Minha mãe virou minha puta - Cap. 6: Três não é demais

Antes de começar, recomendo ver os capítulos anteriores dessa série pra entender melhor o contexto. Os capítulos tão no meu perfil! Lembra de votar positivo se curtiu o capítulo.
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Já faz mais de seis meses desde o último episódio. Como falei na época, depois de tantas experiências, a gente teve que diminuir a intensidade dos encontros da minha mãe com outras pessoas porque o boato tava se espalhando cada vez mais e o emprego dela tava em risco.

Pra contextualizar, nesse tempo só eu aproveitei a minha mãe. Não vou negar que teve propostas interessantes, o German ligou várias vezes pra repetir o que rolou na festa, mas preferimos evitar por razões óbvias.

A monotonia tinha me tomado, eu lembrava de encontros como os que teve com o Mirko e queria repetir, e não só isso, mas também expandir.

Um dia qualquer, minha mãe tava limpando meu quarto quando eu passei pela porta e sentei na escrivaninha.

– O que foi, dono? – Ela me chamava assim quando a gente tava sozinho.

– Tô planejando um encontro, vou garantir que seja discreto.

– Quer se divertir em grupo de novo? – Ela riu.

– Quero celebrar o fim de ano com o Mirko e mais alguém, ainda não tenho um candidato fixo, mas vou conseguir.

– Tá bem, tá bem. Vou organizar uma celebração à altura de todo o seu ano acadêmico.

Parte da celebração já tava pronta, faltavam as pessoas pra botar em prática. Coordenar com o Mirko não foi difícil, a gente se encontrou num café perto de casa. Acertei data, horário e lugar. Só faltava o terceiro sortudo.

– Tenho um amigo, uns anos mais velho que a gente, acho que seria uma boa ideia – Disse o Mirko.

– Tem que ser alguém com um pouco mais de putaria, não é só levar qualquer um – Respondi.

– E o Lucas? Ele não é bem amigo, mas…

– Mas não tem outro que atenda melhor esses requisitos… – Concluí.

O Lucas tinha se metido em vários problemas há um tempo, numa reunião com os pais do ensino médio, ele tinha conseguido tirar umas fotos da bunda da minha mãe. Essas mesmas fotos vazaram semanas depois no Telegram e descobriram que foi ele. O caso ganhou relevância e ele foi suspenso, o que deixou o ano acadêmico dele cheio de buracos.
Mesmo assim, ele recuperou as matérias na última hora e por isso continuou sendo nosso colega.

— Eu vou falar com ele, tenho mais intimidade que você — ela disse.

Era verdade. A cena me deu um tesão, na real, na minha mãe também. Mas, pra baixar a poeira dos encontros, a gente fingiu uma puta raiva, e eu já nem falava mais com ele.

Os dias passaram e o dia chegou, tudo ia rolar em casa depois da festa na universidade.
O evento foi meio chato, o olhar comprometido do Mirko pra mim mostrava que ele tava tão excitado quanto eu. Lucas chegou atrasado na apresentação, mas mesmo assim sentou com a gente durante tudo. Esperamos acabar, a gente tinha bebido um pouco durante a noite e, depois que o pessoal começou a ir embora, fiz sinal pros dois pra gente vazar.

Subimos no meu carro e dirigi pra casa.

— Vou falar isso uma vez só — avisei enquanto abaixava o som do rádio — disso nem uma palavra, o Mirko já sabe, mas você não — olhei pro Lucas.

— Então ele já…?

— Óbvio — riu o Mirko respondendo pro Lucas.

— E como você aguentou tanto?

— Na discrição. Tudo é melhor assim. Não se iluda com uma próxima vez porque não vai ter, então aproveita essa oportunidade e não fala nada.

Lucas prometeu ficar de boca fechada sobre a situação, o que me deu um alívio danado.

Quando chegamos em casa, descemos e, depois de fechar o carro, entramos em silêncio. Lá dentro, tinha uma luz vermelha fraca, uma mesa cheia de bebida e três sofás ao redor.

Sentamos enquanto pegávamos umas cervejas e, ao fundo, dava pra ouvir o som de uns saltos cada vez mais presentes na sala.

— Oi, meninos — Parabéns~

Minha mãe apareceu. Ela tava usando um conjunto de fio dental preto, um sutiã que mal cobria os bicos do peito e uns saltos da mesma cor.

- Preparei uma comemoração muito importante por todo o esforço que vocês fizeram hoje. Essa noite sou toda de vocês, podem fazer o que quiserem comigo, me tratar como quiserem, serei tudo o que desejarem~ - Ela tirou o sutiã e ficou de quatro perto do sofá onde eu tava sentado - A única condição é que tudo que rolar aqui, fique aqui.

Todos nós concordamos com a cabeça, então o show ia começar.

Minha mãe engatinhou até o sofá do meio, onde o Lucas tava.

- Cê tá meio tenso, querido~, então vou começar contigo - Falou minha mãe enquanto desafivelava a calça dele e se posicionava entre as pernas dele, puxando o pau pra fora.

Na hora ela colocou na boca e começou a rebolar a cabeça enquanto olhava fixo pra ele. Eu e o Mirko não ficamos pra trás e começamos a bater uma enquanto esperávamos nossa vez.

- Troca essa cara, idiota. Cê tem a melhor puta da cidade te chupando - Zoou o Mirko.

Esse comentário motivou o Lucas, que fez um rabo de cavalo no cabelo da minha mãe e começou a meter um ritmo rápido, violento e fundo na cabeçada dela.

- Cê não tem ideia de quanto eu fantasiei com isso, puta rabuda! - Ele enfiou até o fundo e segurou a cabeça dela pra ela não conseguir tirar.

Não tinha passado nem dez minutos e minha mãe já tava toda melada da própria saliva, a maquiagem borrada e o cabelo bagunçado.

- Eu não vim pra olhar - Falou o Mirko.

Ele se posicionou atrás da minha mãe e deu uma palmada nela que ecoou pela sala toda.

- MHH!

- Cala a boca, rabuda! Ninguém vai te ouvir. - Ele puxou a calcinha fio dental pro lado e enfiou na buceta dela, que já tava claramente lubrificada pela excitação do momento - Uff, essa apertada como sempre.

Acendi um cigarro enquanto colocava meu celular pra gravar tudo. O Mirko tava comendo ela sem dó enquanto o Lucas afogava os gemidos dela enfiando o pau até a garganta.

- Me comam mais forte! Me arrebentem toda, sou uma puta suja!

O Lucas gozou Ela se mexeu, me cedendo o lugar. Fiquei na frente da minha mãe, cuspi na minha mão e dei um tapa nela.

— Sua puta maldita, é melhor você me chupar do jeito que eu gosto.

— Sim, papai! — Ela enfiou o pau inteiro na boca, enchendo minha rola de saliva quase na hora.

Minha mãe colocou as mãos nas próprias nádegas, abrindo-as. Fiz um sinal pro Mirko, que entendeu na hora. Ele deu espaço pro Lucas se posicionar embaixo, começando a meter na buceta da minha mãe enquanto Mirko cuspia no próprio pau pra lubrificar e, com um empurrão, enfiou no cu dela.

— AIHHH! Tão me rasgando!

A noite tava só começando. A gente rodou por uns longos 50 minutos, ocupando os três buracos da minha mãe. Quem gozou primeiro foi o Lucas, que terminou na boca dela. De prêmio, ele tirou uma foto com ela de boca aberta, mostrando todo o esperma antes dela engolir.

— Agora somos só dois — Olhei pro Mirko.

— Vamo de turno — Ele respondeu.

— Primeiro você.

Minha mãe tava largada no tapete, de bruços, com uma excitação total. Ela tinha perdido um pouco a noção do tempo, e não era à toa. Tava com as bochechas e o cu avermelhados, os buracos dilatados e a boca ainda escorrendo o leite que o Lucas tinha deixado.

Mirko se posicionou por cima dela e enfiou no cu enquanto puxava o cabelo dela.

— Você merece ser tratada como a puta que é.

— Sim, papai! Me trata como a puta que eu sou!

Ele metia forte, quase sem piedade, naquele cu que já tava praticamente destruído.

— Vou gozar! — Ele acelerou os movimentos, ficando ainda mais bruto.

— AIH!! GOZA DENTRO, PAPAI!

Um grito de dor e tesão invadiu a sala quando o Mirko se esvaziou lá no fundo do cu da minha mãe. Teve uns segundos de suspiros antes dele tirar o pau e se levantar.

O esperma começou a escorrer e cair no tapete, marcando o fim da vez do Mirko.

— Ainda não terminei com você — Puxei minha mãe pelo cabelo, ajoelhando ela, e dei um tapa — Olha o que você fez, puta, sujou tudo. Toda a carpete.

- Desculpa, papai, vou limpar... - Foi interrompida por outro tapa - Ai!

- Mais te vale que limpe.

Minha mãe, com as pernas trêmulas e o último resto de força que lhe restava, voltou a ficar de quatro e limpou todo o sêmen derramado com a língua. Ao terminar, balançou a bunda de leve enquanto me olhava.

- Falta você, meu amo, termina comigo~

Depois de ouvir isso, coloquei ela em cima de mim.

- Enfia no meu cu, puta

- Às suas ordens, meu amo~

Ela obedeceu e começou a pular em cima de mim, a cada investida eu dava um tapa forte na bunda dela, que soltava um grito. Não demorei nem um minuto antes de gozar dentro do cu dela. Dessa vez, ao terminar, a coloquei de joelhos na minha frente.

- Seja uma boa putinha e abre bem, haha.

Minha mãe abriu a boca e eu comecei a mijar dentro da boca dela enquanto enfiava a ponta da minha pica.

- Muito bem - falei enquanto ela engolia tudo - Toma tudo.

- Pronto, meu amo~ - Ela abriu a boca e mostrou a língua, provando que tinha sido assim mesmo.

- Perfeito, agora vai de quatro até a cozinha e traz mais bebida pra gente - respondi - A noite tá só começando.

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