Brincamos com a mina do nosso amigo

Sou de um povoado no interior, mais precisamente da província de Córdoba. Passei grande parte da minha vida nesse lugar, onde a monotonia era moeda corrente.
Terminei o ensino médio e, como não tem universidade ou faculdade nessa cidade, não tive outra escolha senão trabalhar no que fosse aparecendo.
Trabalhei por uns anos num sítio que ficava colado no povoado. Um trampo pesado e muito mal pago, mas dava pra sobreviver.
Comecei a namorar uma das filhas do patrão e, quando ele descobriu, começou a me pressionar pra eu casar com ela.
Sinceramente, não tava muito apaixonado por ela e não queria casar tão novo, mas meu patrão insistia e até me ameaçava de me mandar embora se eu não pedisse a filha dele em casamento.
Foi aí que enfrentei meu chefe e recusei casar com a filha dele e, como era de se esperar, ele me deixou sem trampo.
Tava bem frustrado com a minha vida, naquele povoado não tinha muito futuro e a vontade de me mudar pra capital só aumentava.
Tinha muito pouco dinheiro e não conhecia ninguém lá.
Um dia, afogando as mágoas no bar da cidade, encontrei um ex-colega da escola. Ele sentou do meu lado e a gente se atualizou. Contei o que rolou com meu trampo e comentei meu desejo (distante) de me mudar pra Córdoba capital.
Alejo me ouviu com atenção e depois disse que tinha a solução pra mim. Ele e mais dois amigos estavam planejando ir em alguns meses pra Buenos Aires, porque um tio de um deles tinha uma empresa e tava procurando gente. A ideia me animou pra caralho, mas comentei que não tinha um centavo pra alugar nem pra viajar. Mas Alejo falou pra eu não me preocupar com isso, que eles me bancavam até eu conseguir alugar e que ainda me levariam pra lá.
Minha alegria era imensa, era a melhor notícia que eu tinha recebido em anos.
Viajamos pra Buenos Aires e, quando chegamos, os caras tinham alugado um apartamento no centro. Tinha dois quartos. Só uma delas era grande, então dava pra colocar colchões no chão e dormir bem confortável. No quarto pequeno ia dormir o Nico, o cara que ia arrumar o trampo pra gente. Ele merecia o privilégio de dormir naquele quarto.
Como a gente era "amigo" do sobrinho do chefe, nem precisamos fazer entrevista. Obviamente o Nico tinha o melhor trampo e um puta salário. A gente tava em outro setor, com serviços mais chatos e um salário mais ou menos (mesmo sendo uma grana preta comparado ao que eu ganhava no campo).
Passaram-se vários meses e já tínhamos nos acostumado com a cidade, com o caos e o charme ao mesmo tempo.
Aos poucos eu tava ganhando mais grana e juntando pra alugar um apê só pra mim, mesmo me dando super bem com meus colegas de casa.
Fazia um tempão que eu não pegava ninguém, e na empresa tinha várias minas gostosas, mas elas não nos davam muita bola. Quem se dava bem era o Nico, o mais gato e ainda sobrinho do chefe.
Esse sortudo conseguiu conquistar a Agus, a mina do RH, que era muito gostosa e também super simpática.
Com o tempo, a Agus começou a ir no apê e ficar pra dormir. Entre conversas na sala, a gente foi criando intimidade e começou a ter um vínculo mais forte entre ela e a gente.
Como o Nico tinha outro cargo na empresa, ele entrava quase na hora que a gente saía. A Agus tinha um horário intermediário, então dividia o tempo tanto com a gente quanto com o namorado dela.
Um dia a gente percebeu que a Agus tava meio bolada. Perguntei o que rolava, e no começo ela disse que não era nada, mas depois de insistir um pouco, falou que tinha uma mina que conversava demais com o Nico e que ela desconfiava que tinha algo entre eles. A gente acalmou ela e disse que não tinha nada, que o Nico nunca faria uma parada dessas.
Na real, a gente sabia que o Nico falava com todas as minas gostosas da empresa. mas não dava pra falar isso pra namorada dele.
Outro dia aconteceu algo parecido, mas com outra garota. A Agus tava um pouco mais puta do que da outra vez, então foi difícil acalmar ela...

Eu: Ei, Agus, o que rolou? Por que essa cara?

Agus: É por causa do Nico, vi ele de novo flertando com outra mina, praticamente na minha cara.

Eu: Não, Agus, nada a ver! Devem estar só conversando, não é pra tanto!

A: É pra tanto sim! Vejo como ele ri, arruma o cabelo dela, abraça... isso não é normal...

Eu: Acho que não vai rolar nada, com a mulher que ele tem do lado, não vai se atrever a fazer nada, fica tranquila.

A: Ei, isso soou meio babaca, haha.

Eu: Não, não! Não era essa a intenção, só queria que você se sentisse melhor, que tivesse amor próprio.

A: Sim, eu sei! Tava te zoando. Valeu pelo elogio!

Eu: Qualquer coisa, a gente tá aqui pra te dar força!

A: Ah, obrigada! Que bom poder contar com vocês!

Eu: Tamo junto, Agus. E vê quando vai apresentar umas amigas, haha.

A: Haha, vocês tão bem carentes, hein!

Eu: Ué, faz um tempo que a gente tá aqui e as minas não dão bola pra gente!

A: Bom, vou ver o que posso fazer por vocês...

Os dias passaram e as coisas se normalizaram. Agus voltou a vir no apê e cada vez a gente compartilhava mais tempo, tanto em casa quanto no trampo.
Como a gente aprendeu a fazer nosso serviço mais rápido, sobrava muito tempo livre até bater o horário. Então, muitas vezes a gente jogava cartas pra passar o tempo. De vez em quando, Agus aparecia e entrava pra jogar umas partidas. A verdade é que a gente se divertia pra caralho.
Um fim de semana de madrugada, a gente tava no apê os três, quando de repente o Nico entrou com outra mina. Ele olhou pra gente em silêncio e depois foram pro quarto.
No dia seguinte, ninguém comentou nem perguntou nada, tudo ficou por isso mesmo.
Uns dias depois, no nosso "horário de jogo", a Agus entrou com os olhos cheios de lágrimas.

Eu: O que O que foi, Agus?

A: Finalmente aconteceu...

Y: O quê? Conta pra gente!

A: O amigo dele comeu a Maca (uma das minas da área do Nico)

Y: Não!! Falei fingindo surpresa. Mas tem certeza?

A: Sim, cem por cento!

Y: Mas como você ficou sabendo?

A: Porque ela mesma me contou!
Como não pode formar casal dentro da área, a gente tava saindo escondido. Como essa mina não sabia de nada, me contou que tava comendo o Nico.
É estranho vocês não saberem de nada...

Y: Uh, sinto muito mesmo! Falei e dei um abraço nela.

Alejo: Vem cá, Agus, clareia a cabeça e bora jogar uma partida

Ela topou, meio relutante.
Aos poucos foi melhorando o astral, e a gente tentou não tocar no assunto, embora ela de vez em quando soltasse algum comentário sobre o tema.

Alejo: Mas agora vamos deixar mais interessante. Vamos apostar algo!

Agus: Mas tô no fim do mês... não tenho grana...

Eu: Não precisa ser necessariamente dinheiro...

Mati (que não mencionei antes, mas é o outro cara que veio morar com a gente) sugeriu que fosse por prendas.
Agus obviamente recusou, mas no fim a gente convenceu ela, dizendo que ela podia escolher a peça que ia tirar caso perdesse.
Então, conforme a gente ia perdendo, ficava com menos roupa no corpo.
Como era época de calor, quem tinha menos roupa pra tirar era a Agus.
Num momento, ela tinha que tirar a camisa ou a saia, mas não era um lugar adequado pra ficar de calcinha e sutiã. Então foi pro banheiro e voltou sem sutiã, mas com a camisa vestida. A gente não conseguia parar de olhar pros bicos dos peitos dela, que apareciam por baixo da camisa.

Agus: Dá pra ver que vocês não veem uns peitos de verdade há um tempão, haha

A gente riu meio sem graça e o jogo continuou.
Agus perdeu de novo e era a vez dela tirar algo. Mas ela parou o jogo e disse:

A: Não dá pra continuar ficando pelada no trabalho, se o chefe abrir a porta, todo mundo é demitido.

Alejo: Mas nosso horário já acabou, então... Nós vamos embora.

Agus: Não tô afim de ficar aqui hoje. Vou falar que tô me sentindo mal e vou com vocês, aí a gente continua jogando...

A gente tava bem excitado. Num piscar de olhos já tava lá fora esperando a Agus.

Chegamos no apartamento, pegamos umas cervejas e voltamos pro jogo.
Dessa vez a gente tava perdendo, e nós três távamos só de cueca e torso nu.
A Agus tava bem sorridente, não sei se era pelos longos goles que dava no copo ou se tava curtindo a vitória.

Até que veio uma mão ruim pra Agus e ela teve que tirar alguma coisa. Ela se levantou e devagar tirou a tanga, ficando só de camisa e saia, mas sem nada por baixo.
A gente tava muito tesudo e não dava pra disfarçar a ereção.
A Agus ria ainda mais.

Nas duas rodadas seguintes, eu e o Alejo perdemos e fomos os primeiros a ficar completamente pelados.
Depois foi a vez da Agus tirar algo. Não teve jeito, ela teve que desabotoar a camisa. Não quero nem imaginar a cara da gente naquele momento, vendo a Agus de peitos de fora na nossa frente. O que era bem visível era nossos paus duros.

Depois o Mati perdeu e teve que tirar a cueca. Ele também tava de pau duro, mas o que mais se destacava era o tamanho notável.
A Agus só fez um gesto de afirmação e embaralhou as cartas de novo.
Por sorte nossa, a Agus perdeu e teve que tirar a última peça, a saia dela.

Agus: E agora? Não temos mais nada pra tirar.

Alejo: Bom, agora a gente faz por coisas sexuais, já que todo mundo tá pelado.

Agus: E se vocês perderem, vão fazer coisas sexuais entre vocês?

Alejo: Não tinha pensado nisso, nem fudendo haha.

Agus: Pra vocês verem como eu sou boa, vamos jogar vocês três contra mim.

Alejo: Beleza!! Você aguenta?

Agus: Claro!! Tô propondo isso.

A primeira partida a gente perdeu. Ela sentou na mesa, abriu as pernas e disse: "vocês têm que chupar minha buceta, os três." Eu fui o primeiro que... se jogou em cima da buceta linda dela. Aproveitei ao máximo. Toda depiladinha, perfeita... não soltei até tirar um orgasmo dela. Depois foi o Alejo, que só lambeu um pouquinho e na sequência o Mati, que saboreou igual a mim e também fez ela gozar.
Depois perdemos de novo e perguntamos o que ela queria que a gente fizesse. Ela se ajoelhou e começou a nos masturbar. Aí metia o pau de cada um na boca e chupava com gosto. Quando chegou na vez de me chupar, eu não aguentei e gozei na boca dela. Ela engoliu tudo e falou "quem goza perde".
Fiquei olhando enquanto rolava uma nova partida entre os três. Dessa vez quem perdeu foi o Agus, e na hora ele perguntou o que tinha que fazer. O Alejo se afastou segurando o pau dele e respondeu "agora você vai ter que sentar em cima da gente". Ela, sem hesitar, ficou de frente pra ele, encaixou a cabeça na entrada da buceta dela e começou a meter. Quando entrou tudo, ela disse "pronto, já foi" e se levantou.
O Mati se ajeitou pra Agus subir em cima, mas ela se ajoelhou e chupou um pouco o pau dele. "Pelo visto, vou precisar de mais lubrificação aqui", falou se levantando e se posicionando. Ela ia descendo e subindo devagar, enquanto metia cada vez mais fundo. "Nossa, como esse pau é gostoso! Tô amando!" Exclamou enquanto se mexia. Quando conseguiu enfiar tudo, começou a subir e descer sem parar. Cada vez mais forte.
De repente, começou a gemer e a ficar cada vez mais excitada. Beijou o Mati na boca e disse "quero que você me coma na cama do Nico". Ele, sem pensar, levantou ela e levou ela enfiada até o quarto do Nico. Deitou ela na ponta da cama e começou a meter com força. Agus gritava a cada estocada do Mati. A gente se aproximou pra ver o show de perto e ficava incentivando ela. Eu falei "nunca te ouvimos gritar assim" e ela respondeu "é que o pau do Nico não me dá essa sensação". Em poucos segundos, ela teve um orgasmo muito intenso. Depois se ajoelhou Quatro e Mati continuava comendo ela sem controle enquanto ela continuava gritando.
Alejo foi pra cabeceira da cama e colocou a pica na boca dela. Ela chupava de boa enquanto Mati continuava metendo.
Num momento, Mati agarrou ela pelo pescoço e ela ficou muito excitada, fazendo ela gozar de novo. Agus pediu pra ele dar uma pausa, e ele tirou e colocou na boca dela pra ela chupar. Alejo aproveitou que Agus ainda tava de quatro e comeu a bunda dela por um bom tempo. Depois começou a meter os dedos no cu dela, e ela não falou nada. Aí, devagar, foi enfiando a pica no cu dela. Quando o esfínter cedeu, ele começou a meter com força e em poucos minutos gozou. Eu já tava com a pica dura de novo, então aproveitei que Agus tava com o cu aberto e também meti. Bombeei por um tempão até gozar também.
Depois, ela pediu pro Mati deitar de barriga pra cima e sentou nele pra cavalgar. Falou: "agora é sua vez de gozar". Agus começou a se mexer com força e cavalgou ele por um bom tempo até Mati começar a gemer cada vez mais alto. Até que finalmente gozou. Ela deixou a pica inteira dentro pra drenar todo o sêmen. Aí deitamos os quatro pra descansar um pouco.
Depois que recuperamos as forças, saímos do quarto. Agus vestiu uma camiseta comprida do Nico e foi esquentar a água pro mate. Alejo foi pro nosso quarto e eu fui tomar banho. Quando saí do chuveiro, fui pra cozinha e vi que Mati tava apoiando Agus e passando a mão nos peitos dela. Aí ela automaticamente tirou a bunda, levantou a camiseta e pediu pra ele meter no cu dela. Ele cuspiu nos dedos, enfiou e começou a enterrar a pica bem devagar. Depois começou a se mover com mais fluidez e acelerou. Ela começou a gritar e pedia pra ele arrebentar o cu dela. Mati se mexia com força e dava tapas fortes na bunda até que de repente a porta abriu e era o Nico. que chegava do trabalho. FimBrincamos com a mina do nosso amigo

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