Era um domingo como qualquer outro e eu tava no meu escritório arrumando umas coisas e fazendo uns trabalhos atrasados quando chega uma mensagem no WhatsApp de um número desconhecido. Geralmente nos domingos só respondo mensagem de cliente que já tenho agendado, mas não sei por que abri a mensagem e li. E foi aí que começou uma coisa que mais tarde eu ia me arrepender. A mensagem dizia que o nome dela era Natália, que era a mulher do Carlos, o DJ, que anos atrás eu tinha consertado os computadores e uma TV dele. Na mensagem ela conta que tinha se separado do marido e na briga ele tinha quebrado na porrada os três Smart TVs que ela tinha. Ela conta que tá passando por uma situação financeira complicada porque o ex-marido não dá um centavo e com seis filhos é foda manter a casa, por isso não tem como consertar as TVs. Ela pergunta se eu tô interessado nelas pra usar de peça. Falo que sim, que serve, e pergunto quanto ela quer. Ela diz pra eu fazer uma oferta porque tá precisando de grana urgente. Ofereço 20 mil em cada uma e ela, felizona, fala que serve. Combinamos que durante a semana eu passava pra buscar ou quando desse, porque aqueles dias tavam um calor do caralho. Não passou nem uma hora e ela me manda outro WhatsApp, começando a mensagem pedindo desculpa por incomodar num domingo. Na mensagem ela pergunta se eu posso fazer um favor, que não tem um puto pra dar de comer pros filhos e se eu podia transferir uma grana pra conta dela. Falo que sem problema, que entendo a situação porque a economia tava foda pra todo mundo, e peço a conta dela e transfiro 20 mil. Assim que ela vê o dinheiro cair na conta, me manda uma mensagem: "Muito obrigada, você me salvou, você é incogível". Quando li a mensagem, fiquei surpreso e na hora respondi: "Ei, não é pra tanto, tenho 55 anos, mas não acho que sou incogível, não". Ela responde se cagando de rir, falando que foi o corretor do celular, que queria dizer incrível. E aí manda outra. mensagem dizendo que pela lembrança que tinha das poucas vezes que me viu, era bem comível. Surpreso com o tom que a mensagem tinha subido, levei a conversa pra um tom mais quente e perguntei se ela estava comível, já que eu não lembrava como ela era. Ela me contou que tinha 36 anos, 6 filhos de 16 a 3 anos e que se conservava muito bem pra ter 6 filhos. No fim, disse que quando eu fosse buscar as TVs, ia se desculpar pessoalmente por ter me chamado de incomível. E aí me mandou uma foto da buceta dela com um dedo puxando um fio de fluxo e disse que ia estar me esperando assim. Fiquei o domingo inteiro bem excitado com a conversa e a imagem linda da buceta dela bem molhada. Mal pude esperar a semana, coordenei pra passar buscar as TVs e ela disse que o melhor horário era na sesta, porque estaria sozinha já que todos os filhos estavam na escola. Na quarta-feira, umas 3 da tarde, cheguei na casa dela e, quando toquei a campainha, quem atendeu foi um menino de uns 10 anos. A Natália saiu pela porta da casa pra me receber vestida com um short tipo calça bem apertado que marcava os lábios da buceta dela e desenhava uma bunda bem redonda, e uma camiseta bem decotada que mal cobria os peitos que ela estava sem sutiã. Ao me receber, a Natália comentou que a professora do filho dela estava doente, então mandaram ele de volta pra casa, e pra piorar, ela tinha ficado menstruada. Eu queria me matar porque um tempo antes tinha tomado um Viagra e já estava com a pica a mil. Depois de colocar as TVs no carro e dar o resto do dinheiro, ela me ofereceu um pouco de suco gelado. Tudo isso com o menino rondando do meu lado o tempo todo, enquanto eu não parava de olhar a xereca que se marcava na mãe na buceta dela. Enquanto eu tomava o suco sentado numa cadeira da cozinha, ela deu dinheiro pro menino ir comprar um sorvete e, assim que o garoto saiu pela porta, Ela tranca a porta. Em seguida, se ajoelha na minha frente e começa a puxar minha calça pra baixo, tirando minha pica que já tava dura pra caralho. Enquanto começa a chupar ela e babar tudo, me fala pra ficar tranquilo que o moleque não vai voltar, porque com certeza ficou jogando bola no campinho. Cada vez que ela enfiava minha pica até o fundo da boca, esticava a língua pra lamber minhas bolas lisinhas. Ela me perguntou se eu tinha camisinha, eu mandei ela procurar no bolso da calça, e ela colocou uma na minha pica enquanto puxava a calça dela pra baixo, e eu pude ver a buceta carnosa dela com o fiozinho do absorvente pendurado quando ela se levantou. Ela se virou de costas pra mim e colocou a bunda redonda em cima da minha pica, enquanto passava a mão cheia de saliva no cu. Assim, eu sentado na cadeira, ela começou a enfiar a pica no cu dela até o fundo. Depois que entrou toda, começou a rebolara cintura enquanto eu abraçava ela e enfiava as mãos por baixo da camiseta dela pra apertar os peitões grandes. Ela começou a gemer enquanto subia e descia com a bunda, tirando e enfiando minha pica até o fundo. Às vezes, ela se arqueava pra trás pra eu poder beijar o pescoço dela. De repente, ela se levantou e, quando tirou minha pica do cu, saiu um peido barulhento. Ela tirou a calça completamente e levantou a camiseta, deixando os peitos de fora, e montou em mim de novo, dessa vez de frente, enfiando a pica no cu outra vez. Assim, ela começou a cavalgar cada vez mais rápido e forte, e eu tava com medo de que a pobre cadeira não aguentasse. Não aguentei muito mais os movimentos dela e gozei enquanto afundava a cara nos peitos dela. Ela ficou uns segundos apertando minha pica com o cu, como se quisesse que eu deixasse até a última gota de porra dentro da camisinha. Quando tirou minha pica do cu, a camisinha ficou presa lá dentro. Ela tirou com os dedos e foi pro banheiro nua, jogando no vaso pra não deixar provas. Voltou com uma toalha molhada e limpou minha pica e as bolas com muito cuidado. Bem na hora, a gente ouviu alguém tentando abrir a porta e nos vestimos. Rápido. Eram as filhas dela, de 13 e 16 anos, voltando da escola. Ao entrar, cumprimentaram, largaram as coisas e saíram de novo. Em cima da mesa tinha ficado a embalagem da camisinha. Aí aproveitamos pra bater um papo e ela me disse que na próxima vez a gente ia ficar sozinho e mais tranquilo. Já te digo que eu esperava aquele momento pra chupar com a boca os lábios grossos da buceta dela. Nem preciso dizer que toda semana eu passava na casa dela e nunca faltava oportunidade pra saborear com minha boca aquela buceta carnuda. Era assim porque toda semana eu recebia mensagens pedindo dinheiro. Quando não era que o botijão de gás tinha acabado, era remédio pro menino ou iam cortar a luz dela. Então, toda vez que eu passava grana, em uns dias eu passava na casa pra um tempinho de sexo bom. Em algumas vezes, ao sair do quarto depois da nossa sessão de sexo, as filhas dela estavam tomando chimarrão na cozinha, então com certeza ouviam nossos gemidos. Nosso último encontro sexual, eu não imaginava que pelo que aconteceria depois ia ser o último. Depois de termos tido aquela tarde maratona de sexo, bem na hora que eu tava me vestindo, ela se ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau de novo, que mal tava duro, e enquanto chupava me dizia que a filha dela queria falar comigo, que tinha algo pra me dizer. Perguntei quantos anos ela tinha e se sabia qual era o motivo, e ela me disse que tinha feito 17 anos e que não sabia o motivo, o que me deixou confuso, já que nunca tinha falado com nenhum dos filhos dela além do cumprimento. Ao sair do quarto, a Natália entrou no banheiro e eu fiquei sozinho com as filhas dela na cozinha. Na sequência, a mais nova foi pra fora, e foi aí que a outra garota começou a falar comigo. Ela me disse que sabia muito bem o que eu fazia com a mãe dela e que eu ajudava ela com grana pra pagar algumas contas. Aí ela começa a me dizer que precisa de uma moto pra começar a trabalhar e perguntou se eu podia comprar pra ela e, em troca, ter o mesmo acordo que eu tinha. com a mãe. Quando a Natalia saiu do banheiro, olhei pra ela e falei pra gente conversar lá fora, enquanto dizia pra filha que ia pensar no assunto. Quando saí, perguntei pra Natalia se ela sabia o que a filha tinha me proposto. E ela respondeu que tava sabendo e não via problema, que a vida era dura e que ela tinha que se sacrificar se quisesse alguma coisa. Eu falei que era uma loucura, já que a menina é menor de idade, e ela disse que a filha tinha acabado de fazer 17 anos e que, sem a gente perceber, logo ia fazer 18. Eu, chocado com a proposta indecente da filha e a aprovação da mãe, fui embora sem dizer nada. Saí tão rápido que esqueci de avisar que ia viajar por umas duas semanas de férias e que, por favor, não me mandasse mensagens. Esse esquecimento me ferrou depois. Já nas férias, começaram a chegar mensagens da Natalia pedindo dinheiro e também da filha perguntando o que eu tinha decidido sobre a proposta dela. Mandei dinheiro pra Natalia e falei que tava de férias e que, por favor, não me mandasse mensagens. Pra filha, nem respondi a pergunta e pedi pra ela parar de me mandar mensagens, já que eu tava de férias com minha família. Não só não pararam de mandar mensagens, como aumentaram a frequência e mandavam a toda hora pedindo dinheiro por qualquer motivo. Mandei mais um pouco e falei que era a última vez e que, quando voltasse, passaria lá pra conversar. A resposta foi ameaças de que ela ia dar um jeito de mostrar pra minha família as mensagens que tinha comigo. A partir daí, minha vida virou um inferno, porque por mais que eu bloqueasse, elas sempre davam um jeito de se comunicar de outro celular. Quando voltei das férias, desisti de ir vê-las pra acabar com as mensagens chatas e a extorsão, por recomendação de um amigo. Meu amigo é policial, contei a situação pra ele e falei do meu medo da minha família descobrir. Ele pediu pra eu passar as mensagens e disse que ia dar um jeito de fazer uma visita e assustá-las, falando que eu tinha feito um boletim de ocorrência e que elas podiam ser presas. Depois disso, não recebi mais mensagens, não. Também não tive mais notícias do meu amigo policial, já que ele não respondeu minhas mensagens. Depois de uns dois anos, fiquei sabendo que ele tinha se divorciado e estava morando com a filha da Natália. Uma vez cruzei com ele na rua, com a Natália e todos os filhos dela, e ele estava de mãos dadas com a filha da Natália, que podia ser filha dele, já que ele tinha quase o triplo da idade dela — ela devia ter uns 19/20 anos e ele mais de 50. Nem me olharam, seguiram andando. Nunca fez tanto sentido o ditado: "um fio de buceta puxa mais que cem bois". Resolvi o problema da extorsão, mas perdi um amigo.
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