Minha filha, a festa do futebol

Minha filha, a Festa do Futebol
Se a pessoa com quem você mora te dá tudo o que você pede e ainda é fanática por futebol, você não pode querer mais nada, e não só isso, você tem que dar tudo o que ela pedir. É isso que acontece comigo e minha filhinha. A Lorena adora futebol a ponto de ser fanática, e claro, como toda mulher, ela tira o máximo proveito de qualquer situação, então aproveita pra ver um bom jogo e se esquentar com os jogadores. Mais de uma vez eu peguei ela se tocando e tendo orgasmos fortes vendo os jogadores favoritos dela.

Eu estava viajando e ela me liga com uma voz desesperada dizendo que a TV quebrou, e como é fim de semana, não tem assistência técnica e nem loja de eletrodomésticos aberta pra comprar uma nova, e ainda por cima o jogo da seleção já vai começar. No começo, não sabia o que dizer, mas aí lembrei do vizinho do lado, que sempre teve muita vontade de comer ela mas não tinha coragem. Certeza que ele tava em casa e não ia ter problema em ver o jogo com ela. Quando sugeri isso, ela hesitou no começo, mas depois aceitou ir. Desligamos com a condição de que depois ela teria que me contar tudo com todos os detalhes.

Na minha volta, depois de um bom descanso, enquanto tomávamos um drink, ela começou a me contar o que rolou naquela noite.

—//"Cheguei na casa do Martín (era o nome do vizinho), toquei a campainha e ele demorou pra atender, mas quando me viu, ficou bem surpreso. Não esperava me ver, sozinha, e ainda mais com essa camiseta e essa saia que deixam meus atributos bem à mostra.

— Oi, vizinha, precisa de algo?

— Tô meio sem graça... mas minha TV quebrou bem agora que o jogo vai começar, e você sabe que pra fãs como a gente isso é terrível. Como vi que você não foi pro estádio, pensei que podia me ajudar.

— Claro, lógico, entra que a gente vê junto... mas... como não tínhamos grana pra ir pro estádio, decidimos ver em casa, então vão vir uns amigos. Se você não se importar... Incomoda. — Não, de jeito nenhum, todo mundo torce pelo mesmo. Passou um tempinho e chegaram quatro amigos dele com cervejas e o tira-gosto, na hora pensei como os homens se divertem!!! Umas geladas e tá tudo certo, diferente da gente que é umas histéricas que vive querendo puxar o tapete uma da outra. Qual não foi a surpresa deles quando me viram sentada na sala, então já falei: — Se incomodar, eu vou embora. Martín se apressou e disse: — Não, fica tranquila, todo mundo é do mesmo time e quanto mais torcer, melhor. Os amigos concordaram e começaram a abrir as cervejas e me oferecer bebida e comida. Vimos o pré-jogo bem de boa, comentando sobre os jogos, os jogadores e umas paradas pessoais, mas a cerveja começou a fazer efeito e tive que ir ao banheiro. Quando voltei, alguns dos caras tinham tirado a camiseta e os tênis, tavam bem relaxados mesmo, Martín ficou desesperado pra eles se cobrirem porque podia me deixar desconfortável; nada a ver, porque alguns eram bem gostosos. Falei pro Martín: — Fica tranquilo, vocês tão se divertindo, não quero estragar a noite de ninguém, senão vou embora e pronto. Fui pro meio do sofá e quando sentei, a camiseta subiu e deu pra ver uma das minhas tatuagens, a das patinhas que desce da minha cintura e entra na minha calcinha. — Até onde vão essas patinhas? comentou um. — Ah, só meu amor sabe, assim como as namoradas de vocês sabem dos tatus proibidos de vocês, respondi, todo mundo riu, mas com esse comentário abri uma porta difícil de fechar. — Eu tenho um proibido! Quer ver? disse um, e na hora baixou a calça e mostrou uma tatuagem do Tweety que dizia "vi uma putinha gostosa", todo mundo riu, mas ao mostrar o tatu também deixou ver parte do pau dele todo depilado. Martín ficou puto e pediu pra eles se acalmarem, eu vendo a situação que se formou, parei e falei. — Beleza, rapaziada, vamos facilitar, com essa tensão não vamos conseguir ver o jogo, então A situação é a seguinte: daqui até o jogo começar, a gente fode, e quem gozar, gozou, mas durante o jogo ninguém me toca, ok? Quase sem piscar, o cara da tatuagem se despiu e começou a chupar minha buceta, puxando a calcinha fio dental. Vendo a situação, os outros não perderam tempo e começaram a chupar meus peitos e colocar as picas na minha boca, passando elas pelo meu rosto. Quando o cara que chupava minha buceta se afastou pra se despir, Martín tomou o lugar dele e, quase sem perguntar, começou a me foder. Ele tem uma pica venosa que me fazia delirar. Todos passaram pela minha buceta, e aí chegou a hora da dupla penetração, enquanto eu chupava cada pica que colocavam na minha frente. Todos passaram pelo meu rabo, buceta e boca. Essa situação continuou por um tempo até que o primeiro gozou na minha boca, e os outros, vendo o sêmen escorrendo dos meus lábios, começaram a ejacular no meu rosto e boca. Ainda saboreando o gozo dos quatro amigos do Martín, ele começou a me comer com muita ternura, e a tensão subiu tanto que, no momento em que gozou dentro da minha buceta suculenta e depilada, alguns dos caras que já tinham se recuperado gozaram de novo, e o esperma espirrou no meu rosto, cabeça e peitos novamente. Com um cheiro forte de sêmen e fluido no ar, nos limpamos e, como bons amigos, ficamos vendo o jogo. Ao ouvir a história, eu já não aguentava mais de tesão, então peguei a cabecinha da minha filhota e a levei até minha pica, e ela aceitou feliz, chupando até encher a boquinha dela de gozo grosso. Depois que engoliu meu sêmen, ela disse que queria que eu fizesse uma festinha com os jogadores do clube favorito dela, e eu não hesitei em começar a organizar... mas isso é outra história.

2 comentários - Minha filha, a festa do futebol

uf que morbo, mi novia se acordo el otro dia los amigos del futbol de su hermano menor que le paso algo similar