Tarde de dever de casa

Tarde de dever de casaEra sexta-feira e combinamos de nos encontrar na casa de uma colega da faculdade pra fazer os trabalhos, eu e outro colega, mas por questões de tempo o outro não chegou, ligando no celular pra se desculpar, já que chegou visita na casa dele e não podia deixá-los. Eu fui pra casa da minha colega com a pilha de livros, ao chegar ela me recebe com um beijo na bochecha me convidando pra entrar, começamos a estudar porque o material tinha que ser entregue, terminamos lá pelas 11 da noite, muito felizes pelo esforço feito. Pra comemorar, minha colega me ofereceu um mezcal, muito gostoso, e entre um copinho e outro fomos ficando um pouco tontos. Propus colocar uma música e ela aceitou, colocou uma balada lenta, me levantei e estendi a mão pra ela dançar comigo, ela disse que estava se sentindo tonta, e bem educado comentei que eu ia conduzi-la no ritmo da música. Começamos a dançar e o clima ficou meio quente, a mistura do mezcal, estar dançando colados fez com que a gente se olhasse nos olhos, sem pensar eu a beijei esperando a reação dela, ela abre os lábios e começa um beijo suave, com receio, isso me excita e começo a ter uma ereção que ela sentiu nas pernas, ela olhou pra baixo e com um sorriso safado me diz, seu amigo tá levantando, fui eu que causei isso? Olhei pra ela com desejo e sem dizer nada abaixei o zíper da calça, ela coloca a mão e procura ele pra libertar, pega, começa a estimular com uma punheta deliciosa. Deito ela no sofá, levanto a blusa dela, deixo os peitos dela aparecerem e começo a mamar como um bebê, ela começa a gemer bem sensual, abaixo a calça dela e vejo que ela tá de fio dental transparente, enfio os dedos e confirmo que ela tava bem molhada, sem pensar encaixo minha rola na entrada da buceta deliciosa dela que não tinha nenhum pelo, vou enfiando com cuidado deixando claro que não tem volta, começo a meter e manter um ritmo cada vez mais rápido, minhas estocadas cada vez mais fortes, ela me abraça com as pernas sem me deixar sair, de repente sinto um calor nas minhas bolas, ele estava gozando e só me dizia, assim papai asssim, deixa minha buceta cheia da sua porra, comecei a meter com mais força, ela estava com a cara vermelha, a expressão dela dizia tudo, estava em outro orgasmo, não aguentei mais e soltei um jato de porra na caverna ardente dela, seguido de outros que fizeram vazar e encheram a bunda dela com minha porra, a gente se recuperou, arrumamos a roupa, nos beijamos com carinho, depois de um tempo me despedi, mas não sem antes comentar que pra próxima vez eu levava o mezcal. A foto é da bundinha gostosa e minúscula dela.

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