Oi, vou contar pra vocês: minha parceira, bem mais nova que eu

E ela é uma gostosa com um rabão do caralho. Já trabalhou como promotora e desfilou em baladas, mas agora arrumou um trampo na área de marketing de uma empresa de roupa e largou tudo isso. O problema é que quando ela tinha esses outros trampos, eu ficava doido pra caralho vendo ela se vestir bem putinha, com legging bem enfiada na bunda que deixava ver a fio dental, shorts curtinhos ou saias bem curtas... aquele tipo de roupa que mandam elas usarem pra deixar os caras loucos, e eu ficava de pau duro vendo como todo mundo queria pegar ela, tiravam foto abraçando e passavam a mão mais do que deviam... depois eu batia uma punheta imaginando que eles apalpavam ela toda e coisas do tipo.
Quando ela mudou de trampo, o sexo esfriou pra caralho porque eu sentia falta de tudo aquilo que me dava tanto tesão. Ela percebeu que algo não tava certo e numa conversa acabei confessando minha fantasia. No começo ela achou que eu tava zoando e que era só pra ver a reação dela, mas quando percebeu que eu tava falando sério, ela acabou me contando que sentia falta de toda aquela provocação e da excitação que causava, que fazia ela se sentir mais gostosa. Conversando e com o tempo, a gente foi bolando uns joguinhos pra recuperar a paixão. No começo eu vestia ela bem putinha e a gente ia pra alguma balada pra ela deixar os caras loucos. Quando chegava, a gente se separava e eu via como eles chegavam nela e ela provocava pra caralho, em alguns casos dançavam e até deixava eles encostarem um pouco. Quando voltava pra casa, a gente se acabava na cama. Com o tempo, a gente foi gostando cada vez mais e os jogos foram ficando mais pesados.
Eu criei coragem pra pedir que ela beijasse algum cara, ela não queria, mas no final, depois de insistir bastante, acabou aceitando. Isso foi um estalo, ver outro cara beijando ela e apalpando ela toda a metros de onde eu tava me deixou louco, ver como ele encostava ela na parede e passava a mão enquanto chupava o pescoço dela e ela acariciava ele por cima da calça, me deixava com o pau duro igual a um cacete. Depois de um tempo, quando voltou pra mim, tava doida, meti a mão na calcinha fio dental e tava toda molhada, a gente começou a se beijar e saber que outro cara tinha estado com ela me deixava louco. Ela começou a me tocar e viu que eu tava de pau duro, ficou esfregando em mim enquanto falava com carinha de puta: "Não sabia que você gostava tanto de ser corno". Com essa frase, gozei na calça. A partir daquele dia, tudo mudou, ela me manda mensagens às sextas do trabalho dizendo: "Prepara minha roupinha que hoje a noite a gente sai e te esperam chifres". Às vezes, eu levo ela até a porta da balada e volto pra casa porque ela diz que pode ser mais puta se tiver sozinha. Às vezes, quando ligo pra saber como ela tá, ela fala: "Agora não posso, tô ocupada, daqui a pouco te ligo", e depois me conta que tava com um cara. Quando ela volta pra casa, adoro receber ela e chupar toda a buceta molhada enquanto ela me conta como me fez de corno e como se comportou mal. Algumas vezes, ela me liga e fala que tão levando ela pra casa, então eu espero espiando atrás da janela e vejo como eles se despedem dentro do carro, e ela faz uma punheta pra eles na frente da porta de casa. Isso me dá um tesão do caralho, porque qualquer vizinho pode ver e perceber o corno que eu sou. Umas três semanas atrás, mais ou menos, eu tinha levado ela no Ink, e umas 6 da manhã ela me ligou pra dizer que tinha uma surpresa pra mim, que era pra eu ir buscar ela. Quando cheguei, vi que ela tava com um cara se beijando, não sabia o que fazer, fiquei paralisado... Ela, ao ver o carro, pegou o cara pela mão e começou a se aproximar, abriu a porta de trás e entraram, ela disse pra ele que já tinha pedido um Uber pra voltar pra casa, mas se ele quisesse, podiam mudar o destino. Eu ainda não conseguia reagir, o cara me disse o endereço da casa dele e eu liguei o carro. A situação era inacreditável, eu tava vendo eles apalpando a minha mina. no meu carro, enquanto levava ela pra casa do cara pra ele comer ela. De vez em quando, enquanto ele tava macetando ela, a gente trocava olhares pelo espelhinho que eles deixavam bem na minha cara, era como se ela tivesse dizendo "cê gosta de ser corno e ver que sou uma putinha, né?" Quando cheguei no endereço que o cara tinha me passado, os dois desceram e, enquanto caminhavam pra porta, minha mina virou, com uma cara que mostrava o quanto ela tava tesuda, me mandou um beijinho e ficou me encarando, como se esperasse eu falar pra continuar com aquilo... eu fiquei olhando pra ela por um segundo, mandei outro beijo e liguei o carro. Aquela noite foi a mais longa da minha vida, sentia uma mistura de nervoso, ciúme, tesão, era foda, não conseguia dormir, fiquei pensando no que ela tava fazendo, liguei umas vezes, mas ela não atendeu... Lá pelas 11 da manhã, ela mandou uma mensagem: "Tô morta, já tô indo pra casa, se prepara que trouxe presentinhos", eu fiquei doido, não via a hora de ela chegar e me contar tudo nos mínimos detalhes do que tinha rolado...

E ela é uma gostosa com um rabão do caralho. Já trabalhou como promotora e desfilou em baladas, mas agora arrumou um trampo na área de marketing de uma empresa de roupa e largou tudo isso. O problema é que quando ela tinha esses outros trampos, eu ficava doido pra caralho vendo ela se vestir bem putinha, com legging bem enfiada na bunda que deixava ver a fio dental, shorts curtinhos ou saias bem curtas... aquele tipo de roupa que mandam elas usarem pra deixar os caras loucos, e eu ficava de pau duro vendo como todo mundo queria pegar ela, tiravam foto abraçando e passavam a mão mais do que deviam... depois eu batia uma punheta imaginando que eles apalpavam ela toda e coisas do tipo.
Quando ela mudou de trampo, o sexo esfriou pra caralho porque eu sentia falta de tudo aquilo que me dava tanto tesão. Ela percebeu que algo não tava certo e numa conversa acabei confessando minha fantasia. No começo ela achou que eu tava zoando e que era só pra ver a reação dela, mas quando percebeu que eu tava falando sério, ela acabou me contando que sentia falta de toda aquela provocação e da excitação que causava, que fazia ela se sentir mais gostosa. Conversando e com o tempo, a gente foi bolando uns joguinhos pra recuperar a paixão. No começo eu vestia ela bem putinha e a gente ia pra alguma balada pra ela deixar os caras loucos. Quando chegava, a gente se separava e eu via como eles chegavam nela e ela provocava pra caralho, em alguns casos dançavam e até deixava eles encostarem um pouco. Quando voltava pra casa, a gente se acabava na cama. Com o tempo, a gente foi gostando cada vez mais e os jogos foram ficando mais pesados.
Eu criei coragem pra pedir que ela beijasse algum cara, ela não queria, mas no final, depois de insistir bastante, acabou aceitando. Isso foi um estalo, ver outro cara beijando ela e apalpando ela toda a metros de onde eu tava me deixou louco, ver como ele encostava ela na parede e passava a mão enquanto chupava o pescoço dela e ela acariciava ele por cima da calça, me deixava com o pau duro igual a um cacete. Depois de um tempo, quando voltou pra mim, tava doida, meti a mão na calcinha fio dental e tava toda molhada, a gente começou a se beijar e saber que outro cara tinha estado com ela me deixava louco. Ela começou a me tocar e viu que eu tava de pau duro, ficou esfregando em mim enquanto falava com carinha de puta: "Não sabia que você gostava tanto de ser corno". Com essa frase, gozei na calça. A partir daquele dia, tudo mudou, ela me manda mensagens às sextas do trabalho dizendo: "Prepara minha roupinha que hoje a noite a gente sai e te esperam chifres". Às vezes, eu levo ela até a porta da balada e volto pra casa porque ela diz que pode ser mais puta se tiver sozinha. Às vezes, quando ligo pra saber como ela tá, ela fala: "Agora não posso, tô ocupada, daqui a pouco te ligo", e depois me conta que tava com um cara. Quando ela volta pra casa, adoro receber ela e chupar toda a buceta molhada enquanto ela me conta como me fez de corno e como se comportou mal. Algumas vezes, ela me liga e fala que tão levando ela pra casa, então eu espero espiando atrás da janela e vejo como eles se despedem dentro do carro, e ela faz uma punheta pra eles na frente da porta de casa. Isso me dá um tesão do caralho, porque qualquer vizinho pode ver e perceber o corno que eu sou. Umas três semanas atrás, mais ou menos, eu tinha levado ela no Ink, e umas 6 da manhã ela me ligou pra dizer que tinha uma surpresa pra mim, que era pra eu ir buscar ela. Quando cheguei, vi que ela tava com um cara se beijando, não sabia o que fazer, fiquei paralisado... Ela, ao ver o carro, pegou o cara pela mão e começou a se aproximar, abriu a porta de trás e entraram, ela disse pra ele que já tinha pedido um Uber pra voltar pra casa, mas se ele quisesse, podiam mudar o destino. Eu ainda não conseguia reagir, o cara me disse o endereço da casa dele e eu liguei o carro. A situação era inacreditável, eu tava vendo eles apalpando a minha mina. no meu carro, enquanto levava ela pra casa do cara pra ele comer ela. De vez em quando, enquanto ele tava macetando ela, a gente trocava olhares pelo espelhinho que eles deixavam bem na minha cara, era como se ela tivesse dizendo "cê gosta de ser corno e ver que sou uma putinha, né?" Quando cheguei no endereço que o cara tinha me passado, os dois desceram e, enquanto caminhavam pra porta, minha mina virou, com uma cara que mostrava o quanto ela tava tesuda, me mandou um beijinho e ficou me encarando, como se esperasse eu falar pra continuar com aquilo... eu fiquei olhando pra ela por um segundo, mandei outro beijo e liguei o carro. Aquela noite foi a mais longa da minha vida, sentia uma mistura de nervoso, ciúme, tesão, era foda, não conseguia dormir, fiquei pensando no que ela tava fazendo, liguei umas vezes, mas ela não atendeu... Lá pelas 11 da manhã, ela mandou uma mensagem: "Tô morta, já tô indo pra casa, se prepara que trouxe presentinhos", eu fiquei doido, não via a hora de ela chegar e me contar tudo nos mínimos detalhes do que tinha rolado...
2 comentários - morbosos y muy caliente