Olá! Faz um tempão que não escrevo, mas queria contar rapidinho uma coisa que rolou comigo faz só uma semana, é uma história bem curta. Como já falei, eu trabalho e no trampo costumo usar roupa formal, e o que aconteceu foi, acho eu, por causa da minha roupa. O caso é que precisei ir uns dias pra Cidade do México por uns documentos que minha agência precisava. Nunca tinha andado de metrô, ainda mais sozinha, então naquele dia tava com uma blusa azul e uma calça sastra daquelas justas, salto não muito alto, mas que fazia meus atributos traseiros se destacarem. Por baixo, tava usando uma tanga e um sutiã daqueles transparentes, de tecido bem fininho, já que a blusa é opaca o suficiente pra não aparecer, além do meu blazer de sempre. Enfim, tava com uma maleta com os documentos e numa mão levava minha garrafa térmica com café. Quando entrei no metrô, começou a encher aos poucos até que a gente tava super apertado. Fiquei praticamente no meio do vagão, encostada num tubo e me segurando com uma mão só. De repente, comecei a sentir uns empurrões que achei normais, até que senti entre minhas nádegas uma encostada e claramente algo duro ali. Virei e um senhor de uns 50 anos me encarou. Não soube o que fazer e só sorri, o que foi meu erro, porque acho que ele levou como algum tipo de aprovação. Desde aquele momento, começou a se esfregar em mim com o que reconheci na hora como o pinto dele. Eu fiquei imóvel ali, porque as pessoas desciam e subiam, e isso só fazia o cara enterrar mais o pacote dele em mim. Tava concentrada em olhar as estações pra descer, enquanto sentia o pinto dele cada vez mais descarado, até que algo me fez pular: uma mão pousou na minha buceta, me tirando do transe. Baixei o olhar e era um cara de uns 20 anos me sorrindo de um jeito muito obsceno, o que me deu um calafrio. Nessa hora, tentei me mexer pra sair do meio desses dois, mas o senhor de trás colocou a mão no tubo onde eu tava encostada, me impedindo. Ele me puxou pelo braço, não sei se eles estavam juntos, mas quando virei pra olhar o cara que tava atrás de mim, ele só sorriu e eu voltei a olhar pra frente. Foi nessa hora que o cara da frente chegou pertinho do meu ouvido e falou: "Tô vendo como você esfrega a bunda no cara que te empurra com o pau, e dá pra ver que você tá adorando." Acho que foi nesse momento que senti mais medo na vida, fiquei paralisada. Mas, quase ao mesmo tempo, senti uma mão subindo por baixo, escondida no meu casaco, e pousar num dos meus peitos, e outra mão na minha bunda esquerda, apertando bem forte. Não vi de quem eram essas mãos, mas tenho certeza que eram deles mesmos. O cara da frente começou a mexer o dedo do meio, esfregando minha buceta, e o de trás apertava minha raba e eu sentia ele empurrando o pau contra mim. Fiquei assim por mais quatro estações que pareceram uma eternidade. Quando finalmente um grupo grande desceu e liberou espaço, a única coisa que consegui fazer foi sair dali rapidinho e andar pra frente. Quando chegou minha estação pra descer, quase corri do vagão e, ao perceber que ninguém tava me seguindo, me acalmei um pouco. Foi nessa hora que senti algo estranho e, quando olhei minha calça, tinha porra borrada. A única parte boa é que era de uma cor escura e, quando secou, não dava pra notar. Naquela noite, sozinha no quarto do hotel, lembrei de tudo que aconteceu e, estranhamente, fiquei tão excitada que tive que me masturbar. Preciso confessar: foi uma situação que eu não esperava e, na hora, senti muito medo, mas agora penso que, se acontecesse de novo, talvez eu fosse um pouco mais ousada. Vocês já passaram por algo assim ou já apoiaram alguma mina no metrô? Quero saber a experiência de vocês.
Olá! Faz um tempão que não escrevo, mas queria contar rapidinho uma coisa que rolou comigo faz só uma semana, é uma história bem curta. Como já falei, eu trabalho e no trampo costumo usar roupa formal, e o que aconteceu foi, acho eu, por causa da minha roupa. O caso é que precisei ir uns dias pra Cidade do México por uns documentos que minha agência precisava. Nunca tinha andado de metrô, ainda mais sozinha, então naquele dia tava com uma blusa azul e uma calça sastra daquelas justas, salto não muito alto, mas que fazia meus atributos traseiros se destacarem. Por baixo, tava usando uma tanga e um sutiã daqueles transparentes, de tecido bem fininho, já que a blusa é opaca o suficiente pra não aparecer, além do meu blazer de sempre. Enfim, tava com uma maleta com os documentos e numa mão levava minha garrafa térmica com café. Quando entrei no metrô, começou a encher aos poucos até que a gente tava super apertado. Fiquei praticamente no meio do vagão, encostada num tubo e me segurando com uma mão só. De repente, comecei a sentir uns empurrões que achei normais, até que senti entre minhas nádegas uma encostada e claramente algo duro ali. Virei e um senhor de uns 50 anos me encarou. Não soube o que fazer e só sorri, o que foi meu erro, porque acho que ele levou como algum tipo de aprovação. Desde aquele momento, começou a se esfregar em mim com o que reconheci na hora como o pinto dele. Eu fiquei imóvel ali, porque as pessoas desciam e subiam, e isso só fazia o cara enterrar mais o pacote dele em mim. Tava concentrada em olhar as estações pra descer, enquanto sentia o pinto dele cada vez mais descarado, até que algo me fez pular: uma mão pousou na minha buceta, me tirando do transe. Baixei o olhar e era um cara de uns 20 anos me sorrindo de um jeito muito obsceno, o que me deu um calafrio. Nessa hora, tentei me mexer pra sair do meio desses dois, mas o senhor de trás colocou a mão no tubo onde eu tava encostada, me impedindo. Ele me puxou pelo braço, não sei se eles estavam juntos, mas quando virei pra olhar o cara que tava atrás de mim, ele só sorriu e eu voltei a olhar pra frente. Foi nessa hora que o cara da frente chegou pertinho do meu ouvido e falou: "Tô vendo como você esfrega a bunda no cara que te empurra com o pau, e dá pra ver que você tá adorando." Acho que foi nesse momento que senti mais medo na vida, fiquei paralisada. Mas, quase ao mesmo tempo, senti uma mão subindo por baixo, escondida no meu casaco, e pousar num dos meus peitos, e outra mão na minha bunda esquerda, apertando bem forte. Não vi de quem eram essas mãos, mas tenho certeza que eram deles mesmos. O cara da frente começou a mexer o dedo do meio, esfregando minha buceta, e o de trás apertava minha raba e eu sentia ele empurrando o pau contra mim. Fiquei assim por mais quatro estações que pareceram uma eternidade. Quando finalmente um grupo grande desceu e liberou espaço, a única coisa que consegui fazer foi sair dali rapidinho e andar pra frente. Quando chegou minha estação pra descer, quase corri do vagão e, ao perceber que ninguém tava me seguindo, me acalmei um pouco. Foi nessa hora que senti algo estranho e, quando olhei minha calça, tinha porra borrada. A única parte boa é que era de uma cor escura e, quando secou, não dava pra notar. Naquela noite, sozinha no quarto do hotel, lembrei de tudo que aconteceu e, estranhamente, fiquei tão excitada que tive que me masturbar. Preciso confessar: foi uma situação que eu não esperava e, na hora, senti muito medo, mas agora penso que, se acontecesse de novo, talvez eu fosse um pouco mais ousada. Vocês já passaram por algo assim ou já apoiaram alguma mina no metrô? Quero saber a experiência de vocês.
2 comentários - Mi viaje en metro