Bom, essa é a história de um cara do poringa. Ele conversa com o pessoal e é amigável, mas quer manter o anonimato, então quem quiser o usuário dele, não peça pra mim, porque ele pediu pra não compartilhar :p. Se quiserem que ele fale com vocês, comentem que ele vai ficar de olho no post 😉.
Oi, sou o Franco e não sou gay, sou mais bi. Sou do México, mas atualmente moro nos Estados Unidos. Tenho 23 anos, mas isso aconteceu quando eu tinha uns 18-4 e termina quando decidi sair do México aos 20 anos.
Bom, minha história começa no ensino fundamental, onde eu sofria bullying. O típico grandão abusando do fraco. Me batiam, me chamavam de nomes de viado, tudo porque eu sempre andava com minhas irmãs mais velhas e era loiro, magrinho e parecia muito com elas de rosto. E eles não me deixaram em paz até os últimos anos, quando terminei o fundamental e eles ficaram pra trás. Comecei o ensino médio e tudo estava normal até que um dos meus agressores foi pra mesma escola que eu. Ele tava começando e eu já tava duas séries na frente, mas mesmo assim não me deixou em paz. Rapidamente começou a me chamar de viado e a zoar de todas as formas, e aos poucos foi escalando até roubar minhas coisas, falar que minhas irmãs eram putas dele e me bater. E assim outros agressores se juntaram. Eu só tentava evitar eles até que um dia tudo piorou. Uma das minhas irmãs viu que ele e outros estavam abusando de mim, e ela me defendeu, além das amigas dela também me defenderem. Por uns dias eles não me encheram o saco, até que um dia três deles me pegaram e me levaram pra um banheiro de professores que não era mais usado e me deram uma surra violenta. Quando cheguei em casa, minhas irmãs me viram e decidiram falar com os professores e a diretora, porque meu pai não fez nada e minha mãe pouco ou nada fez. No dia seguinte, os professores me chamaram e perguntaram quem tinha feito aquilo. Tinha uma quantidade de caras, alguns eu nem conhecia, mas também eram agressores, mas eu só nomeei os que me atacaram. Na hora, eles foram suspensos e por um tempo foi tudo paz até que outra... decidiram me atacar, só que fora da escola (num ponto de ônibus perto de uma casa abandonada). dessa vez eram 2 e me levaram pra aquela casa, e é aqui que começa tudo de horrível. depois de me baterem, decidiram me despir pra zuar de mim e rir, mas tudo escalou pra outro nível quando um começou a falar que eu era uma puta igual minhas irmãs. os dois conversaram e decidiram me estuprar. eu, assustado, quis fugir, mas ao mesmo tempo não conseguia, tava pelado, então, chorando e jogado no chão, pedi pra eles, por favor, não fazerem nada comigo, me deixarem ir. até falei que daria dinheiro, mas só me bateram e um subiu em cima de mim, enquanto o outro me segurava e começou a enfiar os dedos sem piedade (enterrou, acho, 2 ou 3, e eu tava de barriga pra cima). quando senti aquilo, gritei e pedi ajuda gritando, mas me bateram, me agarraram pelas bolas, eu sem poder fazer nada (eu era baixinho, 1,62, e ainda magro, imagina o desespero que eu sentia). os bullyings: "puta, grita de novo e a gente corta fora, ok? vamos te comer, puta, você é igual às suas irmãs, puta". eu não acreditava no que tava vivendo, tinha um deles em cima do meu peito me segurando enquanto o outro fazia o que queria, e sem poder me defender, implorei pra me deixarem em paz, já chorando, enquanto eles riam e zuavam (eu tava com tanta raiva e impotência). eu não conseguia ver muito, mas senti o bullying tirar os dedos e ouvi o barulho de um cinto, sabendo que era sério sobre me estuprar (eu quebrei naquele momento). chorando, implorei de novo, até pedi a deus pra me salvar na frente deles. eles só continuaram zuando e rindo de mim, e sinto eles me agarrarem pelas pernas. eu me desesperei e quis fugir e me defender, mas só levei outra surra (doía tudo, me bateram em todo lugar, principalmente no rosto e nas costelas). e assim, com as pernas levantadas, ele meteu de uma vez sem lubrificar (quando senti aquilo, senti meu cu rasgando, sentia que tava rasgando a cada metida. esse filho da puta tinha uma lança, era muito comprido).
Os bullyings: isso encheu o saco, entrou fácil?, igual a irmã dele hahaha, ah, então esse era putinha, esse rabo já tem experiência, putinha igual as irmãs então, muito putinha e vamos te deixar aberta, enquanto me seguravam e me penetravam, eu aguentei por um tempo, mas chegou um ponto em que não aguentei mais e ao mesmo tempo fiquei preocupada com como iam me deixar (a dor era intensa, além de eu ter medo de acabar mal por causa disso, imaginem algo estranho entrando e saindo muito forte, além de sentir que mexe tudo por dentro). Então lutei e consegui dar um chute no cara que estava me penetrando e consegui me soltar um pouco, mas não consegui escapar, estava muito fraca e a dor que sentia me venceu e suplicando enquanto me colocava de quatro (eu não aguentava mais, mas esses filhos da puta não iam me deixar assim tão fácil). De quatro, vendo minhas mãos no chão, ouço outro gemido e vejo os pés de um dos bullyings e ele me diz
-puta de merda!!!, abre a boca, puta de merda!!, eu não reagia, (tava todo fudido, sentia meu cu queimando e tava com tanta raiva e as lágrimas caíam), ele bate na minha cabeça e me puxa pelo cabelo e levantando minha cabeça eu pude ver aquela pica preta comprida cheia de pelo e eu já não podia fazer nada enquanto ele segurava minha cabeça, ele enfiou a rola na minha boca (um gosto e cheiro que me fez vomitar) vomitei alguns segundos depois de ele enfiar a pica na minha boca, aí parei de vomitar e ele me faz chupar de novo; os valentões: vai, puta, cê gosta de pagar de difícil, bota pra chupar de novo!!, puta de merda? você sujou minha pica com seu cu e vômito!!!, já, puta!!!, eu obedeci engolindo a raiva e o orgulho como homem (já não conseguia parar de chorar) tava mamando ele enquanto os valentões não paravam de me chamar de puta e assim enquanto eu mamava sentia que me penetravam de novo (essa humilhação e maltrato foram horríveis)

- Os bullyings: até o fundo!!! Aaah sim, que buceta gostosa essa puta tem, que puta ela acabou sendo, e se as irmãs são umas vadias era óbvio que esse também era, sim, com certeza até fazem orgias ou ménage com os namorados das irmãs, que puta gostosa, amanhã vamos comer ela de novo, sim, vamos fazer dela a nossa puta!!! Enquanto me davam tapas na bunda e me faziam chupar o pau deles (meu orgulho estava no chão e eu não deixava chorar, senti tanto desespero), esses filhos da puta não tiveram dó de mim, me meteram forte mas eu evitei fazer barulho até que não aguentei mais e comecei a pedir pra parar, que tava doendo demais, mas não adiantou nada porque continuaram me comendo e tirando sarro, eu cheguei até a abrir minha bunda pra aliviar a dor mas não serviu de nada e esses filhos da puta riram ainda mais, e o cara tinha um pau muito grosso, ele abria meu cu com tanta força que eu sentia minha bunda mexer e se separar, me meteram assim, o outro me dava tapas na cara e passava o pau nela toda, me fez lamber os ovos peludos dele e assim, com os ovos na boca e o pau, os bullyings, eu senti quando me encheram por dentro, aquele jato eu senti tão dentro de mim, além da pulsação daquela veia grossa, e aí trocaram de lugar, o pau rindo alto foi pra trás de mim, apoiou minha cabeça no chão e enfiou tudo de uma vez.
(HD!! repetia na minha mente enquanto tentava não gritar ou fazer qualquer outro barulho que eles gostassem), a pica desse filho da puta entrou tão fundo em mim que senti que mexeu meus intestinos, além de endireitar minhas tripas, o filho da puta tinha ela bem comprida, meio que assim até que o outro valentão me pegou, me colocou pra chupar ela também, o cheiro de merda que tinha, além de que tinha um pouco de porra dentro ainda, você não imagina o quão horrível foi chupar ela (não podia me sentir pior), aí senti a mão do que estava me penetrando, o filho da puta começou a me masturbar, e minha pica ficou dura (é algo involuntário e inevitável, pesquisem); os valentões: olha como a puta gosta, vamos te fazer gozar também, calma, olha que brinquedo ela tem, é pequenininho, devia fazer a mudança de sexo, sim e ser puta de vez, a gente te estreia depois, puta!!, eu não sabia mais o que fazer e assim me obrigaram a me masturbar enquanto me penetravam, eu não podia acreditar no que estava fazendo, estava batendo uma enquanto um colocava a pica mole na minha boca e outro me dava, mexendo tudo por dentro, mas incrivelmente assim eu gozei em minutos de começar a me masturbar





Eles só riram, e foi aí que esse filho da puta me agarrou tão forte que eu gritei pra parar (essa pica tava me destruindo por dentro). Quando comecei a gritar, o outro enfiou a pica toda até os ovos na minha boca e me deixou assim, encostado nele, e me dava porradas fortes na nuca, quase desmaiei. E aí senti o calor do jato desse filho da puta tão fundo dentro de mim (senti um calorzão lá no fundo e ele me sacudiu inteira por dentro).

Quando me soltaram, depois de alguns segundos, jorrei uma porrada de sêmen, merda e sangue. Meu cu tava ardendo, fora que meu corpo inteiro doía, e esse bullying não ia parar se eles não me destruíssem de vez. Quando me viram me limpando, eles conversaram entre si: "Olha isso, enfiamos nele?", "Sim, cabe tudo" (era um cabo de vassoura quebrado). Eu comecei a implorar pra não fazerem aquilo, e enquanto eu pedia, eles falaram: "Beleza, slut, escolhe: o cabo ou isso?" — apontaram pra uma rolha daquelas que pareciam cogumelos. Eu só olhei pra eles, mas eles insistiram: "Vai, slut!!! Escolhe!!! Vamos enfiar o cabo!"; eu: "Não! Não!! Não!!! Pelo amor de Deus, a rolha!!!"; os bullyings: "Então, sua slut, enfia ela. Isso, sua puta, e vai andando pra sua casa com a rolha, e amanhã volta com ela enfiada, ok?".
Eu só peguei a rolha, limpei um pouco e enfiei, enquanto eles me olhavam. Os bullyings: "Queremos ver, mostra se enfiou mesmo". Eu me virei e eles me forçaram a mostrar. Enquanto eu abria as nádegas, um deles me segurou e empurrou a rolha até o fundo (eu tinha enfiado, mas deixado a parte grande pra fora). Eu: "Não! Não! Não!!! Pelo amor de Deus, não vai sair!!!!!"; os bullyings: "Agora sim tá dentro!! Sua slut de merda, amanhã a gente te come de novo. Amanhã você vem com essa rolha enfiada, sua puta!!". E assim me deixaram e foram embora. Eles moravam perto do ponto de ônibus e disseram que, se eu não fosse andando, no dia seguinte iam me bater além de estuprar. Fui andando até um ponto que ficava na direção oposta (foi um inferno aquele trajeto).
Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi me limpar e tomar banho. Tentei e tentei, sem sucesso, tirar a rolha, mas não tive sorte. Tentei contar pra minha mãe o que tava rolando, mas ao mesmo tempo senti vergonha e medo de preocupar ela. No fim, enfiando os dedos e me ajudando com uma caneta, consegui tirar a rolha, fora que sujei meu quarto de merda. Não consegui dormir direito e ir pra escola no dia seguinte só me trouxe problemas. Os bullyings me atacaram e disseram que na saída eu fosse com eles. Isso eu conto em outra história forte de um Poringa boy.
Oi, sou o Franco e não sou gay, sou mais bi. Sou do México, mas atualmente moro nos Estados Unidos. Tenho 23 anos, mas isso aconteceu quando eu tinha uns 18-4 e termina quando decidi sair do México aos 20 anos.
Bom, minha história começa no ensino fundamental, onde eu sofria bullying. O típico grandão abusando do fraco. Me batiam, me chamavam de nomes de viado, tudo porque eu sempre andava com minhas irmãs mais velhas e era loiro, magrinho e parecia muito com elas de rosto. E eles não me deixaram em paz até os últimos anos, quando terminei o fundamental e eles ficaram pra trás. Comecei o ensino médio e tudo estava normal até que um dos meus agressores foi pra mesma escola que eu. Ele tava começando e eu já tava duas séries na frente, mas mesmo assim não me deixou em paz. Rapidamente começou a me chamar de viado e a zoar de todas as formas, e aos poucos foi escalando até roubar minhas coisas, falar que minhas irmãs eram putas dele e me bater. E assim outros agressores se juntaram. Eu só tentava evitar eles até que um dia tudo piorou. Uma das minhas irmãs viu que ele e outros estavam abusando de mim, e ela me defendeu, além das amigas dela também me defenderem. Por uns dias eles não me encheram o saco, até que um dia três deles me pegaram e me levaram pra um banheiro de professores que não era mais usado e me deram uma surra violenta. Quando cheguei em casa, minhas irmãs me viram e decidiram falar com os professores e a diretora, porque meu pai não fez nada e minha mãe pouco ou nada fez. No dia seguinte, os professores me chamaram e perguntaram quem tinha feito aquilo. Tinha uma quantidade de caras, alguns eu nem conhecia, mas também eram agressores, mas eu só nomeei os que me atacaram. Na hora, eles foram suspensos e por um tempo foi tudo paz até que outra... decidiram me atacar, só que fora da escola (num ponto de ônibus perto de uma casa abandonada). dessa vez eram 2 e me levaram pra aquela casa, e é aqui que começa tudo de horrível. depois de me baterem, decidiram me despir pra zuar de mim e rir, mas tudo escalou pra outro nível quando um começou a falar que eu era uma puta igual minhas irmãs. os dois conversaram e decidiram me estuprar. eu, assustado, quis fugir, mas ao mesmo tempo não conseguia, tava pelado, então, chorando e jogado no chão, pedi pra eles, por favor, não fazerem nada comigo, me deixarem ir. até falei que daria dinheiro, mas só me bateram e um subiu em cima de mim, enquanto o outro me segurava e começou a enfiar os dedos sem piedade (enterrou, acho, 2 ou 3, e eu tava de barriga pra cima). quando senti aquilo, gritei e pedi ajuda gritando, mas me bateram, me agarraram pelas bolas, eu sem poder fazer nada (eu era baixinho, 1,62, e ainda magro, imagina o desespero que eu sentia). os bullyings: "puta, grita de novo e a gente corta fora, ok? vamos te comer, puta, você é igual às suas irmãs, puta". eu não acreditava no que tava vivendo, tinha um deles em cima do meu peito me segurando enquanto o outro fazia o que queria, e sem poder me defender, implorei pra me deixarem em paz, já chorando, enquanto eles riam e zuavam (eu tava com tanta raiva e impotência). eu não conseguia ver muito, mas senti o bullying tirar os dedos e ouvi o barulho de um cinto, sabendo que era sério sobre me estuprar (eu quebrei naquele momento). chorando, implorei de novo, até pedi a deus pra me salvar na frente deles. eles só continuaram zuando e rindo de mim, e sinto eles me agarrarem pelas pernas. eu me desesperei e quis fugir e me defender, mas só levei outra surra (doía tudo, me bateram em todo lugar, principalmente no rosto e nas costelas). e assim, com as pernas levantadas, ele meteu de uma vez sem lubrificar (quando senti aquilo, senti meu cu rasgando, sentia que tava rasgando a cada metida. esse filho da puta tinha uma lança, era muito comprido).

Os bullyings: isso encheu o saco, entrou fácil?, igual a irmã dele hahaha, ah, então esse era putinha, esse rabo já tem experiência, putinha igual as irmãs então, muito putinha e vamos te deixar aberta, enquanto me seguravam e me penetravam, eu aguentei por um tempo, mas chegou um ponto em que não aguentei mais e ao mesmo tempo fiquei preocupada com como iam me deixar (a dor era intensa, além de eu ter medo de acabar mal por causa disso, imaginem algo estranho entrando e saindo muito forte, além de sentir que mexe tudo por dentro). Então lutei e consegui dar um chute no cara que estava me penetrando e consegui me soltar um pouco, mas não consegui escapar, estava muito fraca e a dor que sentia me venceu e suplicando enquanto me colocava de quatro (eu não aguentava mais, mas esses filhos da puta não iam me deixar assim tão fácil). De quatro, vendo minhas mãos no chão, ouço outro gemido e vejo os pés de um dos bullyings e ele me diz
-puta de merda!!!, abre a boca, puta de merda!!, eu não reagia, (tava todo fudido, sentia meu cu queimando e tava com tanta raiva e as lágrimas caíam), ele bate na minha cabeça e me puxa pelo cabelo e levantando minha cabeça eu pude ver aquela pica preta comprida cheia de pelo e eu já não podia fazer nada enquanto ele segurava minha cabeça, ele enfiou a rola na minha boca (um gosto e cheiro que me fez vomitar) vomitei alguns segundos depois de ele enfiar a pica na minha boca, aí parei de vomitar e ele me faz chupar de novo; os valentões: vai, puta, cê gosta de pagar de difícil, bota pra chupar de novo!!, puta de merda? você sujou minha pica com seu cu e vômito!!!, já, puta!!!, eu obedeci engolindo a raiva e o orgulho como homem (já não conseguia parar de chorar) tava mamando ele enquanto os valentões não paravam de me chamar de puta e assim enquanto eu mamava sentia que me penetravam de novo (essa humilhação e maltrato foram horríveis)

- Os bullyings: até o fundo!!! Aaah sim, que buceta gostosa essa puta tem, que puta ela acabou sendo, e se as irmãs são umas vadias era óbvio que esse também era, sim, com certeza até fazem orgias ou ménage com os namorados das irmãs, que puta gostosa, amanhã vamos comer ela de novo, sim, vamos fazer dela a nossa puta!!! Enquanto me davam tapas na bunda e me faziam chupar o pau deles (meu orgulho estava no chão e eu não deixava chorar, senti tanto desespero), esses filhos da puta não tiveram dó de mim, me meteram forte mas eu evitei fazer barulho até que não aguentei mais e comecei a pedir pra parar, que tava doendo demais, mas não adiantou nada porque continuaram me comendo e tirando sarro, eu cheguei até a abrir minha bunda pra aliviar a dor mas não serviu de nada e esses filhos da puta riram ainda mais, e o cara tinha um pau muito grosso, ele abria meu cu com tanta força que eu sentia minha bunda mexer e se separar, me meteram assim, o outro me dava tapas na cara e passava o pau nela toda, me fez lamber os ovos peludos dele e assim, com os ovos na boca e o pau, os bullyings, eu senti quando me encheram por dentro, aquele jato eu senti tão dentro de mim, além da pulsação daquela veia grossa, e aí trocaram de lugar, o pau rindo alto foi pra trás de mim, apoiou minha cabeça no chão e enfiou tudo de uma vez.
(HD!! repetia na minha mente enquanto tentava não gritar ou fazer qualquer outro barulho que eles gostassem), a pica desse filho da puta entrou tão fundo em mim que senti que mexeu meus intestinos, além de endireitar minhas tripas, o filho da puta tinha ela bem comprida, meio que assim até que o outro valentão me pegou, me colocou pra chupar ela também, o cheiro de merda que tinha, além de que tinha um pouco de porra dentro ainda, você não imagina o quão horrível foi chupar ela (não podia me sentir pior), aí senti a mão do que estava me penetrando, o filho da puta começou a me masturbar, e minha pica ficou dura (é algo involuntário e inevitável, pesquisem); os valentões: olha como a puta gosta, vamos te fazer gozar também, calma, olha que brinquedo ela tem, é pequenininho, devia fazer a mudança de sexo, sim e ser puta de vez, a gente te estreia depois, puta!!, eu não sabia mais o que fazer e assim me obrigaram a me masturbar enquanto me penetravam, eu não podia acreditar no que estava fazendo, estava batendo uma enquanto um colocava a pica mole na minha boca e outro me dava, mexendo tudo por dentro, mas incrivelmente assim eu gozei em minutos de começar a me masturbar





Eles só riram, e foi aí que esse filho da puta me agarrou tão forte que eu gritei pra parar (essa pica tava me destruindo por dentro). Quando comecei a gritar, o outro enfiou a pica toda até os ovos na minha boca e me deixou assim, encostado nele, e me dava porradas fortes na nuca, quase desmaiei. E aí senti o calor do jato desse filho da puta tão fundo dentro de mim (senti um calorzão lá no fundo e ele me sacudiu inteira por dentro).

Quando me soltaram, depois de alguns segundos, jorrei uma porrada de sêmen, merda e sangue. Meu cu tava ardendo, fora que meu corpo inteiro doía, e esse bullying não ia parar se eles não me destruíssem de vez. Quando me viram me limpando, eles conversaram entre si: "Olha isso, enfiamos nele?", "Sim, cabe tudo" (era um cabo de vassoura quebrado). Eu comecei a implorar pra não fazerem aquilo, e enquanto eu pedia, eles falaram: "Beleza, slut, escolhe: o cabo ou isso?" — apontaram pra uma rolha daquelas que pareciam cogumelos. Eu só olhei pra eles, mas eles insistiram: "Vai, slut!!! Escolhe!!! Vamos enfiar o cabo!"; eu: "Não! Não!! Não!!! Pelo amor de Deus, a rolha!!!"; os bullyings: "Então, sua slut, enfia ela. Isso, sua puta, e vai andando pra sua casa com a rolha, e amanhã volta com ela enfiada, ok?".Eu só peguei a rolha, limpei um pouco e enfiei, enquanto eles me olhavam. Os bullyings: "Queremos ver, mostra se enfiou mesmo". Eu me virei e eles me forçaram a mostrar. Enquanto eu abria as nádegas, um deles me segurou e empurrou a rolha até o fundo (eu tinha enfiado, mas deixado a parte grande pra fora). Eu: "Não! Não! Não!!! Pelo amor de Deus, não vai sair!!!!!"; os bullyings: "Agora sim tá dentro!! Sua slut de merda, amanhã a gente te come de novo. Amanhã você vem com essa rolha enfiada, sua puta!!". E assim me deixaram e foram embora. Eles moravam perto do ponto de ônibus e disseram que, se eu não fosse andando, no dia seguinte iam me bater além de estuprar. Fui andando até um ponto que ficava na direção oposta (foi um inferno aquele trajeto).
Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi me limpar e tomar banho. Tentei e tentei, sem sucesso, tirar a rolha, mas não tive sorte. Tentei contar pra minha mãe o que tava rolando, mas ao mesmo tempo senti vergonha e medo de preocupar ela. No fim, enfiando os dedos e me ajudando com uma caneta, consegui tirar a rolha, fora que sujei meu quarto de merda. Não consegui dormir direito e ir pra escola no dia seguinte só me trouxe problemas. Os bullyings me atacaram e disseram que na saída eu fosse com eles. Isso eu conto em outra história forte de um Poringa boy.
3 comentários - História real: bullying me fez uma putinha