Grávida e infiel. Parte 1

Tem horas que acho que isso não aconteceu, mas pelos comentários do meu amante, sei que não foi um sonho. Sou Giuliana, tenho 27 anos e um bebê de dois anos chamado Jeremias. Sou casada com meu marido Dante há mais de cinco anos e, embora ele tenha sido um bom companheiro e pai do nosso filho, não foi fácil conviver e me dar bem com a mãe dele, Magdalena, ou seja, minha sogra, e uma possível traição com uma amiga dele. No começo, meu relacionamento com ela era normal; eu ia direto na casa deles para ver meu namorado, mas se eu ficava muito tempo, ouvia ela falando baixo e chamando meu namorado constantemente para perguntar quando eu iria embora, que desconfiava de mim por causa da minha aparência. Eu morava num bairro humilde, de casas simples e de alvenaria, algumas totalmente rebocadas, outras bem acabadas. Na nossa casa faltava algum detalhe, mas meus pais trabalhavam todo dia numa fábrica perto, enquanto eu e minhas outras três irmãs ficávamos na escola ou em casa. Eu era uma garota de corpo bom, estrutura grande, bunda grande e peitos grandes, pele morena, sem ser morena escura nem muito branca, e acho que por isso a mãe do meu namorado não me via com bons olhos — fiquei sabendo disso uns anos atrás. Terminei meus estudos e decidi estudar design gráfico numa cidade próxima, que com muito sacrifício consegui pagar com meu trabalho de repositora num supermercado, mais a grande ajuda dos meus pais. Pouco tempo depois, nesses anos, conheci o Dante. Tínhamos a mesma idade, ele era um homem com muito mais classe, mas era humilde para falar ou para tratar. Assim que nos conhecemos, foi como se a gente se apaixonasse um pelo outro. Continuo: depois de dois anos de namoro, ele me pediu em casamento, e minha futura sogra nunca ficou muito feliz com a escolha dele. Meu marido, já com papéis e aliança, comprou uma casinha muito bonita perto da casa da mãe dele, e a gente ficaria perto dela para, se ela precisasse de algo, ele pudesse estar por perto para ajudar. Tudo mudou quando ela descobriu que seria avó; parecia que... Tudo ia melhorar na minha relação de nora e sogra, e pelo contrário, tudo piorou. Ela vivia na nossa casa, e se me via deitada com dores ou náuseas, me dizia: "Ai, neném... na sua idade, eu tinha três empregos e nunca estava cansada", "Você devia evitar comer esse tipo de comida", "Você devia caminhar e se movimentar, senão vai engordar demais" e outras coisas que me fizeram sentir muito mal. Naquela mesma noite, comentei com meu marido:

Eu: - Amor, como você me vê?
Dante: - Bem, meu amor... por que você diz isso?
Eu: - Hoje sua mãe veio, me viu deitada e começou a falar que eu devia parar de ficar deitada e fazer coisas... não é por nada, amor, mas me irrita que sua mãe fique ditando minha vida.
Dante: - Mas você sabe que sou filho único! Não posso abandoná-la.
Eu: - Tá bom, não abandona ela, mas que ela não se meta no que eu faço ou deixo de fazer.
Dante: - Calma, amor... acho que você está exagerando... minha mãe é uma mulher que trabalhou muito, e acho que ela não teve a mesma sorte que a gente.
Eu: - E talvez sim... - deixei a conversa pela metade, porque não queria me estressar e acabar falando algo fora do tom.

Nós dois temos bons empregos, só que eu trabalhava online ou de vez em quando ia cumprir presencial quando me chamavam em algum lugar pra criar logotipos. Senão, seria bem mais fácil a minha maternidade, já que eu poderia me dedicar ao bebê e ao trabalho de casa. Um dia, uns colegas de trabalho passaram aqui em casa pra buscar o Dante, e quando saí, vi que eram Elias e Salvador. Eu estava com um vestido bem curto, e meus peitos mal eram cobertos pelo tecido. Quando vi eles, fiquei toda vermelha, vendo que Salvador me olhava sem esconder a surpresa de me ver com tão pouca roupa, enquanto Elias desviou o olhar e olhou pra outro lado.

Eu: - Opa... desculpa... já vou chamar o Dante...
Elias: - Relaxa, Yuli, você está na sua casa... a gente espera aqui fora com o Salva.
Eu: - Tá bom, e desculpa... - longe de mim falar. Algo: Salvador ficou me olhando em silêncio. Voltei pra dentro e chamei o Dante: - Amor... seus colegas estão te esperando... Dante: - Manda eles entrarem, vou demorar um pouco mais... Eu: - Tá bom... Coloquei um roupão pra cobrir meu corpo e fui chamar eles. Quando os dois entraram, Elias sentou num dos sofás e Salvador ficou de pé, observando meus movimentos enquanto eu arrumava aos poucos as coisas que estavam bagunçadas na sala. Dante saiu do nosso quarto, me viu agachada de leve, se aproximou e passou a mão nas minhas costas. Dante: - Meu amor... fica tranquila. Deixa assim. Quando eu voltar, a gente arruma junto. Eu: - Tá bom... talvez eu saia e aproveite pra comprar umas coisas pra casa que tão faltando, e também um negócio que vi pro nosso bebê. Dante: - Claro... se diverte e se cuida. Eu me levantei, ele passou a mão na minha barriga e me beijou. Tanto o Salvador quanto o Elias se despediram de mim. Depois que eles foram embora, terminei de arrumar tudo e fui me trocar. Minha barriga era um volume pequeno que quase não dava pra notar, mas meus peitos já tavam crescendo, dando pra ver. Coloquei uma calça jeans com o botão desabotoado na barriga e uma camiseta justa pra aparecer a gravidez. Caminhava meio apressada, olhando as vitrines. Na vitrine de uma loja de artigos pra casa, tinha um sofá-cama e um espelho, e aproveitei pra me olhar, feliz e orgulhosa do meu visual. Meu olhar tava diferente, muito mais tranquilo. Comprei pro meu bebê uns conjuntos lindos, junto com uma manta e uns acessórios ou mimos pra colocar no carrinho ou no berço. Também fiz as compras do supermercado e cheguei de táxi em casa com todas as sacolas. Na hora de descer, o motorista me ajudou com tudo e eu agradeci educadamente. Quando percebi, vi que minha sogra vinha vindo com um olhar meio estranho. Eu: - Oi, Magda... Magda: - Oi, querida... ninguém me avisou que vocês iam sair... Eu: - Seu filho foi trabalhar como sempre... eu saí pra comprar umas coisas que a gente precisava e uns negócios pro bebê que tá vindo. No caminho Magda: - Já sabe que nome vão dar pro seu filho? Eu: - Ainda não sabemos o sexo, a gente gosta de muitos nomes... Magda: - E o bebê é do Dante, meu filho? Eu: - Claro! Eu amo ele, assim como ele me ama - ela fez um gesto com os olhos - o que a Magda precisava pra estar aqui? Magda: - Nada, nada com você, querida. Eu só queria ver meu filho Eu: - Seu filho não está... e com licença, preciso entrar pra guardar tudo... Magda: - Volto mais tarde... Consegui abrir a porta e entrei aos poucos com todas as sacolas e coisas que comprei Fui arrumando tudo devagar na cozinha e levei pro quarto que seria do nosso bebê o que tinha comprado. Tinha lido em uns blogs que precisava falar com o bebê pra ele reconhecer nossas vozes e me sentei no chão de lá e comecei a falar com ele "Oi bebê... sou eu, a mamãe... tomara que você esteja bem confortável aí... sabe que amamos muito você com seu papai..." Sinto meu celular tocar e levanto do chão e vou atender Eu: - Alô? Dante: - Oi, gostosa, como você tá? Eu: - Bem, bem... e você? Dante: - Bem... escuta, hoje à noite meus colegas de trabalho vão comer em casa... queria saber se você podia preparar algo gostoso pra gente comer junto... Eu: - Tá bom... vou fazer uns canelones, que acha? Dante: - Perfeito... você é fantástica... mais tarde a gente se vê... Te amo, linda! Eu: - E eu você! Desligamos e fui pra cozinha começar a preparar, enquanto falava com meu bebê "Uffa hoje seu pai vai trazer os colegas de trabalho pra comer, achei que a gente ia ficar sozinho pra você, mas não... tudo bem, a gente tem todos os outros dias, meu amor... - senti um movimento na minha barriga e sorri - vejo que você acordou... oi, amor... - acariciei devagar minha barriga e sentia ele se mexendo aos poucos - uauuuuu... é incrível como você se mexe... tá confortável aí? - eu ria, continuava acariciando e veio na minha mente o olhar do Salvador de mais cedo e fechei os olhos e mordi meus lábios, sentindo um arrepio na pele Me eriçava pelo tesão, o prazer e a excitação tremenda. Ao voltar a mim, notei que um dos meus peitos soltava umas gotas de leite. Ao notar isso, me assustei e tentei me controlar. Continuei cozinhando enquanto preparava a comida para a noite, com uma tampa fiz um taco, mas com abacate, cream cheese, ovo e cenoura. Terminei tudo e deixei guardado na geladeira, assim fui me deitar para aproveitar e descansar. Deitada, acariciava minha barriga e pude ver que meu sutiã estava úmido por causa das gotas de leite que tinham saído dos meus peitos. Tirei minha camiseta e meu sutiã, e, deitada, tive a curiosidade de me tocar para aproveitar aquele momento de relaxamento e comecei a imaginar uma cena de sexo que tinha tido com Dante. Fechei os olhos e me acariciava pelo rosto como ele fazia, pelo meu pescoço e desci até meus peitos. Era tanta excitação que comecei a ofegar, devagar, mas cada vez mais forte. Ao abrir os olhos, além de ter minha calcinha molhada pela excitação da minha pussy, tinha meus peitos de novo com gotas de leite. Me olhei no espelho e notei minhas bochechas muito vermelhas de tanta excitação que eu tinha e meu corpo muito quente. Enquanto me olhava, me tocava a pussy com um dedo, roçando apenas os lábios da minha buceta quente, e com a outra mão tocava meus peitos, muito duros, muito excitados. Aumentava cada vez mais minhas apalpadelas e estava num clímax total quando ouço o telefone de casa tocar. Tentei me acalmar para atender, mas custava a respirar devagar porque meu coração batia descontrolado, minha voz estava muito trêmula e minhas mãos ainda continuavam tremendo. O telefone parou de tocar, fui tomar um banho com água mais fria do que morna para acalmar meu tesão. Ao entrar no chuveiro, molhava meu rosto com a água que caía e me esfregava devagar, tocando meus lábios e minhas bochechas. Meu corpo, ao sentir a temperatura da água, se arrepiou completamente, deixando meus mamilos muito duros. Tomei um banho rápido para poder terminar de. Arrumar e talvez dar uma passada na casa dos meus pais. Coloquei uma biker ou legging ciclista, curta, acima do joelho, um top esportivo, tênis e minha pochete pra levar o celular e a chave de casa. Tava num passo suave e comecei a acelerar, quase trotando. Fazia tempo que não trotava e me senti muito bem. Passei a tarde toda com meus pais e voltei pra casa perto das 19h, vi que o carro do meu marido tava lá, apressei o passo, tava suada e entrei em casa.

Eu: — Oi, amor... cheguei...
Dante: — Oi, minha gostosa... — tava indo pra cozinha quando vejo o Salvador parado num canto da bancada, rindo com meu marido.
— Ei, gostosa... cadê você?
Salva: — Oi, Giuli...
Eu: — Ah... oi... oi, amor — dei um beijo no meu marido e, de longe, acenei pro Salvador, e vi que ele não tirava os olhos das minhas tetas e do meu corpo.
— Oi, Salva... vou tomar um banho e já começo a preparar o jantar.
Dante: — Fica tranquila... toma banho sossegada que ainda é cedo. Além disso, falta chegar o Elias, que ia trazer umas bebidas...
Eu: — Tá bom...

Fui andando pro nosso quarto quando vejo o Dante vindo atrás.
Dante: — Amor... preciso te perguntar uma coisa?
Eu: — Fala, meu amor, pode falar...
Dante: — Será que você teve um mal-entendido ou falou mal pra minha mãe?
Eu: — Não, não... hoje ao meio-dia cruzei com ela e ela perguntou por você, só falei que você tava trabalhando.
Dante: — Bom... porque ela me ligou e parecia muito triste com alguma coisa que você disse...
Eu: — Já te falei que muitas vezes sua mãe acha que eu falto com respeito ou me dirijo mal a ela, e é o contrário, é ela comigo... mas enfim...
Dante: — Não seja assim, amor... ela já te disse, é uma mulher de idade que já passou por tanta coisa que...
Eu: — Eu sei... desculpa. Agora vou tomar banho.
Dante: — Você tá tão gostosa assim... nosso bebê tá te assentando muito bem. E quando você se veste assim, é só pra mim?
Eu: — Eu só tenho olhos pra você...
Dante: — Assim como eu só tenho pra você!
— Me deu um beijo e eu fui tomar banho. Quando saí do banheiro pra ir pro quarto, vi que o Dante tava lá com o Salvador e o Elias no sofá, rindo e bebendo alguma coisa. Quando passei, cruzei o olhar com o Salvador e eu sorri tímida e segui pro quarto. Coloquei um sutiã de algodão junto com minha calcinha fio dental e um vestido de fibrana, pra ficar confortável e fresca. Arrumei o cabelo fazendo uma trança e fui pra cozinha. Não vi ninguém nos sofás e fui preparar a comida aos poucos. Enquanto arrumava as coisas, me abaixei pra pegar uma travessa maior e, quando levantei, trombei com o Salvador, sentindo pela primeira vez o volume dele perto da minha bunda.

Salva: - Ah, desculpa... não te vi aí... - ele segurou meu braço me ajudando a levantar direito.

Eu: - Me desculpa... me desculpa você pra mim... pelo amor de deus, que vergonha... - tava toda corada.

Salva: - Fica tranquila... me desculpa, fui eu que não te vi e não sabia que você tava abaixada, vim pegar um levantador... desculpa, um abridor... um... treco... emmmmm... pra abrir.

Eu: - Um abridor de latas? Um saca-rolhas?

Salva: - É pra abrir uma garrafa...

Eu: - Ah... - abri a gaveta e entreguei o saca-rolhas - esse vai servir bem, serve pra tudo, pra abrir vinho ou cerveja.

Salva: - Valeu... e desculpa...

Eu: - Me desculpa você pra mim...

Nós dois sorrimos em cumplicidade e ele saiu, e eu fiquei impactada com o que tinha acabado de rolar. Comecei a sentir um calor indescritível, imaginando mil coisas muito safadas, tipo transar naquela posição com o amigo do meu marido, me apoiando na bancada e ali fodendo como loucos ou contra a parede da cozinha. Tava com os hormônios a mil quando ouvi um barulho que me fez voltar a mim e vi meu marido chegando com os amigos. Eu tava terminando de preparar quando vi o Dante todo sorridente e alegre, e o Elias tava igual ou pior que ele. O único que parecia sóbrio e lúcido era o Salvador. O Dante se aproximou e disse:

Dante: - Agradeço à vida e à pachamama por ter essa mulher na minha vida... que me deu a maior satisfação de casar comigo e logo teremos um bebê... Elias:- Saúde!!! Você tirou a sorte grande, irmão Salva:- Saúde por ela e pelo bebê dela! Fizeram o gesto de brindar com as mãos Elias:- Eyyyy... Quem roubou nossos copos!?? Eu:- Já tenho quase a comida pronta, se quiserem podem sentar e esperar que já vou levar Salva:- Precisa de ajuda? Eu:- Não, não tá bem... eu consigo... Salva:- Parece que esses loucos nunca beberam, já tão bem chapados.. Eu:- O que você deu pra eles? Salva:- Eu nada... isso quem comprou foi o Elias, mas a gente já tinha tomado cerveja quando ele abriu aquilo e ele junto com seu marido começaram a tomar cachaça pura e bateu forte Eu:- Uffff... que merda... Salva:- Já que tô aqui, quero te falar uma coisa... Eu:- Pode ser outro momento? Já tenho a comida, se quiser assim que terminarmos de comer... Salva:- Deixa eu te ajudar, vou levando os pratos... pega um copo com algo gelado pra você... Eu:- Obrigada... que gentileza sua Levou os pratos dos amigos e eu trouxe o meu e o dele Sentamos pra comer e entre Dante e Elias não paravam de rir e falar de um esquilo de um filme infantil famoso enquanto eu tentava não olhar pro Salvador que não tirava os olhos de mim e dos meus peitos que pareciam querer pular pra fora do sutiã e do vestido!  O Dante já não aguentava mais e pedi pro Salvador me ajudar a levá-lo pra cama e ele foi levando ele devagar enquanto ele falava besteiras e apagou de vez, dormiu com a roupa e ele deitou o Elias num sofá.  Salva:- Deixa eu te dar uma mão e levar meu amigo... Eu:- Não, não... leva ele só, eu dou conta sozinha...- senti um movimento leve do meu bebê e acariciei minha barriga Salva:- Você tá bem? Eu:- Tô, tô... só que o bebê me deu um chute e... doeu... Salva:- Deixa que eu limpo aqui e você senta ali e quando se recuperar, guarda tudo direitinho onde as coisas vão... Eu:- Uffff... - senti outro movimento e sorri- Oi, meu amor... Salva:- Você sente seu bebê? Eu:- Sim... parece que ele tá bem agitado. Salva:— Deixa eu sentir? — Peguei a mão dele e coloquei no centro da minha barriga, perto do umbigo, e comecei a massagear pra cima e pra baixo com as nossas mãos juntas. Com a outra mão, ele acariciou devagar meu ombro, e eu olhei nos olhos dele. Ele não desviava o olhar, até que eu sorri e baixei a vista, envergonhada. Sentia minhas bochechas vermelhas que nem tomate, e ele levantou meu queixo, me olhou nos olhos e chegou bem perto de mim, a centímetros do corpo dele e da boca dele da minha. Senti que ele soltou um leve gemido, e aquilo fez minha mente explodir, mas me recuperei na hora. Eu:— Bom... é melhor você ir... Salva:— Só faltam os copos... Eu:— Sem problema, eu lavo eles... e obrigada pela ajuda... Salva:— De nada, é o mínimo que posso fazer por você e pra você, Giulita. — De novo eu sorri pra ele e fiquei vermelha. — Já te disse que você é muito gostosa? Eu:— Não, não... nunca... mas... Salva:— Você é uma mulher muito gostosa... tem um sorriso e um olhar lindos!! Seu marido, meu amigo, tem muita sorte de ter você... Eu:— Obrigada... mas é melhor você ir... Salva:— Giuli... Eu:— Não, não, Salvador... não quero que você se confunda ou acredite em algo que não é. Mas quando você esbarrou em mim, senti que você estava bem atrás de mim... Salva:— Sim... eu só vim pegar o abridor que seu marido pediu e não te vi. Eu:— Mas você não me viu que eu tava abaixada?? Salva:— Não, não... bom, acho que não... Eu:— Sim ou não? Salva:— Claro que te vi... você tava com a bunda virada pra cima e me deixou louco de vontade de sentir, de te sentir um pouco mais... Ah, Yuli... se eu tivesse sido corajoso antes, hoje eu seria seu marido e juro que não pararia de te foder que nem um desesperado... Tentei dar um tapa nele, mas ele segurou minha mão e me beijou. Me beijou muito gostoso, que nem um desesperado, e uma mão dele foi parar na minha bunda, a outra segurava minha cabeça. No começo eu resisti, mas fui me soltando, me soltando e dando espaço pra aquele beijo proibido. Sentir a boca dele... Lábios finos, mas uma língua grossa e ela sabia beijar muito bem. Até que em um momento senti um calor indescritível na minha calcinha e tentei parar, mas ele me segurava mais forte e continuávamos nos beijando. A mão dele levantou meu vestido e foi pra frente, e ao sentir a umidade do tecido da minha calcinha, ele se atirou no meu pescoço e começou a me punhetar como um descontrolado. Eu gemia e pedia pra ele parar, mesmo com minha recusa ele continuava me tocando e me beijando, e eu continuava apertando ele contra meu corpo. Ele me levantou e me apoiou na bancada, puxou minha calcinha pra baixo e enfiou a língua o mais fundo que pôde dentro da minha buceta molhada: beijava, lambia, chupava, dava pequenas mordidas e era uma combinação deliciosa que dos meus peitos começaram a brotar de novo pequenas gotas de leite, e ao sentir a umidade dos meus seios, tentei me levantar pra me recompor.

Salva:
- Que que cê tem, minha gostosa??

Eu:
- Não Salvador... não... isso tá errado... isso tá muito errado... eu sou a mulher do teu amigo e você é o melhor amigo dele... não, não podemos fazer isso com o Dante...

Salva:
- Ele tá bem dormindo e me deu um tesão do caralho e uma puta excitação estar fazendo isso com você! Sempre te vi como algo impossível e poder realizar isso... é uma maravilha!

Eu:
- Preciso que você vá embora... - enquanto descia com cuidado da bancada, ele me pegou pelo braço e me ajudou a descer, e notou que a parte de cima do meu vestido estava molhada.

Salva:
- Gostosa, aí no teu vestido você se molhou... vai ter que trocar de roupa.

Eu:
- Sim, sim, eu sei... certeza que foi com a água das coisas.

Salva:
- Mas se eu deixei tudo bem seco, tem certeza que é água e não é... não me diga que dos teus peitos já tá saindo leite?

Eu:
- Depois eu me olho...

Salva:
- Sabe... sempre tive curiosidade de saber como é o gosto do leite de uma mulher que tá amamentando.

Eu:
- Ah, pois olha que legal... mas da minha parte você nunca vai provar o meu...

Salva:
- E quem sabe... já demos um passo, a gente podia dar mais alguns e ser algo a mais, Yulita...

Eu:
- Não... cê tá maluco???? Salva:- Siiiiiii... muito louco de amor por você, gostosa, e agora que você ia realizar umas fantasias minhas, me deixa mais louco e com mais vontade de te ter numa cama e te comer
Eu:- Vai embora agora... Tchau...
Salva:- Ok, gostosa. Descansa!
Ele levantou o Elias como deu e levou pro carro, e eu, assim que vi ele sair, tranquei a porta e fechei com chave. Fui pra cozinha arrumar os copos e de novo senti aquele arrepio e calor indescritível que eu tinha despertado no meu Salvador, de novo sentia umas gotas de porra escorrendo dos dois peitos. Respirei fundo e fui pro quarto me trocar pra deitar.
Já na cama, tava com uma confusão danada de tudo que tinha rolado. Meu marido dormia igual um bicho que levaram um dardo tranquilizante, de bruços, com a cabeça virada pro lado pra respirar, e eu me ajeitei na cama, me cobrindo só com o lençol. Me acomodei e dormi.
De manhã, acordei porque sentia meu bebê se mexendo pra caramba.
Eu:- Bom dia, love... vamos acordar o papai? - me aproximei do lado do Dante e dei vários beijos no rosto dele - love... bom dia...
Dante:- Aaaaiii... - bocejou - bom dia, minha gostosa... ai, não sei o que rolou ontem, mas tô dolorido inteiro - ele tentou se ajeitar na cama e reclamava - mas o que aconteceu? Como eu vim parar aqui?
Eu:- Vocês beberam muito com seus amigos, e depois de comer, você não aguentava mais. Seu amigo Salvador me ajudou a te trazer pra cama e levou o Elias embora.
Dante:- Ele foi mesmo seu salvador, te ajudou em tudo?
Eu:- Sim, love... mas isso não importa. Me dá sua mão, love... sente como nosso bebê tá se mexendo... - coloquei a mão dele na minha barriga e juntos acariciamos - fala com ele... pra ele reconhecer sua voz... olha assim... oi, bebê... tamo aqui juntos com o papai...
Dante:- Oi... tudo bem aí dentro? E ele sente tudo?
Eu:- Sim, claro... ele sente e ouve tudo.
Dante:- Ah, é?? - falando com a voz mais melosa - e se eu subir em cima da mamãe dele e fizer ela minha, ele também vai sentir? - Eu sorri. Eu: - Sim, siiiim... sente tudo... mas vai com calma... Dante, enquanto acariciava minha barriga, me beijava devagar no rosto e passava a língua descendo pelo meu pescoço. Eu fechava os olhos e vinha na minha mente aquele momento que tive com Salvador, e mais tesão, mais putaria, mais excitação eu sentia. Ele tirou meu pijama e fiquei só de calcinha e sutiã, me olhou e começou a acariciar meus peitos, apertando eles do jeito que ele sempre faz na hora de transar, e eu me contorcia de prazer e tesão. De novo, dos meus peitos começaram a sair gotinhas de leite e eu falei:

Eu: - Olha, love... começou a sair leite de mim.

Dante: - Mas... isso é normal?

Eu: - Sim, sim, porque meus peitos já tão se preparando pra alimentar nosso bebê...

Dante: - Ah... mas meio que me dá um pouco de nojo esse leite... bah, sabe que eu não gosto, e é uma pena que já tá saindo porque não vou poder mais brincar com suas tetas lindas...

Eu: - Mas você não quer nem provar um pouquinho?

Dante: - Não, já te falei que não, Giuliana... não insiste...

Eu: - Tá bom, desculpa...

Dante: - Desculpa, gostosa, mas meio que broxei total quando vi que seus peitos tão soltando leite.

Eu: - Bom... - fiquei impotente e muito triste porque achava que ia transar com meu marido e no final não íamos fazer nada por causa da rejeição dele aos meus peitos de lactante.

Dante levantou e foi tomar banho, eu fui pra cozinha preparar uns mates amargos e umas torradas com geleia. Quando ele saiu do banho, foi pra cozinha e ficamos em silêncio tomando café da manhã. Enquanto ele ligava o notebook e via uns modelos que tinha que apresentar e falava no celular, era a primeira vez em todos os anos que estávamos juntos que ele ficava distante de mim. Eu sentia amargura, dor e muita impotência.

Quando terminamos de comer, ele desligou o computador, guardou as coisas no bolso pra trabalhar e, na hora de se despedir, chegou perto e falou:

Dante: - Me perdoa, linda... mas preciso ir, não sei se volto pra almoçar porque tenho várias apresentações...

Eu: - Tá bom, fica tranquilo. Me avisa qualquer coisa?

Dante: - Claro que sim, love... Amor... tchau, bebê... papai vai embora— passou a mão na minha barriga, se abaixou, deu um beijo e acariciou. O bebê, sentindo aquele carinho, começou a se mexer mais— uauuuu... como meu bebê se mexe... te acordei, meu bebezinho? — ela ria— uauuu Giuli, como ele se mexe...
Eu: — Sim... viu? Ele tá feliz porque você tá sendo muito carinhoso com ele
Dante: — Adoraria saber o que é... será um menininho? Ele tem muita força...
Eu: — Sim... ou talvez seja uma menina... uma linda menina
Dante: — Ah... mas tomara que seja um menino, pra manter meu sobrenome e minha linhagem— eu concordei com a cabeça— bom... tchau, filhinho... se comporta com a mamãe, tá? — ele se levantou— Tchau, linda...
Ele me deu um beijo, pegou a bolsa e saiu
De novo, senti uma tristeza imensa e pensei: "Tomara que seja menino, doeria se ele tivesse tanta rejeição se for menina... não entendo essa história de linhagem, o importante é que seja saudável e nasça na hora certa"
Terminei de arrumar tudo pra poder ir visitar meus pais e minhas irmãs
Na casa dos meus pais, só estava minha irmã mais velha, que tinha vindo igual a eu, de passagem, pra ver se nossos pais ou as outras irmãs precisavam de algo. Como não tinha ninguém e vimos que não tinham deixado nada pro almoço, começamos a preparar algo. Enquanto picávamos legumes e colocávamos pra ferver, minha irmã me perguntou:
Mariana: — Então, Yu, tenho que voltar daqui a pouco pro trabalho, mas tenho tempo pra uns mates, quer?
Eu: — Sim... cairia super bem... preciso contar isso pra alguém— coloquei a chaleira no fogo
Mari: — O que aconteceu, Yu?? O Dante fez algo errado com você?? Foi grosso com você??
Eu: — Não, não, naaada... é que ontem à noite ele tava com uns amigos, bebeu demais e...
Mari: — Ele te violentou? Te bateu??
Eu: — Não, não... é que ele dormiu e o amigo dele trouxe ele pra nossa cama e, com aquele cara, ele me ajudou em tudo e... com ele rolou algo errado— minha irmã tava me olhando com os olhos cada vez mais arregalados— ele me beijou, me deu um beijo muito quente, me agarrou e me colocou em cima da bancada e comeu minha— apontei pra baixo
Mari: — Ah, não Não, Yuli... E o seu marido?
- Preparei o mate e levei pra mesa.
Eu:
- Falei que ele tava dormindo!
Mari:
- Aconteceu mais alguma coisa?
Eu:
- Como ele tava tão quente, saíram umas gotas de porra dos meus peitos... aí eu me toquei e pedi pra ele ir embora. Fui me deitar e hoje de manhã com meu marido...
Mari:
- Você transou bem, graças ao amigo dele?
Eu:
- Nãão... quem dera!!! Ele não quis foder porque enquanto me beijava, meus peitos começaram a vazar porra de novo, ele ficou com nojo e broxou na hora.
Mari:
- Aii... não acredito... mas que idiota!
- Levou a chaleira pra mesa.
Eu:
- Mas já foi... mesmo assim, isso não foi o pior.
Mari:
- O que aconteceu?
Eu:
- É que ele quer que nosso bebê seja homem, por causa do sobrenome e da linhagem e não sei mais o quê...
Mari:
- Ahhh mas ele é um babaca!!! Não se preocupa, fica tranquila... se você se sentir mal, vem passar uns dias na minha casa, tá aqui o gordo e os meninos, mas você sabe que você e meu sobrinho são mais que bem-vindos...
Eu:
- Valeu, Mari.
- Nos abraçamos e continuamos tomando uns mates.
Quando terminamos de preparar a comida, desligamos tudo e cada uma foi pra sua casa. No caminho, fiquei pensando no Salvador e na vontade dele de provar meus peitos, eu tava nas nuvens de tesão. Resolvi parar e dar uma caminhada no parque, mesmo não estando com a roupa adequada, ia me fazer bem pra espairecer.
CONTINUA...

5 comentários - Grávida e infiel. Parte 1