Fala, pessoal! Essa é a história que aconteceu com a minha amiga e vim compartilhar... espero que vocês gostem.
Sou a Daniela, Dani pra quem me conhece. Isso que rolou comigo foi há 1 mês e quero contar o que aconteceu.
Primeiro, vou me descrever: tenho 36 anos, sou branquinha, cabelo castanho. Gosto das minhas pernas e não é que eu tenha corpo de modelo, mas curto como eu me vejo.
Vale lembrar que sou casada, meu marido é 3 anos mais velho e temos uma filha de 16 anos, muito linda.
Imagem de referência
Tudo começou numa sexta-feira no meu trabalho, uma empresa de produção. Eu sou responsável por uma área do almoxarifado. Claro, tem um código de vestimenta, além de usar jalecos. Eu estava sentada na minha mesa fazendo minhas tarefas quando chegou meu supervisor: "Dani, preciso que você venha no domingo fazer hora extra, é só pra conferir se uns embarques vão finalizar e concretizar". Fiquei com cara de "hummm", meio irritada, já que nem me perguntou, foi uma ordem na cara dura. Aí respondi: "Tá bom, mas só vou vir um pouquinho de manhã". Confirmei minha presença e continuei meu dia, meio de mal humor porque a notícia me pegou de surpresa.
Lá pelas 3 da tarde, me passaram a lista de presença e, pra minha surpresa, só íamos ser 4 pessoas (eu inclusa). Aí pensei que ia ser algo tranquilo.
Quando cheguei em casa, queria sair pra farrear, então vesti um vestido preto (a foto aí em cima), coloquei meus saltos e decidi sair pra aliviar o estresse... Fomos a um bar local, tomei uns tequilas, dancei e cantei. Tudo pra me preparar pro domingo... Claro, não sem antes me tocar um pouco depois da festa, porque queria sentir prazer antes de ficar quase 2 semanas sem descanso. E vocês vão dizer: "Por que você aceitou a hora extra se não podem te obrigar?" Simplesmente porque precisava do dinheiro, já que gosto de gastar e não quero pedir grana pro meu marido.
Passado o fim de semana, acordei às 5 da manhã e fui me trocar. Vale mencionar que não ia ter muita gente, então decidi me vestir assim:
Coloquei uma blusa preta de renda sem sutiã, vesti uma calcinha de renda preta bem sexy e umas leggings pretas, calcei meus tênis e preparei minhas botas de trabalho. Passei uma maquiagem leve e, com meu café na mão, saí pro trabalho.
Chegando no almoxarifado, fui inspecionar os paletes que iam sair. Só vi um rapaz dos almoxarifes, mas ele tava no almoxarifado A. Eu fiquei no almoxarifado B, que era separado, então me senti confortável porque tava sozinha. Quando eu estava conferindo, chegou um dos guardas do armazém (coitados, sempre trabalhando). No começo, não dei importância, mas como toda mulher, senti um olhar em cima de mim. Virei como se fosse verificar o palete e, sim, o guarda estava me olhando, mas rapidamente se levantou, disse que iria ao armazém A e foi embora. Achei estranho, e quando fui ao banheiro, sim, amigos, a legging que eu vestia era de um tecido meio fino, então minha calcinha de renda marcava por baixo. Me senti uma exibicionista, haha, mas pensei: "Foda-se, já estou aqui". Quando voltei, continuei meu trabalho normal. Aí decidi tirar o jaleco, porque estava me incomodando. Seguia conferindo e notei que os caras do armazém A saíram para o café da manhã. Eu não quis ir porque não estava com fome e preferi terminar o serviço para ir para casa. Essa decisão foi um erro para mim. Porque, uns 15 minutos depois, enquanto eu estava inclinada conferindo um material, alguém me deu uma encoxada por trás. Quando me levantei, taparam minha boca e começaram a me apalpar. Quis gritar, mas não conseguia. Fiquei aterrorizada com a ação, até que ouvi a voz dele: "Se gritar ou tentar fugir, vai ser pior. Melhor você ficar mole e cooperar". Assenti e me virei: era um cara do armazém que não estava na lista. Ele veio por conta própria e eu não tinha notado. "Mmm, Dani, não sabe há quanto tempo te quero. Você sempre passa andando e eu te vejo. É uma gostosa do caralho, amo seu corpo, e hoje ele vai ser meu." Fiquei apavorada, ainda mais sabendo que não teria ninguém por pelo menos uma hora. Ele começou a tirar minha blusa: "Puxa, sem sutiã, hein? Você é uma putinha mesmo. Adoro seus peitos." Quis gritar, mas quando ele começou a chupar meus mamilos, um arrepio percorreu meu corpo e, sem querer, soltei um gemido: *Mmmmmhgg haaaaaa*. Ele sorriu: "Haaa, você gosta, hein? Daqui a pouco, quando eu tirar a pica, você vai amar." Ato seguinte, ele me virou e me colocou em cima do palete, começou a baixar minha legging e a dar beijos na minha bunda. Depois, puxou minha calcinha e disse: "Essa tanga... Vou ficar com você, e todo dia vou te trazer aqui pra todo mundo ver que te fiz minha" — e eu disse *não, por favor, não faz isso, não é bom pra ninguém, eu faço o que você quiser, mas isso tem que ficar entre nós*. Depois de falar isso, ele desceu pelas minhas costas deixando um rastro de beijos, até chegar na minha bunda, onde começou a lamber e me dar um puta prazer, *mmmmmm siiiiiii*. No meio do tesão, ouvi ele abrindo o zíper da calça e começou a se masturbar, e me colocou de joelhos: "vamos, love, chupa minha pica, que ela tá mais seca que tudo". Peguei na pica dele, que foi crescendo aos poucos, e puta merda... era grande, tinha um cheiro meio ruim, mas não tinha outra saída. Peguei a pica dele e comecei a lamber a ponta, a cabeça do pau, ele começou a gozar e, sem mais, me agarrou pelo cabelo e disse: "enfia até o fundo, eu sei que você gosta de pica, sempre comeu os supervisores, né?" Eu, quase me engasgando, tirei a pica da boca e falei meio puta: *nunca entreguei a bunda pra nenhum supervisor*. Ele, todo feliz, continuava enfiando a pica na minha boca, só se ouvia glu glu glu. Assim ficou por uns 15 minutos, até que ele falou: "ei, love, não acaba com minha pica de tanto chupar, ainda tenho que arrebentar essa sua bunda gostosa pra coroar". Levantei e, quase implorando, pedi pra ele me deixar: *por favor, me deixa, não vou contar pra ninguém, leva minha calcinha e, se quiser, chupo sua pica quando você quiser, mas não me fode*. Parece que ele gostou da ideia, mas... "claro que vai chupar minha pica quando eu quiser, mas nada vai te salvar hoje. Vou te deixar cheia de porra, você vai ter meu sêmen dentro de você a semana inteira". Ele me colocou de novo em cima da mesa, começou a colocar o pau na minha buceta, fez uns círculos pequenos e, pum, meteu a pica de uma vez, e eu obviamente gritei: *haaaaaaa oyeeee mmmm mais cuidado* hahahaha ele só ria e falava: "sua bunda deve estar acostumada a ter uma pica dentro, me surpreende muito sua reação". Não parava de me chamar de puta e de falar que eu transava com os de alto escalão, claro que não era verdade, mas ele... Ele tava convencido e começou a meter forte em mim, me fazia gritar, e me penetrava cada vez mais fundo. Ficou nessa posição por um tempão, até que ele fala: "Fica de quatro igual uma puta, vou te comer pelo cuzinho". Na real, não entendi na hora, me ajoelhei de quatro, e quando ele enfiou, entendi o que ele quis dizer. Ele meteu o pau no meu cu, doeu pra caralho *haaaaaa seu idiota, tira esse pau, não gosto aí não aaaaahaaaa mmmmm* ele parecia satisfeito "Perfeito, então vou meter mais forte" e sim, começou a meter mais forte, eu senti muita dor. Mas como tudo, fui me acostumando, porque entendi que quanto mais eu sofria e gritava, mais ele gostava. Quando ele terminou de me comer, me levantei e ele começou a chupar meus peitos, e enfiou uns dedos na minha buceta. Por instinto, peguei no pau dele, o que fez ele sorrir, e me ajoelhei (não por vontade, mas porque tava doendo do jeito que ele enfiava os dedos, e preferia chupar ele). Enfiei o pau dele na boca de novo, já com a malícia e sabendo que tinha que engolir fundo pra ele não puxar meu cabelo. Ficou assim, gozou na minha boca e me obrigou a engolir o leite dele. Achei que tinha acabado e me levantei, quase pegando minha roupa quando ele me segurou pelo braço e falou "Aonde cê vai, puta? Ainda quero te foder esse cu". Eu não queria discutir e quanto mais rápido fizesse, mais rápido acabava. Ele enfiou o pau na minha buceta, me comeu forte de novo e me dava e dava, me chamava de rabuda, falava "é assim que todo mundo te come" e coisas do tipo, até que de repente ele grita "Vou gozar, vou encher você de porra". Tentei reagir mas quando percebi, senti algo dentro de mim, sim, ele gozou dentro de mim, o desgraçado. Me segurou pelo rosto e começou a me beijar, e disse "Já se trocou antes que alguém te veja, e lembra, você é minha e vai chupar meu pau quando eu quiser". Só fui pegar minha roupa, me troquei rápido, e não vão acreditar, mas já tava com vontade de que fosse segunda-feira pra chupar ele de novo. Então fui pra casa, tomei banho e só fiquei lembrando da experiência que fui obrigada a ter. mas que eu gostei. Espero que vocês gostem, e se tiverem experiências ou histórias que queiram compartilhar, mandem mensagem privada, bbs. Beijos.
Sou a Daniela, Dani pra quem me conhece. Isso que rolou comigo foi há 1 mês e quero contar o que aconteceu.
Primeiro, vou me descrever: tenho 36 anos, sou branquinha, cabelo castanho. Gosto das minhas pernas e não é que eu tenha corpo de modelo, mas curto como eu me vejo.
Vale lembrar que sou casada, meu marido é 3 anos mais velho e temos uma filha de 16 anos, muito linda.
Imagem de referência Tudo começou numa sexta-feira no meu trabalho, uma empresa de produção. Eu sou responsável por uma área do almoxarifado. Claro, tem um código de vestimenta, além de usar jalecos. Eu estava sentada na minha mesa fazendo minhas tarefas quando chegou meu supervisor: "Dani, preciso que você venha no domingo fazer hora extra, é só pra conferir se uns embarques vão finalizar e concretizar". Fiquei com cara de "hummm", meio irritada, já que nem me perguntou, foi uma ordem na cara dura. Aí respondi: "Tá bom, mas só vou vir um pouquinho de manhã". Confirmei minha presença e continuei meu dia, meio de mal humor porque a notícia me pegou de surpresa.
Lá pelas 3 da tarde, me passaram a lista de presença e, pra minha surpresa, só íamos ser 4 pessoas (eu inclusa). Aí pensei que ia ser algo tranquilo.
Quando cheguei em casa, queria sair pra farrear, então vesti um vestido preto (a foto aí em cima), coloquei meus saltos e decidi sair pra aliviar o estresse... Fomos a um bar local, tomei uns tequilas, dancei e cantei. Tudo pra me preparar pro domingo... Claro, não sem antes me tocar um pouco depois da festa, porque queria sentir prazer antes de ficar quase 2 semanas sem descanso. E vocês vão dizer: "Por que você aceitou a hora extra se não podem te obrigar?" Simplesmente porque precisava do dinheiro, já que gosto de gastar e não quero pedir grana pro meu marido.
Passado o fim de semana, acordei às 5 da manhã e fui me trocar. Vale mencionar que não ia ter muita gente, então decidi me vestir assim:
Coloquei uma blusa preta de renda sem sutiã, vesti uma calcinha de renda preta bem sexy e umas leggings pretas, calcei meus tênis e preparei minhas botas de trabalho. Passei uma maquiagem leve e, com meu café na mão, saí pro trabalho.
Chegando no almoxarifado, fui inspecionar os paletes que iam sair. Só vi um rapaz dos almoxarifes, mas ele tava no almoxarifado A. Eu fiquei no almoxarifado B, que era separado, então me senti confortável porque tava sozinha. Quando eu estava conferindo, chegou um dos guardas do armazém (coitados, sempre trabalhando). No começo, não dei importância, mas como toda mulher, senti um olhar em cima de mim. Virei como se fosse verificar o palete e, sim, o guarda estava me olhando, mas rapidamente se levantou, disse que iria ao armazém A e foi embora. Achei estranho, e quando fui ao banheiro, sim, amigos, a legging que eu vestia era de um tecido meio fino, então minha calcinha de renda marcava por baixo. Me senti uma exibicionista, haha, mas pensei: "Foda-se, já estou aqui". Quando voltei, continuei meu trabalho normal. Aí decidi tirar o jaleco, porque estava me incomodando. Seguia conferindo e notei que os caras do armazém A saíram para o café da manhã. Eu não quis ir porque não estava com fome e preferi terminar o serviço para ir para casa. Essa decisão foi um erro para mim. Porque, uns 15 minutos depois, enquanto eu estava inclinada conferindo um material, alguém me deu uma encoxada por trás. Quando me levantei, taparam minha boca e começaram a me apalpar. Quis gritar, mas não conseguia. Fiquei aterrorizada com a ação, até que ouvi a voz dele: "Se gritar ou tentar fugir, vai ser pior. Melhor você ficar mole e cooperar". Assenti e me virei: era um cara do armazém que não estava na lista. Ele veio por conta própria e eu não tinha notado. "Mmm, Dani, não sabe há quanto tempo te quero. Você sempre passa andando e eu te vejo. É uma gostosa do caralho, amo seu corpo, e hoje ele vai ser meu." Fiquei apavorada, ainda mais sabendo que não teria ninguém por pelo menos uma hora. Ele começou a tirar minha blusa: "Puxa, sem sutiã, hein? Você é uma putinha mesmo. Adoro seus peitos." Quis gritar, mas quando ele começou a chupar meus mamilos, um arrepio percorreu meu corpo e, sem querer, soltei um gemido: *Mmmmmhgg haaaaaa*. Ele sorriu: "Haaa, você gosta, hein? Daqui a pouco, quando eu tirar a pica, você vai amar." Ato seguinte, ele me virou e me colocou em cima do palete, começou a baixar minha legging e a dar beijos na minha bunda. Depois, puxou minha calcinha e disse: "Essa tanga... Vou ficar com você, e todo dia vou te trazer aqui pra todo mundo ver que te fiz minha" — e eu disse *não, por favor, não faz isso, não é bom pra ninguém, eu faço o que você quiser, mas isso tem que ficar entre nós*. Depois de falar isso, ele desceu pelas minhas costas deixando um rastro de beijos, até chegar na minha bunda, onde começou a lamber e me dar um puta prazer, *mmmmmm siiiiiii*. No meio do tesão, ouvi ele abrindo o zíper da calça e começou a se masturbar, e me colocou de joelhos: "vamos, love, chupa minha pica, que ela tá mais seca que tudo". Peguei na pica dele, que foi crescendo aos poucos, e puta merda... era grande, tinha um cheiro meio ruim, mas não tinha outra saída. Peguei a pica dele e comecei a lamber a ponta, a cabeça do pau, ele começou a gozar e, sem mais, me agarrou pelo cabelo e disse: "enfia até o fundo, eu sei que você gosta de pica, sempre comeu os supervisores, né?" Eu, quase me engasgando, tirei a pica da boca e falei meio puta: *nunca entreguei a bunda pra nenhum supervisor*. Ele, todo feliz, continuava enfiando a pica na minha boca, só se ouvia glu glu glu. Assim ficou por uns 15 minutos, até que ele falou: "ei, love, não acaba com minha pica de tanto chupar, ainda tenho que arrebentar essa sua bunda gostosa pra coroar". Levantei e, quase implorando, pedi pra ele me deixar: *por favor, me deixa, não vou contar pra ninguém, leva minha calcinha e, se quiser, chupo sua pica quando você quiser, mas não me fode*. Parece que ele gostou da ideia, mas... "claro que vai chupar minha pica quando eu quiser, mas nada vai te salvar hoje. Vou te deixar cheia de porra, você vai ter meu sêmen dentro de você a semana inteira". Ele me colocou de novo em cima da mesa, começou a colocar o pau na minha buceta, fez uns círculos pequenos e, pum, meteu a pica de uma vez, e eu obviamente gritei: *haaaaaaa oyeeee mmmm mais cuidado* hahahaha ele só ria e falava: "sua bunda deve estar acostumada a ter uma pica dentro, me surpreende muito sua reação". Não parava de me chamar de puta e de falar que eu transava com os de alto escalão, claro que não era verdade, mas ele... Ele tava convencido e começou a meter forte em mim, me fazia gritar, e me penetrava cada vez mais fundo. Ficou nessa posição por um tempão, até que ele fala: "Fica de quatro igual uma puta, vou te comer pelo cuzinho". Na real, não entendi na hora, me ajoelhei de quatro, e quando ele enfiou, entendi o que ele quis dizer. Ele meteu o pau no meu cu, doeu pra caralho *haaaaaa seu idiota, tira esse pau, não gosto aí não aaaaahaaaa mmmmm* ele parecia satisfeito "Perfeito, então vou meter mais forte" e sim, começou a meter mais forte, eu senti muita dor. Mas como tudo, fui me acostumando, porque entendi que quanto mais eu sofria e gritava, mais ele gostava. Quando ele terminou de me comer, me levantei e ele começou a chupar meus peitos, e enfiou uns dedos na minha buceta. Por instinto, peguei no pau dele, o que fez ele sorrir, e me ajoelhei (não por vontade, mas porque tava doendo do jeito que ele enfiava os dedos, e preferia chupar ele). Enfiei o pau dele na boca de novo, já com a malícia e sabendo que tinha que engolir fundo pra ele não puxar meu cabelo. Ficou assim, gozou na minha boca e me obrigou a engolir o leite dele. Achei que tinha acabado e me levantei, quase pegando minha roupa quando ele me segurou pelo braço e falou "Aonde cê vai, puta? Ainda quero te foder esse cu". Eu não queria discutir e quanto mais rápido fizesse, mais rápido acabava. Ele enfiou o pau na minha buceta, me comeu forte de novo e me dava e dava, me chamava de rabuda, falava "é assim que todo mundo te come" e coisas do tipo, até que de repente ele grita "Vou gozar, vou encher você de porra". Tentei reagir mas quando percebi, senti algo dentro de mim, sim, ele gozou dentro de mim, o desgraçado. Me segurou pelo rosto e começou a me beijar, e disse "Já se trocou antes que alguém te veja, e lembra, você é minha e vai chupar meu pau quando eu quiser". Só fui pegar minha roupa, me troquei rápido, e não vão acreditar, mas já tava com vontade de que fosse segunda-feira pra chupar ele de novo. Então fui pra casa, tomei banho e só fiquei lembrando da experiência que fui obrigada a ter. mas que eu gostei. Espero que vocês gostem, e se tiverem experiências ou histórias que queiram compartilhar, mandem mensagem privada, bbs. Beijos.
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