava mais gostosa do que antes - então vou, mas se acontecer algo me avisa pra eu voltar, ok? não quero desculpas, se acontecer algo eu volto - ela se emocionou enquanto termina de preparar o café da manhã, sirvo o café e logo depois ela senta no meu colo, enfiando meu pau na buceta dela que já tava molhada, ela mexia a cintura enquanto me oferecia pra começar a comer - dá pra ver que você não perde tempo, mas é isso que eu gosto em você - eu mexia a cintura enquanto ela começa a soltar gemidos, comi um pouco do café mas larguei de lado, tinha algo mais gostoso pra comer ~ ahh ahhh lembra que a gente tem pouco tempo ahhh~ segurei a cintura dela enquanto aumentava a intensidade, ela se mexia no mesmo ritmo que eu enquanto os gemidos dela ficavam mais altos, vendo que ela só usa um avental, imaginei ela usando roupas mais provocantes ~ queria te ver usando uma lingerie ou algo mais safado~ o rosto dela mostrou um claro rubor seguido de aumento, o ritmo da cintura dela agora levantando a bunda, deixando só a ponta do meu pau dentro pra depois descer, enfiando meu pau até a base, soltei um gemido depois de sentir como ela mexe a cintura, ela colocou minhas mãos no peito dela enquanto me dá um beijo de língua selvagem, e eu pensei que a gatinha no cio já tava satisfeita ~ahhhh ahh posso usar lingerie mas acho que você gosta mais do meu corpo pelado ahhh~ deixei ela tomar o controle enquanto aproveito as sentadas dela, com a mão direita acaricio os lábios da buceta dela e o clitóris, enquanto com a esquerda acaricio o corpo dela sentindo, as coxas macias seguidas da barriga onde vai estar o fruto da nossa safadeza, continuei subindo até chegar nos peitos dela, massajo os peitos dela, sentindo o aperto forte lá dentro que já implora pela minha porra, enfiei o mais fundo que pude meu pau enquanto deixo sair meu Porra, ela soltou um gemido forte enquanto o rosto dela mostrava um puta prazer junto com uma alegria gostosa ~ ahhhh ahhh ahh te amo, te amo pra caralho ahhhh~ juntei nossos lábios num beijo de língua selvagem, enquanto me preparava pra próxima rodada, quando a campainha tocou. Nós dois, nervosos, nos separamos, ela foi correndo pro quarto dela pegar roupa, enquanto eu fui pra sala vestir a roupa que tinha ficado de ontem à noite. Tava puto, mas tinha que disfarçar. Depois de me vestir, abri a porta e vi uma mulher de uns 31 anos, com cabelo castanho claro, olhos verdes e um corpo bem cuidado. Ela me olhou surpresa enquanto eu a convidava pra entrar — Você é meu sobrinho? Tá bem cuidado, hein. Cadê minha irmã? — Ela parecia meio nervosa, mas também animada. Me aproximei pra convidar ela a sentar numa cadeira, nervoso que ela encontrasse alguma coisa no sofá — Ela tá se trocando, e é um prazer te conhecer. Quer sentar pra gente bater um papo enquanto ela vem? — A gente conversou um pouco, descobri que tenho 3 primos: dois meninos gêmeos de 10 anos e uma prima de 16. Percebi que ela também teve filho cedo. Minha mãe chegou logo depois, vestida com um vestido branco. Ela sentou com a gente e começou a conversar com minha tia — Então você pode fazer o favor? Eu vou estar ocupada e não vou poder levar ele pra cidade. Ficaria mais tranquila sabendo que ele tá com você — Minha tia deu um sorrisão enquanto olhava pra minha mãe, dava pra ver que as duas se davam bem — Claro que posso. Meus filhos com certeza vão ficar felizes em conhecer outro primo. Fica tranquila, vou cuidar muito bem dele. Pode ir arrumando suas coisas enquanto a gente conversa — Eu assenti e fui pro meu quarto arrumar a mala. Vou ficar uns dois meses no máximo, mas tava meio mal de deixar minha mãe sozinha. Terminei de arrumar, deixei tudo pronto e saí com minha tia. Minha mãe se despediu beijando minha bochecha enquanto minha tia me esperava no carro. Entrei e vi que ela tava... de cinto colocado, percebendo que pela blusa branca dela dava pra ver a silhueta do mamilo junto com a cor rosada dele, tentei me acalmar enquanto a gente vai pela estrada, ela parecia bem concentrada, dificultando começar uma conversa, chegamos num motel onde ela para, vamos juntos enquanto ela parecia envergonhada — vamos ficar a noite, já que não me sinto confortável dirigindo à noite — eu só concordei enquanto a gente vai pedir um quarto, entramos notando que só tinha uma cama, ela foi até a geladeira do quarto, pegar 2 latas de cerveja me dando uma enquanto começa a beber a outra, ela sentou na cama — usaram camisinha ou ela queria ter um bebê? — a pergunta dela me surpreendeu, quase fazendo eu soltar a cerveja, sentei do lado dela enquanto tento pensar num jeito de tocar no assunto — como você sabe sobre... a nossa parada — ela terminou a cerveja dela pra pegar outra enquanto solta um suspiro suave — dava pra ver manchas de sêmen no sofá e eu ouvi vocês quando tava na porta, sabe, não vou falar nada sobre o relacionamento de vocês já que é melhor que o meu — ela soltou um suspiro leve enquanto dá um longo gole na cerveja dela, fiz carinho suave nas costas dela entendendo a situação — quer falar sobre isso? e não usamos camisinha, vamos ter um filho — ela olhou nos meus olhos por uns segundos e logo depois se aproximou de mim juntando nossas bocas num beijo, senti o gosto de vinho na boca dela, sabendo que ela já tinha bebido antes de ir na minha casa, pensei em afastar ela mas no lugar disso quis ver até onde a gente pode ir, transformei o beijo num de língua onde ela parecia animada, enquanto coloquei minhas mãos na cintura dela, onde ela me ajudou a tirar a calça dela, ficando só de calcinha que também tirou, pra depois guiar minha mão até a entreperna dela, acariciei os lábios da buceta dela fazendo ela soltar um gemido suave ~ você pode fazer comigo também? por favor~ ela parecia triste enquanto esperava minha resposta Me sentia meio culpado, mas também queria continuar e, acima de tudo, ver o rostinho dela gemer de tesão — claro, mas só um pedido: sem camisinha. Ela parecia nervosa, mas depois de alguns segundos tirou a blusa, ficando completamente nua. A pele dela era bem branquinha, diferente da minha mãe, com uns pezinhos de um rosa lindo. Ela me ajudou a tirar a roupa e, assim que baixei a calça, começou a chupar meu pau, passando a língua pela cabeça e depois por todo o corpo. A língua dela percorria meu pau enquanto ela acariciava os lábios e o clitóris da buceta dela. A buceta dela já tava meio molhada, e ela parecia adorar o gosto do meu pau. Depois de uns minutos, ela se afastou, viu que eu já tava bem duro, e se ajoelhou de quatro, levantando a cintura enquanto separava os lábios da buceta — entra, por favor, quero sentir o prazer do sexo de novo. Me posicionei atrás dela, olhando pra buceta e pra bunda dela, e enfiei meu pau, sentindo o interior apertando ele. Ela começou a gemer enquanto mexia a bunda. Dava pra ver que tava há muito tempo sem fazer isso — ela queria atenção de um homem, queria sentir prazer, e me encontrou no caminho. — Pronta pra virar minha mulher hoje à noite? — Comecei a mover a cintura com força, sentindo o interior dela ficar mais quente e apertar mais forte. A bunda branca dela se mexia no mesmo ritmo que o meu, enquanto os gemidos ficavam mais altos — Ahhhhh, senti tanto falta desse prazer... Meu marido arrumou uma amante, e pensei que eu também teria que arrumar um. — Eu aumentei a intensidade, fazendo a cama tremer. Me aproximei pra chupar o pescoço dela, deixando várias marcas. O rostinho dela mostrava um prazer imenso, enquanto os gemidos saíam a cada estocada. Coloquei a mão direita nos lábios rosados da buceta dela, acariciando, e senti ela apertar meu pau em resposta. Ela parou de mexer a cintura. Me deixando levar pelo ritmo, apertei a bunda dela com a mão esquerda, vendo como minha mão fica marcada na pele dela, uma gostosa da cidade, que logo vai ter a buceta cheia do meu leite ~ ahhhhhh ahhh vou ter o bebê de alguém que não é meu marido ahhh vou ter o bebê do meu sobrinho ahhhh~ o rosto dela só mostrava muito prazer a cada estocada, seus lindos olhos verdes que me olham com desejo, enquanto seus gemidos me convidam a encher a buceta dela, me aproximei pra juntar nossas bocas num beijo de língua selvagem, enquanto com meu pau completamente dentro dela, jorro meu leite sabendo que agora ela é minha, ela soltou um gemido forte enquanto colocava a mão na barriga ~ ahhhhh ahhh que delícia sentir minha buceta cheia ahhhhh da sua semente ahh~ ela parecia satisfeita como se aquilo fosse suficiente, tirei meu pau de dentro dela pra virá-la, e ficar na posição de papai e mamãe, movia minha cintura com a mesma intensidade, vendo o rosto surpreso dela mas também, com um sorriso sexy ~ ahhhhh ahhh 2 vezes? cê quer tanto assim me engravidar? ahhhh ahhhh faz isso por favor~ me aproximei dela pra chupar os biquinhos rosados, sentindo o coração acelerado, enquanto sinto ela acariciar minha cabeça, e colocar as pernas na minha cintura sentindo como a buceta dela fica mais quente e molhada, acariciei os lábios da buceta dela com a mão direita, enquanto com a esquerda acariciei a barriga dela - você é minha mulher agora, obviamente vou botar um bebê nessa sua barriga gostosa- ela corou enquanto se aproximava do meu ouvido pra sussurrar entre gemidos ~ ahhhhhh faz isso, deixa eu ter seu bebê ahhhhhh se torna o novo dono do meu corpo ahhh~ mal aguentei por uns minutos até, soltar o segundo jorro dentro dela sentindo, o corpo dela tremer enquanto me abraça, com os braços e pernas enquanto apertava meu pau, querendo até a última gota do meu leite, enquanto soltava gemidos fortes, ela já parecia exausta Mas queria deixar uma última carga dentro da barriga dela - ainda falta a última, sabe, tenho que marcar bem o interior da minha mulher - ela trocou de posição, ficando por cima de mim, ela parecia surpresa enquanto um sorriso se estampava no rosto dela, começou a pular no meu pau, tirando meu pau até ficar só a ponta dentro dela, pra depois enfiar tudo de novo, eu só olhava como os peitos brancos dela balançavam, e os mamilos rosados dela estavam durinhos, enquanto eu colocava a mão esquerda na cintura dela e a direita na barriga dela, senti ela apertar por dentro, como se pedisse mais porra ~ ahhhhhh ahhhhhh vou ter que fazer passar por filho do meu marido ahhhhhh mas você pode dar o nome~ ela sorriu enquanto eu via ela continuar mexendo a cintura, aumentando a velocidade até o máximo, o rosto dela mostrou um puta prazer seguido de um gemido forte, enquanto eu solto o terceiro tiro dentro dela, ela se deitou em cima de mim com meu pau ainda dentro, acariciou a cabeça dela enquanto ela dormia em cima de mim - vou ter que pensar nuns nomes - eu dormi sentindo a respiração suave dela, junto com os peitos dela contra o meu peito, enquanto eu colocava minhas mãos nas costas dela Dia 2
0 comentários - Conhecendo Minha Família #2