Minha filha, viciada em pica Tudo começou quando decidimos começar as férias, sentados com um mapa na frente, as propostas começaram. Como não conseguíamos decidir, pensamos que o melhor, tanto para descansar quanto para realizar nossas fantasias, principalmente as da Lorena. Lorena é minha filha jovem, que no dia desta história tinha 23 anos e desde a separação com a mãe mora comigo, com tudo o que isso significa, como contei no meu relato anterior. Minha filhinha é uma fanática e viciada em pica, e eu sou um fanático em vê-la chupar, e essa viagem era a oportunidade perfeita para saciar o vício de nós dois. Saímos rumo ao sul e começamos pela costa atlântica, já que era verão e as praias estavam cheias de gente. Nos registramos num hotel central, saímos para jantar e nos divertir um pouco, e por volta das duas da manhã fomos dançar. Lorena estava vestida com uma saia bem curta e uma camiseta amarrada na cintura que deixava ver sua barriguinha lisa com o piercing brilhando no umbigo, umas botas brancas altas até o joelho com saltos bem finos e altos. Todos os caras viravam para olhar ela, e dava pra ver eles babando, mas ninguém se aproximava nem pra tirar ela pra dançar. A gente se pegava pra insinuar e fazer com que se aproximassem, mas nada, os caras preferem ficar nos celulares e falar no WhatsApp do que pegar uma gostosa. Mas por sorte, nos baladas de verão estão os tiozões tarados (não discrimino, sou um deles) que estão procurando umas novinhas putinhas pra transar. Se aproximou um cara de uns 45 anos e começou a dançar bem perto da gente, e não tirava o olhar lascivo dos peitos, da bunda e das pernas da minha neném. Entendendo que ele não ia se animar se eu estivesse ali, falei pra Lore que ia buscar uma bebida e deixei ela sozinha na pista. Quando me afastei, o cara se jogou de cabeça e começou a falar no ouvido dela, em poucos minutos já estava apalpando a bunda dela e convidando pra saírem do lugar pra Sozinhos, saíram e foram andando até a praia. Quando chegaram numa parte onde tem uma entrada para um píer de pescadores, pararam ali e Lore começou a massagear o pau dele por cima da calça. Eu, que estava seguindo eles, passei por trás do cara e parei perto pra poder olhar, mas isso não incomodou ele, porque a tesão era maior. Lore puxou o pau dele pra fora e começou a chupar e engolir tudo, o que fazia o cara delirar, sem parar de falar putaria pra Lore. Eu tinha uma visão perfeita e sentia minha calça apertando por causa da minha ereção ao ver minha filhinha comendo aquele pau e chupando as bolas dele com paixão. Num momento, o homem tirou o pau e começou a bater punheta na frente do rosto dela, e segundos depois, soltou jorros intermináveis de porra na boquinha da Lore, que tentou receber tudo, mas grande parte caiu na cara e no cabelo dela. O cara foi embora e eu me aproximei enquanto Lore, com cara de felicidade, limpava os restos de sêmen. Com voz de menininha, como era de costume, ela disse: — Obrigada por essas férias, papai. Passamos uns dias na praia, onde Lore conseguiu chupar paus à noite: no posto do salva-vidas, no depósito de um supermercado com um repositor, e com o vendedor de fichas de uma casa de videogame enquanto ele vendia pros caras. Decidimos voltar pra viagem e fomos pra Córdoba (Villa Carlos Paz), já que sabíamos por experiência que podíamos ter mais oportunidades. Já no hotel, dava pra sentir uma tensão estranha quando estávamos nas áreas comuns e o pessoal nos olhava. Lore sempre se vestia provocante e, na piscina, usava um biquíni que não deixava muito pra imaginação. No centro de Carlos Paz, temos um amigo que tem um restaurante e decidimos ir jantar lá, pra visitar ele e porque ele sabe o que a gente faz e nos ajuda. Chegamos e José, ao nos ver, nos recebeu com um abraço forte e um brilho nos olhos que deixava transparecer a felicidade que sentia pela atenção que ia receber. Ele preparou uma mesa especial perto de onde ele estava. pra poder conversar enquanto controlava o que rolava no salão. José tem 67 anos e a gente conheceu ele numa viagem que fez pra Buenos Aires. Depois do jantar, fomos com José pro fundo, um depósito atrás da cozinha. Lore, depois de um beijo de língua com muita saliva com o José, se agachou e começou a chupar a pica dele. O José tem uma pica curta mas grossa, que faz a Lore abrir a boquinha dela mais do que o normal. Depois de um tempinho e com uns roncos que vinham do fundo do peito, o José gozou, soltou uma porra abundante e grossa dentro da boquinha da Lore, e depois de mostrar pra gente como uma putinha obediente, ela engoliu tudo. O José foi embora e quando ficamos sozinhos, comecei a tocar a buceta da minha filhinha, porque quando ela chupa pica, ela fica tão excitada que goza assim que eu toco. Ela deixou meus dedos bem molhados, que eu meti na minha boca na hora, e logo em seguida me agachei pra saborear a buceta molhada e quente da minha neném. Daí a pouco entrou um rapaz novo, um dos garçons, que sem dizer nada baixou as calças e meteu a pica na boca da Lore. Ele parecia nervoso e em poucos segundos gozou. Enquanto isso, eu punhetava a Lore e ela gozava sem parar. Assim que esse saiu, veio outro, e assim passaram 15 homens de idades diferentes, clientes que o José mandava, e eles deixavam as esposas, namoradas ou famílias na mesa pra minha filhinha chupar eles. Todos gozaram na boca, nos peitos, na cara e no cabelo da Lore, que ficou cheia de porra grossa e branca. A Lore se lavou e a gente voltou pra mesa pra sobremesa. Na hora de ir, o José passou uns endereços de lugares no caminho pro hotel onde a gente podia parar, e foi o que fizemos. A Lore chupou pica num posto de gasolina, numa banca de dois velhotes de 70 anos amigos dele e nos seguranças de uma balada. Claro que eu não só olhava, porque a Lore, como já contei, me chupa a pica no carro e toda noite. Voltamos pra Buenos Aires satisfeitos e começamos a preparar novas viagens pra ter mais histórias pra contar.
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